História Aulas de Sexo °•Markson•° - Capítulo 49


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Visualizações 440
Palavras 1.286
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 49 - 48


Mark voltou para a boca e após outro beijo longo posicionou-se, as pernas afastadas, para tomá-lo,  mas antes ele segurou seu queixo e sussurrou:

- Abra os olhos Jackson - Ordenou com a voz quase falha de tanto tesão.

Wang obedeceu na hora e os olhos lindos que ele tanto amava chocaram-se com os olhos cor de chocolate dele.

- Quero que me veja entrar em você. Quero que saiba quem está com você agora. Olhe para mim. - Ele sussurrou outra vez. Jackson  manteve o olhar preso no dele, como se estivesse hipnotizado.

- Quem está com você Jackson, quem é seu amante?

Wang lambeu os lábios secos.

- V-Você… – respondeu fraco.

- Quem sou eu Jackson?

- Mark… – ele disse com a voz arrastada.

Mark sorriu.

- Prometa…

- O quê? – ele perguntou confuso.

- Nunca mais vai deixar o Junhete tocar em você. Prometa isso.

Wang balançou a cabeça como se quisesse organizar os pensamentos.

- Que Junhete?

Mark quase gargalhou. Wang era perfeito. Tuan o beijou mais uma vez. A ponta de sua ereção na entrada do sexo molhado fizeram-no arfar em expectativa.

- Quem é o único que pode lhe tocar Jackson. Quem é o único que pode lhe amar?

Wang agarrou os ombros dele, fincando as unhas na carne, respirando com dificuldade contra o seu rosto.

- Você… Você Mark… Só você… Meu Mark… Meu professor…

As palavras dele com aquele tom de súplica levaram o moreno até o limite e ele achou que chegara a hora do fim daquela tortura. Invadiu-o com lentidão. Jackson  gemeu alto e longo quando o sentiu dentro, fundo, tão fundo que poderia transpassá-lo.

O loiro amaldiçoou-se por estar tão vulnerável, mas Mark não parecia incomodado com sua raiva. Começou os movimentos rápidos e fortes, quase enlouquecido. Estava sendo egoísta, pensou mal compreendendo que Jackson  estava no mesmo nível de tensão que ele.

Wang estava numa posição desfavorável, mas que era incrivelmente excitante. Agarrou Mark com as pernas e fincou os dentes em seu ombro quando um clímax o cortou apenas um minuto depois que ele o penetrou. Seu ventre esticou-se e depois explodiu.

- Mais um… – Ele sussurrou no ouvido do loiro.

- Não posso… – Jackson  gemeu – Não consigo…

- Sim, você pode. – Ele rebateu sedutoramente ao seu pé do ouvido – Esta é sua última lição Jackson… – Ele disse baixinho – Não há mais nada que você precise aprender a não ser que… – Ele falava enquanto se movimentava lentamente, até para seu próprio controle. – Você pode ter prazer, quantas vezes quiser… Basta que queira…

- Mark…

Tuan continuou os movimentos lentos e deslizou uma das mãos entre os corpos, para que seu dedo auxiliasse na tarefa de conduzi-lo para o último clímax.

Jackson sentiu o toque e estremeceu. Aquele homem o transformara num ninfomaníaco devasso e sem vergonha, mas no momento, não queria saber disso.

Agarrou a gravata que prendia seus pulsos, recostou-se na parede e apertou-o com as pernas. Depois começou a movimentar-se junto com ele, estabelecendo um ritmo frenético e alucinante. O dedo dele raspava o monte sensível e úmido e o loiro sentiu de novo as mesmas sensações enlouquecedoras segundos antes de explodir ainda mais violentamente, naquele que foi o melhor e mais intenso orgasmo que já se lembrava de ter sentido.

Momentos depois, sentiu o moreno  jorrar todo o prazer contido dentro dele e isso fez com que seu clímax se prolongasse junto ao dele.

Gemeram juntos, alto e longamente enquanto os corpos tremiam em espasmos rítmicos.

Ele jogou a cabeça para trás enquanto o apertava e o loiro enterrou a cabeça em seu ombro, enquanto o sentia arremeter ainda com força como se quisesse esvaziar até a alma dentro dele.

Foram necessários vários minutos, até que ambos conseguissem restabelecer o ritmo da respiração.

Jackson  estava de olhos fechados novamente quando sentiu Mark soltá-lo e carregá-lo nos braços até a bancada da pia, onde gentilmente ele o limpou com um cuidado que o fez lutar contra as lágrimas. Depois lhe vestiu o vestido de festa. A cueca estava destruída. Calçou-lhe os sapatos.

Sentiu Mark acariciar e beijar docemente seu pulso vermelho antes que ele lhe largasse para vestir as próprias roupas. Quando o loiro teve coragem para abrir os olhos, Mark já estava vestido e arrumava o cabelo.

Agora que a explosão de paixão havia desanuviado, ele estava envergonhada e enraivecida. Sentiu necessidade de atacá-lo.

- Isso… Foi…

Mark o encarou enquanto ele procurava a palavra certa.

- Foi…

- Sujo? Terrível? Desonroso? – Tuan falou por ele – Você não queria? Foi forçado?

Jackson  o encarou com o rosto em chamas pela raiva.

Apesar de tê-lo  possuído com tanto ímpeto, Mark ainda estava ferido e enraivecido pelo ciúme.

- Não quero saber o que pensa Jackson, eu não me arrependo de nada do que fiz. Faria de novo.

- Você me prendeu.

Ele sorriu.

- Sim, prendi. Você mereceu.

- Você é…

- Um troglodita? – Ele disse com o sorriso cínico – Mesmo?

Ele chegou bem próximo do loiro. Jackson ainda estava sentado na bancada o que fez com que ele ficasse entre suas pernas e lhe desse um beijo de tirar seu fôlego.

- Não faça isso… – Wang choramingou.

- Por que não? Você gosta.

- Você não pode simplesmente me fazer de idiota e achar que eu vou cair nos seus braços…

- Quantas vezes eu vou ter que repetir que eu não fiz nada? - Ele falou um pouco mais alto e a raiva acabou voltando ao estado máximo. Se havia algo que ele não admitia, era ser culpado de algo que não fez.

E, o loiro sabia do que ele estava falando. E aquilo lhe enfureceu mais do que tudo o que ele fizera até então.

- E o que significou aquele telefonema?

- Jackson eu já disse que…

- Você o chamou de Pequeno, Mark…

Mark o olhou e viu lágrimas nos olhos. Viu dor naquelas lágrimas e algo se rompeu dentro dele. De repente o banheiro ficou apertado e o ar rarefeito. Ele sentiu dificuldade para respirar e seu peito doeu.

Não queria que Jackson  sofresse por algo que não existiu.

- Eu não…

- Afaste-se de mim… – Wang disse de repente. A raiva substituindo a dor, empurrando fracamente com as mãos espalmadas, tentando descer da pia – E para seu governo, eu danço com quem quiser, saio com que quiser e transo com quem quiser.

Mark sentiu aquelas palavras reverberarem em seu íntimo, não deixou que ele o empurrasse.

- É mesmo? Vamos ver Jackson.

Tuan levou seus lábios aos dele mais uma vez, agarrando-se a ele como se dependesse desse beijo para sobreviver. E, embora Jackson  correspondesse ao beijo com igual desespero suas mãos ainda o empurrava, seu corpo ainda tentava descer da pia, tentava ficar o mais longe possível dele.

Wang tinha medo de perder a cabeça outra vez, de perder o rumo, de se entregar a ele, porque sabia que isso aconteceria se continuassem. Mas, Mark não interpretou dessa maneira, a resistência deld, que antes estava excitando-o, agora o machucava.

- Volte para os braços do Junhoe - Ele vociferou, se distanciando dele - Se for capaz de fazer isso.

Mark saiu do banheiro batendo a porta com força, sem lhe dar tempo para réplicas, deixando-o sozinho, confuso e contrariado.

Jackson  deixou as lágrima caírem e de repente sentiu um enjôo horrível, precisou vomitar.

Era raiva. – Ele disse a si mesmo– Maldito Mark.

Ele pisava forte e bufava alto.

Cego de raiva, de frustração, de ciúme, de loucura.

Como Jackson  era capaz de dizer algo assim, depois de ter-lhe prometido exatamente o contrário, depois de ter chegado ao clímax quatro vezes em seus braços! Tudo bem, ele não fora exatamente um cavalheiro com ele, mas o loiro pedira, não pedira? Ele lhe deu opções, tudo o que o moreno fizera fora provar a ele mesmo que eles eram perfeitos um para o outro, que se desejavam que se encaixavam.

Trombou de ombros com um dos garçons da festa, sequer percebera quando o franzino trabalhador, ao esbarrar no corpo forte do moreno, vacilou no equilíbrio da bandeja e derrubara as taças de champagne que levava consigo.



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