História Ayla - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Adolescente, Colegial, Drama, Hentai, Lemon, Orange, Romance, Yaoi, Yuri
Exibições 15
Palavras 1.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi pessoal, essa é primeira vez que eu tento de fato escrever alguma coisa, então críticas construtivas por favor, espero que gostem!

Capítulo 1 - Aurora


Fanfic / Fanfiction Ayla - Capítulo 1 - Aurora

–Nossa! -Exclama Ayla- Qual o nome dela?-Pergunta, tentando não demonstrar o interesse que a garota despertara nela.

                Aurora acabara de atravessar toda a quadra, driblando todo o time adversário, e marcando um belo gol, o que rendera grandes manifestações da torcida do time do colégio, que jogava em casa.

                –Aurora -Diz Loreto, sem tirar os olhos do jogo -Ela foi da minha turma no sexto ano.

                Ayla já tinha a visto muitas vezes nos corredores da escola, ao seu olhar, Aurora possuía uma presença demasiadamente marcante, o que a tornava difícil de ser esquecida.

                Passados apenas dois minutos de jogo Aurora recebeu a bola novamente, e no mesmo instante é atingida por um “carrinho” de uma das jogadoras do time adversário.

Piiiii! O apito foi tocado e a juíza erguia o cartão vermelho para a jogadora infratora, que saia da quadra com passos pesados enquanto Aurora se levantava do chão, revelando um profundo corte no lábio inferior, que já havia preenchido todo seu queixo de sangue.

O jogo terminou com o placar de 5x1 para o time da casa, sendo 4 de seus gols marcados por Aurora, que foi muito parabenizada tanto por seu time quanto pelos alunos que assistiram a partida, após o jogo os alunos voltaram para as aulas.

                Durante a aula de Literatura, Loreto que estava sentado á frente de Ayla e Valentina virou-se para falar com elas, já com um sorrisinho estampado no rosto.

                – Então meninas, vou ao cinema com o Gabriel nesse sábado – disse ele enquanto tirava seu cabelo rosa da frente de seus olhos.

                –Hmmmm, já estão saindo do período virtual, bem rápido pra você, Loreto - Observou Valentina, parecendo copiar o sorriso de Loreto.

                Quando Ayla abre boca pra falar, seus olhos miram para trás de Loreto, onde Hércules, o professor de Literatura, que era tão belo quanto era um “filho da p***, tirano do c*r*lh*” (como seus alunos costumavam o descrever), encarava os três com um olhar de desdém e desaprovação.

                – Algo que queira compartilhar com a turma, aluno? - Perguntou o professor, com a voz carregada de ironia. Loreto imediatamente voltou a sua posição correta na carteira e ficou em silêncio, temendo ganhar mais uma advertência para sua coleção – Ótimo – Finalizou Hércules, e voltou a falar sobre Trovadorismo, um estilo de época da literatura portuguesa. Os três ficaram constrangidos o bastante para não darem mais um “piu” enquanto a aula acontecia.

                 Terminada a aula de Literatura, e com a chegada do horário de intervalo Ayla, Loreto e Valentina foram para o refeitório, conversando o tempo todo sobre o caso que Loreto estava tendo com o “cara do Tinder” -Gabriel- que era o assunto mais frequente da parte de Loreto, o que mostrava que ele realmente estava gostando do rapaz.

                –Você perdeu o jogo Valentina – Loreto mudou de assunto, percebendo que o anterior já se prolongara muito, chegando a ser desinteressante até pra ele – Se lembra da Aurora? Ela parece um ninja jogando! – diz enquanto os três sentam-se á mesa já com as bandejas em mãos.

                –Ah é?- disse Valentina num tom exagerado de interesse, deixando claro que queria expressar o contrário.

                – Nossa, amiga, que reação foi essa?- pergunta Ayla, que se surpreendeu com atitude incomum de Valentina.

                –Quando a gente tava no sexto ano – Loreto começou a falar, olhando para Valentina com um sorriso sapeca – Ela entrou na nossa turma na segunda metade do ano letivo, e tirava notas mais altas que a até então nomeada melhor aluna da sala, Valentina Santos, que ficou com raivinha. – Loreto apertou a bochecha direita de Valentina, que deu risinho enquanto revirava os olhos.

                –Você é muito chato, sabia?

                – Sabia.

                –Ah tá – Disse Ayla, que entrara no colégio aquele ano, e seus amigos Loreto e Valentina estudavam lá desde a alfabetização, a proximidade dos dois era muito grande fazendo jus aos dez anos que estudavam juntos, o que fazia Ayla pensar muitas vezes se eles tinham a mesma consideração que ela tinha por eles, mas isso não afetava (não muito) a relação dela com eles – deram uma “banda” nela no meio do jogo...

                – E quando ela levantou a boca dela tava cheia de sangue – completou/interrompeu Loreto – Ela ainda queria jogar, mas praticamente arrastaram ela pra enfermaria, tava tipo, pingando sangue.

                – Nossa – dessa vez foi uma reação sincera – Será que ela tá bem?

                Após comerem, os três retornaram para última aula do dia, História, cuja professora era uma senhora que já estava na casa dos seus setenta e poucos anos e parecia dar aula com um pijama diferente todo dia. Os alunos faziam o caos em sua aula, mas ela direcionava sua energia a apenas os alunos que se mostravam interessados, sabendo que qualquer tentativa de controlar aquilo seria apenas uma perda de tempo.

                Enquanto o representante da turma, Manuel Vasconcelos, tentava dar fim a uma guerra de aviões de papel na sala, Ayla, que fazia parte dos poucos alunos que estavam de fato tendo aula, levantou o braço, chamando a atenção da professora e apenas movimentou os lábios perguntando “Posso ir ao banheiro?” e após a professora apenas assentir com um movimento de sua cabeça, Ayla se dirige ao banheiro feminino, que ficava bem próximo a sua sala.

                Enquanto estava na cabine, urinando, ouviu alguém entrar, e se posicionou de forma a fazer o menor barulho possível, pois tinha vergonha de que ouvissem o som de seu xixi.

                –Ah, seu eu ver aquela garota na rua eu acabo com vida dela- Disse a pessoa que acabara de entrar no banheiro – Eu vou destru... – Ayla sai da cabine, e Aurora, que resmungava enquanto via o estado de sua boca no espelho, (que estava com sangue seco na linha do corte e enxada mais para um lado que para o outro) dá um sorriso forçado olhando para a cara de Ayla pelo reflexo do espelho, o que fez com que ela fizesse um som parecido com grunhido de cachorro e desse múltiplas tocadas leves onde estava a ferida, que doía.

                Ayla ri – Você jogou bem – Diz, enquanto ia para a pia ao lado de Aurora, lavar as mãos – Muito bem.


Notas Finais


Eu juro que vai melhorar.


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