História Awake! - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasuke Uchiha, Shisui Uchiha, Tsunade Senju
Tags Itasasu, Sasusaku
Exibições 111
Palavras 647
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!
Nova fic para vocês, Nekos, espero que gostem ♥

Capítulo 1 - Prólogo


Um peso esmagador parecia comprimir suas costelas deixando-o sem ar, e o coração espancando-as violentamente doíam quase tanto quanto o resto.

Parecia que as coisas nunca ficariam à seu favor – à favor deles. E a angústia só piorava ao saber que estiveram tão perto, que poderiam ainda estar juntos, mas não estavam.

E era tudo responsabilidade sua, por sua causa tudo pelo que passaram internamente, todos os conflitos haviam sido em vão. Todos os dilemas por nada. A convicção que possuíam de que dali em diante nada mais poderia impedi-los… Jogadas no lixo. Espalhadas ao vento e impossíveis de serem outra vez reunidas.

E a culpa era sua.

O deslize fora seu.

O erro, pertencia a ele para que o carregasse pelo resto de seus dias.

Drama? Talvez. Houvesse quem chamasse os Uchiha de dramáticos – e talvez estivesse mesmo exagerando, mas não podia evitar mesmo quando sabia que uma parte sua devia estar feliz.

Mas como? Como cultivar alguma alegria quando a pessoa que amava não estava ali? Como estar com um verdadeiro sorriso no rosto quando ele não se dispusera nem mesmo a comparecer para lhe dar algum apoio?

E não era como se não entendesse seu amado – muito pelo contrário; jamais pediria ao outro que se fizesse presente quando estava à um passo de unir-se perante a lei e ao “deus” no qual todos pareciam acreditar apesar das controvérsias, com outra pessoa.

Era o dia de seu casamento. E ao contrário do que muitos ali provavelmente estariam pensando, não era um dia feliz. Não para ele.

Casar-se nunca fora uma prioridade, e não escondia isso de ninguém, caso lhe perguntassem. Mas lhe machucava saber que, o que fatídicamente ocorreria aquele dia com uma pessoa que não amava de fato, jamais poderia acontecer com quem verdadeiramente possuía seu coração, seus pensamentos, corpo e alma, cada parte sua. Que era impossível acontecer.

A sociedade era engraçada de uma maneira sombria; como podiam aceitar casamentos arranjados, sem sentimento e em algumas culturas em condições absurdas, mas não podiam aceitar quando duas pessoas que se amavam resolviam se unir?

O casamento em seu cerne não era isso? A união sagrada entre duas pessoas que se amam?

Recentemente, descobrira que não. E mesmo que lhe incomodasse, não conseguia se livrar da sensação de que talvez fosse melhor assim – não mais fácil, ou agradável –, porém, mais certo. E a culpa parecia esmurra-lo no instante seguinte ao pensamento. Não era só ele quem estava pagando por aquele erro. Mas o que aconteceria se descobrissem o pecado dos dois?

Suas vidas se tornariam um inferno muito pior do que parecia naquele momento.

Naquele momento lastimável em que Uchiha Sasuke aceitava após recitar polidamente seus votos, casar-se com Haruno Sakura – sua ex-namorada que depois de dois meses entrara em contato afirmando estar grávida. Talvez, a decisão de Sasuke houvesse sido precipitada e impensada – sabia muito bem que muitas crianças cresciam com os pais separados, e que não era de fato necessário estar com Sakura de todas as maneiras possíveis. Ele não queria estar – principalmente após aqueles dois meses em que provara a mais completa felicidade, junto à Itachi.  Mas também não queria ser um pai ausente. Ou não ser um bom pai. Por experiência própria, sabia o quanto a falta daquele tipo específico de afeto podia ferir, e não queria isso para seu filho. Não queria ser o que Fugaku fora para ele, e para o irmão.

Itachi é claro, compreendera e não o culpara.

Como, questionava-se, alguém poderia ser tão bom, tão gentil e generoso à ponto de abrir mão da própria felicidade por outra pessoa?

Seu coração parecia encolher dentro do peito com o pensamento – quanta dor estaria causando ao mais velho com aquilo?

Enquanto fitava o rosto emocionado de Sakura, o Uchiha não conseguia tirar de sua mente as especulações de onde estaria seu irmão?

Onde estaria seu único, verdadeiro e insubstituível amor?



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