História Aventuras na cracolândia: Estreando Rogerinho drogadinho - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Got7, Monsta X, NCT U, Seventeen, SHINee, VIXX
Exibições 32
Palavras 816
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Então pra quem não entendeu o capítulo anterior:

O pai do Donato é o Rod(ney); A mãe dele é um ser desconhecido

Boa leitura!

Capítulo 6 - Nelson o carequinha caolho da van


Eu sou o Nelson, há cinco anos atrás, era um jovem cheio de sonhos e desejos, mas hoje em dia sou apenas o simples e velho Nelson careca... E caolho.

Perdi meu querido olho direito em uma briga de rua, o cara queria meu precioso, eu pareço ser passiva, mas na realidade eu sou ativo. Sou o único motorista dessa favela ninguém quer trabalhar aqui, pois é muito perigoso. Já causei vários acidentes por não ter os dois olhos e um deles acabou de acontecer enquanto eu brisava dentro do ônibus.

Desci de dentro da maquina mortífera e vi que tinha atropelado um garoto, não havia ninguém na rua, eu tinha duas opções: levar ele para um hospital... Ou... Não Nelson você n pode fazer isso – dizia a mim mesmo afastando pensamentos inapropriados- peguei o garoto no colo, coloquei o mesmo em um dos bancos daquela sucata e parti em busca de um hospital.

[Quebra de tempo]

Já estava ficando louco com a demora, o pessoal de plantão do ponto socorro já me conhecia então atenderam o rapaz rápido, mas não tinha noticias dele e isso me deixava preocupado, imagina esse menino morre. Eu terei mais problemas ainda.

Depois de quase um ano mofando na sala de espera – lá tinha três bancos mal conservados e uma mesa de centro com algumas rachaduras no vidro – uma enfermeira veio me ver e disse que o garoto passa bem, não ocorreu nada de mais, também fez perguntas do tipo “Você pode levar ele pra casa?” “Ele tem família?” apenas sorri e fiz cara de fofinho. Eu posso levar ele pra dentro do ônibus e tirar o atraso.

Clebs Pov.on

Eu não sabia o porquê aquela cara ter me estuprado, eu nunca fiz nada para ele e pelo que eu pude escutar Rod(Ney) mandou ele apenas me dar uma surra, e não abusar do meu pobre e delicioso corpinho.

- Clebinho, por favor, me conta quem fez isso contigo – Leo dizia com toda calma do mundo, mas nada saia da minha boca, apenas lágrimas e mais lágrimas, já era doloroso ser abusado e ter que falar disso era muito pior. Já se passou uma semana, mas eu ainda n consigo sair de casa nem de dentro do meu quarto, esse tempo todo Leo cuidava de mim como se eu fosse um bebê.

Clebs Pov.off

[Dentro do ônibus]

Lá estava eu, só conseguia ouvir alguns sons, mas os mesmo não eram nem um pouco agradáveis, senti algo pesado sobre meu corpo, mas não tinha força para movê-lo de cima de mim.

[Do outro lado da favela]

23h30min

Clebs Pov.on

Finalmente consegui sair de casa, Leo me ajudou muito sem Leôncio Clebs não é nada. Estava fazendo uma caminhada morro a cima, quando escuto alguém me gritar, olho para trás e vejo Donato, paraliso onde estou e o vejo subir correndo em minha direção.

- Olá Clebinho meu querido – Ele diz com um sorriso enorme e tenta me abraçar, mas dou um passo para trás o afastando, ele percebe imediatamente.

- O que foi Clebs? Não vai falar nada? – Percebo q o mesmo já esta ficando sem graça, mas volto a andar normalmente como se não tivesse o visto ali.

A peste é tão insistente que brota do meu lado e começa a me acompanhar. Paro bruscamente o fazendo ficar assustado.

- Qual o seu problema Donato? – Pergunto fazendo uma careta, se Rogerinho me vesse assim com certeza iria soltar algo tipo “Você já é feio naturalmente, para de fazer careta”.

- Eu quem deveria pergunta isso para você, há algum tempo atrás estávamos bem e hoje você me trata como um lixo.

Respiro fundo fechando os olhos volto a abri-los

- Meu problema e você, seu pai e essa favela... Se você não esta entendo nada pergunte para seu papaizinho. Agora me esquece – Digo tudo bem devagar para que ele entenda de uma vez por todas.

Clebs Pov.off

[No dia seguinte]

Rogerinho Pov.on

Ontem deu aloka no Leôncio e aquele infeliz me fez andar o morro todo. Ai você se pergunta, por quê? Porque aquele miserável estava preocupando com o demônio do Clebs, e me fez levantar as 06:00 FUCK horas da manhã, eu posso com isso?

Desço a ladeira da Rua 69 e dou de cara com o maconheiro lerdo do Clebs, me deu uma dó dele, o pobrezinho estava sentando no chão com as costas apoiada em um muro escutando Pablo

Estou indo embora

A mala já esta lá fora

Vou te deixar

Ele cantava e chorava, enquanto bebia uma garrafa de 51 pela metade e tragava um baeck... Pera aquele baeck... Puta que me pariu aquele baeck era meu. Como eu sei disso? Ele estava com a caixinha onde eu guardo minhas dorgas.

A Clebs filho da puta você me paga. A dó que eu sentia se foi e eu só queria voar no pescoço daquele ser imundo.


Notas Finais


Um bejo e 1xerô no cangote

Cuidado ao sair na rua, vai que um Nelson da vida aparece?


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