História Away City - Interativa - Capítulo 19


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, Monstro Vs Humano, Monstros
Exibições 18
Palavras 846
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Capitulo mais longo que o normal, já que tem personagem novo na area!

Capítulo 19 - Novo aliado?


Fanfic / Fanfiction Away City - Interativa - Capítulo 19 - Novo aliado?

 

P.OV Larissa

A fada tinha um cabelo marrom avermelhado e enrolado, e usava uma tiara de cristais. Ela vestia um longo vestido na cor de vermelho vinho, com um cinto dourado na cintura. Seus sapatos também eram vermelhos. Seu rosto era redondo e estava levemente maquiada.

— Bom, essa é minha casa. — disse — Gostaram da decoração?

— É legal... — eu disse, olhando ao redor — Mas vamos falar logo: como podemos deter aquela louca?

— Quem? — ela respondeu confusa.

— Não sabemos o nome dela. É uma mulher de pele pálida e meio verde. — Mina disse — Olhos na cor de rosa claro, cabelos pretos e...

— Sim, eu sei quem é! — a fada interrompeu — A Amanda!

— Você realmente conhece ela? — Kyu perguntou surpreso.

— Claro! Ela... ela é louca!

— Isso nós já percebemos. — Rebecca respondeu — E sabemos que ela é bem louca.

— Você sabe algo sobre ela? — Nayeli perguntou, ela estava na esperança de ter informações sobre a estranha "protetora" do próximo item — Por favor, por favor, diz que sim!

— Claro que sei!

— Conte! — todos nós dissemos ao mesmo tempo.

— Bem... Ela era uma garota alegre que vivia em um bosque com a família. Após um incêndio na casa em que eles moravam, seus pais morreram. Ela, então, começou a se isolar do mundo. Deixou de comer e beber. Depois, passou a viver na floresta. É muito provável que ela pegou aquela doença mágica... Qual era mesmo? Bem, eu não lembro o nome, mas... Essa doença faz com que a pessoa tenha uma personalidade revoltada e ameaçadora. É algo muito perigoso. A doença começou forte, e depois começou a dar o minimo de espaço para a verdadeira personalidade de garota.

— Ah tá, xa eu ver se eu entendi. — Julie disse — A doença era tipo o sinal da Vivo: começou forte, foi piorando, abaixando, perdendo a força toda e ficando mais fraco ainda.

— Sim, por isso ela tem esse dupla personalidade esquisita. Ela tenta pedir ajuda, mas não dá tempo de saber o que quer, já que a doença ainda atrapalha muito.

— Ahh tá... — Nayeli disse — Mas péra, se você sabia... Por quê não tentou ajudar?

— Eu tentei, mas não consegui desvendar a maneira de curá—la... Mas eu acho que vocês vão conseguir.

— Eles não vão conseguir nada... — alguém disse — Tontos.

— Cale a boca! — a fada gritou furiosa.

— Que tá aí? — eu perguntei.

— O Meliodas, ele... — a fada me respondeu.

— Eu sou um garoto que fica preso aqui nessa casa com uma velha rabugenta que acha que é uma fada de 20 anos. — a voz respondeu, e eu pude ver um garoto loiro preso em uma gaiola que provavelmente era mágica — É isso que tá acontecendo.

— Você não merece estar nessa gaiola, você merece estar morto. — ela disse — Mas uma fada não pode matar ninguém, e eu não quero perder minhas asas.

— Ainda não entendi o que aconteceu. — Nayeli falou rapidamente — Por quê o tal Meliodas tá aqui?

— Bem, ele... — a fada respondeu triste — ...ele, olha, eu não quero fal...

— Eu matei a irritante filha dessa velha aí.

— Nossa, me desculpa, eu não sabia, senhora... — Nayeli se desculpou — E você, como consegue falar assim, numa boa? — ela olhou para o Meliodas.

— Eu vivo pra matar, linda.

— Aff, um adolescente da nossa idade todo metido a Jeff The Killer. — Kyu disse, revirando os olhos e colocando a mão na testa — Ninguém merece.

— É, ninguém merece. — disse.

— Fada, qual é o seu nome? — Mina perguntou tentando mudar de assunto.

— É Vermelha. Fada Vermelha.

— Apelido legal. — Rebecca elogiou sorrindo.

— Não, não é apelido, é meu nome mesmo. Bom, voltando ao assunto... A única coisa que eu sei sobre a cura da Amanda é que tem que ser feita com a força de sete pessoas.

— Como assim? Que força? — Kyu perguntou.

— Não sei, é o que o meu Livro Mágico diz.

— Nós somos seis, e... — Julie perguntou — Ai, droga.

— O único jeito vai ser... — Kyu respondeu.

— Não, não e não! — Meliodas gritou furioso — Eu não vou com vocês!

— Fada, você permite que ele vá com a gente nessa missão? — Rebecca perguntou.

— Com a permissão dessa velha ou não, eu não quero ir e não vou.

— Ah, mas vai sim! Eu não te aguento mais! Vai embora da minha casa, já não basta tudo o que você fez? Sai da minha casa!

— É, vamo logo, pirralho. — Julie disse.

— "Pirralho"?! Eu tenho 14 anos, garota! Quem você pensa que é?

Enquanto isso acontecia, Vermelha foi correndo rapidamente até uma prateleira, pegou uma poção que estava engarrafada e abriu-a. Voltou até onde estava Meliodas e o fez consumir todo aquele liquido estranho. Ele deve ter sentido uma sensação inconveniente, e disse:

— O quê que cê fez?!

— Bom, você pode ser poderoso, muito poderoso, mas... Não subestime nunca, nunca mesmo, nunquinha, never, never, never...

— Já entendemos, "Não subestime o poder das fadas", okay. — Rebecca interrompeu.

— Bom! Muito bom! Já que você já bebeu a poção, faça o que eu mandar. Agora, seja um bom garoto e acompanhe seus coleguinhas nessa missão! — disse ironicamente.

A única coisa que Meliodas fez foi vir até nossa direção. Nós não conseguimos deixar de rir disso.


Notas Finais


Então Bruxinhos (vou chamar vcs leitores assim, se não se importarem), no(s) próximo(s) cap(s) eu conto a história do Meliodas com a Vermelha.

Não me perguntem de onde eu tirei esse nome pra uma fada, nem eu sei direito.


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