História Aventuras em Sinnoh - Interativa - Capítulo 43


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Categorias Pokémon
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Amizade, Aventura, Comedia, Drama, Ficção, Heterossexualidade, Homossexualidade, Luta, Mistério, Personagens Originais, Pokémon, Romance, Yaoi
Visualizações 28
Palavras 3.314
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Me desculpem a demora, como sabem o meu computador estava ruim (tá sempre ruim) e não deu para escrever como havia dito no aviso.

Gostei muito de escrever esse capítulo e espero que aproveitei e gostem dos vencedores do campeonato em dupla e também do novo arco que começaremos :)

Capítulo 43 - Capítulo 43: Mundo Reverso


Fanfic / Fanfiction Aventuras em Sinnoh - Interativa - Capítulo 43 - Capítulo 43: Mundo Reverso

Sabe, é uma droga como a vida pode mudar simplesmente de uma hora para outra ou quando o universo te manda sinais e você não consegui perceber. Eu confesso que as vezes eu me arrependo de ter saído em uma jornada com minha melhor amiga, mas isso não tem nada a ver com ela ou com as maravilhosas pessoas com quem eu tive o prazer de conhecer, isso tem a ver com os problemas em que nós nos metemos desde que saímos de casa e encontramos aquele garoto lindo que me pediu em namoro, que eu gosto de chamar de Thales, mas isso não vem ao caso. Eu ainda fico pensando em como isso tudo aconteceu em apenas um dia, em um momento eu estava bem e em outro momento eu estou aqui, pra falar a verdade eu não faço a mínima ideia de onde “aqui’ é, esse lugar é estranho, é frio e vazio.

 

Cidade Hearthome – Casa do Toby

 

-Eu vou vencer – Dizia Fernanda.

-Tá de brincadeira garota? Eu e o Gary vencemos tudo como uma equipe perfeita e estamos sendo considerado os melhores – Disse Zef.

-Mas depois de hoje eu e o Erik vamos ser os melhores de toda a competição – Disse Fernanda – E vamos ganhar o troféu.

-Acho que essa tinta azul do eu cabelo chegou até seu cérebro, coitadinha – Falou Zef rindo da jovem.

-Cala a boca seu pateta – Gritou Fernanda – Vou fazer você e aquele garoto comerem poeira.

-Manda ver Articuno genérica – Falou Zef zombando do cabelo azul da jovem.

-Falou o cara de Magikarp – Disse Fernanda virando a cara.

-Granbull azul

-Eu vou acabar com você – Gritou Fernanda.

Os dois continuaram aquela briga durante um bom tempo enquanto Douglas e Thales assistiam aquele show de ofensas Pokémon, Douglas estava com uma cara nada amigável enquanto Thales morria de rir com aquilo tudo. Depois de mais de vinte minutos de xingamento os dois briguentos haviam saído da mesa de café da manhã e fora treinar com suas respectivas duplas deixando apenas Thales e Douglas sozinhos na cozinha.

Douglas agradeceu mentalmente por aquele dois terem ido embora enquanto massageava suas têmporas, desde a noite anterior quando voltou para casa sua cabeça começou a doer e seu pesadelos estavam ficando mais estranho ainda, porém, a figura negra e encapuzada sempre aparecia de alguma forma. Thales viu que o jovem não estava bem e começou a ficar preocupado.

-Quer um remédio para dor de cabeça? – Perguntou Thales gentilmente.

-Não, obrigado – Respondeu Douglas da forma mais meiga que podia.

-Ok – Disse Thales meio triste e se levantando da cadeira – Se precisar de alguma coisa é só me chamar.

Mesmo Douglas morrendo de dor de cabeça ele ainda não conseguia parar de pensar no que havia acontecido na manhã de ontem quando Thales o pediu em namoro e Douglas respondeu com um simples “não” e saiu para o estádio. O jovem rapidamente se levantou da cadeira e segurou o pulso de Thales levemente.

-Olha, sobre ontem... – Douglas tentou dizer.

-Não se preocupe, foi idiota da minha parte – Disse Thales meio envergonhado.

-Não! – Disse Douglas em um tom firme – Não foi idiota coisa nenhuma – Thales olhava para o jovem surpreso – Desde que te conheci senti algo bom vindo de você e acabei me apaixonando por esse seu jeito bondoso, meigo e divertido – Thales esboçou um leve sorriso enquanto Douglas ficava um pouco envergonhado – E ontem quando eu disse não era porque eu fiquei nervoso com o pedido.

-Então a resposta é sim? – Perguntou Thales com esperança nos olhos.

-Não – Falou Douglas de um jeito sem graça – Mas eu quero, só que agora não é um bom momento para que eu tenha um relacionamento com um dos meus rivais – Thales novamente sorriu achando graça já que nunca pensou nessa possibilidade – Então quando tudo acabar você me pergunta de novo e eu terei o prazer de aceitar – Disse Douglas sorrindo.

-Mas e se você mudar de ideia? – Perguntou Thales meio chateado com a possibilidade.

Douglas esboçou um sorriso e depois mordeu os lábios, se aproximou de Thales fazendo o rapaz ficar um pouco sem jeito, levantou um pouquinho os pés e deu um beijo nos lábios do maior. Thales fechou os olhos sem acreditar no que estava acontecendo, seu corpo se arrepiou e sua mente ficou em êxtase, o rapaz passou um dos braços em volta de Douglas e o outro segurou seu rosto, aquela era uma das melhores sensações que já tinha tido em sua vida.

Douglas se afastou ficando com o rosto um pouco vermelho e novamente mordeu seu lábio debaixo vendo a expressão surpresa de Thales. O jovem segurou a mão do maior e deu um sorriso tímido para o mesmo.

-Eu não vou mudar de ideia – Disse Douglas.

Os dois olharam para o lado onde dava caminho para sala e viram Leafeon, Glaceon, Ambipom, Roserade, Piplup, Ralts e Pachirisu olhando para ambos com um brilho de felicidade nos olhos enquanto o pequeno Togepi socava os pés de Thales com raiva.

-Acho que esse aqui ficou com ciúmes – Disse Thales achando graça do pequenino.

Douglas o pegou no colo e sorriu para o pequeno, que se aconchegou em seu peito e parecia querer tirar um cochilo.

Quando já havia passado de meio dia os dois correram para se arrumar e pegar um lugar bom para assistir a última batalha de duplas do campeonato. Fernanda, Erik, Zef e Gary haviam treinado bastante naquela manhã e qualquer um poderia vencer aquela batalha, Zef e Gary estavam sendo considerados os melhores do campeonato vencendo as outras duplas com um ótimo e incrível trabalho de equipe enquanto Fernanda e Erik estavam indo muito bem nas estratégias, duas ótimas duplas concorrendo a um ótimo prêmio.

Como sempre o estádio estava lotado com a plateia gritando o nome da dupla que queriam que vencesse. Mickael e Markus haviam ficado para assistirem a batalha, já Douglas estava no meio de uma possível encrenca enquanto na sua direita estava Thales sorrindo feito criança por ter recebido o beijo, a sua esquerda estava Marcelo encarando o jovem com um olhar sacana e provocador. A dor de cabeça de Douglas piorava cada vez mais na medida em que todos continuavam gritando, mas tudo havia diminuído quando as duas duplas estavam em campo liberando seus Pokémon.

Os quatro estavam com um sorriso confiante e satisfeito em seus rostos, claro que as duas duplas queriam muito vencer, mas apenas ter chegado até aquela posição já era uma honra para ambos. Os Pokémon já estavam em campo e assim como os treinadores seus rostos estavam com uma expressão de fome de batalha, seria Gligar e Marshtomp contra Shieldon e Croconaw

-Vamos começar logo com isso porque aquele prêmio será nosso – Disse Erik – Marshtomp, revolver d’água no Shieldon – O Pokémon deu um passo para frente, abriu a boca e cuspiu um forte fluxo de água em direção ao seu alvo.

-Croconaw, contra-ataque com seu revolver d’água – Disse Gary e logo o crocodilo azul de pôs na frente de sua dupla, abriu a boca e liberou também um forte fluxo de água.

Os ataques se encontram e ambos os Pokémon ficaram em um empurra-empurra fazendo uma pequena quantidade de água se espalharem pelo campo, mas como aquela batalha não era de quem tinha o revolver d’água mais forte Fernanda logo deu um comando para seu Pokémon.

-Gligar, ferrão venenoso – O escorpião deu um salto com o impulso de sua cauda e começou a planar, logo apontou suas duas garras para os adversários, abriu e em seguida começou a expelir vários espinhos rosto na direção dos dois.

-Nossa vez – Dizia Zef com um sorriso destemido no rosto – Defesa e ferro – O pequeno Pokémon armadura deu um salto fazendo sua testa ficar brilhando com um tom prateado e ficando na frente de Croconaw. O fluxo de água e os espinhos se colidiram com o escudo de Shieldon, mas parecia que o Pokémon estava aguentando firme.

-Croconaw, sequencia aquática no Gligar – Ordenou Gary e rapidamente Croconaw apontou sua cauda para o chão e a mesma começou a evocar uma espiral de água fazendo o Pokémon subir rapidamente e ficando frente a frente com Gligar. O crocodilo azul deu um sorriso convencido e logo abriu a boca expelindo novamente o fluxo de água em Gligar e o atingindo, Croconaw caiu aterrissou no chão logo em seguida em pé enquanto Gligar caia com tudo no chão.

-Eles já começaram com uma ótima sequência de taques – Disse Erik surpreso.

-Nós também temos uma – Disse Fernanda com um sorriso no rosto.

-Preparada? – Perguntou Erik.

-Vamos, Gligar asa de aço – Ordenou Fernanda com firmeza na voz e logo seu Pokémon estava em pé novamente. Gligar com sua cauda tomou impulso e voava em direção aos seus dois oponentes enquanto suas membranas começavam a brilhar em um tom metálico.

-Marshtomp, nevasca – Rapidamente o Pokémon peixe lama abriu a boca expelindo um forte vento gelado com algumas esferas de neve que começou a criar uma camada de gelo nas membranas de Gligar que ainda brilhava com uma cor metálica.

-Defesa de ferro de novo – O Pokémon de Zef novamente ficou na frente de Corconaw e fez sua testa ficar brilhando com uma cor metálica enquanto Gligar ia com tudo em sua direção, mas para a surpresa da dupla, o Pokémon escorpião fez uma curva para cima e Shieldon e Croconaw ficam olhando para o Pokémon.

-Agora! – Disse Erik, seu Pokémon rapidamente mandou mais uma vez um forte fluxo de água em direção a Shieldon, que já tinha anulado sua defesa de ferro. O Pokémon armadura foi atingido e empurrado para trás o fazendo cair com tudo em cima de Croconaw, mas não havia acabado, Gligar deu um mergulho no ar acertando Shieldon com sua membrana ainda emitindo a luz prateada e com a camada de gelo e voltou para seu lado do campo.

Apesar de Shiledon ter sido o alvo, Croconaw havia sentido o ataque já que o pequeno Pokémon armadura estava em cima de sua barriga após o revolver d’água e o ataque de Gligar o empurrou para baixo. Os dois ficaram de pé e o ambos estavam bem exaustos com a sequência de ataques, principalmente Shieldon que era fraco contra os ataques do tipo água.

-Shieldon, poder antigo – O corpo do Pokémon começou a brilhar e logo uma esfera com energia prateada em sua frente, o pequeno deu um pulo empurrando a esfera em direção aos seus adversários.

-Croconaw, de impulso com o revolver d’água – O crocodilo rapidamente abriu a boca mandando o flux de água fazendo a esfera ir com uma rápida velocidade.

-Marshtomp, proteção – Ordenou Erik rapidamente e logo seu Pokémon se pôs a frente, abriu os braços fazendo uma esfera verde crescer de seu corpo e ficar ao redor de si mesmo e de Gligar os protegendo. Quando os ataques de Croconaw e Shieldon colidiram com a esfera verde protetora uma forte explosão aconteceu no lado do campo de Erik e Fernanda, quando a fumaça começou a desaparecer os dois Pokémon estavam intactos e a esfera havia sumido.

Marshtomp e Gligar deram um sorriso para seus oponentes e o mesmo pareciam irritados pelos dois estarem bem. O público estava indo a loucura com tudo aquilo que estava acontecendo no palco naquele momento, Douglas colocava a mão na cabeça e sentia uma forte dor a cada segundo.

-Socorro – Uma voz soou na mente de Douglas.

O jovem se assustou e começou a procurar de onde estava vindo aquela voz, Douglas olhava para os lados espantado até que Marcelo e Thales perceberam a agitação do jovem.

-O que houve? – Perguntou Marcelo.

-Você está bem? – Perguntou Thales.

-Ouviram isso? – Perguntou Douglas procurando a voz.

-Me ajude, ele está atrás de mim – Novamente a voz havia se manifestado.

-Ouviram? Alguém acabou de pedir ajuda – Falou o jovem procurando novamente a voz.

-Douglas, eu não ouvi nada – Disse Thales alterado um pouco a voz graças ao barulho do público.

-Acho que deve ser coisa da sua cabeça – Disse Marcelo.

-Acho que sim – Disse Douglas se acalmando.

-Gligar, ferrão venenoso – Gligar estava no ar mirando suas garras abertas em direção aos adversários, as mesmas começaram a expelir espinhos roxos.

-Explosão de metal – O Pokémon de Zef se pôs na mira do ataque e o recebeu com firmeza.

-Revolver d’água – Disse Gary e rapidamente Croconaw mirou em Gligar, abriu a boca e cuspiu um forte fluxo de água que atingiu o escorpião roxo o fazendo novamente cair com tudo no chão.

-Marshtomp, revolver d’água no Shieldon – O Pokémon começou a correr se aproximando de Shieldon e abriu a boca cuspindo também um forte fluxo de água e atingindo seu adversário, que recebeu o ataque firmemente.

-Croconaw, mordida selvagem – O crocodilo azul salto por cima de Shieldon e correu com sua boca aberta e seus dentes afiados brilhando intensamente.

-Não deixe ele se aproximar, proteção – Disse Erik, seu Pokémon abriu os braços fazendo sua esfera verde aparecer novamente. Croconaw cravou seus poderosos dentes na esfera e começou a fazer força, a proteção de Marshtomp começou a rachar coma força que o crocodilo fazia, todos se surpreenderam quando a esfera verde de quebrou e Croconaw havia conseguido morder o braço de Marshtomp.

-Shieldon, pode mandar – Ordenou Zef, Croconaw deu um salto pra trás ficando atrás de Shieldon e o pequeno abriu a boca fazendo uma esfera branca de energia crescer. Gligar ainda estava no chão sentindo o revolver d’água enquanto Marshtomp segurava o braço que havia sido mordido, Shieldon deu um pequeno salto mandando a esfera carregada de energia que ao caminho começava a crescer.

Todo público ficou assustado quando a poderosa esfera acertou os Pokémon de Erik e Fernanda, uma forte explosão havia acontecido, alguns na arquibancada se mexiam tentando procurar os Pokémon atingidos para saberem se estavam bem ou se a batalha ainda poderia continuar. Zef torcia para que aquele ataque lhe garantiria a vitória, Shieldon já estava exausto de após aquele ataque. Quando a fumaça começou a desaparecer todos puderam ver Marshtomp e Gligar desmaiados, o público foi à loucura com os vencedores, gritaria, xingamentos e algumas vaias daqueles que torciam para Erik e Fernanda, mas eram nem dava para ouvir com a gritaria dos que torciam para qualquer um ganhar.

Fernanda e Erik retornaram seu Pokémon meio chateados, mas agradeceram os mesmo pela batalha que tiveram. Zef e Gary correram até seus Pokémon os abraçando enquanto acenavam para o público, minutos depois a cerimônia de premiação estava acontecendo. Uma pequena quantia em dinheiro e um troféu de ouro foi entregue para cada um enquanto vários confetes caiam do céu e o público novamente ficava animado.

Assim que para muitos era só alegria, para Douglas aquilo estava sendo a pior coisa do mundo, mas não pela vitória e sim pela gritaria. Sua cabeça doía mais ainda e o jovem não estava conseguindo aguentar.

-Socorro, me ajude – Dizia a voz em sua mente – Preciso de sua ajuda.

Douglas corria pra tentar sai daquele caos sonoro que estava acontecendo, sua cabeça parecia que estava prestas a explodir naquele momento, as veias de seu rosto começaram a aparecer, sua visão começou a ficar embasada e o garoto desmaiou logo em seguida.

-Ele está vindo atrás de mim – A voz gritava em um tom de puro medo.

A visão de Douglas começou a voltar ao normal e o jovem se viu dentro de um quarto branco com alguns fios plugados em seu corpo que levava até uma máquina, o jovem ficou aliviado quando viu que estava apenas em um hospital e Fernanda, Thales e Marcelo estavam dormindo dois em um pequeno sofá branco e o outro dormindo sentando em uma cadeira.

-Ele vai me matar – Dizia a voz novamente – Não posso deixar ele escapar, ele vai destruir tudo.

Douglas sentiu novamente uma forte dor em sua cabeça, os três que estava dormindo rapidamente acordaram assustados quando ouviram o jovem gemer de dor. Fernanda se aproximou de seu amigo e o tocou, a jovem sentiu o corpo de Douglas gelado e sua expressão era de pura dor.

-Douglas, o que está havendo? – Perguntou Fernanda preocupada.

-Eu não sei – Disse o jovem sentindo dor – Ele precisa de ajuda.

-Ele quem? – Perguntou Marcelo.

-Não sei, ele só precisa de ajuda – Falava Douglas com a mão na cabeça.

-Mas ele quem? – Novamente Marcelo perguntava.

-Eu não sei! – Gritou Douglas com um olhar sinistro.

Segundos depois uma gritaria começou a ser ouvida do lado de fora do quarto, os quatro se assustaram e Douglas sentiu um arrepio na espinha. Zef entrou com tudo pela porta do quarto e sua expressão não parecia anda bem, Fernanda, Marcelo e Thales correram para ver o que era e deixando Douglas sozinho no quarto, o jovem correu até suas roupas e as colocou rapidamente verificando se suas pokébolas estavam ali.

Chegando do lado de fora do hospital o jovem pode ver o caos que estava acontecendo, todos correndo apavorados como se fosse o fim do mundo e parecia realmente que era. Uma nuvem negra estava tomando conta do céu naquele exato momento enquanto soltava uma energia obscura.

-Que merda é aquilo? – Perguntou Markus.

-O fim do mundo!? – Disse Zef.

Douglas olhava para todos os lados vendo a cidade se esvaziar aos poucos quando avistou a figura encapuzada e negra, o jovem sentiu novamente a dor de cabeça quando o olho daquele ser se encontraram e pode ouvir mais uma vez o pedido de socorro. O jovem correu até o ser encapuzado deixando todos preocupados já que o mesmo estava indo perto demais para a nuvem negra.

Marcelo e Thales seguiram o jovem rapidamente, Douglas se aproximava cada vez mais e a cada passo ele reconhecia aquela figura que estava em seus sonhos e que agora estava deitada no chão implorando por ajuda.

-Darkrai? – Disse o jovem vendo o Pokémon.

A nuvem começou a sugar tudo que estava perto, os olhos de Darkrai se arregalaram quando percebeu que seu corpo estava no ar sendo sugado, Douglas agarrou o braço do Pokémon tentando ajuda-lo e sentiu seu corpo tento o mesmo destino. Marcelo rapidamente deu um salto segurando a perna do jovem e acabou sendo sugado juntos com Douglas e Darkrai.

Thales ficou apavorado quando viu o que estava acontecendo, Darkrai rapidamente jogou um tipo de pedra amarela brilhante para o rapaz e o mesmo pegou quando viu o pavor nos olhos do Pokémon. Os três foram sugados completamente e logo a nuvem negra havia desaparecido, Markus, Mickael, Fernanda, Gary e Zef se aproximaram de Thales sem acreditar no que havia acontecido.

 

Em algum lugar dentro da nuvem

 

É, acho que foi assim que vim parar aqui junto de Darkrai e Marcelo, mas eu ainda não sei que lugar é esse e porque Darkrai parecia estar com tanto medo e pedindo a minha ajuda.

Os três caíram em um tipo de plataforma onde tinha algumas árvores e pedras e começaram a observar o lugar, Darkrai parecia assustado e com medo, Douglas via o Pokémon tremer e seus olhos percorrerem com cuidado cada pedaço daquele lugar até que Marcelo e Douglas sentiram um frio em suas costas e logo ouviram um rugido. Quando se viraram puderam ver o porquê do medo que Darkrai estava sentindo, uma serpente de mais de seis metros com seis tentáculos negros fantasmagóricos em suas costas com espinhos vermelhos nas pontas, nas laterais de seu corpo havia três grades espinhos em cada lado, seu corpo possuía detalhes pretos e vermelhos, seu olhar era frio e medonho, assim como o local em que estavam, e parecia que estava à procura de sangue.

Douglas e Marcelo não estavam acreditando que aquela criatura medonha e temida por todos agora estava diante deles, a serpente flutuava na direção dos três lentamente sabendo que nenhum deles poderia escapar daquele local e os jovens mal podia ser mover graças ao medo que estavam sentindo, Douglas abriu a boca e sussurrou para si mesmo o nome da fera.

-Giratina!

 


Notas Finais


Então pessoal, espero que tenham gostado.

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