História Azar no amor, sorte na vida! Ou não. - Kai (EXO) - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Visualizações 108
Palavras 2.083
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi galera.
Primeiramente, desculpem a demora.
Hoje terá o último cap dessa mini fic do maridão Kai.
Confesso que no inicio eu nem sabia o q iria dar nessa fic, nem se iria termina-la, nem quantos caps teria.
estou mto feliz por ter finalmente terminado minha primeira fic :') e mto triste por termina-la k
obrigado a todos os favs e comentarios q vcs fizeram, eu amo vcs sz

Capítulo 10 - The end.


-Yah, por que está mostrando isso para eles? quer me fazer morrer de vergonha?- falei indignada correndo até a sala procurando o controle para desligar a tv,  quando não achei, tentei pegar os albuns de fotos das mãos dos meninos que apenas riam do meu desespero. Isso não é legal.

Na tv começava a passar um vídeo, no qual eu e as meninas tínhamos uns 10 anos de idade, nele a gente estava correndo pelo gramado da casa do Vovô Chan, junto com os cachorrinhos, porém a felicidade e alegria foi embora, quando eu escorreguei e cai de cara na lama. Fiquei alguns segundos na mesma posição, até me sentar e tirar a lama dos olhos e fazer um bico quando todos começaram a rir da minha desgraça. Então, vingativa como eu sou, fui até as meninas, derrubando todas na lama, as sujando na maior cara de pau, e logo se iniciou uma guerrinha de lama, na qual eu nunca vou me esquecer, pois nunca comi tanto barro na vida, além daquela desgraça ter estrado em partes do meu corpo que eu prefiro não comentar. Assim como as meninas, porque chega a ser constrangedor ao ponto de bancar o avestruz e enfiar a cabeça na terra.

-Eu não acredito que você caiu de cara na lama e arrastou as meninas junto!- Kai dizia rindo como se nunca tivesse feito algo do tipo, ok, não é tão comum uma criança de 10 anos se vingar atacando a outra no chão, mas o que eu podia fazer naquele momento a não ser isso?

-Aff, por isso eu não queria que vocês vissem isso.

Outro vídeo começou, nele eu e as meninas estávamos um pouco mais velhas, talvez uns 12 anos de idade. Era no pasto que brincávamos, junto as vacas que estavam bem afastadas, vovó estava atrás da cerca nos filmando, foi quando uma vaca deu a louca e começou correr em nossa direção. Soohyun gritou "olha a vaca! corree!" avisando eu e as outras  duas, então nós 4 corremos para uma árvore próxima da gente. Todas subiram, porém eu era a mais nova e a mais baixa do quarteto e estava complicado subir sem a ajuda de ninguém, quando eu consegui, sentei em um galho podre, que a qualquer hora poderia ceder e me derrubar, então a vaca louca deu uma cabeçada na árvore, tremendo todos os galhos e até mesmo o tronco fixado no chão. Meu galho cedeu e eu cai sentada em cima da vaca, ainda tonta pelo impacto, mas ao sentir algo, ou alguém sobre ela, saiu correndo novamente, e parou bruscamente, me fazendo voar, por sorte ai no feno dos cavalos, se não provavelmente ninguém estaria vendo isso, pois eu estaria morta e enterrada a 7 palmos do chão. 

-Não acredito que você filmou isso em vez de salvar a minha vida, vovó!- falei indignada. Nesse momento eu já estava sentada entre as pernas de Jongin, no chão da sala, na qual estava com as costas encostadas na perna de Kyung, as meninas também se juntaram a nós quando ouviram eu reclamar de tudo que estavam mostrando para os meus amigos. 

-O que eu podia fazer naquele momento? você caiu no feno, sobreviveu, final feliz.- sorriu. Minha vó, melhor vó mas a pior em quesito de dar risada numa situação que você pode morrer, porém ainda é engraçada. Quando for vó, quero ser como ela.

(...)

-Até que não fio tão ruim assim, relembrar nossa infância.- Yujin comenta quando voltamos para os quartos pra dormir. Ela estava arruando nossa cama, para finalmente podermos deitar depois dessa dia cheio. 

-A gente definitivamente, era muito retardadas.- Yuri complementa dando aquelas gargalhadas fofas dela.

-Eu nem lembrava que quase havia morrido por causa de uma vaca louca.- comentei relembrando das filmagens, rindo junto das meninas.

-Como o tempo passou, não? eu nem imaginava na época, que nós 4 ficaríamos juntos até aqui, poxa, a gente tinha o qe? 8 anos quando nos conhecemos?- Soohyun falou quando cada uma estava em sua cama.

-Sim, somos a prova que amizade verdadeira existe!- falei dando uma piscadela para todas.- Vamos dormir? to morrendo de sono nesse momento!- falei coçando meus olhos. 

-Vamos, porque eu to morrendo também.- Yujin comentou.- Yuri, apaga a luz!- falou para mesma que levantou resmungando pequenos xingamentos referindo a nós como preguiçosas e folgadas, coisa que eu concordava plenamente. Assim que a luz foi apagada, me virei para o lado, tentando dormir de primeira, até sentir algo andando por minhas pernas.

-Yujin, dá para parar? to tentando dormir..- resmunguei para a outra que estava ao meu lado.

-Oxe! o que eu estou fazendo?- retrucou indignada. 

-Tocando minha perna, oras!

-Somi...eu não estou fazendo nada..- falou baixo lentamente saindo da cama. 

-Se não é você..o que é que..- ela acendeu a luz e eu tirei a coberta, me deparando com uma linda, ou nem tão linda, aranha armadeira, andando por minhas pernas. - AI SENHOR, É UMA ARANHA. SOCORRO, PUTA QUE PARIU TIRA ESSE DEMÔNIO DE MIM, SAI CAPETA, AAAAAAA!- Comecei a gritar enquanto estava paralisada, as meninas levantaram de sua cama e viram aquele monstro saíram correndo do quarto, me abandonando com aquele bicho feio filho do didi. 

Depois de um tempo, meu marido apareceu no quarto com uma vassoura, na qual bateu na aranha que voou para longe, em seguida pisando em cima, e eu ficava pulando na cama gritando "taca fogo".

Minhas mãos tremiam, eu morria de medo de aranhas, e já passei por situações parecidas nas quias foram bem traumáticas ao ponto de ter pesadelos ou sensações de aranhas em meu corpo por uma semana.

-Calma, amor. Já passou, morreu.- Kai disse me sentando na cama e me abraçando.

-Odeio aranha.- murmurei contra seu peito.

-Eu sei, vai ficar tudo bem, as meninas já voltam para cá. Eu vou dormir, qualquer coisa grita.- falou tentando se afastar, porém não conseguiu, pois puxei sua blusa. 

-Dorme aqui comigo.- falei baixo me segurando nele.]

-E as meninas?- perguntou duvidoso.

-Pode ter certeza que elas foram dormir com os meninos, eles não voltam para cá tão cedo depois disso. 

-Mas e você?

-Você me protege, não é?

-Sim eu protejo você!- deu um beijo na minha testa, se levantando para desligar a luz e voltando para se deitar comigo, logo me agarrei a ele novamente e adormeci em seus braços.

(...)

1 ano depois...

Depois daquela noite da aranha, eu e Kai ficamos cada vez mais próximos, o policial idiota nunca mais me perturbou, assim como Kai também não, os meninos viraram os meus melhores amigos,  sempre que tinham tempo, saia eu e eles, as meninas e meu marido para uma pizzaria curtir a noite.

Depois de um tempo, eu finalmente havia tomado coragem para perguntar ao meu marido sobre o que ele fazia da vida, temendo ser um traficante mafioso metido a charlatão que iria me usar como escrava sexual, quando não estivesse nas vistas de ninguém, porém minha surpresa foi descobrir que ele era um kidol, muito conhecido e cobiçado na Coréia do Sul. fiquei preocupada quando nosso casamento foi a tona na tv, ele sofreu muito hate, e por isso as vezes ficava para baixo, mas ficava feliz quando dava sorvete ao mesmo. 

Nesse tempo que ficamos juntos pelo contrato, acabei me apaixonando pelo mesmo, sempre foi gentil e atencioso, amável, alegre e amoroso comigo, hoje eu temia que ele não gostasse de mim da mesma maneira que gostava dele, pois nas últimas semanas ele esteve em turnê, desde então nunca mais mandou mensagens ou fez ligações para mim, e quando eu ligava, era grosso e dava respostas curtas. Temia que nosso casamento, mesmo por contrato terminasse, pois eu realmente o amava. 

As meninas e eu decidimos mudarmos para Seul novamente, sempre saíamos juntas, e era difícil não nos vermos, pois as 3, ainda namorando nossos amigos e integrantes do EXO, moravam juntas e na frente do meu aparatamento, que fizeram questão de comprar para não separar nosso quarteto.

Quando ficava sozinha e solitária, era só atravessar o corredor e bater na porta, esperar abrirem e entrar, pois elas me alegravam de um modo que só os meninos conseguiam fazer, assim como eu, eles sofriam hate por causa de seus namoros, mesmo não tendo sidos confirmados pela empresa dos mesmos, Yuri havia pegado o cara sexy de covinhas, Yixing, Yujin ficou com o microfone ambulante, Jongdae e Soohyun acabou ficando com o baixinho esquentado, Kyungsoo. Diferente de Kai, eles ligavam e trocavam mensagens sempre que podiam, me deixando com inveja a certo ponto.

(...)

-E então, qual é o resultado?- Yujin perguntou roendo as unhas enquanto me olhava apreensiva assim como as outras, o papel em minhas mãos que estavam tremendo parecia ser um monstro, eu estava com medo daquele resultado e era evidente. 

Assim que consegui abrir, meus olhos se arregalaram e enxeram-se de lágrimas, não sabia de chorava de felicidade ou tristeza. 

-Deu positivo, eu estou grávida de Kim Jongin.- ditei sentando em minha cama.

(...)

Minha barriga estava enorme, 7 meses não era tão fácil como imaginei, dores nas costas e nos pés eram um brinde que você ganha quando está prenha, porém a felicidade ao sentir alguém dentro de você é incomparável á qualquer outra existente.

Jongin? bom, ele voltou, ficou algumas horas em casa e foi para a empresa, nem mesmo a noticia que iria ser pai recebeu. Isso faz 4 meses. 

(...)

Alguém batia na porta da casa das meninas, na qual eu estava esparrada no sofá esperando as mesmas voltarem do mercado, minha barriga de 8 meses não me ajudava, estava enorme eu estava morrendo de dor, preferi não saber o sexo do bebê, apenas saberia na hora do parto, acho mais emocionante. 

-Yah! já vai!- falei assim que me pus a andar desajeitadamente pelo apertamento de minhas amigas. Abri a porta querendo socar o cretino que não parava de bater, vendo um Baekhyun apavorado ali.- O que foi criatura?- perguntei ficando nervosa por seu nervosismos. 

-O Kai me ligou falando que estava mal e... você ta grávida?- falou mais espantado e eu revirei os olhos.- Enfim, ele falou que estava passando mal ai quando entrei na sua casa ele tava no chão..e PRECISO DA SUA AJUDA!- Ele deu as costas entrando em meu apartamento e eu como uma boa trouxa fui atrás. O ap estava escuro e os membros faziam uma barreira, me impedindo de ver o que estava acontecendo com meu marido, quando passei no meio deles, vi Kai ajoelhado de terno e um buquê de chocolate nas mãos.

-O que...está acontecendo?- perguntei confusa.- Tu não tava passando mal não?

-Não, foi só uma desculpa para te tirar da casa das meninas..

-AH, entendi.- falei mexendo a cabeça e a sala ficou em silêncio, uns observavam a minha barriga e outros não sabiam o que fazer. -Olha Somi, eu sei que sumi por esses meses, mas foi tudo por uma boa causa, espero que entenda. - me entregou os chocolates e tirou uma caixinha do bolso.- Jeon Somi, você aceita ser a verdadeira Kim Somi?- perguntou sorrindo, aquele sorriso maravilhoso.

-Aceito.- o beijei, mas diferente do nosso primeiro casamento, o beijo e o sentimento era normal, separei quando os meninos jogaram confete e as meninas brotaram do além comemorando. -Você sabia que iria ser pai?- perguntei.

-Sabia sim.- sorriu.

-Que bom...PORQUE O MOMENTO CHEGOU!- Gritei quando tive certeza que a água em minhas penas não eram xixi e sim a bolsa que havia estourado.

(...)

-Força! só mais um pouco que já ta nascendo.- o médico dizia entre minhas pernas, meu filho estava quase nascendo e eu estava morrendo de dor enquanto segurava a mão de meu marido que não olhava a cena para não desmaiar. Assim que senti o baby saindo do meu corpo, a dor que era para ter parado, não passou.- É um lindo menino!- comentou o entregando para enfermeira.

-Ainda estou com dor.- falei praticamente em um gemido.

-Será que...faça mais força!- disse entrando novamente entre minhas pernas, e assim eu obedeci. -São gêmeos!

-O QUE? DESDE QUANDO?- Gritei com a pontada de dor em minha barriga. 

-FAÇA FORÇA!- e assim fiz, tendo meu segundo filho não preparado para o mundo. -É uma menina!- falou contente.

-Ai senhor que me acuda.- falei e meus filhos foram entregue aos meus braços, e meu marido, noivo, namorado ou sei la o que, me deu um beijo apaixonado enquanto olhava nossos filhos com um sorriso maravilhoso no rosto.

fim.


Notas Finais


cabou
to bem triste
sim, vai ter bonus, deixa eu me recuperar ai
amo vcs


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