História Autumn Leaves - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Suga, Taegi, Taehyung, Vsuga, Yoongi
Exibições 93
Palavras 2.736
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello, pessoinhas 'u'
Demorei? Não, né? Pois é!
Levando em conta infinidade de interrupções, acho que ele saiu até mais rápido do que o esperado - sério, toda viva alma resolveu me interromper enquanto elaborava esse capítulo, algumas destas eram uma boa interrupção pra "arejar" meus neurônios xD
Gostaria de agradecer a todos os favoritos e também as pessoinhas lindas que comentaram, e dizer que relaxem, pois eu vou responder vocês ♡
Também quero dedicar esse capítulo a minha querida amiga Konan, que me ajuda pra caralho a me encontrar quando estou totalmente confusa e sem saber para onde ir - eu sei que sou eu quem escrevo a porra toda, mas você me ajuda demais, ser humano, e eu devia te dar a coautoria, pois não posso te dar o Taehyung. Ele já é do Yoongi xD

*Enfim, boa leitura*

Capítulo 4 - Um Novo Hábito


Seul não era a melhor cidade para se tentar ver o pôr-do-sol, tendo todos aqueles prédios e edifícios encobrindo o horizonte, tornando possível notá-lo apenas através da redução da luminosidade dos raios solares e os tons de laranja e púrpura que tingiam o céu. Ainda assim, gostava de assisti-lo da pequena varanda do apartamento que dividia com Jeongguk no bloco que poderia ser considerado o dormitório da faculdade. Sentava-me em uma cadeira confortável com uma caneca de café ou chá aquecendo-me os dedos naquele típico clima bipolar dessa grande cidade que vivia, os olhos atentos ao céu a frente, que se obscurecia vagarosamente com a chegada silenciosa da noite, dando oportunidade para que algumas poucas estrelas pudessem ser vistas – a maioria ofuscada pela iluminação urbana.

Não chegava aos pés de como era ver o pôr-do-sol em Busan, cidade em que cresci, mas ao menos podia olhar para frente sem medo de estar perdendo algo tão belo quanto aquela transição. 

Talvez possa parecer estranha a minha decisão de assisti-lo, tendo em mente que pouco se pode ver, mas se parar para pensar, cada novo pôr-do-sol é menos um dia a ser vivido, quase como se estes fossem pequenos grãos de areia em uma ampulheta que quantificava o tempo de existência de um ser. Pode ser terrível pensar desta forma, dependendo do ângulo que for visto, e o peso dessa informação pode ser intolerável para alguns e transformar a vida em um fardo tenebroso, impossível de se suportar; entretanto tudo dependerá do tipo de pessoa que é.

Jeongguk fazia parte daquela parcela de pessoas que ardia com a fúria inconformada de um mundo há muito corrompido. Ele considerava a vida um sofrimento desnecessário, e por vezes declarava que talvez fosse melhor que um meteoro caísse para “por um fim em toda essa porcaria”. Sendo ateu, o maknae acreditava que o mundo era consequência do acaso, assim como toda a existência no planeta que habitamos. O tipo de realidade que ele enfrentava era muito mais dura e cruel do que a maioria conseguiria suportar, ainda mais sendo um virginiano perfeccionista – um mundo onde todas as coisas possuíam um significado vazio e aqueles que foram mortos injustamente pela ignorância e brutalidade humana não seriam vingados, apenas condenado ao vácuo da inexistência, assim como o resto dos seres viventes. Talvez ele visse algo que valesse a pena em meio ao que ele chamava de mundo sujo e tortuoso, provavelmente aquele interesse por todo o tipo de interações humanas e pelas pessoas com suas infinitas facetas.

Também haviam pessoas como o primo de Jeongguk, Park Jimin, que temiam a incerteza do futuro com todas as suas forças e, por isso, evitava pensar nele e se concentrava apenas no presente, vivendo um dia de cada vez. Não o considerava covarde, era até sensata a sua decisão de procurar não se preocupar com a incógnita do que o amanhã poderia lhe trazer, pensar nisso era algo realmente incômodo e talvez até opressor que o atrapalharia a aproveitar o que o mundo lhe disponibiliza, então para que se martirizar com o que não dá para alterar?

Existia gente como Jung Hoseok, que ardia com a força de sua esperança abrasadora de conseguir alcançar seus objetivos naquele futuro próximo que guardava o nosso provável sucesso profissional, e que se destacava entre os outros por sua intensa paixão boêmia pela dança, que o tornava capaz de enfrentar qualquer obstáculo que viesse, tendo apenas a sua fé em si mesmo como combustível. Gente como ele possui o poder de inspirar outros, infiltrando-se em uma alma com uma pequena brasa teimosa provinda da chama que arde em seu interior, fazendo com que outrem viesse a crer em seu próprio potencial de sucesso, mesmo que por um instante – ele não ganhara o apelido de Hope sem motivo.

Já eu? Bem...

Talvez pudesse me encaixar naquela parcela de pessoas que vê o copo meio cheio, pois mesmo que discordasse das condições impostas, via a vida como um bem precioso que devia ser desfrutado da melhor forma possível, pois sua validade era mais curta do que podemos imaginar quando somos nada além de adolescentes iniciando a vida, acreditando que somos imortais. Estou ciente de que possa parecer tolo e até mesmo ingênuo com meu ponto de vista, mas convenhamos que gastar tempo se lamentando pela imutável lei do universo é ainda mais estúpido. 

Se acaso viessem me perguntar sobre meus arrependimentos nesses vinte e três anos, provavelmente encheria uma mão ou duas – ou cinco – com situações e atitudes que gostaria de mudar, a maioria mais provavelmente ocasionada por eu ter um grande talento em questão de me constranger e poder me considerar o sinônimo para desastre.

Queria não ter aceitado aquele desafio de comer terra que meu irmão Seokjin me fizera aos cinco anos; não ter pisado no skate de Minhyuk após afirmar de forma tão altiva e veemente que sabia andar naquela coisa, me poupando assim da vergonhosa queda em meio à uma praça apinhada. Gostaria de ter tido forças para impedir que Seokjin partisse naquela noite chuvosa por uma briga com meus pais que eu era pequeno demais para entender, pois isso me privou de muitas experiências, mas eu não passava de uma criança de dez anos com nenhum poder para tal. Queria não ter tomado aquela terrível decisão aos doze anos de criar um fake para aconselhar Kim Minjae, uma antiga paixonite do colégio, a me dar uns beijos no dia de cinema, pois me lembro da vergonha que me trouxe quando fui descoberto no dia seguinte. Também gostaria de não ter tomado aquela decisão de pular o muro da escola aos dezesseis para fotografar a queda das flores de cerejeira, tendo assim me poupado de um pé fraturado e uma câmera quebrada, além de evitar aquela ocorrência e o longo castigo.

Apesar de tudo isso – e muito mais –, eu esperava que quando meu cabelo se enchesse de fios brancos e surgissem pés-de-galinha nos cantos de meus olhos quando sorrisse, pudesse afirmar com orgulho de que não me arrependia da forma que vivi, pois aproveitara tudo que pude.

Ainda assim, que eu autoproclamasse meu tempo muito precioso, eu o desperdiçava com um novo hobbie.

Havia se passado uma semana desde que minha fotografia fora exposta naquela galeria de Gangnam e, ao contrário do que Hoseok profetizara naquela noite, não fora contatado por qualquer advogado avisando-me sobre o andamento de um processo contra mim; o que provava minha teoria de que meu amigo estava sendo excessivamente paranoico – o que não era surpresa, já que o Jung havia um novo nível ainda não descoberto para o exagero.

– Vai congelar nesse frio, Tae – ouvi a conhecida voz de Jeongguk dizer as minhas costas, atraindo minha atenção. 

O moreno estava recostado no batente da porta que levava à sala-de-estar, os braços cruzados enquanto me fitava com um sorriso gentil – se era mesmo possível me enxergar no ambiente semiobscurecido com a recém chegada da noite, pois a única iluminação provinha dos postes na rua e do cômodo as costas do mais novo.

Eu estava sentado em uma das cadeiras de descanso dispostas na minúscula varanda, uma caneca vazia em mãos onde antes tivera uma generosa porção de chá fumegante que o moreno preparara por não confiar em mim na cozinha – às vezes, eu acreditava que Jeongguk se sentia meu hyung e, por isso, se recusasse a me tratar de tal maneira. Como era de praxe na minha rotina diária, assisti o que pude do pôr-do-sol daquele fim de tarde, despedindo-me de mais um dia magnífico como um mero espectador do passar da vida – não que sê-lo fosse ruim, esta possuía tantas facetas diferentes que nunca chegaria a ver todas, mesmo que dedicasse mais do que alguns minutos para isso, como costumava fazer quase todos os dias; assim como não chegaria a ver todos os detalhes desse mundo em eterna mudança, mesmo sendo um dos seus maiores admiradores.

Nenhuma primavera era igual a outra. 

– Há beleza no frio também, Jeonggukie – cantarolei em um tom um tanto infantil, rindo baixo em seguida.

Jeongguk revirou seus olhos escuros para minhas palavras, o sorriso gentil se desfazendo vagarosamente antes de esticar sua mão até o interruptor ao lado da porta e acender a luz inesperadamente, cegando-me por alguns instantes. 

– Espero que não esteja dizendo isso por causa do seu Príncipe de Gelo – disse o maknae, usando um tom irônico no apelido que Hoseok dera ao desconhecido da praça. – Sabe, Tae... – começou ele, dando uma breve pausa de preparação enquanto se dirigia para a cadeira ao meu lado, sentando-se nesta e me olhando diretamente nos olhos, que já haviam se acostumado com a súbita claridade. – Sei que aquele garoto pode parecer intrigante para você, mas já não basta ter usado sua imagem sem o seu consentimento? Tem mesmo que persegui-lo como um maníaco? 

Sua abrupta mudança de assunto me pegou desprevenido, pois estávamos conversando sobre minha possível morte por hipotermia até uns instantes, e de repente já estávamos falando sobre uma possível atitude criminosa por minha parte envolvendo uma suposta perseguição; e eu não pude conter a careta indignada com aquela acusação. 

– Eu não estou o perseguindo, Kookie... – comecei de forma lenta, olhando-o como se aquela fosse a coisa mais absurda que já saíra de seus lábios. 

Jeongguk bufou com minha fala, descrente, parecendo não apenas debochar da minha negativa, mas também fazer pouco caso dela.

– Tae, você volta à Yeouido quase todos os dias, no mesmo horário, dizendo que não conseguiu tudo que queria registrar da estação. Mas ao invés de se concentrar nas flores e tudo mais, fotografa o pobre coitado a cada passo que o mesmo dá, e então retorna para casa todo saltitante para imprimi-las no computador da sala enquanto cantarola a música de abertura de Dragon Ball GT. Depois você se levanta para cola-las naquele seu mural de psicopata ou no altar da obsessão que fez para ele no seu quarto. E nem vamos comentar que depois você se senta na beirada da cama e fica suspirando para as fotos como uma adolescente apaixonada – o moreno preencheu as últimas palavras com tanto escárnio que me surpreendi por não ver o veneno escorrendo no canto de seus lábios.

Perdi incontáveis segundos olhando a expressão quase sarcástica de Jeongguk, completamente estupefato com sua explosão, meu queixo perdido em algum lugar aos meus pés. 

Não sabia quanto tempo o mais novo estivera me observando durante a semana ou mesmo o que o motivara a fazer tal coisa, mas preferi acreditar naquele instante que meu choque se devia a audácia daquele pirralho de ficar me vigiando, e não pelo retrato exato que ele pintara de minha rotina de stalker quase perfeito – quase, porque eu sequer sabia seu nome ou o que fazia da vida, mas seria demais eu o perseguir pelas ruas como um louco com uma câmera para saciar aquela curiosidade inexplicável que sentia com relação a aquele garoto frio como o gelo e tão sublimemente belo.

Mas ainda assim, eu não podia acreditar que estava um tanto obcecado por ele, a gente sequer se conhecia, e ter que explicar isso para o mais novo me deixava um pouco bravo por suas palavras me alfinetarem bem no pouco orgulho que ainda tinha.

– Aquilo não é um altar para o Suga e-

– Suga? – questionou Jeongguk com um arquear de sobrancelha, interrompendo minha acalorada defesa. 

Mordi o lábio inferior com hesitação, pois explicar aquele detalhe comprometia todo o meu discurso de autodefesa que prometia me salvar daquela acusação envolvendo algum interesse meu pelo Suga que não fosse miseramente artístico, e eu ainda não estava preparado para admitir sequer a mim mesmo que aquelas idas à Yeouido nada tinham a ver com um projeto de registro da transição das estações, como eu costumava declarar por aí. 

– É como eu o chamo – confessei em um tom baixo e um tanto constrangido. – Eu não sei o nome dele e me pareceu apropriado, já que ele é branco como açúcar – mordi o lábio inferior, hesitante, fingindo que aquele arquear de sobrancelha por parte do outro não me afetava, antes de retomar a animosidade para me justificar. – Como eu estava dizendo, aquilo não é um altar, eu uso aquele mural para organizar meu trabalho, o que inclui algumas fotos do Suga.

Jeongguk revirou os olhos para mim outra vez, antes de me lançar um olhar que beirava ao completo tédio. 

– Você está tentando convencer a mim ou a si mesmo? Porque se for a mim, não está fazendo um bom trabalho, Tae, afinal eu não sou idiota. Já contou quantos dias você deixou de seguir a sua rotina de se sentar aqui na varanda e observar o sol se pôr apenas para observar o Iceman com a cabeça nas nuvens? – questionou-me, utilizando aquele apelido pejorativo que dera à Suga com um tom de deboche, sua cabeça pendendo levemente para a esquerda com os olhos me desafiando a negar. – E vamos confessar que você evita qualquer compromisso, se puder, apenas para ver a noite chegar, mas não quando se trata do Iceman. Você só o faz agora por ser final de semana e aquele nanico não passar por lá, hoje.

O mais novo me fitava com intensidade, quase com uma expectativa de que eu elaborasse uma boa desculpa que negasse cada uma de suas palavras de forma convincente, que cuspisse infinitas justificativas que pudessem lhe mostrar como ele havia se enganado quanto a tudo e lhe apresentasse uma versão onde eu não houvesse mudado toda uma rotina – ou a parte crucial dela – por causa de um rapaz que eu sequer sabia seu nome; e eu realmente gostaria de ter achado algo muito bom para dizer a ele, naquela hora, mas eu apenas abria a boca para tentar refutar todas as suas acusações e logo a fechava, completamente perdido quanto a como me defender – não conseguia pronunciar qualquer coisa enquanto os olhos dele sustentavam os meus.

Jeongguk por fim bufou, desistindo de ouvir qualquer palavra minha, desviando seu olhar para além da sacada enquanto deslizava seus dedos entre seus fios escuros, bagunçando-os com sua irritação; e eu resolvi fechar a boca e me calar ao invés de apenas me envergonhar mais – e constatar que toda aquela inquisição por parte do mais novo nada tinha a ver com a intenção de me provocar, assim como amigos costumam fazer, me confundiu.

– Por que isso parece te incomodar, Kookie? – perguntei-lhe com o cenho franzido, tão cego com a nossa relação fraternal que tínhamos que não via os sinais óbvios. 

Jeongguk pareceu petrificar com minha pergunta, seus olhos se abrindo um pouco mais e os movimentos do seu corpo cessando por um segundo, parecendo tão surpreso com a pergunta que eu lhe fizera que deixara-me confuso quanto ao que havia de tão surpreendente nela. Observei atentamente enquanto o mais novo fazia uma careta desconfortável, como se eu tivesse alfinetado algum ponto fraco que lhe doera mais do que o normal, deixando-me ainda mais perdido quanto a tudo. 

Vi-o morder o lábio inferior com hesitação quanto ao que responder ou como proceder aquela situação em que se colocara, e então a sutil dificuldade com que ele engolira em seco, os ombros tensos, antes de começar a dizer:

– Porque você está entrando de cabeça nessa sua fascinação sem cabimento, Tae, e parece tão empolgado com ela que não percebe que deve tomar cuidado – explicou de forma séria, seus olhos ainda voltados para frente com uma atenção ilegítima –, que você pode se machucar. Como você sempre faz. E ao contrário do que parece pensar, Hoseok e eu não estamos aqui para te tirar de todas as suas roubadas que você se coloca ou te ajudar a se reconstruir sempre que você quebra a cara – Jeongguk se pôs de pé abruptamente, voltando seus olhos para mim, mas sem fitar-me nos olhos. – Ao menos se certifique de que ele vale todo esse esforço no lugar de apenas dar tanto crédito para sua intuição defeituosa. 

E então Jeongguk me deu as costas, saindo da varanda a passos largos, sem me dar a oportunidade de replicar, mesmo que eu não tivesse o que responder, e não apenas boquiaberto com sua atitude e tamanho rancor guardado, mas também confuso quanto a tudo. Confuso quanto a qualquer coisa que envolvesse Suga e esse recém-descoberto anseio por apenas observa-lo de longe como um espectador silencioso e distante. 

O que havia naquele garoto invernal que me era tão intrigante? 


Notas Finais


O nome disso é amor pra mais de metro, querido Taehyung 'u'
Essa dor de cotovelo do Kookie nem tava planejada para essa fic, mas parece que os personagens tem vida própria e vão para caminhos diferentes dos quais eu planejo :v
E não, não pode rolar 3Some ;)
Cês acham mesmo que o Yoongi tem cara de homem que aceita 3Some? Aquilo lá é mais possessivo que o Jungkook com os Toddynhos dele. Brinkeixu.
Pois é, Seokjin é irmão do Tae :3 - meu TaeJin bromance implícito, dá licença, monamur - e se vocês pensavam que não teria mistério, eu vou na cara de vocês com esse capítulo e vrááá! Porque tem coisa sim, monamur.
Eu sei que o capítulo pode ter caído um pouco de nível, eu não sou tão genial assim, galero, mas prometo que vou tentar erguer o nível outra vez e filosofar pra caralho no próximo xD
Obrigada por ler e até o mais breve possível ♡


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