História Auríca - Capítulo 1


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Categorias Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Ana, Cato, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Rey, Ricardo, Sharon, Simón, Tamara, Tino, Yam
Visualizações 26
Palavras 1.468
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi , bem-vindos a Auríca espero que gostem... Estou com essa Fic guardada a um tempo...

Capítulo 1 - Todo o mal tem seu inicio!


Fanfic / Fanfiction Auríca - Capítulo 1 - Todo o mal tem seu inicio!

Todos nós sempre gostamos de nos olhar no espelho, acho que é mal de infância,  ou mal passado de geração em geração.  No meu caso, esse “mal” foi passado quando tinha três anos, e achava que a estranha menina de cabelos lisos castanhos, e olhos escuros refletida no espelho, era uma princesa de um mundo paralelo.

E essa descrição, depois de quatorze anos não muda, ainda sou a estranha menina de cabeços lisos castanhos e olhos escuros. E o tempo de certo modo, foi favorável comigo, ou isso é mais uma forma de eu me desculpar por não ser algo mais útil.

Termino de pentear meus cabelos, e logo ponho meus óculos de armação preta, horrível!  Simplesmente horrível! Para combinar com esse dia, chuvoso e escuro... Um verdadeiro "asco" em minha opinião. Até o sol chegar e estragar com minhas possibilidades de faltar o primeiro dia de aula do nosso querido “high
school                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       prezado ensino médio, 2.444 horas de tortura e impaciência, o que necessariamente eu menos preciso. E o uniforme que usaria nos próximos 3 anos, não me anima muito, graças ao o bom Deus a cor azul marinho do blazer é favorável ao meu prazer. Pelo menos, depois de tanta tragédia, eu teria meu café, uma das minhas alegrias. Mas se eu quisesse entrar na Universidad Austral, teria que estudar no Blake South College.

Desço as escadas da casa correndo, com meus materiais, e um copo grande de café, antes que minha vó me chame para falar aquelas frases, vagas ou me arranjar um namorado!

-Querida vem cá!- Putz!

-O que foi Vó?- Digo indo em direção o antigo escritório do papai- Esta tudo bem?

-Sim querida, mas minhas folhas de chá me disseram que hoje começa algo muito especial na sua vida.

-Sim! Vovó o ensino médio, o que vai me fazer ir para a Austral, a mesma faculdade, que mamãe e papai se conheceram! E acho que o que disse para você que hoje seria um dia importante fui eu, e não suas folhas de chá- Digo fazendo minha vó rir.

-Não! Querida, mais do que um simples faculdade! Sabe... Algo maior...E minhas folhas de chá. Nunca mentem...

-Ai vovó! Já posso ir?

-Pode! Só não esquece que seu irmão vai vir para cá hoje de noite- Vovó diz iludida, me fazendo revirar os olhos.


-Sim Vovó, mas acho que ele vai ficar apertado no serviço, e não vem...

-mas dessa vez ele prometeu!- Ela diz com um sopro de esperança. E o que menos quero, é apagar esse sopro dela.

-Tudo bem... - Digo suspirando- Vamos pedir algo... Ou cozinho...?

-Vamos pedir!- Dou um beijo na minha vó- Boa sorte Nina!

-Obrigada Vovó!- Digo e saio de cena dramaticamente.

E começo a caminhar pelas ruas de Buenos Aires que no caso, não cheirava tão bem quanto o nome fazia, você acreditar... Mesmo assim abri um sorriso no rosto, pois Blake South College como já disse, é a única escola que vai me conseguir dar uma bolsa de estudos para Austral, eu entrando no curso de fotografia, consigo bolsa para qualquer área que eu quiser, com direito a três cadeiras!

Depois de dez, minutos caminhando, chego à próxima parada, de meus próximos três doloridos anos. E com certeza no roteiro não estava à frase "fazer amigos"! Não era uma opção. Nem uma ordem! Mas parece que o destino, insiste em provocar.

-Opa, desculpa!- Digo a uma menina, caída no chão- esbarrei em você?- Ela se levanta animada, e abre um sorriso, e balança a cabeça dizendo que sim- É caloura?- Pergunto, e a mesma faz os mesmos gestos- Você é muda?- Pergunto.

-Não, sou surda!- Ela diz.

-Serio?- Pergunto assustada, e ela ri.

-Não! Prazer sou Luna Valente- estende a mão.

-Nina Simonetti, e amigos estão fora de cogitação!- Digo apertando sua mão.

- E quem disse que somos amigas?- Ela diz com um sorriso.

-Então tá!

-Então tá!- Ela repete saindo. Giro meu corpo lentamente, para dar uma olhada no Blake, e esbarro em um cara.

-Olha por onde anda! Por acaso é cego?- Pergunto irritada, ao o menino de cabelos castanhos, meio loiro e olhos escuros.

-Não, mas sou surdo!- Ele olha para trás preocupado, e eu tiro atenção da sua cara, para a paisagem, aonde dois caras, vinham até nós.

-Aff! Todos nessa escola têm essa brincadeirinha... - Digo, e ele ri, e se aproxima de mim.

-Desculpa!-Ele diz, e sem permissão invade minha boca, me fazendo sentir um piercing em sua língua- Serio me desculpa, te faço, qualquer coisa mais tarde-Ele cochicha, em meu ouvido.

-Uhull! Cara! Acho que não vai mais, precisar bater no nerd, Está dentro!- um menino, de cabelos meio cacheados diz. O loiro suspira aliviado, silenciosamente para seus amigos não ouvirem, e sai! Rindo e conversando com eles. Fico olhando, todos entrarem no prédio, até o sinal bater! E caminho até lá.

-Parece que está escola, vai  me dar trabalho- Retiro da minha mochila os horários, Professora Tamara Ríos/ Mora Barza, sala 105. Vou correndo, para a sala numero 105, no fim da escola, entro porta adentro, olhando o espaço, cujo todos os alunos já estavam ali! Inclusive o garoto de mais cedo e cia, e a esquisita que esbarrei. Ele me olha com um sorriso sem graça no rosto, em quanto varias garotas rodeavam sua mesa. Caminho até as ultimas classes, até Luna, onde estava concentrada em seu celular.

-Não disse que não éramos amigas?- Ela diz, não tirando os olhos da telinha.

-E não somos só estou sentando do seu lado!-Digo, pegando meu celular- Só quero sentar do lado de alguém.

-Você tinha Gastón Perida, vi vocês dois se beijando, mais cedo, não sabia que o calouro gatinho, tinha namorada!- Ela diz.

-Ah sim... E não tem pelo menos eu não sou! Ele prometeu explicações mais tardes- Digo rindo, e ela abre um sorriso.

-Se eu fosse você não me meteria com o Perida!-Luna adverte.

-Mas não pode deixar que ele é gatinho-Digo olhando para ele juntamente com Luna.

-tem outros mais bonitinhos!- Ela diz, olhando o de cabelo meio cacheado.

-Se eu fosse você não me meteria com o Perida e Cia!- Digo, e ela me olha divertida.

-E Cia?- Questiona, balanço a cabeça num sim- São Matteo Balsano e Simón Álvarez! Simón é gente boa, se não mexer com ele, ele não meche contiguo. Porém Balsano sai de baixo ele é o diabo, na terra.

-Como sabe disso?-Pergunto.

-Boatos... A maioria do colégio veio da Blake South Academy, escola de ensino fundamental, e aqui eles têm seus vínculos com os chefões... Não pergunte longa historia.

-Okay!-Digo e duas professoras entram na sala de aula.

-Oi sou a Tamara, professora de teatro!- Uma mulher com um coque, batom forte, e blazer azul com giz diz.

-E eu sou Mora!- a outra mulher, ruiva, diz- Vamos resumir cada um de vocês, vai decidir um curso que vai seguir até o final do ensino médio. Então sempre nos horários, que tiver nossa aula, vocês vão vir fazer esse curso!-As duas penduraram no mural, duas lista, para depois nos inscrevermos, depois disso teve só aqueles tipos de apresentações de primeiro dia de aula... E tal, O sinal toca para o recreio.

-Que curso vai fazer?- Luna pergunta, colocando seu nome na lista de teatro.

-Fotografia-Digo sorridente, e ela ri.

-Boa sorte! O Perida também vai faze...

-Nossa que revolução, em!-digo sarcástica, saímos da sala e fomos para perto dos banheiros, e ficamos sentadas em um banco- conte sua vida.

-Genial! Sou adotada, mexicana, meus país morreram num  incêndio! E meus pais adotivos, trabalham aqui em BA!

-Não! Quero treta!- Digo e ela ri.

-Jura que não conta para ninguém...

-Juro!- Digo juntando nossos mindinhos

-Quando pequena, tive um rolo com o Matteo e o Simón...

-Que? Berro!- Digo rindo...

-Sim...Eles são meio que meus vizinhos...Por isso os dois são amigos...-Ela diz me fazendo rir-Mas outro dia conto tudo, quero saber da garota “misteriosa” que beijou o Perida, e na primeira oportunidade fazer amizade deu no pé!-Rio.

-Nada de mais, sou órfã, tenho um irmão meio “problemático” Que mora longe, moro com minha Vó... E agora tenho uma amizadezinha com alguém.

-Achei que não éramos amigas!-Luna diz desconfiada.

-Achou errado, somos!-Digo.

Depois Luna e eu conversamos, sobre mais algumas bobagens e voltamos para a sala, o resto da manhã foi um saco!

-Quer almoçar comigo, amiga?-Luna pergunta, enfatizando o amiga.

-Não posso amiga!-Digo a imitando-Tenho algumas coisas para resolver, amiga.

-Okay, deixa para a próxima, amiga!

-Então tchau, amiga!

-Tchau, amiga!- Ela ri e me da um beijo, e vai e entra na Land Rover. Começo a caminha em direção ao supermercado mais próximo.

-Menina!-Ouço a voz do Perida, mas mesmo assim continuo caminhando- Menina!- Ouço de novo, mas ignorei!- ele diz me alcançando,

-Nina Simonetti!- Digo.

-Okay, Nina Simonetti! Temos que conversar...

-Não posso tenho coisas, para fazer!

-Faz assim... Eu te ajudo nessas “coisas” e você me deixa pagar um café para você, no final!

-Hum... -Olho para sua cara de pidão e sorrio- Pode ser!

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Notas Finais


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