História Attack On Bangtan - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Humor, Universo Alternativo
Exibições 6
Palavras 3.027
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lírica, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpem a demora :'D não desista de mim!

Capítulo 9 - Sing For Me Little Bird (1/2)


Fanfic / Fanfiction Attack On Bangtan - Capítulo 9 - Sing For Me Little Bird (1/2)

   Algumas horas depois do maravilhoso jantar, aqui estou eu, me revirando na cama. O sono sempre foi mais um adversário do um aliado.

Sendo honesta agora...Sempre achei dormir algo que atrapalha mais do que ajuda. Sim eu sei que temos que recarregar as baterias para o dia seguinte,enfrentando a mesma rotina chata e repetitiva com um ardor que sai dos confins da existência; mas imagine se isso não fosse necessário? Já pensou quantas horas jogamos no lixo apenas para descansar?.

Ok,esta pequena epifania despertou meu cérebro mais ainda. Ótimo!, maravilha! Não gostaria de aproveitar o próximo dia mesmo… que logo vai virar,pois pelo relógio do Jay G,aquele leão/agente secreto fã de rap do kakao Talk, já são 23:45 e todo mundo tá dormindo.

Pelo menos achei que era isso né. Mudei de ideia quando um Taehyung afobado entra em meu quarto.

-ALICE! -Ele grita se jogando no chão do meu quarto,tentando deslizar sensualmente até meu lado...isso mesmo,tenta,pois acabou batendo o topo da cabeça na parede,se ele pelo menos tivesse calculado quanta velocidade utilizar em seu salto…

-Não grita! -Dou o famoso sussurro gritado,todavia minha raiva se dissipa como névoa pela manhã quando o loiro continua ali esparramado. -Tá tudo bem...com...você? - Saio da cama e dou-lhe uma cutucada bem leve nas costelas com a ponta do pé. Morto não está.

Mal tive tempo de recolher meu pé,sinto dedos finos e compridos envolverem meus calcanhares, me puxando. Dou um gritinho estridente (espero não ter acordado ninguém) caindo em cima do garoto estranho.

-Te peguei! -Exclamou rolando de modo que agora me encontro deitada em sua barriga, me envolvendo com seu corpo BEM maior que o meu como se fosse um sushi. Estou deitada com as costas pra cima nele de modo horizontal tornando-me um rolinho vivo.

-Que susto menino! -Sinto o abraço apertar- Que carência é essa? Vai,me larga que eu retribuo o abraço.

Sinto o aperto se desfazer lentamente,dou uma respirada funda sentindo o ar frio da noite encher meus pulmões. Depois me levanto e sento na minha cama com os braços cruzados tentando parecer brava.

-Por que apareceu do nada em meu palácio? Caro camponês.

-Não posso mais ver minha saeng? -Ele se encontra agora sentado com perninhas de índio em minha frente,sua bunda só não está congelando por conta do tapete felpudo azul que comprei a um tempo atrás.

-Ás… -Novamente meus olhos focam no relógio na parede atrás de V - Meia noite?.

- Você venceu! -Joga as mãos pra cima em sinal de redenção,como se um plano mirabolante tivesse sido descoberto – Não consigo dormir e vi a luz do seu quarto acesa...podemos fazer algo até pegar no sono,o que acha?.

-Tipo? -Tento levantar a sobrancelha direita,mas a esquerda acaba indo junto. Por que vida,por que? Escuto V prendendo o riso.

-Tenho ideia nenhuma pra falar a verdade,normalmente eu acordava algum dos garotos para brincar ou só conversar mesmo…

-Espera,brincar? Como assim cara? -Perdão mas meu cérebro parou de prestar atenção a partir do momento que ouvi aquela palavra.

-Isso mesmo,brincar. Nunca fez isso? -Não consegui detectar nenhuma malícia em sua voz,para falar a verdade, estava inocente demais. Lembrei de meu irmão caçula...ai Pablo...como tu está irmãozinho? Que saudade…

Engulo em seco ao mesmo tempo que meu coração aperta.

-Claro,vamos brincar -As palavras soaram mais melancólicas do que eu queria. -De que?

-Hmmm… tive uma ideia melhor.

Lá vem…

-… Que tal dançarmos? -Ele completa depois de um tempinho. Dançar é tudo que faço hoje em dia,mas adoro mesmo assim.

-Claro. O que? São tantas músicas. -Um turbilhão de ideias se espalham por minha mente,como uma massa colorida e espessa.

Um sorriso, mas não qualquer um, aquele lindo sorriso quadrado se abre. Parecendo que iluminou ainda mais o quarto.

-Mostre-me...músicas da sua nação? -Já esperava isso dele,ele é bem curioso a respeito da cultura brasileira. Acho isso o máximo.

-Bem,temos um probleminha aí. A maioria das músicas que gosto de lá não possuem coreografia -Dou um sorriso sem dentes,com as bochechas estufadas como se pedisse desculpas. -Algum problema?

-Imagine,só vamos -Ele se levanta com um impulso ao mesmo tempo que a merda de um trovão faz meus ossos reverberarem. Mau tive tempo de dar um pulo demonstrando meu susto.

Então uma,duas,três gotas gordas de chuva fazem um ‘’ploc ploc ploc’’ no telhado,seguida de mais outras,e mais,e mais algumas,até a chuva começar seu ciclo constante.

-AAAAH! -Solto um gritinho agudo,torcendo novamente para não acordar os outros meninos. Tenho medo de raios e trovões desde pequena.

-O que foi? -Ele parece se divertir com isso...que raiva!.

-Nada não… -Meu sangue,antes congelando por conta de minha surpresa,agora começa a ferver como uma sopa em uma panela no fogão que,pouco a pouco,levanta fervura...e com ela o vapor,que machuca tanto quanto o próprio fogo.

Ficamos discutindo sobre que jeito daríamos para dançarmos a mesma coreografia ao som da mesma música, ele insistia que deveríamos deixar o volume baixo no meu celular mesmo que nada daria errado,já eu teimava em querer passar as músicas para ele via Bluetooth e assim a ouvirmos com nossos fones.

-Dá muito trabalho! -Choraminga o cara que,pelo incrível que pareça,é mais velho que eu.

-Mas é o certo a se fazer! - ‘’PLAU’’ o trovão rimbomba, dou um pulinho tremendo. Odeio raios,odeio trovões! Sempre que eles aparecem algo de errado acontece na minha vida. Da primeira vez que isso aconteceu em uma noite,descobri que meu cachorro fora atropelado. Na segunda,meu querido avô passou dessa pra melhor e na terceira...bem,Olívia me mandara uma mensagem dizendo ‘’está tudo acabado,beleza? Não aguento mais’’.

Entendem agora que não é só uma frescura?.

Já pensando no pior,acabo por ficar estática,minha visão turva...as vozes de meus pais falando ‘’Alice,temo ter que lhe contar uma coisa...’’ … Pablo chorando depois das notícias ruins,abraçando o travesseiro e dizendo ‘’tenho saudades do vovô e do Nick’’ deixaram meus olhos marejados,minhas pernas bambas...a vontade de chorar é mais forte do que a de permanecer de pé.

Dane-se se ainda tem um cara aqui,foda-se. Eu só quero chorar. Algo vai acontecer...e não posso fazer nada.

-Alice?...tá tudo bem? -A voz preocupada de V me traz de volta á realidade,nem percebi que estava sentada na cama tremendo e olhando pro chão.

-Não… -Respondo. Minha garganta dói,avisando que lágrimas vão rolar. Mas não deixarei,agora não.

Sinto a cama mexer um pouco,e um ponto do colchão afundar. Em seguida um braço comprido envolve meus ombros.

-Quer falar sobre isso? -Aquela voz conhecida e grave preenche-me com outra sensação: calmaria.

-Se não se importar...prefiro guardar para mim por enquanto -De novo aquele som estranho de trovão me faz dar um pulinho. Olho para Tae,que tinha um sorrisinho brincalhão estampado na face.

-Entendo bem como é. -Respondeu,olhando para o mesmo ponte inexistente que eu.

E foi assim,conversamos e em momento algum ele soltou meus ombros. Aquele aperto no coração foi desaparecendo aos poucos,como um nó difícil de soltar. E sem mais nem menos,o sono acertou-me como uma forte onda e Morfeu me levou para a Terra do Nunca.

~~~~~~~~~~~~

Acordo com o alarme de meu celular,ás 9:30 da manhã. Sento-me na minha cama e estico meus braços,me alongando e bocejando profundamente. Tirando uma pontada forte que recebi no lado esquerdo da cabeça,estou bem para quem pegou no sono ás 3:20.

Desço as escadas quase morrendo,sim eu sei que deveria deitar e dormir mais,porém tenho algo programado para hoje...se minha preguiça vencer não há quem me acorde até amanhã.

Na cozinha vou atrás de café. Por sorte os meninos apenas bebiam extra forte...mas eles fazem de maneira muito fraca. Tomo a liberdade de fazer aquele café brasileirão daquele jeito especial.

-Jin? Achei que quem faria o café hoje seria o Jimin… -Hope entrou,sua voz estava levemente rouca. Sono?

-Era? Então ele me deve um favor -Dou uma risadinha no final e encaro o mais velho. Estático e escorado no batente da porta,ele me observa. Devolvo o olhar com um pouco mais de ferocidade,seu nariz mexeu levemente.

-Que cheiro é esse? -Pergunta,parecendo surpreso.

-Estou fazendo café. Se quiser vai ter que esperar os outros acordarem.

-Alice,você é a maldade em pessoa. -Não sei onde ele está,mas sua voz soa distante.

-Não faz ideia do quanto… -Respondo para o nada,para o ninguém,ou para todo mundo que queira ouvir.

Todo mundo só acordou quando os passarinhos começaram a cantar,primeiro eles conversaram na sala por alguns minutos,depois se juntaram á mesa. Onde eu já me encontrava devorando não comida,mas um imenso bloco de páginas também chamado de livro.

-Gosta de ler? -Escuto Hobi novamente,junto do barulhinho das cadeiras se arrastando. Sabendo que não terei mais como continuar minha leitura,fecho o livro e o coloco no colo. O olhar admirado e encantado do garoto continua em mim.

-É minha paixão! -Exclamo,mas nossa conversa acaba por ai mesmo. Todos chegaram e se serviram com pães,bolachas e torradas...já café...bem no primeiro gole todos pararam. Yoongi que foi o último a tomar um gole,meio desconfiado com a cara dos outros á respeito do líquido escuro.Ele engole com dificuldade e diz:

-Tem certeza que a culpa da sua insônia não é esse café?

Termino rapidamente de tomar o conteúdo de minha xácara gigante e a bato forte na mesa,só me dando conta da explosão vindo tarde de mais. Conto um,dois,três…

-Não...tomo...café...á...meses. E o meu problema é psicológico,muito obrigada pela compreensão. -Falo pausadamente e entredentes,meu olho direito começa a piscar involuntariamente e de modo frenético,sem parar.

Perco a fome,levanto indo para o banheiro do andar de cima,sentindo um reboliço em meu estômago. Chego ao meu destino bem na hora,pois o café da manhã pouquíssimo digerido já estava quase alcançando minha garganta. Miro na privada e sinto o gosto de comida acompanhada de algum ácido estomacal. Odeio acessos fortes de raiva repentina,são os piores! Sempre apresentam sintomas físicos.

-Alice! -Escuto o infeliz do Suga me chamando,ele parecia preocupado,contudo distante. Todo mundo parece preocupado comigo o tempo todo. Eles tem medo de que eu acabe fazendo merda? Ou me vêm como alguém frágil,quebrável? -A...lice? -Perguntou. Soube na hora que estava na porta pela sensação de ter alguém me observando e o familiar arrepio na espinha.

Como se a errada fosse eu.

-Oi - Digo,levanto a cabeça e o encaro,pelo jeito estou horrível. Sua face de olhos esbugalhados,boca em um ‘O’ semi aberto e rigidez total demonstram seu medo. Mas logo essa mesma face é tingida pelo pesar,arrependimento.

-E-eu… -Ele pisca atônito,como se voltasse á si por conta de um soco. -Desculpe. Agi como um idiota...nunca pensei em te ofender,nem reduzir um problema tão grave quanto ansiedade.

Continuo encarando-o,uma parte de mim grita ‘’perdoe-o! Mostre ser legal pelo menos uma vez nessa sua vida de merda’’,a outra diz ‘’faça-o se arrepender por ter te enchido o saco’’.

Vou dar ouvidos á parte boa hoje.

-Tá...tudo bem...só saiba que eu não escolhi ter isso,entende? -Minha voz soou mais fria do que o esperado.

-Está tudo bem,né?

-Ah,tá sim. -Dou descarga,depois me olho no espelho e arrumo meus cabelos.

O Min ia sair,mas volta e diz:

-Iremos sair ás 13:30 e almoçar fora,tudo bem pra você?

-Sim -Então saímos,tentando esquecer essa cena horrível.

Cara,já são 10:40 e não consigo parar de pensar no que vai rolar nesta tarde. Mas algo me perturba… se aqui na Coreia é um tremendo tabu idols serem vistos com garotas,por que comigo,justo comigo,a nova sensação do mundo da música (é sério. Para terem uma leve noção: #WhoIsMLion ficou em segundo lugar nos trends do Twitter durante um bom tempinho) isso seria diferente? Por que eles não estão com medo de serem pegos em flagrante?

Talvez seja por isso que o RM convidou o Suga,se algum tablóide nos ver juntos fica meio difícil pensar com qual dos dois estarei saindo. Faz sentido. Levanto da cama com um pulo e tranco a porta do quarto, sentando no chão e encarando a porta fechada em seguida.

Madeira é estranha né? É uma...coisa...marrom com uns traços muito loucos que pode formar desenhos loucos,além de tudo isso pode se transformar em coisas loucas! Madeira é incrível…

Bufo. Que merda eu tô fazendo mano? Não terei descanso depois de hoje e estou aqui perdendo tempo!.

-Remember the way you made me feel

Such young love but

Something in me knew that it was real

Frozen in my head -Soube ser a voz de Kookie,não apenas por conta do tom mas pela escolha da música. Possivelmente ele irá treinar… treinar… JÁ SEI O QUE VOU FAZER! FINALMENTE HEIN ALICE?. Se ele pode eu posso também,aliás não só posso como devo treinar meu canto que,sem querer decepcionar,não é dos melhores. Talvez eu seja a pior vocal do grupo.

Encosto minhas costas na porta,ela estava um pouco fria mas nada insuportável. Arrumo minha postura da melhor forma possível,relaxo o maxilar (tento ao menos), respiro fundo de forma lenta algumas vezes,acompanhando o movimento do diafragma com uma das mãos. Com o corpo já preparado,começo a aquecer minha voz do jeito que meus únicos dois professores de canto me instruíram: começar com ‘’Dó,ré,mi,fá,sol,lá si e dó’’ baixinho e progredindo até alguma nota maior, fazendo o inverso depois.

Escolho cantar ‘’Skyfall’’ da Adele pois gosto da letra e não é uma música difícil,possui poucas notas altas (as que tenho mais dificuldade em alcançar). Tento evitar deslizes e tremidas,o que é bem difícil para não falar impossível .

Derrotada e com a garganta clamando por água,destranco a porta fervendo por dentro e seguindo rumo para a tão já citada cozinha. Nunca consigo. E quando me pedirem para cantar em alguma entrevista? Ocasião especial? Ou até mesmo participar dos futuros álbuns? Algum cover? Estou simplesmente lascada…

-Estava cantando? -Uma voz doce chama-me,justamente quando termino de beber o conteúdo de meu copo de plástico.

-Estava… -Estou surpresa por minha voz não ter ficado estranha. Estou melhorando aos poucos? Quem sabe. Viro e encontro Jimin me olhando,seu samblante estava calmo...demais.

-Sem querer parecer rude,mas estava horrível -Wow. Direto. Bem direto.

-Eu sei… eu só...não fui feita pra cantar,sabe? Mas é extremamente necessário que eu consiga pelo menos um pouco.

-É mesmo...porém...posso te ajudar se quiser. -Suas mãos vão pro seu cabelo,o jogando para trás. Hábito lindo. Ele é todo lindo,pra ser sincera.

-Aulas de canto com Park Jimin,por essa eu não esperava! -Não creio mesmo! Bom demais para ser verdade...que não seja sonho por favor.

-Estamos aqui para ajudar uns aos outros. E sua voz não é feia,apenas é necessário mais prática e controle.

-Estão me dizendo a mesma coisa a mais de um ano. -A tristeza foi claramente perceptível,tanto que vi seus olhos escurecerem um pouco.

-Não desista agora. Existe potencial em ti,ouvi isso por mim mesmo. -Suas mãozinhas estavam em suas costas,e seus lábios se abriram em um sorriso. Isso mesmo,com direito a eye smile -Nada me provará do contrário.

-Obrigada Jimin...realmente precisava disso. -Foi minha vez de sorrir,sinto-me mais leve.Como se uma corrente presa á uma bola de concreto,que me impedia de seguir em frente,fosse retirada de meu tornozelo.

-De nada! Quando quiser algumas dicas apenas me procura,ok? Ficarei feliz em lhe atender. -Acabou de dizer,e já foi fazer outra coisa em algum cômodo.

Aproveitei para beliscar mais alguma coisa,já que meu café da manhã agora estava rumo à estação de esgoto. Voltei, e decide me dar um dia de luxo.

Tranquei o banheiro (garotos, me perdoem por isso ) e comecei a lavar o cabelo do meu jeito especial para não estragar os cachos,ou seja: passar um pré- shampoo, esperar dar o efeito, enxaguar, usar shampoo apenas na raiz do cabelo em movimentos circulares para retirar todo o óleo natural, tirar o produto, passar condicionador no cabelo todo deixando agir por um minuto e finalmente ensaiando. Percebi que minha linda juba estava seca demais, então apliquei uma máscara de hidratação fazendo seu pequeno milagre em três minutos.

Não tenho a mínima ideia do quanto demorei no banho, por sorte ninguém veio encher o saco querendo mijar ou cagar. Fui até meu quarto e o tranquei, vai que algum deles entrasse e visse minhas estrias? Seria uma morte horrível.

Outra coisa do qual não tenho a mínima ideia: que roupa irei. Reviro meu guarda roupa (quase não tive tempo, nem vontade, de arrumar meu quarto. Maioria das coisas ainda estavam lá quietinhas e guardadas nas grandes caixas de papelão) e não achei nada. Então ataco as caixas e acho um vestido lindinho, foi fácil decidir o que cairia bem com aquela peça: ( n/a:mídia do capítulo ) 

Passei uma maquiagem básica, base para esconder uma espinha chata do qual não sabia da existência até agora (aliás, OI espinha chata!) É um batom verde quase neon que não usava à tempão.

Só pra completar o combo da desgraça: nenhum penteado bacana me veio à mente, então optei por usar o cabelo solto, jogado um pouco para o lado direito como sempre. Mas de última hora decidi fazer uma trancinha fina do lado esquerdo perto da divisa do cabelo. Me olhei pela tela apagada do celular pela última vez, simples, bonita e levemente (talvez muito) parecida com uma hipster viciada em Starbucks.

Ouvi baterem na porta. Já não era hora de algum ser vivo contemplar a deusa grega que é Alice Rodrigues. Destranquei-a e dou de cara com um Yoongi calmo... até me analisar dos pés à cabeça, parecendo surpreso. Percebendo que seu olhar se demorava muito em meu corpo, ele pigarreia:

-Caham... você está muito linda -Poderia jurar que sua voz tremeu levemente. Não pude deixar de sorrir.

-Obrigada, você também está, sabe, bonito -Que PORRA foi essa? É aqui o micão tour? Bonito é um adjetivo fraco para descrever esse pedaço de mal caminho.

Ele não disse nada, apenas caminhou lado à lado comigo até a porta aberta, onde Namjoon nos esperava. E como estava lindo! Seu cabelo estava levemente bagunçado, o sorriso quase permanente que iluminava seu rosto quase não deixou-me reparar em seu visual: blusa branca com sobretudo preso e calça jeans.

-Gostei do visual -Falou fazendo quase o mesmo que Suga, mas ele consegue ser um pouco mais discreto. Mas sei que mesmo assim seu deu uma bela olhada.

-Eu do seu -Respondo, Suga vai dirigir e Namjoon já estava no banco do carona. Fiquei ali, sozinha no banco do passageiro...

Contínua.



Notas Finais


Então pessoas, foi isso! Desculpa por demorar. Eu não sabia o que fazer com o capítulo, já que estava muito longo E O PASSEIO AINDA NÃO TINHA CHEGADO ARRRRG.

Me perdoem, mas tive que fazer esse corte grotesco. Foi muito necessário, espero não demorar pra Att agora que estou de férias.

Rezem para que os meus outros projetos de fic não suguem minha criatividade e para que o inevitável, horrível bloqueio criativo não demorar muito.

AMO vocês pessoal, SÉRIO mesmo <3

Ah. Essas férias irão trazer novidades,hehehehe. Aguardem

          -Assinado, Tia BananaMagica


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