História (TERMINADA) Attracted - Camren G!P - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camilacabello, Camren, Laurenjauregui
Visualizações 322
Palavras 2.680
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - 18


Eu sei o que você está pensando: Que porra é essa?

 

 

Se percebi que estou apaixonada por Camila e se ela está claramente cega de amor por mim, como é que ela acabou voltando com Shawn.

 

Porque-você-não-morre-logo Mendes?

 

 

Ótima pergunta. Estamos quase lá. Mas antes: uma lição de Ciências. O que você sabe sobre

sapos?

 

Sim, eu disse "sapos".

 

 

Sabia que, se colocar um sapo em água fervente, ele irá pular para fora? Mas, se colocá-lo em água fria e esquentá-la lentamente, ele ficará lá dentro. E ferverá até morrer. Ele nem tentará escapar.

Nem saberá que está morrendo. Até que seja tarde demais.

 

 

Eu sou muito parecida com sapos.

Será que surtei por causa da minha pequena epifania? Claro que sim. Era grande. Iria mudar minha vida. Não haveria outras bocetas. Nem outras histórias para os amigos. Nem noites de sábado.

 

Mas nada disso importava mais. Francamente.

 

Porque era tarde demais. Eu já tinha perdido o controle – para Camila.

 

 

Aquela noite inteira eu a observei dormindo. E fiz planos... para nós. As coisas que faríamos

juntas, os lugares que visitaríamos – amanhã e no próximo final de semana e no próximo ano. Treinei o que iria falar, como lhe contaria meus sentimentos. Imaginei sua reação e como ela confessaria que se sentia do mesmo jeito. Era como um filme, daqueles para mulherzinhas, que eu nunca assistiria. O ricaço (mas no meu caso ricaça),  elegante conhece a garota dos seus sonhos, aquela que é implacável, e ela rouba o coração dele para sempre.

 

 

Devia ter percebido naquela época que estava tudo bom demais para ser verdade. As melhores coisas costumam ser: Papai Noel, o ponto G, o paraíso – a lista é infinita.

 

 

Você verá.

 

 

Estamos caminhando pela Quinta Avenida. Em vez de gastar meu precioso tempo dirigindo até o outro lado da cidade para passar no apartamento de Camila, paramos na Saks no caminho para o trabalho, onde compro para Camila um novo terno Chanel. Ela não pode fazer a "Entrada da Vergonha" no escritório, né? Quando Camila estava provando roupas para mim, juro que me senti como o próprio

Richard Gere em Uma linda mulher. Ela até me comprou uma camisa.

 

Viu?

 

 

Depois, ela insistiu em passar no departamento de lingerie para substituir a calcinha que eu tinha destruído tão sensualmente. Protestei muito quanto a isso, mas perdi. Meninas, vocês precisam saber: andar sem calcinhas? É muito mais sexy do que couro, renda, chicotes e correntes juntos.

 

 

Paramos no Starbucks e tomamos um pouco da cafeína que tanto precisamos. Ao sairmos, puxo Camila para perto de mim. Eu a acaricio e a beijo. Ela está com gosto de café – leve e doce. Tira os cabelos de meus olhos e sorri.

 

 

Nunca me cansarei de observá-la. Ou de beijá-la. Capacho, teu nome é Lauren. Sim, eu sei. Está bem. Não me importa. E se existir mesmo um Lado Negro da Força? Pode me inscrever. Sério. Não fique surpresa se eu começar a correr pela rua cantando um maldito: "lá-lá-lá-lá". Estou muito feliz.

 

 

Camila e eu viramos a esquina, de mãos dadas e sorrindo uma para a outra, como duas idiotas

entupidas de antidepressivos. Nauseante, não é?

 

 

Precisamos parar aqui um minuto. Você devia nos ver. Como estamos aqui e agora – de mãos

dadas. Você devia se lembrar deste momento. Eu me lembro.

 

Nós estávamos... perfeitas.

 

 

Chegamos ao nosso prédio. Abro a porta para Camila e entro depois dela.

 

A primeira coisa que vejo são margaridas. Enormes margaridas brancas com o miolo amarelo e alegre. Algumas estão em vasos na mesa do segurança, outras estão em buquês, presas por uma fita.

 

Umas estão espalhadas pelo chão, há pétalas jogadas aqui e ali. No meio do saguão há um círculo com mais margaridas. No meio daquele círculo, está Shawn Mendes. E ele está com um violão.

 

 

Vai se foder.

 

 

Não, isso não é o bastante.

 

 

Vai para a puta que te pariu.

 

 

Sim, acho que isso dá.

 

 

Já viu um idiota cantor? Está é sua oportunidade: 

Estava tão cego que não percebi

 

Como doeria te deixar partir

 

Quero reparar, apagar a dor

 

Volte, volte para mim, amor

 

 

Se eu não o odiasse tanto, teria que admitir que ele não é tão ruim. Observo Camila atentamente.

Cada emoção que passa pelo seu rosto, cada sentimento que dança em seus olhos.

 

Sabe quando você está com uma virose estomacal? E você fica o dia inteiro deitada com um balde do lado pois sente como se fosse vomitar a qualquer momento? Mas aí tem aquele momento – quando você sabe que vai acontecer. Começa a suar frio, seu corpo inteiro fica assim. Sua cabeça lateja e você sente a garganta expandir para dar lugar ao ácido que está se agitando no estômago.

 

 

Esta sou eu. Agora.

 

 

Apoio meu café e procuro pelo lixo mais próximo para ter certeza que conseguirei chegar a tempo.

 

 

Eu preciso te pedir perdão

Pela dor que está sentindo

Por favor, devolva seu coração

Vou mantê-lo seguro comigo Somos uma dupla perfeita

Sempre tivemos certeza

Nunca haverá outra eleita

Minha alma é só tristeza

 

 

Em qualquer outro momento, se fosse qualquer outra mulher, eu enterraria o Shawn. Sem o menor esforço. Ele não chega nem aos meus pés. Sou um Porsche, ele é uma caminhonete que nem consegue passar na inspeção veicular.

 

 

Mas esta é Camila. Eles têm uma história, equivalente a uma década. E, isso, crianças, faz com que ele seja um concorrente de peso.

 

 

Na escuridão da noite, é o seu nome que chamo 

Não acredito que quase perdi quem amo

Me dê uma chance de te reconquistar

Não há mais razões para nos separar

 

 

Quero pegar Camila, como um homem da caverna, e levá-la para longe daqui. Quero trancá-la em meu apartamento, onde Shawn não possa vê-la. Não possa tocá-la. Não possa nos tocar. Observo ela o tempo todo, mas ela não se vira para me olhar.

 

 

Nem a porra de uma vez.

 

 

Eu preciso te pedir perdão

Pela dor que está sentindo

Por favor, devolva seu coração

Vou mantê-lo seguro comigo

Somos uma dupla perfeita

Sempre tivemos certeza

Nunca haverá outra eleita

Minha alma é só tristeza

 

 

Por que não aprendi a tocar um instrumento? Quando eu tinha nove anos, minha mãe queria que eu tocasse trombeta. Depois de duas lições, o professor pediu demissão porque eu deixei o cachorro urinar no bocal dele.

 

Por que não escutei minha mãe?

 

 

Você é meu começo, você será meu fim

Mais do que amantes, mais do que parceiros Te quero, te quero

 

 

Ele não pode consegui-la. Vá em frente e a queira o dia todo, idiota. Cante de cima do maldito telhado. Toque até seus dedos caírem. É tarde demais. Ela já é minha. Camila não é o tipo de mulher que faz sexo com qualquer um. E ela transou comigo o final de semana inteiro, como se o mundo fosse acabar. Isso deve valer algo.

 

Não deve?

 

 

Eu preciso te pedir perdão

Pela dor que está sentindo

Por favor, devolva seu coração

Vou mantê-lo seguro comigo

Para sempre

Eu e você

 

 

A pequena multidão que está reunida no saguão aplaude. O idiota coloca seu violão no chão e se aproxima de Camila.

 

Se ele tocá-la, vou quebrar sua mão. Juro por Deus.

 

 

Ele não percebe que estou ali. Está focado apenas em Camila.

 

– Estou tentando falar com você desde a noite de sexta-feira... fui ao seu apartamento algumas vezes no fim de semana, mas você não estava.

 

 

Isso mesmo. Ela não estava em casa. Ela estava ocupada. Agora pergunta o que ela estava

fazendo.

 

Com quem ela estava fazendo.

 

 

– Sei que este é seu trabalho... mas você acha que poderíamos ir a algum lugar? Pra conversar? Talvez na sua sala?

 

 

Diga não.

 

Diga não.

 

Diga não, diga não, diga não, diga não, diga 

não, diga não, diga não, diga não...

 

 

– Está bem.

 

 

Merda.

 

 

Quando ela começa a se afastar, agarro seu braço:

 

– Preciso conversar com você.

 

 

Seus olhos me questionam.

 

– Eu só vou...

 

 

– Tenho algo pra te contar. Agora. É importante. – Sei que pareço desesperada, mas não me importo.

 

 

Ela coloca a mão sobre a minha, que ainda segura seu braço. Está calma, condescendente, como se estivesse conversando com uma criança.

 

– Tudo bem, Lauren. Vou conversar com o Shawn antes e te encontro na sua sala, ok?

 

 

Quero bater meu pé como uma criança de dois anos. Não. Não está nada bem. Ela precisa saber da minha posição. Preciso reivindicar minha vontade. Preciso lançar minha campanha. Colocar meu carro na porcaria da corrida.

 

Mas eu apenas solto o braço dela.

 

– Beleza. Espero que vocês tenham uma boa conversa.

 

 

Faço questão de sair antes deles.

 

Dou passos largos em direção à minha sala. Mas, quando eles passam por mim, não aguento e paro na mesa de Ally, Assim que Camila se vira para fechar a porta de sua sala, nossos olhos se encontram. E ela sorri para mim.

 

 

Pela primeira vez na minha vida, não sei o que isso significa.

Será que ela está me garantindo que nada mudou? Que nada mudará? Será que está me

agradecendo por ter feito aquele louco voltar rastejando para ela? Eu simplesmente não sei.

E está me enlouquecendo.

 

 

Aperto os dentes e ando até minha sala, batendo a porta depois que entro. E então espero. Como um futuro pai fora da sala de parto, esperando para ver se aquilo que será tudo para ele está são e salvo.

 

 

Eu devia ter contado a ela. Na noite passada. Quando tive a oportunidade. Devia ter explicado o que ela significa para mim. O que eu sinto por ela. Pensei que tivesse tempo. Pensei que se eu fosse devagar, seria melhor.

 

Burra.

 

Por que não contei logo de uma vez?

 

Porra.

 

Talvez ela já saiba. Vamos combinar, eu a trouxe para o meu apartamento, dormi de conchinha com ela. Eu a idolatrei. Transei com ela sem camisinha – três vezes. Ela deve saber.

 

 

Ally entra quieta na minha sala. Devo estar um desastre, pois seu rosto está gentil e cheio de

simpatia.

 

– A Camila e o Shawn estão conversando, é?

 

 

Eu bufo.

 

– Ficou tão na cara?

 

 

Ela abre a boca, provavelmente para me falar que sim, mas fecha e começa de novo.

 

– Não, é que eu te conheço, Lauren.

 

 

Eu aceno.

 

– Quer que eu dê uma volta? Pra tentar ver algo... ou escutar?

 

 

– Você acha que daria certo?

 

Ela sorri.

 

– A CIA teria sorte em me contratar.

 

 

Eu aceno outra vez.

 

– Tudo bem. Sim. Faça isso, Ally. Veja o que está acontecendo.

 

 

Ela sai da sala. E volto a esperar, aflita. Passo a mão no cabelo até ficar parecendo que levei

um choque.

 

 

Alguns minutos depois, Ally volta.

 

– A porta está fechada, então não consegui ouvir nada, mas dei uma espiada pelo vidro. Eles estão sentados em frente à mesa dela, cara a cara. Ele está com as mãos na cabeça, enquanto ela escuta. A mão dela está no joelho dele.

 

 

Ok. Ele está desabafando. E ela está sendo compreensiva. Consigo aguentar isso, pois sei que depois ela vai acabar com ele, não vai? Ela vai mandar ele ir para o inferno. Que ela já superou, que encontrou alguém melhor. Certo?

 

Certo?

 

Meu Deus, apenas concorde comigo.

 

 

– Então, o que devo fazer?

 

 

Ally encolhe os ombros.

 

– Tudo o que pode fazer é esperar. Pra ver o que ela vai te falar quando eles terminarem.

 

 

Nunca fui bom em esperar. Não importa o quanto meus pais tenham tentado, eu nunca conseguia esperar até a manhã de Natal para descobrir o que eles tinham me comprado. Eu era uma pequena Indiana Jones: procurava e escavava até encontrar cada presente.

 

Paciência pode ser uma virtude, mas não é uma das minhas.

 

 

Ally para na porta.

 

– Espero que dê tudo certo, Lauren.

 

 

– Obrigada, Ally.

 

 

Em seguida, ela sai. E eu espero. E penso. Penso na expressão facial de Camila quando ela estava chorando em sua mesa. Lembro como ela entrou em pânico quando viu Mendes no bar.

 

Será que fui apenas aquilo para Camila? Uma distração? Um meio para atingir meu próprio fim?

 

 

Começo a surtar de novo. E a rezar. Para um Deus com quem não converso desde meus dez

anos. Mas agora converso com ele. Prometo e juro. Barganho e imploro – com fervor.

Para a Camila me escolher.

 

 

Depois que os noventa minutos mais longos da minha vida passam, a voz de Ally sussurra pelo

interfone na minha mesa.

 

– Chegando! Chegando! Camila, nove horas.

 

 

Corro até minha mesa, jogando canetas e clipes no chão. Empurro minha cadeira, abaixo meu cabelo e arrasto alguns papéis para parecer que estava trabalhando. Depois respiro fundo. Controle-se.

 

 

É hora do jogo.

 

 

Camila abre a porta e entra.

 

Ela parece... normal. A mesma de sempre. Sem culpa. Nem ansiedade. Sem mostrar nenhuma

preocupação.

 

 

Ela para em frente à minha mesa.

 

– Oi.

 

 

– Oi.

 

 

Tento sorrir casualmente. Apesar de meu coração estar palpitando no meu peito. Como se fosse o de um cachorro prestes a ser sacrificado.

 

Devia falar alguma amenidade para não parecer tão ansiosa – tão interessada. Mas não consigo.

 

 

– Então, como foram as coisas com Shawn?

 

 

Ela sorri suavemente.

 

– Conversamos. Dissemos algumas coisas que eu acho que nós dois precisávamos ouvir. E

agora estamos bem. Muito bem, na verdade.

 

 

Céus. Consegue ver a faca enfiada no meu peito? Sim – aquela que ela acabou de virar. Eles conversaram – eles estão bem – muito bem. Ela o aceitou de volta.

 

Porra.

 

 

– Que ótimo, Camila. Missão cumprida, então?

 

 

Devia ter me tornado uma atriz. Eu mereço a porra de um Oscar depois disso.

 

 

Ela olha desconfiada.

 

– Missão?

 

 

Meu celular toca, salvando-me do pesadelo desta conversa.

 

– Alô?

 

 

É o Steven. Mas Camila não sabe disso. Forço minha voz para parecer forte. Enérgica.

 

– Oi, Stacey. Sim, querida, fico feliz que tenha ligado.

 

Sempre marque o ponto antes. Lembra?

 

 

– Desculpe não ter te visto no sábado. O que eu estava fazendo? Nada importante, um pequeno

projeto meu. Algo que tenho tentado fazer durante um bom tempo. Sim, já terminei. Acabou que nem era tão bom como tinha pensado.

 

 

Sim, minhas palavras foram premeditadas. Sim, espero que elas machuquem Camila. O que esperava que eu dissesse? É comigo que você está lidando. Você achou mesmo que eu fosse ficar sentada como uma estúpida enquanto Camila me dá o fora?

 

De jeito nenhum.

 

 

Ignoro o Steven confuso do outro lado da linha e forço meus pulmões para rir.

 

– Hoje à noite? Claro, adoraria te ver. Certo, irei com o táxi.

 

 

Por que você está me encarando como se eu fosse a idiota? Eu dei a Camila tudo que tenho, tudo que sou capaz. E ela me deu um baita de um fora. Abri minha alma para ela – e sei o quão mulherzinha isso soa. Mas é verdade. Então não me olhe como se eu fosse uma mulher má, pois – pela primeira vez – não sou.

 

 

Eu a amei. Deus, eu amei transar com ela. Agora, isso está me matando. Eu me sinto como um daqueles pacientes na emergência que têm o peito arreganhado com um maldito retrator.

 

 

Com o telefone ainda em minha orelha, finalmente olho para Camila. Por um segundo, não consigo respirar. Pensei que ela fosse ficar brava, talvez decepcionada por eu não ter ligado para ela. Mas não é assim que ela aparenta.

 

 

Já viu alguém apanhar?

 

 

Eu já. Dinah, na adolescência. E Jack, algumas vezes em que não conseguiu se mover rápido o bastante depois de dar em cima da mulher errada. Quando eles apanharam, ficaram com esta expressão. Ela durou apenas alguns segundos. Os rostos deles só ficaram brancos... e vagos. Acho que deve ser um choque, como se não conseguissem acreditar no que tinha acabado de acontecer.

 

 

É assim que Camila está.

 

Como se eu tivesse dado um tapa na cara dela.

Você acha que eu devia me sentir culpada por isso? Quer que eu me sinta arrependida? Bem,

que pena. Não consigo. Não irei. Ela tomou uma decisão. Ela fez sua escolha.

Agora aguente as consequências.

 

 

Eu cubro o bocal do telefone.

 

– Desculpe, Camila, tenho que atender isso. Te vejo no almoço, ok?

 

 

Ela pisca duas vezes. Depois se vira e sai da minha sala, sem falar uma palavra.



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