História (TERMINADA) Attracted - Camren G!P - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camilacabello, Camren, Laurenjauregui
Visualizações 586
Palavras 1.484
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


LEIAM AQUI

Galera esse é o último capítulo, e queria saber se vocês querem a segunda temporada.
Deixem aí nos comentários se querem a continuação da fic.
Obrigada ❤️

Capítulo 29 - 29


Conseguimos chegar até a cama. Até que enfim.

 

Depois de algumas horas e três orgasmos, estamos deitadas uma ao lado da outra, nos olhando.

 

Dividindo um travesseiro. O travesseiro.

 

– Diga de novo.

 

É a décima vez que ela me pede isso. Mas não ligo. Vou dizer isso até morrer se ela quiser.

 

– Eu te amo, Camila.

 

Ela suspira. Parece contente.

– Vou ficar bem pegajosa e carente nas próximas semanas. Você devia se preparar.

 

– Ficarei insegura e ciumenta. Vai dar tudo certo.

 

Sinto um sorriso em sua voz.

– Você me disse que não tinha ciúmes.

 

Eu encolho os ombros.

– Também te disse que nunca mais mentiria.

 

Suas mãos penteiam gentilmente a parte de trás do meu cabelo.

 

– Quando você soube?

 

Eu sorrio.

– A primeira vez que me deixou meter em você sem camisinha.

 

Ela puxa meu cabelo. Com força.

– Ai! Céus!

 

Sua voz soa irritada, como a de uma mãe que acabou de pegar a filha roubando um biscoito

proibido pela décima vez.

 

– Lauren. Isso não soou nada romântico.

 

– Você não acha?

 

Encontro forças para levantar minha cabeça e depois a afundo em seu mamilo duro de novo. Eu o chupo, provoco-o com meus dentes, antes de soltá-lo devagar com um estalo.

 

– Porque eu acho que gozar em você é muito, muito romântico.

 

Quando começo a dar o mesmo tratamento para a outra beleza, ela ofega:

– Este é um bom argumento.

 

Eu sorrio.

– Todos são, querida.

 

Ao deitar minha cabeça outra vez, arrasto a ponta do meu dedo por seu braço, fascinada pelos arrepios que surgem ao fazer isso.

 

– Não vai me perguntar quando eu soube? – questiona.

 

– Quando você soube o quê?

 

Camila se vira para ficar de bruços. Seu cabelo balança nos ombros, alcançando minhas costelas.

Roçando-as como uma pena. É excitante. Sensual. E do nada, estou pronta mais uma vez.

 

Edward Cullen que pegue sua marca de heroína e tenha uma overdose com ela. Camila é minha marca particular de Viagra.

 

– Quando soube que estava apaixonada por você.

 

Já percebeu que Camila não disse nenhum “eu te amo” para mim? Eu, com certeza, reparei. Mas, como disse, tento não colocar muita fé em palavras. Ações dizem muito mais. E cada movimento que Camila faz me diz que sentimos o mesmo.

Ainda assim, estou um pouco curiosa.

 

– Quando?

 

Ela se inclina para frente e beija meus olhos… minhas bochechas… e depois a ponta do meu

nariz, antes de dar um beijo doce em meus lábios. Depois recua.

 

– Você se lembra daquele dia em meu escritório? Depois que Shawn e eu terminamos, e eu estava chorando?

 

Eu aceno.

 

– Eu deveria ter ficado muito mal, fiquei, por um tempo. Mas depois você apareceu e me

abraçou. E eu não queria te largar nunca mais. Parecia que tudo que sempre precisei, tudo o que sempre quis, estava parado na minha frente. E foi quando soube que, de algum modo, você tinha me dominado, e estava completamente apaixonada por você – ela ri. – Eu estava tão assustada…

 

Acredito nisso.

 

– … porque nunca, em um milhão de anos, pensei que você pudesse sentir o mesmo.

 

Passo meu polegar em seu lindo lábio inferior.

 

– Eu já sentia, Camz. Apenas não sabia ainda.

 

Ela sorri e encosta a cabeça no travesseiro. Sua voz é suave e sincera.

 

– Sim. Você é uma idiota às vezes.

 

Foi isso que pensou que ela fosse dizer? Eu também não.

 

– Como assim?

 

Ela ergue uma sobrancelha, sentindo-se convencida.

 

– Só estou falando que, se você olhar nosso histórico…

 

Antes de ela conseguir terminar, prendo-a embaixo de mim, de costas para o meu peito.

 

– Que jeito agressivo de falar, Camz.

 

Meus dedos viajam por suas costelas devagar. De maneira atormentadora. Ela começa a se

contorcer e sua bunda se esfrega em meu pau.

Está gostoso.

– Retire o que disse.

 

– Não.

 

Meus dedos se movimentam suaves e rápidos sobre ela. Fazendo cócegas nela sem compaixão.

 

– Diga: “Lauren Jauregui é uma deusa. Uma deusa brilhante e genial”.

 

Ela tenta resistir e ri alto:

– Lauren! Pare! Pare!

 

Eu não paro.

– Me peça gentilmente e talvez eu pare. Me implore por isso.

 

Ela ri, ao gritar:

– Nunca!

 

Você sabe o que dizem sobre o nunca, não é?

Ah sim. Isso será divertido.

 

-

 

Ela implorou.

 

Você duvidou disso? Depois, ela ficou por cima de mim e era eu quem estava implorando.

 

Agora estou deitada com minha cabeça nos pés de Camila, massageando-os. Sua cabeça está em minha coxa. Quer saber como terminamos nesta posição? Não, vou deixar você imaginar.

 

– Então, o que a Taylor te disse? – pergunto.

 

– Quê?

 

Dobro meu cotovelo e apoio a cabeça em minha mão para que possa ver o rosto de Camila. Ela parece exausta. Acabada. Usada sem dó. Ela fica muito bem com esta aparência.

 

– Naquele dia, no seu escritório, antes de você aceitar sair comigo. Você parecia diferente.

Mais… receptiva. Ela te ameaçou?

 

Ela sorri sonolenta e abre os olhos de repente.

– Não, sem ameaças. Ela me disse para pensar como a profissional que sou. Para te analisar

como um empreendimento arriscado. Que todo investimento tem seus riscos, mas tenho que ponderá-los contra o lucro. Ela disse que, com base na sua mais recente performance, você é um risco que vale a pena ser tomado.

 

Boa estratégia. Devia ter pensado nisso.

 

– Devia lhe mandar flores.

 

Suas mãos esfregam minha coxa.

– Mas não foi isso que me convenceu a te dar outra chance.

 

Fico em dúvida.

– Não?

 

– Claro que não.

 

– Então o que foi?

 

Ela se vira até ficar com a cabeça em meu peito, sem um espaço para respirar entre nós.

– Ashley.

 

– Como ela conseguiu isso?

 

– Ela me contou uma história sobre o dia que você a levou ao Central Park, no verão passado. E um menino jogou areia nela.

 

Lembro-me daquele dia. Quase ofereci cinquenta dólares para um menino de seis anos dar um chute naquele pequeno canalha.

 

– Então ele chegou perto dela e pediu desculpas. Mas não tinha certeza se ainda queria brincar com ele de novo. Aí ela disse que você falou que às vezes as pessoas são umas bobas. E, muitas vezes, fazem besteira. Então, de vez em quando, ela deveria ter dó delas. E, caso elas pedissem desculpas, ela deveria lhes dar uma segunda chance. Não uma terceira ou uma quarta… mas que todo mundo merece uma segunda chance – ela pausa e ri. – Também disse que se ele fizesse isso outra

vez, ela devia dar um chute no saco dele.

 

Todas as meninas deviam saber se defender. Um chute bem direcionado sempre dá certo.

É um pouco impressionante, não acha? Se não fosse pela minha sobrinha perfeita, talvez não

estivéssemos aqui agora.

 

– Acho que eu devia comprar dois pôneis para ela.

 

Camila sorri. Seus olhos me encaram daquele jeito que agora não vivo sem. Como se eu fosse tudo para ela.

 

– Você não tem senso de autopreservação, não é?

 

Balanço a cabeça.

– Não, não neste momento. Estou muito focada em… fornicação.

 

Ela coloca os joelhos ao redor do meu quadril.

 

– Vou te fazer muito feliz, Lauren Jauregui.

 

Meus braços a apertam.

 

– Você já me faz. Depois disso? O paraíso será uma grande decepção.

 

Abaixo minha cabeça e a beijo. Está molhado, devagar e maravilhoso. E ela está me beijando

também. Como se não quisesse nunca mais parar. E quer saber de uma coisa?

Isso funciona muito bem para mim.

 

Então aí está. Obrigada por ter participado da minha jornada. Mas agora você deveria ir

embora. Pare de viver imitando a minha vida sexual. Pois, lembra quando eu disse que todos conversam com seus amigos sobre sexo?

Bem, nós conversamos.

 

Mas ninguém conversa com os amigos sobre o sexo com a namorada. Nunca.

 

Você acha mesmo que quero alguém se masturbando pensando no que Camila me deixa fazer nela?

 

Ou com o que ela faz para mim? De maneira alguma.

 

Então, é aqui que você parte. Não da maneira fantástica como irei, claro, sinto muito.

 

Ainda assim… depois de todos os indicadores que te dei, acho que lhe devo algumas palavras

finais de sabedoria. Uma lição. Algo significativo. Então, vamos lá:

 

Nunca suponha nada. Mesmo que ache que sabe tudo. Mesmo que tenha certeza de que está coma razão. Confirme antes. Aquele clichê ridículo sobre supor? Está corretíssimo. E se você não tomar cuidado, pode terminar lhe custando a melhor coisa que pode acontecer.

E também não fique muito confortável. Arrisque-se. Não fique com medo de cair. Mesmo que esteja feliz. Mesmo que ache que a vida está perfeita pra caralho.

Porque eu tinha uma vida antes. Uma vida que eu amava. Era consistente. Divertida.

Era confiável. Segura.

E aí, em uma noite, uma linda garota morena apareceu e estragou tudo. Agora minha vida está uma bagunça. De um jeito bom. Uma enorme e imprevisível rede de confusões e reconciliações.

Frustração e ternura. Aborrecimento e afeto. Desejo e amor.

Mas está tudo bem. Desde que Camila Cabello esteja nessa rede comigo.

Afinal, não consigo imaginar porra nenhuma que seja melhor do que isso.



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