História Aventuras na Faculdade - Capítulo 74


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Categorias Diabolik Lovers, Fairy Tail
Personagens Ayato Sakamaki, Cana Alberona, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Hibiki Lates, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Mavis Vermilion, Natsu Dragneel, Reiji Sakamaki, Rogue Cheney, Shu Sakamaki, Sting Eucliffe, Subaru Sakamaki, Yui Komori, Yukino Aguria, Zeref
Exibições 29
Palavras 1.626
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Festa, Harem, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 74 - Até onde voce é capaz de ir?


Autora POV on- Sugestão de música para acompanhar a leitura Link Unico nos comentários finais

Enquanto Ivie tentava dar conta de todos os que tentavam se aproximar da máquina, enquanto Zeref mexia no aparelho, Yui soltava seu irmão e Mavis cuidava do mesmo. Enquanto Igneel e Silver enfrentavam Cornélio. Enquanto tudo isso acontecia, uma luta muito importante ocorria em paralelo a tudo isso.

Ayato- Laito..

Laito não tirava os olhos do Tio que após tanto tempo reencontrava, em uma situação nada agradável. Após afastar Reiji e deixar bem claro que o enfrentamento se daria entre ele e o tio, Ayato ficou ao seu lado e olhando para o Tio e os amigos reféns acorrentados atrás dele, disse

Ayato- Sabe o que tem que fazer.. 

Laito- Com certeza. 

Ayato desviou o olhar e andou até onde Natsu e os outros estavam. Antes de chegar até os amigos, ele se virou uma ultima vez e direcionou um olhar para Laito. O mesmo assentiu com a cabeça, Ayato ainda sério voltou-se para os amigos. 

Laito pensamento- Ayato acabou de me dar permissão para fazer o que eu quiser com o Ritcher. Então não posso decepcioná-lo, não é mesmo? 

Ritcher- Laito, Laito.. Voce sabe que eu vou dar a surra que voce conhece bem.. - sorriu arregaçando as mangas

Laito- Ritcher.. Que pena.. 

Ritcher- Pena? - parou de arregaçar as mangas e olhou friamente para Laito 

Laito- Voce parou no tempo. 

Ritcher- Com..

Laito caminhou calmamente em direção ao tio, que olhou direto nos olhos verdes do mesmo. Algo frio preenchia aqueles olhos que pareciam sorrir sadicamente. O sobrinho estava agora a centimetros do tio, que continuava olhando surpreso para as feições do rapaz, que mudaram completamente. 

Laito- Voce não faz ideia do que eu me tornei com o tempo.. - sorriu de modo estranho

Ritcher- Um louco com certeza. Esse sorriso não é muito diferente daquele sorriso que a sua mãe dava para os inimigos dela.. filho de peixinho.. Peixinho é..  Mas voce nunca vai ser melhor que eu. - gargalhou 

Ele viu que Laito ainda permanecia com o sorriso bizarro no rosto. Ele começou a ficar incomodado com aquilo, era estranho demais. Resolveu então desferir um soco no rosto do sobrinho, como fez diversas vezes no passado, chegando a deslocar a mandíbula do Laito com frequencia. O soco atingiu em cheio o rosto do rapaz, porém para a surpresa do Tio, ele não desfez o sorriso do rosto, muito menos ficou assustado. Laito surpreendentemente rápido, pegou o punho que o agredira e torceu-o para trás. Ouviu-se um "CRACK". Ritcher fez menção de que ia gritar de dor, porém Laito novamente foi mais rapido e  lançou sua mão no pescoço do tio. Seu golpe foi certeiro e rápido, sem muitos esforços. O suficiente para ferir a traqueia dele, mas não quebrá-la. 

Ritcher cambaleou para frente e ficou arqueado tossindo, Laito aproveitou para pegar os cabelos do tio e puxá-lo para trás. 

Laito- Eu esperava mais em uma luta com voce.. 

Laito rapidamente desferiu um chute com o joelho nas costas do tio que estavam arqueadas para trás. Puxando seu cabelo e dando o chute, Ritcher caiu de costas. Laito colocou as mãos no bolso e disse

Laito-Vamos, levante. Eu quero ver até onde voce consegue ir. 

Ritcher- Que ridiculo. E só isso que voce tem?? - disse levantando-se em um movimento só, como se não tivesse sofrido dano nenhum

Laito-... - olhou impressionado

Ritcher- Minha vez... - disse pegando Laito pelo colarinho e lançando ele contra a parede, o que provocou um estrondo. Chamando a atenção do pessoal que finalmente conseguiu soltar o pessoal das algemas, após nocautear vários soldados juntos e assim acharem as chaves certas. 

Shu- Laito!

Laito- Não interfiram!! - berrou 

Ayato- Temos que tirar eles daqui! Não se preocupe com Laito agora! - disse alto 

Ritcher- Seus irmãos sempre metendo o bedelho onde não são chamados, não é?! - sorriu 

Ele então pegou os cabelos de Laito e bateu repetidas vezes a cabeça do sobrinho na parede, a qual aos poucos ficou manchada de vermelho. Laito estava tonto. Ritcher o soltou e ele caiu de joelhos. O tio aproveitou a deixa para chutar sua barriga. Laito foi arremessado contra a parede de novo. 

Ritcher sorriu e foi até ele, desferindo diversos chutes no rapaz que agora tentava pará-los, mas era inutil. Resolveu então se encolher e proteger-se dos chutes pesados que recebia. Ritcher cansou da brincadeira e pegou o pescoço do sobrinho, apertando-o forte e levantando-o, ao fazer isso, começou uma série de socos que vez eram na barriga, vez eram no rosto. 

Ritcher- Existe um abismo entre nós Laito. E eu vou mostrar qual é, agora- sussurrou em seu ouvido

Quando Laito estava machucado o suficiente, Ritcher o soltou. Laito caiu no chão de lado. Seu rosto estava totalmente inchado, seu olho esquerdo estava roxo e fechado além do sangue que escorria por  toda sua pele. 

Ritcher- Voce me perguntou até onde eu posso ir, caro sobrinho Aqui está. E eu só estou me aquecendo.. Agora eu é que te pergunto, até onde voce vai? Acho que não muito longe não é? - disse limpando suas mãos vermelhas de sangue em sua blusa

Silencio

Laito- HAHAHAHAHAHAH- riu cuspindo sangue no chão- até onde EU sou capaz de ir? 

Ritcher- Meu Deus. Que Patético- disse com deboche olhando o sobrinho tentar se levantar

Laito- Na verdade esse é o abismo do qual você se referiu antes. - Laito levantou-se com esforço e com uma mão no joelho e ainda olhando para o chão, apontou com a outra mão para o lado

Ritcher- Está querendo mesmo que eu olhe para o lado? Que truque barato! 

Laito- Na verdade eu estou mostrando pra você até onde eu posso ir.. - endireitou-se melhor e encarou o tio  com os olhos vibrantes e com um sorriso confiante - por ela..- apontou novamente para o lado- eu vou até o inferno que seja, até a a porra de realidade que for. Porque foi com ela que eu aprendi que você só é limitado se você quiser. Com aquela mulher ali, limite não existe. Então pra que me limitar dizendo até onde eu vou? Se eu posso ir pra QUALQUER FIM DE MUNDO AO LADO DELA? 

Ritcher olhou para o lado curioso e viu uma mulher de cabelos castanhos chocolate, de pele branca e lábios rosas, que atacava com maestria seus oponentes. Ela de relance, no meio de suas lutas com os guardas e soldados de Cornélio, olhou para onde ele estava. Ele sentiu um frio percorrer-lhe a espinha. Ela.. E Laito.. Tem nesse instante.. O mesmo olhar.. E o mesmo sorriso.  

Laito- Ela é perfeita não? E voce, tem a quem pra te acompanhar até a esquina? - disse perto do Tio, soltando uma risada um tanto bizarra

Ritcher- Como chegou aq..- Laito não permite que ele termine, chutando-o com todas as suas forças. Ele foi arremessado longe, caindo em cima de outro soldado. Eles se atrapalharam todos. - SAIA DAQUI VERME MALDITO! 

Laito- Nervoso Tio? 

Ritcher levatou os olhos e viu Laito segurando um bastão de metal, com o qual brincava. 

Ritcher- Acha que eu tenho medo de voce com esse bastãozinho? HAHAHA - Ritcher pegou a arma do soldado com o qual fora grosso e apontou para Laito. 

Ritcher- Quero ver voce ir com a sua garota até a esquina, sem cabeça.. - sorriu e apontou a arma 

Laito- Por favor, atire. - sorriu do seu jeito sádico novamente 

Ritcher apertou o gatilho. 

Laito- Eu adoraria saber como voce quer me matar sem nenhuma munição aí.. 

Ritcher olha com raiva para a arma e tenta levantar. Porém de repente sente uma dor aguda, aguda o suficiente para urrar de dor. 

Laito- O que foi? - perguntou sorrindo- Ah. Isso dói? - balançou o bastão

Ritcher novamente urra de dor. Lágrimas escorrem e suas feições assumem a forma de horror, dor e medo. Seus olhos vermelhos e aterrorizados se encontram com os olhos de Laito. Em sua perna direita, o bastão de metal que antes estava na mão de Laito, estava fincado em sua carne. Sangue jorrava. O bastão havia atravessado sua perna tamanha a força com a qual fora lançada. 

Laito dá as costas para ele e diz

Laito- Esta desesperado? 

Ritcger só consegue urrar de dor e berrar xingamentos entre lágrimas de pura dor. 

Laito- Isso foi o que a Felicitá passou... - disse de costas para o tio - eu sinceramente espero nunca mais te encontrar. Por que caso isso acontecer, eu vou fazer voce sofrer de uma forma muito pior que essa. 

Laito lançou um ultimo olhar para o tio. Um olhar frio. Muito diferente daquele que havia dirigido a Ritcher no começo da luta. Havia frieza e horror em seus olhos brilhantes. Ritcher nunca sentira tanto medo em sua vida. E devido a esse susto e a grande perda de sangue, acabou por desmaiar. 

Laito- Só não te matei, por que a morena não ia ficar muito feliz. Sorte sua que ela estava aqui.... Ou não, não é mesmo? - sorriu novamente de modo bizarro 

Quando voltou ao local do galpão onde o resto estava lutando, encontrou todos parados e Ivie estática olhando para ninguém menos, que Cornélio. Ele ouviu todo o discurso do comandante, do quanto ele queria machucar Ivie. Aquilo o assustou e o enlouqueceu. E ainda teve a coragem de atirar em Zeref que se colocou na frente dela, acertando-a no final. Porém não teve tempo para agir. Alice foi mais rápida e certeira. 

A vontade que Laito tinha era de tirar a pele queimada de Cornélio lentamente, torturando-o o tempo que fosse até ele não resistir mais. Entretanto, algo o deteve. Algo que ele não esperava que fosse pará-lo.

 

 

 

 

Continua.. 


Notas Finais




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