História Através dos seus olhos - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Austin & Ally, Laura Marano, Originais, R5
Exibições 83
Palavras 1.262
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi pessoas lindas obrigada aos comentários e favoritos, Deus abençoe
bora ler ?

Capítulo 8 - Capítulo 8- Be sure to take chances


  -Precisamos ir.
Laura disse tirando a atenção de Ross longe da sua, ela sabia mesmo sem ver que eles estavam bem próximos e realmente estavam.
  -Não quero que o senhora Liza me proíba de sair mais vezes com você.
Distanciou-se de seu rosto mesmo querendo que aquilo tivesse acontecido.
-Terá próximas vezes ?
-Sim...quer dizer...quer dizer...se você...sabe se...se você quiser.
  Ela era capaz de fazer se sentir um adolescente cheio de medo e inseguranças atrás da menina mais linda da escola.
Ela sentiu confiança nele, como um amigo, fez o que não faz ao menos que não tenha total confiança, pegou em seu braço permitido que a guiasse até o carro.
  Com o rosto virado para fora do carro, não poderia ver o sorriso que tinham, os dois um belo sorriso de canto de rosto que só quem começou a amar tem, embora já conhecessem o sentimento devastador que é o amor.
  -Obrigado por tudo Dr. Ross.
Ela disse quando ele a entregou em segurança a mãe.
  -Eu que agradeço tchau Laura.
Deu-lhe um beijo no rosto em sinal de despedida e foi embora. Seu rosto seguiu vermelho de timidez enquanto ela levou a mão onde havia ganhado o beijo, não acreditava
que um simples beijo inocente de criança a havia feito tão feliz.
   Narrador :Laura
A felicidade não precisa ser explicada, mas sim vivida, as pessoas perdem tempo buscado o significado ao invés de viver felizes
  Para falar a verdade ainda não sei se descobri de fato o cúmulo da felicidade, mas sinto que estou chegando perto.


  A vida poderia começar a fazer sentido, uma pessoa aparece em sua vida e então um sorriso surge te mostrando que ainda podemos amar. Mais um dia ou um dia melhor que o anterior depende de sua visão.
  -Oi July. -Pegou aquela gata sem raça, sem dono, sem endereço em seus braços e a levou para cama junto dele .-Sabe, eu conheci uma garota, eu acho que gosto dela, é muito cedo para dizer isso na verdade, mas se almas gêmeas existe a Laura é a minha, só que eu não acredito nisso em July.
  Depois do produtivo papo com a gata, às nove da manhã ele saiu da cama e foi para o hospital . 
  -Bom dia mocinha.
Os passos de Liza indicaram que a manhã havia chegado para Laura, a jovem poderia ter sua deficiência, mas continuava sendo uma pessoa que não gosta de acordar cedo.
  -Mãe me deixa dormir mais .
  -Laura hoje é dia de culto.
  -Mas já é domingo?
Ao se dar por si mesma,  já havia tomado banho e seu café. Laura não era religiosa, mas reconhecia que Deus tinha uma grande parcela de culpa por ela ter se reerguido depois do sofrimento, era admirável que um local pequeno, quase do tamanho de sua sala de estar a fazia se sentir tão bem, mas lindo é que não havia mais de trinta pessoas no culto, porém todas juntas parecia que não havia diferença todos iguais apenas perto do Grandão .
  -Adorado seja Deus, sabe irmãos ontem orando a Ele eu pensei puxa Deus eu tenho tantos problemas e juro ao Senhor que sou o mais perfeito pecador, mas quando estou perto de você eu me sinto forte, eu sou forte, sinto que posso amar como você me ama, amém igreja?
  Pastor Jason era um dos rostos que ela adoraria ver, mais que um título ele conseguia ser um grande amigo.
  Força, se segundo o modo que as pessoas acham que é força, Laura nunca seria considerada forte, mas ainda existe uma pequena camada da sociedade que enxerga além dos olhos e se força for considerada a capacidade que você tem de superar as piores dores e sorrir, então Laura é forte, e tem uma força que poucos possuem .
  Depois de duas horas acabou e ela esperava a mãe para ir embora.
  -Como vai minha amiga?
Essa voz não era desconhecida.
  -Pr. Jason ?
Ela voltou a se sentar no banco e virar para onde tinha ouvido.
  -Jason Laura só Jason
  -Eu ainda aprendo, gostei do sermão hoje .
  -Só disse o que o pai mandou, mas e você ? Fiquei um mês sem vê-la.
  -É passei um tempo pensando.
  -Mas está de volta a luta ?
  -Sempre, só vence quem luta
  -Parece que alguém está em guerra, o que te aflige ?
  -Pr...desculpa Jason, sabe quando você quer fazer algo, mas sente medo suficiente para duvidar se é isso mesmo ?
  -Uau, essa você me pegou, mas sabe eu estava lendo livro de Mateus e encontrei um cara que duvidou também, mas esse cara antes se arriscou, esse homem teve dúvida, porém foi o único que pode dizer que andou sob as águas, quem é ele ?
Jason fez um barulho com as mãos em sinal de suspense a fazendo sorrir.
  -Simão Pedro, obrigada acho que entendi seu recado.
Ela disse com o tom suave em sua voz.
  -Laura se arrisque e dúvidas são normais.
  -Obrigada Jason.
Deu-lhe um abraço apertado e voltou ao seu mundo fechado de pensamentos.

 
   Pessoas normais passam seu domingo com a família, amigos, ficam em casa com uma boa comida e só aproveitando o dia, entretanto Ross estava no hospital querendo acreditar que estava trabalhando. 
  -Ross vamos almoçar, você vem ? 
Um outro neurocirurgião com nome Riker veio chama-lo .
  -Não, eu não estou com muita fome .
-E pela Megan ?
-Não, eu só não quero sair .
-Você tem certeza?
-Sim Riker eu tenho certeza.
 
  Depois da conversa com o pastor ela só tinha mais dúvidas e uma certeza, seus pensamentos longe deixavam a mãe feliz, mas nesse momento ela conversava com as paredes já que ela não prestava atenção em nada além daquele loiro.
    -Laura você está me ouvindo?
A mãe perguntou pela terceira vez a filha distraída.
    -Claro mamãe, é óbvio que eu estou te ouvindo.
   -Por que acho que você está com seu pensamento naquele Dr?
   -Quem? O Ross?
   -Gosta dele?
Por que uma pergunta tão simples exigia tanto esforço mental? Podia dizer que não ou sim, mas havia tantas variáveis,  infinitos motivos que afastavam e aproximam de Ross, mas voltando ela gosta ou não?
-Acho que sim.
-Estava pensando nele ?
-Talvez
-Por que não liga para ele ?
-Não sei se devo mamãe
-Se arrisque Laura.
No outro minuto ela estava com o telefone no ouvido, se ele não atendesse ? Se não quisesse falar com ela ? Se...
  -Alô?
  -Oi Laura ?
  -Oi Ross
  -Como você está?
  -Relativamente bem
  -Palavras difíceis Dr
  -Acreditaria se te dissesse que agora estou no meu consultório fingindo que estou atendendo?
-Certamente acreditaria, mas por quê está sozinho em pleno domingo?
-Não tem nada demais está sozinho no domingo
-Tem sim é domingo, você deveria almoçar com o seu pai, ficar em casa atoa
-Bom meu pai está em uma conferência na Flórida, e pode parecer estranho, mas te garanto que o hospital está mais interessante que meu apartamento, acabei de ver um homem ser operado .
-Meu Deus Ross ! Olha te garanto que até o arroz da minha mãe está mais interessante
-Ele acabou de operar o fígado
-Duvido que isso ganha de um belo almoço
-Isso seria um convite?


 



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