História AURORA ~ Os Caminhos Ao Mago - Capítulo 16


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Elfos, Guerras, Magia, Reinos, Sereias
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Palavras 749
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Saibam que o jeito que eu descrevo algumas coisas nesse capítulo de forma grosseira não sou eu, só tento imaginar como alguém tão insano quanto Eliza iria pensar.

Capítulo 16 - Eliza 3


Fanfic / Fanfiction AURORA ~ Os Caminhos Ao Mago - Capítulo 16 - Eliza 3

Uma das serventes bateu a porta do quarto de Eliza. Já estava acordada havia um bom tempo, agora admirava sua beleza diante de um enorme espelho. 

Vestia uma armadura prateada que emita um lindo brilho a luz do sol. 

- Entre - ordenou Eliza.

A servente entrou, uma velha senhora enrugada vestida com roupas cinzentas e um sorriso desdentado. 

- Com sua licença, minha Rainha - disse a velha Goiva, que servia a família Elza há anos. 

- Acordei hoje e não vi meu marido, sabe me dizer onde o Rei Gregory está? - quis saber Eliza. 

- Foi caçar, minha Rainha - respondeu Goiva. 

- Caçar? - soltou um riso. - Ele é um idiota. Deveria caçar o irmão fugitivo, e não animais. 

- Está muito bela, se me permite dizer - elogiou-a Goiva. 

- Sempre fui bela - disparou Eliza, de forma ríspida. - Ou não acha? 

Lançou um olhar intimidante. 

- Desde o dia em que nasceu, Rainha Eliza. 

- Ótimo, faça-me um favor, Goiva. Chame os guardas ou os outros servos. 

- Qual seria o motivo? 

Eliza apontou para o quanto do enorme quarto. Onde uma pequena pirâmide havia sido montada por Eliza, uma pirâmide de cabeças decapitadas dos soldados da família Gréine. O chão estava manchado de sangue. 

- Estava entediada ontem a noite - explicou a Rainha. - Este é meu passatempo favorito atualmente. 

Goiva fez uma cara de choro que era de partir o coração, menos o de Eliza. 

- Se me servir mau, eu juro que irei fazer o mesmo com sua cabeça - sorriu para a senhora e enxugou a lágrima da mesma. 

- Claro, minha Rainha Eliza. 

Eliza saiu do quarto e andou pelo enorme castelo. Corredores, salões, biblioteca, passou por todos estes locais, até sair do palácio real e encontrar seus homens lhe esperando do lado de fora. 

20 cavaleiros reais, em armaduras de ouro e montados em cavalos de grande porte. 

Eliza caminhou até a sua égua, uma branca e imponente, achava que combinava com ela, embora animais não pudessem ter o mesmo pensamento conturbado e psicótico de Eliza Elza. 

Montou na égua branca e ajeitou-se na cela. 

Sir Raymond, um homem de 40 anos e cavaleiro real e pessoal de Eliza estava ali também, com seus dois metros e meio, em uma armadura brilhante e montado em um garanhão. 

- Minha Rainha - disse ele, fazendo uma reverência. Estava com o elmo, que deixava seu rosto brusco marcado por cicatrizes debaixo das sombras -, dormiu bem esta noite? 

- Sim, o cheiro do sangue me deu doces sonhos. Agora, vamos fazer isto logo. 

- Como quiser, senhora.

Saíram montados em cima dos cavalos, Eliza e os 20 cavaleiros reais, saindo da área do palácio de Iolar. 

Entraram na cidade. O povo estava lá, fazendo compras, caminhando, conversando e fedendo como sempre, era mais um dia comum para eles. 

Assim que os viram, o povo começou a gritar de alegria, algumas mulheres gordas e horrorosas se ajoelhavam. Outras seguravam seus filhos pequenos no alto para verem a nova Rainha e sua Guarda Real passarem. 

Mercadores berravam coisas como "A RAINHA QUE SEMPRE MERECEMOS CHEGOU!", outros cochichavam entre si, e Eliza sabia que estes em particular estavam reclamando dela e de Gregory estarem no poder. 

Palmas e mais palmas enquanto passavam pela feira. O mesmo se repetiu quando passaram por uma outra rua, conhecida por suas lojas de ferreiros, com armaduras belíssimas a venda, um deles chegou até mesmo a presentear Eliza com uma espada, mas ela achou que estava mal feita e deu a arma de presente para um de seus guardas. 

No caminho de volta, um homem atirou um repolho contra Eliza. 

 Ela sorriu, esperava por isso. O que ela fez? Ordenou que Sir Raymond trouxesse o homem até ela. 

Desceu de seu cavalo. 

- Algo a dizer em sua defesa? - quis saber Eliza. 

Sir Raymond segurava o homem firme, e este se debatia, tentando inutilmente fugir, quando viu que não havia escapatória, soltou uma frase. 

- Ronan vai voltar, ele será o Rei, o verdadeiro Rei - o homem riu. - Vai chutar sua bunda branca e... - não teve tempo de terminar de falar. Eliza o perfurou com sua espada. 

- Ronan, você disse Ronan? - soltou um grito furioso. Retirou a lâmina do peito do plebeu. - Sir Raymond, eu quero que pegue este corpo e o empalhe, deixe-o na praça. Quero que vejam o que acontece aqueles que são fiéis a Ronan Gréine. 




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