História (TERMINADA) Attracted - Camren G!P - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camilacabello, Camren, Laurenjauregui
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Palavras 2.569
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem os erros galera. NÃO LEIAM EM PÚBLICO 😉

Capítulo 28 - 28


Cada novo associado da Jauregui, Reinhart e Fisher tem o direito de redecorar sua sala. Não

somos a única empresa com este tipo de política. É um bom negócio. Faz com que os funcionários se sintam confortáveis, como se uma parte da empresa fosse deles. As escolhas de cores para pintura e padrões de mobília não são ilimitadas – mas em uma empresa como a nossa, a quantidade é bem vasta. Foi assim que consegui minha inspiração. Foi como consegui descobrir as preferências de Camila.

 

 

Ela não curte florido, e eu agradeço a Deus por isso. Ela gosta de listras, estampas e tons terrosos. Por que estou te contando isso? O que isso tem a ver com tudo?

 

 

Você se lembra da Bat-Caverna? Meu escritório. Meu primogênito. Meu local em que não é permitida a entrada de mulheres? Bem, ele teve uma mudança de sexo. Não, isso não é totalmente verdade. Está um pouco hermafrodita agora.

 

 

Observe.

 

 

Acendo a luz e levo Camila para o meio do quarto. Em seguido, tiro o lenço dela.

 

Seus olhos se arregalam.

 

– Ai, meu...

 

 

As paredes, que eram de cor vinho, agora estão com um azul majestoso. As poltronas de couro

inglês viraram história. Foram substituídas por dois sofás, listrados em bronze e com o mesmo azul profundo das paredes. Minha mesa ficou mais encostada para a esquerda – para dar espaço a uma outra, vermelha, posicionada ao seu lado, como uma noiva e um noivo no dia do casamento. A janela panorâmica atrás delas está emoldurada com cortinas do mesmo material dos sofás. A mesa de pôquer ainda está no canto. Mas agora tem uma cobertura marrom espessa sobre ela – para aguentar a

planta grande e folhosa que está em cima dela. 

 

Não costumo morar com plantas. Sou tão ligada em verde como a Mortícia Addams. Mas a designer de interiores disse que algumas mulheres adoram. Alguma bobagem sobre instinto materno.

 

 

É impressionante o quanto você pode conseguir em tão pouco tempo, quando você tem uma designer de interiores com um time de funcionários à disposição e quando dinheiro não é um problema, certo? Mas as cortinas são uma merda para pendurar. Fiz isso sozinha – queria acrescentar uns toques pessoais. Quase coloquei a barra para fora da porcaria da janela umas mil vezes, antes de conseguir arrumar tudo certinho.

 

 

Quero ver a expressão de Camila de perto. Mas consigo saber o que ela está pensando. Ela está

pasma. Chocada. Como a testemunha de um duplo homicídio.

 

 

Eu tento acreditar no que vejo e começo a jogada mais importante de minha vida:

 

– Assisti Diário de uma paixão de novo.

 

 

Continua sendo totalmente gay.

 

No entanto...

 

– Entendo agora a razão de Noah ter feito aquele ateliê para Allie. Não foi porque era um gay, mas porque ele não tinha outra escolha. Ela era a mulher da vida dele. Não importa o que ele fizesse, não haveria outra pessoa pra ele, só ela. Então, tudo o que ele podia fazer era arrumar o quarto e rezar para que um dia ela aparecesse pra usar. E isso resume praticamente tudo o que sinto por você.

Então fiz isso – gesticulo mostrando o lugar –, pois te quero na minha vida, Camila. Pra sempre.

 

 

Seus olhos se fixam em mim e brilham com lágrimas.

– Quero que venha morar comigo. Quero pegar no sono com seus cabelos no meu rosto toda

noite. E quero acordar abraçada em você toda manhã. Quero que a gente passe todos os finais de semana sem quaisquer roupas. Quero ter brigas limpas e sexo de reconciliação sujo.

 

 

Ela ri com esta última observação. Uma única lágrima silenciosa desce por sua bochecha.

 

 

– Quero conversar com você até o sol aparecer e quero te trazer cereais na cama todos os

domingos. Quero trabalhar horas intermináveis e longas neste escritório, mas só se você estiver aqui comigo.

 

 

Sua voz soa quase como um sussurro.

– Como em uma parceria? Dividimos meio a meio?

 

 

Eu balanço a cabeça.

 

– Não, não meio a meio. Você não vai ter só metade de mim. Você vai ter tudo de mim. Cem por cento.

 

 

Ela respira fundo e morde o lábio. E olha para a mesa. Depois sua expressão se afrouxa.

– Onde conseguiu isso?

 

 

Ela está falando sobre a foto do casamento de seus pais.

– Roubei da sua sala e tirei uma cópia quando você estava almoçando.

 

 

Ela balança a cabeça devagar e olha de novo para mim. Mostrando respeito.

– Não acredito que fez tudo isso.

 

 

Dou um passo à frente.

 

– Sei que você acabou de sair de um relacionamento e eu nunca estive em um. Sei também que devia te falar que, se não estiver preparada, não tem problema algum. Que serei paciente e esperarei. Mas, se eu te falar essas coisas... estarei mentindo. Porque... não sou o tipo de garota que fica esperando. Sou mais o tipo de garota que pega os touros pelos chifres, que mete os pés pelas mãos.

 

 

Ela dá outra risadinha.

 

– Então, caso isso não baste, se você precisar de algo a mais, fale pra mim. Não importa o que seja, conseguirei. Pra você.

 

 

Quando termino, ela apenas fica parada ali, olhando para mim.

 

 

Ela lambe os lábios e seca os olhos.

– Tenho algumas condições.

 

 

Aceno, cautelosa.

 

 

– Sem mentiras. Lauren, falo sério. Quando você me contar algo, tenho que saber que é a verdade. Que você não está escondendo algo.

 

 

– Tudo bem.

 

 

– Não pode haver outras mulheres. Acho que sou bem ousada com você na cama, mas sou

monógama. Não faço swing. E nem ménage à trois.

 

 

Sem problemas. Meu pau só tem olhos para Camila.

 

 

– Eu também não. Bem, você sabe, não mais. Quero dizer... combinado.

 

 

Em seguida, ela sorri. E é ofuscante e luminoso.

 

Incandescente pra caralho.

 

 

Ela dá um passo em minha direção.

 

– Bem, senhorita Jauregui... parece que conseguiu uma fusão.

 

 

Isso é tudo o que preciso escutar.

 

Eu me lanço tão rápido como uma catapulta armada. E antes que Camila consiga respirar, aperto-a bem forte – segurando-a, levantando-a.

 

 

Nossas bocas se chocam como dois ímãs. Ela agarra minha camiseta. E minha língua desliza para dentro de sua boca acolhedora.

 

 

Céus. O gosto dela – minha memória não fazia jus. Sinto-me como uma viciada em crack em recuperação, que acabou de se drogar e que nunca mais quer parar com isso.

 

 

Nossas mãos se tocam. É explosivo. Fogoso.

 

 

Queime, querida, queime.

 

 

Arrasto meus lábios por seu queixo. Ela inclina a cabeça para me dar mais espaço e ataco seu

pescoço. Ela está ofegante. Nós estamos. 

 

Minhas mãos estão em seus cabelos, soltando todos os grampos que o mantinham elegante, fazendo com que ela seja minha refém. E suas mãos estão em meu peito, deslizando sobre minhas costelas e cintura. Não tenho ideia de como ela abriu a porra da minha blusa. Apenas estou contente por isso. Meus dedos tocam de leve suas costas até a barra de seu vestido. Depois, deslizo-os para dentro, apertando sua bunda firme e macia.

 

Ela deve estar usando uma calcinha fio dental.

 

 

Eu massageio e aperto, fazendo com que nossos quadris fiquem encostados firmemente. A boca de Camila substitui suas mãos, movendo-se pelo meu peito e para baixo. Começo a ficar louca de verdade. Pego a parte de trás de seu vestido, com minhas duas mãos, e a puxo – praticamente rasgando-o em dois. Como o Incrível Hulk.

 

 

– Juro que vou te comprar um novo.

 

 

Ele cai sobre sua cintura. E nossos peitos nus se encontram.

 

Porra. Estava com saudades disso. Como consegui aguentar uma hora – sem contar os dias solitários –, sem senti-la em mim desse jeito? Tempo pra caralho.

 

 

– Nossa, Lauren.

 

 

Suas mãos estão pelas minhas costas agora. Arranhando-a e massageando-a. Minha boca está em seu ouvido, declarando:

 

 

– Seja lá o que estiver vestindo por baixo, vou pegar para mim.

 

 

Fico de joelhos, fazendo um caminho de seus seios até seu estômago.

 

 

Camila ofega.

 

– Isso será um problema.

 

 

– Por quê?

 

 

Jogo seu vestido no chão. Depois fico olhando – hipnotizada – para a boceta nua de Camila.

 

 

– Porque não estou usando nada.

 

 

Meu pau se assola em agonia. E depois olho para ela.

 

 

– Você sempre vai sem calcinha para reuniões de negócios com colegas?

 

 

Ela sorri, tímida.

 

– Acho que esperava que você fosse mudar minha opinião sobre isso.

 

 

Por um segundo, estou impressionada. Ela queria isso. Tanto quanto eu. E eu perdi todo aquele tempo comendo frango ao Marsala, quando poderia estar comendo Camila.

 

 

Minha.

 

Nossa.

 

 

Sem qualquer outra palavra, mergulho de cabeça. Como uma criança provando pela primeira vez seu delicioso bolo de aniversário. 

 

Eu afundo meu rosto – minha língua – em sua boceta. Ela está quente e vistosa como o açúcar líquido sobre um pão de canela, porém mais doce.

 

 

Os joelhos de Camila se dobram, mas apoio 

minhas mãos nos seus quadris e deslizo suas pernas sobre meus ombros. Depois, eu me deito no chão para que ela fique montada sobre meu rosto.

 

 

Do jeito que sonhei cada porra de noite.

 

Ela se contorce e ofega sobre mim. Descaradamente. E eu a devoro naquele frenesi faminto.

 

 

Seus gemidos ficam altos. E mais altos. Sua mão se estende e aperta meu pau por baixo da minha calça.

 

 

Já ouviu falar sobre ejaculação precoce? Bem, se ela não parar de me tocar logo, você poderá

ver em tempo real como é ter uma.

 

 

Agarro sua mão e entrelaço nossos dedos. Camila os usa para dar impulso ao rodar seu quadril, esfregando sua maravilhosa boceta na minha boca. Ela se mexe uma vez, duas vezes... e começa a gozar. Gritando meu nome sem parar.

 

 

Ela respira fundo ao descer de novo. Aí desliza sinuosamente pelo meu corpo, até que nossas bocas ficam alinhadas. E nos beijamos. É selvagem e bruto – cheio de língua e dentes. Minhas mãos empurram seu cabelo, soltando-o. Seus quadris tocam no meu pau e sua umidade penetra na minha calça.

 

 

– Porra, Karla. Vou gozar tão forte.

 

 

Só espero que esteja dentro dela quando isso acontecer.

 

 

Ela envolve a língua no meu mamilo, antes de dizer:

 

–Lauren, tire as calças.

 

 

Meus quadris se afastam do chão ao desabotoar minha calça. Consigo tirá-la com a cueca até os joelhos, mas estou muito atordoada para conseguir tirar tudo.

 

 

Agarro seus quadris e os trago mais para baixo. E meu pau desliza, sem esforço algum, dentro

dela.

 

 

Deus do céu.

 

 

Nós congelamos – nossos rostos estão apenas há alguns milímetros de distância –, nossas

respirações estão ríspidas e sincronizadas. 

 

Meus olhos estão fixados nos dela. E então ela se mexe.

 

Devagar. Tirando quase todo meu pau – antes de enfiar de novo. Minha cabeça cai para trás e minhas pálpebras se fecham.

 

É perfeito. Divino.

 

 

Minhas mãos estão em seus quadris. Ajudando-a. Agarrando-a tanto que consegue machucar.

 

 

Depois ela se senta, arqueando as costas até que seu cabelo se esfregue nos meus joelhos. Faço força para abrir meus olhos, preciso observá-la. Sua cabeça está para trás, seus peitos estão altos, e seus lábios estão abertos falando palavras sem sentido, e gemidos eufóricos escapam deles.

 

 

Sabe quando, às vezes, lemos sobre fotos nuas da esposa de algum babaca que vazam na

internet? Nunca entendi isso.

 

Mas agora entendo. Porque, se eu tivesse uma câmera... Estaria usando-a como um maldito

paparazzi. Para capturar este momento. Para me lembrar de como Camila está agora. Pois ela parece muito magnífica. Mais bonita do que qualquer obra de arte no Louvre – mais espetacular do que as Sete Maravilhas juntas.

 

 

Ela se movimenta mais rápido e forte. Sinto a pressão se acumulando lá dentro de mim.

 

– Vai, Karla. Monte em mim... isso, desse jeito.

 

 

Seus peitos pulam a cada impulso. É hipnotizante. Não consigo não provar. Eu me sento e cubro um bico com minha boca, chupando e sacudindo-o com minha língua. Ela grita assim que suas pernas se envolvem em minhas costas – empurrando-me com força –, esfregando seu clitóris pelo meu

caminho da felicidade.

 

 

Ela está quase. Estamos quase lá. Mas não quero que isso termine. Ainda não.

 

 

Então, viro-a para baixo de mim, segurando sua nuca em minhas mãos, protegendo-a do chão de madeira, ao deitar por cima dela. As coxas hospitaleiras de Camila se abrem amplamente e eu meto mais fundo nela.

 

– Ai, meu Deus... ai, meu Deus...

 

 

O som de nossos corpos se batendo e sua voz ofegando ocupam o ambiente, como em uma

sinfonia erótica. A Orquestra Filarmônica de Nova York não está com nada perto de nós.

 

 

– Meu Deus do céu!

 

 

Sorrio, me mexendo mais rápido:

 

– Não é Deus quem está te comendo, amor.

 

 

Claro, estou apaixonada, mas ainda sou eu aqui.

 

 

– Oh... Laur ... sim... Laureenn!

 

 

Muito melhor.

 

Não achou que eu ia começar a cuspir frases meladas agora, pensou? Desculpe-me por te

decepcionar.

 

 

Além disso, gosto da palavra comer. Ela implica um certo nível de calor. Paixão. E é

específica. Se o Congresso tivesse perguntado ao Bill Clinton se ele comeu Monica Lewinski,

ninguém teria dúvidas sobre o que eles estavam conversando, não acha?

 

 

Na verdade, nada que se diz quando se está transando realmente importa. Ou como você faz isso. Devagar e gentil ou rápido e violento – são os sentimentos por trás disso que significam algo.

 

Que fazem isso significar tudo.

 

Céus, estou iluminada ou o quê? Você não tem orgulho de mim? Mas devia ter.

 

 

Cruzo meus braços e cubro sua boca com um beijo firme e voraz. Depois lambo o caminho até seu ombro e, levado pelo momento, mordo até embaixo. Não forte o bastante para machucar sua pele, mas com pressão suficiente para fazer com que Camila perca a cabeça de novo.

 

 

Estico meus braços para poder observá-la. Ela se anima mais uma vez antes de ficar contraída e apertada sob mim. Seus dedos perfeitamente desenhados se torcem pelo ar enquanto ela goza. Seus músculos me apertam forte do começo ao fim, como mãos desesperadas pressionando um tubo de pasta de dente do fundo até a parte de cima, espremendo até a última gota.

 

 

Minha cabeça cai para trás e meus olhos se fecham, quando dou um grunhido e xingo. E estou indefesa – como um grão de areia no meio de um tsunami. Prazer esparrama de cada poro de meu corpo ao gozar com a mesma força de um maldito gêiser.

 

Incrível.

 

 

Nos recuperamos da onda de êxtase juntas, procurando por ar. Depois caio em cima dela. Minha bochecha fica encostada no vale entre seus seios, meu estômago entre suas coxas. 

 

Alguns segundos depois, as mãos de Camila se apoiam nas minhas costas, antes de deslizar pela minha coluna do modo mais suave possível.

 

Seguro seu rosto com minhas mãos e a beijo. Desta vez, bem devagar. Lentamente. Seus olhos inocentes encaram os meus. Mas nenhuma de nós fala algo. Não precisamos.

 

Logo depois, sinto algo.

 

 

Já viu um cavalo de corrida após ter ficado afastado por um tempo? Eu já. Quando eles voltam para a pista, é como se tivessem jogado fogo em suas veias. Eles conseguem correr e correr – inúmeras corridas –, quilômetros de uma vez.

 

 

Está conseguindo entender aonde quero chegar com isso?

 

 

Eu nos movo para que Camila fique por cima outra vez, seus joelhos ficam abertos em meus

 

quadris, sua cabeça fica contra meu peito. Devíamos ir para a cama – o chão está muito duro. Mas, até aí, eu também estou. E isso é prioridade.

 

 

Camila levanta a cabeça e seus olhos se arregalam.

 

– Já?

 

 

Levanto minhas sobrancelhas.

 

– Perdemos muito tempo de qualidade. Pelo visto, meu pau quer recuperar cada segundo

perdido. Topa?

 

 

Rodo meus quadris e ela geme um pouquinho.

 

 

Vou considerar isso um "sim".



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