História Awe VKook - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Exibições 22
Palavras 1.846
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ghegayyyyyyyyy.....
Mais um, só pra vcs..
Obrigada por favoritarem❤

Capítulo 3 - Cap03


Fanfic / Fanfiction Awe VKook - Capítulo 3 - Cap03

 

P.O.V TAEHYUNG

  Saí correndo de casa, sem dizer tchau para Yoongi, não gosto de me atrasar para ir para a escola, não gosto de atrasos, fui andando - vantagens de morar "perto" da escola.

  Chego cedo, como sempre. Entro e vou direto para a minha sala, entro de cabeça baixa, por causa de alguns alunos que já se encontravam ali.

  Não gosto deles, eles são maus pra mim, sempre ficam me zuando, com nomes sujos e apelidos desconfortáveis, tento não ligar, mas eles sabem como me atingirem.

  Sento perto da janela, como sempre, adoro a natureza, ela é tranquila e traz paz, pelo menos pra mim. Mas a minha paz não dura muito, quando uns garotos começam a me chamar:
- ​Hei orelhudo. - Escuto risadas.
 Eles me apelidaram de orelhudo dês de quando cortei o meu cabelo - isso foi no ano passado.
Suspiro. Comecei o dia muito bem.

- Você é um inútil mesmo. - e mais risadas.
  Abaixo a minha cabeça, para fingir que não ligava, mas era em vão, eu sempre me machucava com seus insultos.
  Meu padrasto sempre me chamava de inútil, imprestável, um fardo, e depois ele me batia e batia na minha mãe.
Ah a minha mãe.
Ela era tudo o que eu tinha.
Meu padrasto, era um bruto, ele batia sempre na minha mãe, principalmente quando estava bêbado.
Ele tirou tudo de mim.

Até a minha mãe...

[flashback ~ 2011]

Acordo com um estrondo da porta do meu quarto abrindo violentamente.

Ele está gritando. Esta com raiva.
- Acorde porra! Arrumas as suas coisas, vamos embora daqui agora!

Fico paralisado. Ir embora?
Ele, ao me ver ainda sentado na cama velha do meu quarto, se aproxima de mim e agarra o meu cabelo, puxando-os violentamente para cima.

- Eu disse para arrumar as suas coisas, garoto inútil!
E me joga no chão.
Minha mãe aparece no quarto perguntando o que esta acontecendo, mas ele a recebe com um tapa no rosto.
- Eu já disse para arrumar as suas coisa vadia!
Grita.

  Minha mãe, que estava com a mão no rosto onde aquele monstro a bateu, estava se segurando para não chorar, não na minha frente, ela nunca fazia isso.

  Tenho medo que ele bata nela de novo e corro para ficar ao seu lado. Mas sou brutalmente jogado no pé da cama, batendo as minhas costa na madeira da mesma.

- EU JÁ DISSE PARA ARRUMAR AS SUAS...
Escutamos umas batidas na porta da sala.
Vejo-o ficar nervoso.
O que está acontecendo?
Ele chega perto de mim e aponta uma arma, que nem percebe que estava segurando, no meio da minha testa.
- Ninguém grita, se não você - ele olha para minha mãe. - Ele morre.
  Ficamos em silêncio. Até escutar outra batida.
- Abram a porta, é a policia.
Começo a suar frio. O que a polícia esta fazendo aqui?

Continuamos em silêncio, até que não escutamos mais nada.
- Vamos embora daqui agora!
- Para aonde vamos? - Minha mãe continua sentada no chão, de olhos vermelhos, usando o seu pijama de todas as noites.
- Não faça pergunta sua vadia estupida! - ele aponta a arma para ela.- Faça o que eu mandar, se não eu mato você e esse seu filho imprestável.

  Vejo desepero no seu olhar, ele está fugindo de alguma coisa e levando nós junto.

  Eu estava surdo de tão assustando que estava, que nem percebe quando a polícia tinha aparecido na porta do meu quarto.
  Saí dos meus pensamentos, quando ele pegou a minha mãe pelos cabelos, fazendo-a de refém.
 Eu fico tão desesperado em ver a minha mãe com aquele monstro, que não consigo pensar em mais nada.

- Mãe. - Grito o seu nome, ela esta na mira de uma arma. Tento fazê-lo solta-la, agarrando-lhe nas suas pernas, mas sou surpreendido com um chute forte no meu estômago que acaba tirando o meu fôlego.
- Solte-a agora! - escuto um dos policiais dizer, eu imagino.
  Não consigo ver nada, estou de olhos fechados de tanta dor que eu estou sentido.
- Vocês nunca vão me pegar.
Só consigo pensar na minha mãe. Ela não merecia passar por isso.
- Deixa ela ir mais o garoto.
- Nunca!
- Você não tem para onde fugir.
  Minha cabeça ta doendo, sinto falta de ar e de repente escuto dois tiros e mais nada.

~
  Acordo no dia seguinte, a minha barriga estava enfaixa, respiro um pouco com dificuldade e as minhas costas doem ao fazer esse trabalho.
  Sinto uma leve dor de cabeça e de repente, eu começo a lembrar.
- Mãe? - chamo com dificuldades, mas nenhum sinal dela. - Mãe! - Chamo mais alto, sem sucesso, então decido levantar mas sou surpreendido com uma dor dilacerante vindo do meu estômago - lembro-me dele me chutando.

- Ah você acordou - um homem aparece no quarto.
Não me lembro de conhece-lo, ele também não trabalha aqui, aparenta ser muito novo.
- Cadê a minha mãe? - pergunto sem rodeio. Vejo-o ficar tenso por causa da pergunta, ele fica branco, e desvia o seu olhar dos meus.
Engulo em seco e refaço a minha pergunta.
- Cadê. A. Minha. Mãe?
Fico ofegante, meu coração pulsa tanto que acho que vai sair do meu peito a qualquer momento.
- Você ficou desacordado três dias seguidos - ele desvia do assunto. - você esta se sentindo bem?
- CADÊ A MINHA MÃE!
Grito.

Me sinto desorientado. Começo a chorar, tento me levantar mas sinto tanta dor no estômago que acabo desistindo.
- Calma, calma Taehyung. Você ainda esta muito machucado.
Ele senta em cima da cama ao meu lado, colocando a mão no meu peito.
Desisto.
- Cadê a minha mãe? - Suplico com os olhos.
Vejo-o suspirar.
- Pelo visto você não se lembra. - Murmura.

Do que eu não me lembro?
Do que ele esta falando???

- Por favor.
Suplico mais uma vez. Estou desesperado, não sei aonde a minha mãe esta, não sei se ela esta bem, talvez ela esteja preocupada comigo, eu fiquei desacordado por 3 dias. Tanto tempo.
- Ela... - pausa. - Ela não resistiu. Sinto muito.
Não acredito, como assim ela? Pra onde ela se foi? Ele levou ela, pra longe  de mim!
- Ele levou ela? Pra onde ele levou a minha mãe, me diz por favor.
Começo a chorar, mesmo sentindo dor, praticamente no corpo todo.
- Não Taehyung, você não entendeu - ele suspira. - Ela morreu.
Como assim ela morreu, ele matou a minha mãe?
Tento me lembrar...

~
Minha mãe estava sendo refém daquele filho da puta, depois não consegue ver mais nada, estava de olhos fechados por causa da dor extrema que sentia no estômago.
Escuto tiros!
Dois, apenas, dois tiros.

- Ele matou a minha mãe...
Suspiro.
- ... E se matou - murmura.

[Flashback off]

(...)

  Passaram-se 3 anos, e nesse período aconteceram muitas coisas.
  O cara branco que me deu a pior notícia do mundo naquele dia, era um primo distante, que eu nunca soube de sua existência - que eu me lembre.
  Ele soube que eu estava nos EUA com a minha mãe, por uma tia minha, e por ironia do destino, ele tinha ido me conhecer .
  Ele acabou presenciando a desgraça na minha vida.
  Ele hoje é tudo o que tenho. Moro com ele a três anos em Busan, no começo foi difícil - na época, ele era um completo estranho pra mim, mas isso foi só por um tempo.
  Ele me passou confiança, que era o que mais precisava naquele momento.

(...)

Bom dia turma.
Escuto o professor dizer. Levanto a cabeça e tento, sem muito sucesso, prestar atenção na sua aula.

~

A hora do intervalo chega, e como sempre, vou para o gramado sentar debaixo da árvore primavera - meu lugar preferido dês de quando eu comecei a estudar nesse colégio.
Deito no pé dela, depois de comer, e começo a olhar para o céu, ele está muito azul e sem nuvens, estranho.

~

De volta a sala, me deparo com uma coisa...nova?
Tem um desconhecido sentado a atrás de mim!
Um novato?
Obvio que é um novato. Fico surpreso, faz tempo que não entra um novato aqui. Mas acabo ficando tão surpreso que fico paralisado na entrada da sala. Ele era diferente. Bonito talvez.
Alguns - bom, a maioria pra falar a verdade - dos alunos, começaram a me empurrar.
- Sai da frente orelhudo! - diz um dos garotos. - Seu idiota.
Eu, pela sorte que tenho, acabo tropeçando nos meus próprios pés e vou de encontro ao chão.

"Ai" murmuro, e quando vou me levantar, acabo batendo a cabeça na ponta de uma das mesas dos alunos. Passo a mão no lugar, que com certeza, vai ter um galo crescendo ali.
Escuto os meninos rirem. Quando me levanto, vejo um grupo de garotos sentados em cima da mesa do professor, rindo da minha situação, quando me dirijo para o meu lugar, vejo o desconhecido vermelho, de tanto rir.
Olho-o envergonhado e vou para o meu lugar.
É eu sou um motivo para risada. Suspiro.

O novato continua rindo da minha cara, até que ele para quando um dos garotos - acho que o nome dele é... Jackson? - O chama para ir até lá, e o mesmo faz.

Estou tão envergonhado, que abaixo a minha cabeça quando ele passar por mim, acho que estava com medo dele bater na minha cabeça - era o que a maioria dos meninos faziam. Isso só ia piorar a minha dor, aonde a ponta da mesa batel, que já  estava começando a latejar.
Tenho vontade de chorar, mas eu respiro fundo e tento tranquilizar a minha respiração, que esta acelerada.

Depois da morte da minha mãe, eu fiquei muito fraco.

- Quantas vezes eu vou ter que dizer que mesa não é lugar de se sentar ????
Escuto o professor dizer. Ele deveria esta brigando com o "grupinho que se acham os fodões", reviro os olhos mentalmente.
Muitas? - Responde uma voz feminina.
E mais risadas.

(...)

Chego em casa, mas não encontro o Yoongi hyung.
Ele ainda deve está no trabalho.
Suspiro. Vou ter que almoçar sozinho, de novo.
Yoongi é muito esforçado, ele faz de tudo pra me agradar e me ver sempre feliz.
Eu já sou feliz só por ter você.
Hyung é uma ótima pessoa. Eu não sei o que seria de mim sem ele.

~

Depois do almoço, vou para o meu trabalho, que só largo às 21:00. É meio cansativo, porque o unico minuto que tenho para respirar, é na hora do almoço.
Mas eu preciso desse trabalho, eu tenho que ajudar o hyung com as despesas da casa que eu trouxe depois de ter vindo morar com ele.
No começo foi meio difícil ele aceitar, ele dizia que dava conta disso tudo sozinho, mas eu sei que eu era um fardo e tinha que ajudá-lo em alguma coisa.
Como eu disse: eu fiquei muito fraco depois da morte da minha mãe.


Notas Finais


O que acharam????? Eu, sinceramente, não gostei.


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