História AU life- O ouro da vida - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Autismo, Chifre, Conselho, Doença, Gaia, Kung Fu, Lacre De Principiante, Melosidade Não Declarada
Visualizações 11
Palavras 921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi, Violência
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Hão males que vem para o bem -parte 2


Fanfic / Fanfiction AU life- O ouro da vida - Capítulo 5 - Hão males que vem para o bem -parte 2

........

 -Onde estão os cães? Não estou vendo nenhum por aqui! - Um homem pergunta, sua voz parecia ser conhecida , parecia ser de...

-Chest?- a garota gagueja. Não fazia sentido, homem que estava procurando o cachorro, veio na calada da noite , tirar satisfação com quem o salvou? E ainda por cima perguntava por outros cães?

-Vamos! Ande logo! Você não ma respondeu! Ativistazinha de...

Não da tempo de responder,Umber ataca ele com um soco do carneiro, ele tenta segurar sua mão,mas ela o golpeia com outro soco, um soco do sol. Depois disto Umber ataca na seguinte sequencia:Soco do carneiro na direita, soco do sol na esquerda,meio chute esquerda, chute baixo na direita e ela derruba Chest. E começa a correr , o elevador estava cheio, mas ela não podia esperar, então foi de escada mesmo. Desceu de dois em dois, corria demais , era magra e leve. Tinha uma resistência boa, diferente de Chest, que era um balofo enferrujado. Além de demorar pra se levantar, ele demorava para correr.

Chegando no final do lance de escadas os dois se reencontram, e voltam a brigar, ela não sabia direito o que estava acontecendo, só sabia que felpudo tinha muito a ver com isso. Desta vez ele estava armado, com uma faquinha de serra, da Tramontina. Umber estava descalça e de pijama xadrez, totalmente desarmada, só lhe restava o cabo de vassoura do zelador.

Chest ataca correndo, sem sucesso, pois ela fez bom uso do cabo de vassoura, mesmo com tamanho inadequado, usou como um bastão de Kung Fu..Ele tentou inúmeras vezes causar-lhe um ferimento grave com essa faca, mas a única coisa que conseguiu, depois de um tentar rígido, foi um corte no antebraço.

As pessoas ficaram assistindo a briga , e torcendo, como no Brasil. Admirando a categoria de Umber talvez tivessem ficado com receio de intervir, já que Chest portava uma faca, e ela estava devastando todas as chances lentas dele. Depois do corte ele saiu correndo, Umber seguiu até um ponto mas ele se perdeu entre os carros. Alguns motorista o seguiram, mas mesmo assim, não alcançaram o homem barbudo.

-Alguém segura ele! Vamos ele vai fugir! - mas o povo começa a ir embora

-Umber?! Você se machucou muito!? - Quem pergunta é Anna, aquela mulher de meia idade, que havia encontrado mais cedo.

-Ele entrou lá em casa, e tentou ma atacar. Queria o Felpudo.

-Não sei, mas acho melhor irmos à delegacia fazer um B.O. - ela palpita

-NÃO!Pelo amor de Deus não! - Um ber começa a estancar o curativo

-Por que? - o filho de Anna indaga

-Aiden! - repreende a mãe

-Umber ignora, e levanta a cabeça para falar com Aiden.

-Eu sou de fora, vão me deportar e...

-Não vão , eu era policial, e conheço as leis. - Anna se vangloria

Não sei onde fica a delegacia.

-Vamos no carro do Aid – ela sugere

-Quem é “ Aid”? - Ela não ia entrar no carro de um estranho, ainda mais de um estranho bonito.

-Eu,Aiden Renaud Groat. E esta é a minha mãe, Anna Yulia. - ele falava sorrindo, mas Umber percebera que estava triste.

-Não entro em carros de desconhecidos, desculpe.

-Eu vi o que você fez com ele, tá? Não sei onde aprendeu aquilo, mas foi demais.

-Parem de marra, entrem no carro – Anna pega a chave que estava pendurada na calça jeans de seu filho

Anna dirigiu o carro, talvez Aiden não estivesse em condições de dirigir, estava quase voando, de tanta tristeza, mas ele disfarçava bem. As mulheres foram tagarelando até lá, falaram sobre tudo, como se fossem amigas, é a tal da “afinidade”.trocaram numero de telefone, redes sociais, realmente tinham deixado para trás o tumulto no prédio. E de repente tudo ficou estático, Umber quebra o silencio:

-Aiden, por que você está tão triste?

-Não estou – ele abaixa a cabeça, mas Umber deu um jeito de perceber, ele disfarçava bem.

-Eu não te conheço, estou sentada atrás de você, e consigo perceber, é um bom ator. Mas falhou, eu percebi.

-É verdade Aid – a mãe assente

-Eu nem deveria perguntar né?

-É que ninguém pergunta, aí não tenho uma resposta pronta.

-Deixa eu adivinhar...

-Vai, duvido – Anna sabia que ela ia adivinhar

-É por causa de mulher! - Todos ficam em silencio, o que indica que sim -Acertei?! Quem é a otária?

- Wooow .Que defesa! Loca do céu! - ela esbugalha os olhos e dá um soquinho na coxona de Aiden. -eu hein.

-O que te faz pensar assim? - Aiden não gostou nada daquilo, estava triste, cabisbaixo por causa da gaia na cabeça( não resisti)

-Como assim!? Olha pra você – Ela faz uma descrição completa dele, deixando ele com um pouco de vergonha, mas ele estava gostando, bem lá no fundo.

-O que quer dizer realmente? - talvez fosse bem lá no fundo, mesmo.

-Vamos, já chegamos

Umber tinha pressão baixa, e quando as vezes ela gostava de sacanear, e baixar mais ainda, foi só o tempo de ela registrar o B.O. Depois disso desmaiou. E acordou em casa, no dia seguinte com um bilhete sobre a mesa de cabeceira

Umber,

Eu e meu filho te trouxemos para casa um pouco tarde, mas sua pressão caiu, e levamos você no pronto socorro, os remédios estão na cozinha, não sei se você tem algum tipo de alergia. Tambem ligamos ra seus pais, o B.O. Está na mesa da cozinha, ligue no meu numero.

Mas é pra ligar hein.

Ass. Anna yulia Groat



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...