História AU life- O ouro da vida - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ficção Científica Romance
Visualizações 4
Palavras 1.405
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Hão males que vem para o bem- parte 1


Fanfic / Fanfiction AU life- O ouro da vida - Capítulo 4 - Hão males que vem para o bem- parte 1

Desde que chegou já haviam se passado três meses, Umber ainda não tivera tempo de ir passear, conhecer os pontos turísticos, ir à praia, ou até mesmo conhecer a vizinhança. Já era quase novembro. Ela gostava de ficar sozinha, mas este “sozinha” significava: sem a presença de humanos, animais não contavam,. Logo, com o passar dos dias decidiu que teria de arrumar um animal de estimação, um cachorro, ou quem sabe uma ave.

No dia 3 de novembro, como todo sábado a cada três meses de trabalho tinha um dia de folga, e neste dia decidiu que iria sair, não pretendia ir longe, explorar o bairro, algo que teria de fazer algum dia, não é mesmo? Tomou um café preto e sem açúcar depois do almoço, vestiu um vestido florido preto, calçou um chinelo verde , prendeu o cabelo , colocou óculos de sol, e saiu.

No elevador encontrou o vizinho barbudo, devia ser o tal do Chest, namorado de Martha, do 624. Porque ele fedia fumaça, a mesma que estavam impregnadas na roupa do varal. Ele olhou torto para ela, talvez não fosse com a cara de Umber. Ela também não gostava muito do tipo dele. Chest abriu a bolsa que carregava e de la tirou um papel, depois disso disse.

-Conto com sua ajuda, dê uma olhada no hospital.

-Vou olhar.

E ele sai do elevador, Umber sai também, mas Chest fica entregando folhetos. Ela abriu o papel e passou os olhos por cima, mas leu o seguinte: DESAPARECIDO; FELPUDO AUSISKI PINTO. CASO OBTENHA ALGUMA INFORMAÇÃO, AVISE MARTHA OU PIERRE AUSISKI. APTO 624, OBRIGADA. Depois pensou, nunca havia ouvido nenhum cachorro latir, só sabia que era um husky, mas nunca o viu. Então continuou a andar.

O prédio vizinho , o que continha o homem de jaleco e a estante interessante ,era silencioso, e bem colorido, apesar de ser o mais cheio do local. Umber parou e ficou ali olhando, pensando, porque o homem trancava a janela toda vez que ela olhava, o que havia lá dentro? Em questão de segundos ela se tocou, que aquilo não fazia sentido. Enquanto caminhava, deu um tilt em sua mente, e ela caiu, e junto com ela, derrubou uma mulher. Que disse:

-ô doida! Te orienta! - Ela se levanta, era uma mulher de meia idade, bem arrumada, conservada ela.

-Eu não sou louca! Só estava meio...

-Desculpe, não deveria ter falado assim- A mulher oferece a mão – eu deveria ter ficado quieta. - Ela começa a procurar alguma coisa no chão.

-È isto que você esta procurando? - Umber pega um livro fluorescente, nunca havia lido, mas tinha quase certeza que era da estante do homem de jaleco.. Ela entrega o livro. - Meu nome é Umber Schiffer, eu moro aqui no prédio ao lado, se tiver estragado, é só me chamar na portaria

-Não tem necessidade, mas agora tenho que ir. Se não meu filho vai achar que eu perdi o xodó dele., ou algo assim.

-Mas se precisar de outro, me chame.

Elas se cumprimentam e cada uma vai para um lado.

Umber continua a caminhar, o bairro onde mora é fresco, tem muitas arvores , não possui lojas nem nenhum tipo de comercio, somente casas e prédios. Havia também uma praça, muito parecida com a que frequentava no Brasil. Lá estava alocada uma feira de animais, ela achava errado vender animais, mas geralmente os mais doentes ou agitados eles costumavam doar. Começou a cogitar levar um pra casa, mas não tinha certeza.

Estavam enjaulados, ou presos. Coitados. A maioria dos cães eram de raças pequenas, estavam calmos ou dormindo. Umber foi passando por estes, eram realmente muito lindos, mas o preço era feio, e era isso que importava. Mas tinha um diferente dos outros, ele era enorme, quase do tamanho de Umber. E este não estava nada calmo, ele latia tão alto quanto um bebe chorão. Umber se abaixou, fez carinho, mas ele não se acalmava, então ela pensou: Algo de errado não esta certo.

-Oi? Se interessou por ele? - a vendedora assusta os dois - este é oferta.

-E.... - Umber gagueja, a vendedora interrompe

-Me chame de Cleo Traques

-Que? - Ela começa a gargalhar,. Quem tem um nome desses? Traques? Explodir bombinhas devia ser sua especialidade, novamente a vendedora interrompe. Que mulher chata! Não deixa ninguém falar!

-Olha querida, eu vou ali atender o outro cliente, enquanto você dá uma arejada no cérebro e se decide- ela se vira, mas Umber não deixa ela ir.

-Moça?-Ela puxa Cleo pelo braço qual a procedência deste cão?

-Como eu disse, vou ali atender o moço. E, solta meu braço você esta muito exaltada

Umber sacou a história, se ela estava fugindo, deveria ter roubado os cachorros, ou nem sabia a procedência , não sabia ao certo, só sabia que alguma coisa ali não era verdade. Agiu rápido, não era nenhuma estrategista do exercito, mas os ensinamentos de kung fu eram suficientes. Tirou o papel que Chest lhe entregou e observou bem, isso mesmo, o cão gueludo era Felpudo. Foi só o tempo de ela arrebentar a corrente da jaula, e correr, que logo vieram atrás. Felpudo era folgado, e não gostava de correr, então Umber teve que carregá-lo nas costas, e correr

-Rápido! Alguém segura ela!

Mas ela disparou, correu até o seu prédio como nunca havia corrido antes, e com um cachorro nas costas. Cleo mandou vários homens seguirem ela, eles persistiram, seguiram até o prédio. Raspando nas esquinas, e pulando os bueiros.

Chegando no prédio, entrou correndo, por sorte era sábado, e não havia ninguém lá. O que facilitou a entrada no elevador. Ela só disse:

-VAI BRASIL! - isso em português, eles só entenderam “ Brasil !”, e estas foram as ultimas palavras dirigidas a eles.

No elevador, ela começou a conversar com o cão, mesmo cansada de correr, parecia louca, cachorros não respondem pessoas. Mas ela ignorou este fato

-Então você é o Felpudo?

O cão assente, ele era tão grande que quando ficou apoiado nas patas traseiras, estava quase do tamanho de Umber

-Ah! Agora entendo porque confundem você com dona Martha – ela ri muito, de onde já se viu , um cachorro ser confundido com a própria dona?

-Grrr! Wouf! - Felpudo resmunga, mas depois Umber pede desculpas com um afago.

-Neste momento, o elevador abre no terceiro andar, quem entra é Pierre, o elevador se fecha

-Mãe?! Porque você esta abraçando a vizinha? - Umber estava abraçando o cachorro

-Que? Este não é sua mãe, é o Felpudo!

-Felpudo! Onde esteve seu safado!? Quem é você?

-Meu nome é Umber, sou do 620, hoje mais cedo seu pai me...

-Aquele homem não é meu pai, é só o namorado da minha mãe. Mas eu sou Pierre Ausiski

-Eu sei

-Onde achou ele?

-Ai meu Deus ! Nem te falo – Ela se apoia no piá, e fecha os olhos – Estava enjaulado na praça pra vender. Crendiospai! Pense num galeto bonito pra chegar até aqui, piá do céu ! A vendedora mandou uns jaguara atras de mim, quase morri de tanto correr.

-E ele correu junto?

-Que correr o que? Eu tive que carregar o baguá nas costas!

O cachorro esboça uma cara de sem-vergonha, daquelas bem fofas, mas não engana gente experiente.

-Que vergonha ! Jaguara! Olha o tamaninho dela, seu burro! Eu te carrego tranquilo, ela não! Aprenda a lição! - ele começa gritar com felpudo que revira os olhos

-Olha...- Umber respira fundo, Pierre feriu seu ego, não de veria ter chamado ela de baixinha , é uma pena mesmo. - você ao menos cogitou, que se não fosse por causa de uma baixinha determinada, com ensinamentos de kung Fu – isso não foi uma ame aça, por incrível que pareça – o seu cachorro poderia estar em nárnia neste momento? Ou quem sabe morto ou algo assim?

O elevador para, e ela desce sem se despedir, como moram no mesmo andar ele sai também.

Algumas horas depois, estava saindo do banho, queria comer e depois dormir, pois havia sido um dia longo. Já eram seis da tarde, o sol não havia se posto, estava claro, aproveitou para bater umas fotos e ligar para o Brasil. Enquanto falava no telefone ouviu um barulho, não ligou muito, deveria ser Chest carregando suas tralhas pelo corredor, como quase todos os dias. |Apos muitas risadas ela ouviu passos, deu um grito e derrubou o celular no chão...


Notas Finais


E aí? O que será que vai acontecer?
Uma hora vocês vao sacar o título, mas só aviso, não será no próximo capitulo.


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