História Autumn - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Steven Universe
Personagens Ametista, Pérola
Tags Amethyst, Amor, Bem Gay, Fluffy, Outono, Pearl, Pearlmethyst, Steven Universe, Yuri
Visualizações 51
Palavras 699
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais uma OS… Eu me dou muito bem com OS.
Dessa vez, sem planejamento nenhum, acabou de surgir na minha cabeça, rs, espero que gostem!
Boa leitura e perdão por qualquer erro! ♡

Capítulo 1 - Capítulo Único - As Folhas


Uma cor que eu não gosto é o azul. Uma cor tão triste, tão desanimada. Essa era a minha vida até te conhecer, naquela tarde de outono, naquele banco em frente ao lago.

- O que um lugar como você faz em uma garota frio como esse? -E pensar que essas foram suas primeiras palavras dirigidas a mim.

- Por favor, não. -Respondi, fria e seca. Assim como o outono.

- O.k., comecei errado. Sou Amethyst, e aliás esse livro tem um final ruim. -Você estendeu sua mão direita, coberta pela luva.

- Pearl. Eu sei que tem, eu já li. -Respondi, apertando sua mão.

- Reler um livro é meio chato, não acha? -Você disse, encarando as folhas no chão e mexendo nervosamente seus pés.

- Não. Ao reler, você nota alto que não percebeu antes. -Revendo toda a nossa história, eu vejo o quanto essa frase se encaixa.

- Mas qual a graça se você já sabe do final? Não é melhor pular para outro livro? -Essa frase me fez sorrir. Novamente, eu vejo como ela se encaixa nesta história.

(…)

- Frappuccino nesse frio? -Ri da sua escolha.

- Sim. Gostos peculiares. Pode deixar que eu pago. -Mesmo que eu tentasse te impedir, você sempre pagava a conta, não importando o quão cara fosse… Isso me irritava um pouco.- Como está o cappuccino?

- O melhor. -Falei, de olhos fechados, degustando o calor do líquido.

Você estendeu seu braço para que eu o segurasse, como nenhum garoto ou garota jamais fizera, você fez-me sentir especial.

(…)

- O que você achou? -Perguntou, mesmo sabendo o que eu achei por minha expressão.

- Eu… Eu o amei! -Falei, quase gritei, segurando o pequeno cachorro em meu colo.- Ele vai ser… Pumpkin!

- Esse é um nome engraçado. -Você riu e acariciou a cabeça do filhote, que reagiu com um latido.

- Sempre quis ter um… Muito obrigada, Amy! -Exclamei e beijei-lhe a bochecha, em um impulso, e logo repreendi-me mentalmente ao ver seu sorriso sumir e seu rosto ficar em um tom avermelhado. A cor da paixão.

Pumpkin, aproveitando nossa distração, pulou de meu colo e correu pelas folhas no chão, latindo, como se nos chamasse.

- Pumpkin! -Saiu correndo atrás do cachorrinho, como se temesse que e fugisse de mim. Como todos fizeram.

- Ei, espera! -Eu segui vocês, observando-te meio atrapalhada com seus passos.

Em um momento, você se desequilibrou e caiu de cara nas folhas, não pude evitar rir alto, mas ao fechar os olhos -como sempre faço quando rio- eu não sabia que iria cair também.

- Ai! -Você reclamou ao sentir meu corpo bater no seu.

- Desculpe, te machuquei? -Perguntei, desesperadamente levantando o tronco para lhe encarar.

- Não, está tudo bem, sou feita de ametistas. -Você brincou com a situação constrangedora, como sempre faz.

Rimos, acho que até nos esquecemos de Pumpkin. Por um momento, encaramo-nos, ainda sorrindo, testa a testa, as bochechas vermelhas pelo frio e pela situação.

-Amy… Promete que nunca vai me deixar? -Perguntei.

- Não preciso nem prometer. Você sabe que eu nunca irei. -Disse, sorrindo para o meu pálido rosto, começando a ficar mais avermelhado.

- Eu acho que meu sistema nervoso central te ama. -Falei, olhando no fundo de suas íris roxas.

- Não sei o que quis dizer, mas acho que sei… Eu acho que o meu sistema nervoso central enloqueceu por você no dia em que te vi naquele banco, naquela tarde. -Você disse e então eu finalmente fiz, eu te beijei, e por fim, o azul se foi, dando espaço ao vermelho, ao laranja, ao amarelo, as cores alegres, as cores quentes.

De longe, escutei o latido de Pumpkin, parece que ele tinha planejado aquilo, entendi o porquê de o chamarem de "melhor amigo do homem".

- Pumpkin! Não faça isso de novo! -Repreendi o cachorro, que aconchegou-se no espaço entre eu e você.

- Que cachorro levado, não me disseram isso quando o adotei. -Você acaraciou os pêlos do pequeno animal, que lambia minha mão.

Sorri para aquela cena, não me sentia mais tão azul, o vermelho do outono e da paixão me prenchia… Nos preenchia.

Todos os dias eu agradeço a Deus por ter te conhecido, por estar naquela tarde de outono, naquele banco em frente ao lago e naquele exato momento ali.

Porquê quando eu estou com você o azul se torna vermelho.


Notas Finais


Chegamos ao final. O que acharam?
Paz e Amor.
♡♡


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