História Ausência do Sentir - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Seventeen
Personagens Lee Jihun "Woozi"
Tags Angst, Jihoon, Seventeen, Woozi
Visualizações 37
Palavras 333
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


desculpa eu só sei escrever coisas tristes, real

boa leitura

Capítulo 1 - A falta de uns não leva ao excesso de outros;


Afogo-me em meus próprios pensamentos e, logo, é como se alguém rasgasse o colete salva-vidas que me obrigaram a usar quando me obrigaram a viver. 

Meu cansaço me aprisiona a minha cama, e os lençóis mal ficam marcados com a minha presença – já perdi tanto peso que devo estar no equivalente a uma pena. E eu sei que não é bonito mas, o que posso fazer se meu organismo está acompanhando o ritmo do meu cérebro? E ele está cansado demais pela exaustão.

Me sentia acolhido com meus amigos mas, agora, deixo meu celular se descarregar sozinho, apenas para não ter que ler todas aquelas mensagens de incentivo e apoio.

A maioria diz saber como me sinto mas, deixemos algo claro:

A tua tristeza após um término de namoro que, sinceramente, todos já sabiam que estava fadado ao fracasso, não se compara a minha falta de sentimentos.

Sim, a falta.

Eu não estou deitado olhando para o teto por sentir demais, não; eu estou aqui, vendo a vida passar pela janela do meu quarto e a tela da minha televisão, porque eu não sinto nada.

Eu não estou triste. Não estou decepcionado comigo mesmo, não estou desiludido de uma decepção amorosa.

Não, eu não preciso do teu abraço e falso consolo.

Eu preciso sentir.

Sentir que, mesmo que tudo pareça um saco – as pessoas cruéis a cada dia, minha sanidade se esvaindo a cada momento em que olho para o lado e percebo que nada faz sentido –, vai estar tudo bem se eu tiver com o quê contar.

Mas eu não tenho.

E não é por opção própria.

Eu, definitivamente, não afastei todos ao meu redor porque não queria contamina-los com minha aparente tristeza. Eu não queria é, involuntariamente, arranjar mais desculpas – em cada ação deles – para que toda aquela confusão da minha mente, fizesse sentido.

Então, não.

Eu não estou deprimido. Não estou querendo me matar. Aliás, aqui vai uma novidade, 

nem todas as lágrimas se transformam em gotas de sangue.


Notas Finais


eu gosto muito dessa, do fundo do meu coraçãozinho e talvez seja por ser baseada em mim rsrs *lágrimas

espero que tenham gostado, fiquem na #paz


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