História Au Pair - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Baldwin, Cantor, Fama, Intercâmbio, Jenner, Justin Bieber, Kardashian, Realidade
Visualizações 709
Palavras 3.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, bichinhos!

Get used to it: acostume-se com isso.

Capítulo inteiramente POV J. Como eu disse no twitter, é uma leitura levinha, mas cheia de significados! Na minha opinião, é um dos capítulos mais importantes e um dos últimos do J. Nele podemos ver o que se passa na cabeça dele e o que ele ACHA que sente. Ele ainda não descobriu e quando descobrir... AI VAI SER LINDO BOA LEITURA MAMÃE AMA.

Capítulo 36 - Get used to it


Point Of View Justin Bieber.

Quarta-feira.

4 de Novembro de 2015.

— O álbum já deveria estar pronto, Justin. — Scooter bufou passando as mãos nos cabelos — Já deviam existir cópias físicas! — exasperou me encarando com os braços cruzados.

— Eu sei o que estou fazendo. — eu disse sentando no sofá do estúdio, meus cotovelos estavam pousados sobre meus joelhos e meus dedos roçavam minha curta barba por fazer — Eu preciso acrescentar essas músicas.

— O lançamento já foi anunciado para o dia 13. — falou sentando-se ao meu lado — Temos uma semana para produzir o que você quer acrescentar.

— Confie em mim. — falei batendo fraco em seu joelho.

— E por que isso agora? Acrescentar músicas que eu nem sei as letras? — perguntou se acalmando.

Desde segunda-feira venho escrevendo músicas de situações que estou vivendo no momento, seria importante tê-las no álbum, seriam importantes para mim, eu estava em constante evolução e aquelas músicas eram a prova disso, eu precisava disponibilizá-las.

— Elas são importantes para mim, estudei todas elas até ter certeza de que as queria no álbum — respondi — Eu escrevi o que estou sentindo, Scott.

Scooter me olhou apreensivo, mas sabia de que eu era capaz de produzi-las entre hoje e amanhã para daqui uma semana já estarem disponíveis nem que seja em cópia virtual.

— Posso lê-las? — perguntou em um semblante mais calmo.

Entreguei ao meu amigo a pasta com as letras já finalizadas.

— Então as olheiras durante a semana e a exaustão são por causa dessas músicas? — ele disse batendo o polegar na capa da pasta — Espero que valha a pena. — ele disse se levantando ao mesmo tempo em que bagunçava meus cabelos.

Deitei minhas costas no sofá e pus minhas mãos atrás da cabeça. Eu não estava nervoso pelo o que Scooter iria achar das músicas, estava nervoso quanto ao lançamento do álbum mais genuíno no qual já trabalhei, e eu devia isso a inúmeras pessoas que tinha o prazer de ter como amigos.

— Get Used to It, Been You, No pressure, Mark my Words e Love Yourself? — ele repetiu o nome das músicas após lê-las cuidadosamente, assenti — Você está querendo mudar praticamente o álbum todo?! E essas letras? Justin, isso vai dar o que falar!

— Scooter…

— Essa música, é para quem? — ele disse por fim, me encarando.

Aquelas músicas eram para alguém? Eu pensava em apenas uma pessoa quando as escrevi e em todos os sentimentos que pareciam me dilacerar por dentro, um sentimento intenso de culpa e inutilidade. O que eu havia feito por ela?

— Escrevi Mark My words e No pressure domingo. — falei me recordando de chegar em casa e a primeira coisa que fiz foi me jogar no sofá e compor tudo o que me vinha à mente depois daquela noite.

— Você não me respondeu. — ele disse abrindo novamente a pasta e lendo alguma das letras enquanto me olhava por cima do material.

— Não sei se são necessariamente para alguém, só sei que me faz pensar em uma pessoa em algumas partes, não quer dizer que seja para ela. — falei ainda o encarando com as mãos atrás da cabeça.

— Vou deixar você se iludir de que você pensou na Alice em apenas algumas partes e não que escreveu sobre ela.

Encarei Scooter que voltou a avaliar o material em suas mãos. Que droga, Alice? Em nenhum momento cogitei seu nome e Scott não estava tão por dentro da minha vida assim. Poderia ser outra? Poderia, mas a verdade é que não havia outra, não havia outra pessoa que no presente momento ocupasse tanto a porra dos meus pensamentos.

Eu não amava Alice, só possuía um sentimento de proteção com a mesma. Queria protegê-la, mas como faria isso? Não conseguia nem protegê-la de mim e do efeito que minha vida causava às pessoas.

Eu sentia ciúme, mas não porque eu a queria, mas sim porque queria que ela tivesse apenas o melhor dos homens e não sei se existia alguém a sua altura. Eu não sei até que ponto levei nossa amizade, não poderia dizer que gostava tanto dela do mesmo jeito que gostava de Hailey, Kendall e Kylie porque era um sentimento diferente, até um pouco corrosivo, como se o que sentisse doesse.

Deveria doer, afinal de contas?

— Justin? — Scooter chamou minha atenção.

— N-Não. — minha voz falhou — Não são para ela ou sobre ela, ou qualquer porra que você esteja pensando.

— Certo, mas quem tocou no assunto Alice foi você e não eu. — ele disse dando de ombros.

— Não, foi você. Você que perguntou para quem eram as músicas. — falei coçando os olhos e me levantando, essa conversa já estava me incomodando.

— Perguntei para quem era A música e não AS músicas. — ele disse dando ênfase — Love Yourself, para quem é Justin?

Aquela música era a que mais me frustrava porque não queria ter motivos para escrevê-la. A introdução já estava feita a algum tempo em colaboração com Ed, mas depois de alguns ocorridos optei for finalizá-la sozinho.

Não aguentava mais guardar aquela desconfiança para mim.

— Preciso conversar. — Revelei coçando a garganta.

— Após a produção de hoje. — Ele disse concordando. — Quer sair e beber alguma coisa?

— Pode ser, mas em um lugar calmo. — Respondi retirando a pasta das mãos de Scooter e indo em direção aos produtores na sala ao lado.

Eu convoquei todos de que precisava para finalizar logo aquelas músicas e automaticamente o álbum. Já tinha uma noção de como queria os arranjos e para minha surpresa tudo fluiu naturalmente, como se as músicas devessem estar ali de qualquer jeito. No pressure seria uma colaboração.

Estava finalizando o último trecho de Mark My Words e do lado de fora Scooter estava com os braços cruzados enquanto analisava os sons projetados para eles nos fones de ouvido.

— You're the only reason why, oh I don't wanna live a lie, mark my words — fechei os olhos com força segurando o fone com as duas mãos.

Finalizei respirando fundo, eu amava o que fazia.

Retirei os fones e abri a garrafa de água acima do banco. Scooter fez um sinal para que eu saísse de dentro da cabine e permanecesse com eles. De onde eu estava pude me lembrar de Alice no mesmo lugar que Scooter estava, mas diferente dele que já estava acostumado com tudo aquilo, ela mais me parecia encantada.

Balancei a cabeça e tampei a garrafa de água a colocando em seu devido lugar.

— Essa é a nossa deixa. —  Scooter disse dando um tapa fraco em meu ombro.

O caminho até meu carro foi silencioso e um pouco conturbado, ele preferiu ir em um carro só, para não gerar tanta dor de cabeça.

— Colton, leve para casa. — ele disse jogando as chaves para um de seus seguranças pessoais. Colton recuperou as chaves ainda no ar.

Entrei em meu carro e logo tratei de ligar o rádio colocando uma música calma pelo pen drive.

— E então… — meu amigo disse ocupando seu lugar ao meu lado — Pensei no Dublin’s, o que acha?

Dublin’s era um dos poucos pubs em Los Angeles que mantinha pequenas cabines ao redor de suas mesas, oferecendo privacidade para aqueles que a queriam, como nós.

— Não poderia ter nada melhor. — ri pelo nariz fazendo o homem concordar.

Scooter preferiu não tocar no assunto pelo qual debateremos, ao invés disso o trajeto todo foi sobre o CD e que depois de hoje ele estava assegurado de que minha mudança no disco poderia dar certo. Não demorou muito para que já estivesse entregando as chaves para o manobrista e entrasse no Dublin’s. Continuava do mesmo jeito, paredes escuras e garçons frenéticos atendendo pedidos. As cadeiras ao redor das mesas eram substituídas por confortáveis assentos almofadados.

— Boa noite, senhores. — disse uma das atendentes, vindo ao nosso encontro — Posso acompanhá-los até a mesa?

Concordamos e como ela sabia quem eu era acertou em nos levar para uma das mesas mais afastadas do segundo andar, onde nos acomodamos um em frente ao outros.

— Vou querer um Johnnie Walker, por favor — Scooter disse com a atendente fazendo o pedido em um iMac.

— Vou querer o mesmo e uma porção de petiscos. — finalizei com a moça nos deixando sozinhos.

— Poucas foram às vezes que vi esse semblante em você — disse ele — Você me parece arrependido ou se sente culpado por algo.

Scooter me conhecia como ninguém, era verdade, e mesmo que isso fosse normal para ele, ainda me impressionada.

Bati com a ponta dos dedos na mesa procurando um pouco de coragem para desabafar.

— Você sabe sobre a matéria da TMZ e possivelmente que o clipe dos meninos do 5SOS foi vazado. — respirei fundo.

Um dos garçons chegou com nossos pedidos, cocei a cabeça um pouco nervoso com tudo aquilo, voltei a bater os dedos na mesa ao mesmo tempo em que o homem se virava para ir embora.

— Você sabe que foi muito estranho a TMZ de uma hora para outra aparecer com uma matéria gigantesca sobre a Alice. — dei um longo gole em meu uísque.

— De fato, ela nunca havia saído em matéria nenhuma antes, não que eu tenha visto. — declarou também dando um gole em sua bebida, espetando um pedaço de pepino e levando até a boca.

— Kendall me disse que o Facebook da Alice foi hackeado e ele estava desativado. Nossos Iclouds foram invadidos e isso é crime. — exasperei com Scooter concordando — E tudo é muito estranho… Por que eles teriam interesse nela? Como chegaram até ela? São perguntas que eu não sei responder e que me atormentam pra caralho.

— TMZ sente prazer em te atingir, você já deveria estar ciente disso — falou.

— Não, Scooter. Tenta me acompanhar. — falei relaxando minhas costas — Eles já fizeram isso uma vez, mas não foi nessa proporção, ele não foram tão afundo! — exasperei ficando nervoso e acreditando cada vez mais em minha teoria. — As outras… Elas… — respirei fundo — Tiveram pontos positivos em tudo isso...

— Elas já tinham uma carreira, então seria lógico ela se fortalecer. — completou.

— Dessa vez não fizeram apenas para me atingir, foi para atingir ela também e sabiam que seria negativamente.

— Justin, o que está te incomodando não é apenas isso. — ele disse depositando os cotovelos na mesa e levando suas mãos para o queixo — O que te aflige?

— Eu desconfio de uma pessoa. — confessei dando um longo gole e me aproximando de Scooter.

— Como assim? Alguém além da equipe? Isso pode ser mais grave do que parece. — Scooter disse voltando a se aproveitar dos petiscos.

— Um dia antes de tudo isso, recebi uma ligação de Jayde... — encarei notando o homem pensar em quem poderia ser — A Youtuber…

— Aham, lembro.

Me joguei no primeiro sofá que encontrei naquele escritório. Scooter falava incansavelmente sobre a escolha da equipe da próxima tour. Nesse momento por sorte Yael o chamou para alguma coisa, me livrando daquela reunião desgastante. Fechei os olhos tentando descansar o máximo possível antes de mais uma tortura, mas fui interrompido com o vibrar do celular em minha coxa.

Número desconhecido. Privado. Eu sei que não deveria atender, mas a curiosidade é uma porra.

— Alô? — disse apreensivo enquanto massageava meus olhos.

— Justin!

Eu reconhecia aquela voz. O silêncio reinou absoluto por alguns segundos e em seguida bufei.

— Jayde... — balbuciei desanimado.

— Precisamos nos encontrar urgentemente meu caro. — disse deixando o porquê no ar.

— E por quê? — pergunto — Aliás, como conseguiu meu número novamente?

— Tenho algo que é de seu total interesse. — disse ignorando minhas perguntas.

— Eu já ouvi isso uma vez. — ri sarcástico.

— Dessa vez eu não estou falando de mim.

Respirei fundo relaxando mais o corpo no estofado macio.

— Independente do que seja eu realmente não estou interessado, Pierce. — bufei novamente — Eu estou ocupado, preciso desligar.

— Você se acha tão esperto, mas não passa de um cego! — disse irritadiça.

Odiava o fato de acharem que sabem mais do que eu sobre algo ou alguém, me sentia frustrado.

— O que você quer? Tirando eu? — ri nasalado, porém insatisfeito.

— Por que está me afastando? Por que está agindo como um babaca? — disse com a voz alterada.

— Fale logo antes que eu desligue e bloqueie mais uma vez seu contato. — desdenhei.

— Precisamos marcar um encontro, já disse! — exaltou.

— Nem se eu quisesse me encontraria com você, não estou com tempo, aliás, conseguir uma brecha para atender número desconhecido foi um luxo.

Aquilo era uma grande verdade, mas é claro que se fosse alguém realmente especial não hesitaria em atender. Mas era Jayde e para mim, ela não era grande coisa.

Estava estruturando um álbum, uma equipe de trabalho, tinha coisas mais importantes para fazer do que dar moral para uma garota que fazia de tudo para ser vista ao meu lado e somente isso. Eu não estava blefando.

— Você está andando com o inimigo! — soltou a frase sugestiva — Ou inimiga, você escolhe.

Era evidente que ela falava de uma de minhas amigas. Jayde sentia prazer em alfinetar Kendall, Hailey e assim por diante. Mas, não perderia a paciência com ela.

Pensar em Jayde me levava diretamente a Alice e suas pequenas crises na presença da mais velha. Eu não era tolo, sabia que Alice no fundo nutria alguma coisa, mas não seria louco de dar chance alguma de deixá-la se aproximar, achava que ela merecia alguém a sua altura e honestamente, eu estava longe disso e, aliás, também não queria.

Era o que eu achava, e estava errado.

— Que chantagem barata, Pierce. — disse e Scooter adentrou o local me chamando, gritei um “já vou” abafado — Vou desligar, abraço.

— A sua protegida é sua fã seu otário! — esbravejou, ela realmente devia estar frustrada.

Um breve silêncio tomou conta da ligação.

— Ouviu ou é preferível que eu repita? Alice é sua fã, você foi passado para trás, feito de babaca, de otário! — disse nervosa.

Eu ri, ah sim, ri e muito chegando a gargalhar.

Era óbvio que Alice era minha fã, ela acompanhou alguns projetos e modéstia a parte, ela gostava muito do que eu fazia e isso era muito legal. Então esse era o problema de Jayde, ela gostaria de estar onde Alice estava, ela gostaria de estar no topo, topo esse que eu mesmo construí para Alice em relação a minha vida.

— Qual o seu problema? — gritou desacreditada — Eu tenho um arquivo imenso de coisas dela relacionadas a você, eu posso provar, amor!

— Você está beirando a loucura Jayde e isso é preocupante. — disse simplesmente — Me deixe em paz, deixe a garota em paz, viva sua vida, você tem uma carreira e é brilhante inclusive, não perca tudo isso pela sua paixão por mim ou seja lá qual sentimento.

— Você já sabia, é isso? Já sabia e mesmo assim aceitou? — disse com a voz embargada — O que você se tornou? — perguntou raivosa e principalmente desapontada.

— Continuo o mesmo, Jayde. — disse soltando minha respiração na chamada. Que conversa tediosa.

— O QUE VOCÊ SE TORNOU SEU DESGRAÇADO? — gritou me deixando levemente surdo.

— Vamos manter o nível de educação aqui, Pierce. Eu continuo o mesmo, porém com uma mente mais aberta a certas privações e sinceramente, isso não deveria nem ser dito a você...

— Você vai me pagar e caro Bieber! — balbuciou possivelmente já chorando.

— Você não precisa disso, procure um profissional, se trate e fique bem, e acima de tudo, ame a si mesma. — dito isso desliguei sem esperar por resposta.

— Isso é uma afirmação grave. — Scott disse constatando o óbvio.

— É, eu sei. — bufei levando a boca um pedaço de queijo.

— Difamação, danos morais… Isso talvez não dê cadeia, mas uma boa indenização. — ele indagou pensativo. — O que pensa em fazer?

— Eu me sinto um pouco culpado, porque… Você sabe, poderia ter evitado. — digo esfregando o polegar direito em meu queixo.

Eu precisava estar perto da garota e não estava mais me importante quanto ao que achariam. Se ela me quisesse por perto, ela teria, me teria.

Sei que fui um pouco precipitado em lhe dizer que seria melhor para ela sem me importar como eu me sentiria, mas a verdade é que eu me sinto mal do começo ao fim e não estava sabendo lidar com a situação.

Eu a queria muito.

— Algo como fazer o mesmo com ela? Expor dessa forma? — perguntou me encarando.

— Achei que me conhecesse. — digo arqueando a sobrancelha — Não vou fazê-la pagar na mesma moeda. Ela perdeu qualquer moral que achava que tinha comigo e isso é definitivo, não a quero mais por perto e se tiver que acionar seguranças para isso… Eu farei. Se tiver que ignorá-la publicamente... — disse rindo nasalado — Nada que Jayde se doa mais que seu ego ferido. Ela preza sua imagem.

Scooter ouvia tudo atento ao mesmo tempo em que terminava de devorar os petiscos.

Eu permaneceria ao lado de Alice e caso ela não estivesse de acordo teria que me provar que estar ao seu lado não a ajudaria em nada. Sei que eu parecia confuso e talvez isso a deixe confusa também, não quero usar o sentimento que ela tem por mim por algo que nos diminua, eu queria acrescentar a ela, mas não sentindo o mesmo me afetava.

Ela me parecia boa demais.

— Quero estar no mesmo hotel que ela se hospedará. — disse fazendo menção ao VMA, dia 23 de Novembro.

— Acha que será importante? — perguntou fazendo careta.

— Farei com que seja, vou tentar ligar para ela antes disso, saber como ela está… Se ela me atender, é claro.

— Ela tem mesmo evitado você? — perguntou risonho. Era algo incomum Justin Bieber ser ignorado, ainda mais por uma mulher e estávamos cientes disso.

— Ela... — mordi o lábio impaciente enquanto coçava a nuca — Vou ligar até ela atender, eu farei minha parte.

— E quanto ao coquetel? Será daqui uma semana. — perguntou.

— O convite já foi enviado para todos, ela receberá em breve.

Eu ainda a veria no coquetel, dia 12. Eu estava contente em poder vê-la de novo e com sorte poderia vê-la antes disso. Todo lançamento de álbum era organizado um coquetel para meus amigos, equipe e familiares. Eles ouviam às músicas antes mesmo do lançamento oficial, já era algo marcado em mim.

Eu precisava tê-la lá.

Não iria perder tudo o que construímos e passamos juntos.

Não iria perdê-la.


Notas Finais


Demorei, né? mas nada com antes, tento melhorar sempre.

JUSTIN FINALMENTE CAIU NA REAL!! Estar longe porque um não quer machuca, mas estar longe com os dois querendo estar um ao lado do outro machuca ainda mais!!!!

Deixo aqui indicações de fanfics de algumas leitoras, vale a pena dar uma conferida <3

> Antes de partir: (@pielovesjbld): https://spiritfanfics.com/historia/antes-de-partir-9103822

>Feet Feeling: (majesticeagle): https://spiritfanfics.com/historia/feet-feeling-9211345

>Scar from the past: (@pnrpose): https://spiritfanfics.com/historia/scar-from-the-past-9811669

Não coloquei sinopse porque ficaria muito extenso.
O que acharam do capítulo? Já estou escrevendo o próximo.
Até a próxima, bichinhos!!

Links que podem me acham:
tt: https://twitter.com/jbombado
cc: https://curiouscat.me/jbombado


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