História Azul Escuro - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroshitsuji
Personagens Ciel Phantomhive, Sebastian Michaelis
Tags Ciel, Romance, Sebastian, Shotacon
Visualizações 167
Palavras 2.412
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 3 - Papai!


Fanfic / Fanfiction Azul Escuro - Capítulo 3 - Papai!

Sebastian finalmente toma coragem e se levanta para ir até a cozinha, ele não sabia como encarar Ciel e Ângela, não com a situação que acabara de acontecer.

- Você demorou senhor escritor. - Ângela o recebe com um sorriso branco.

Ângela e Ciel já estava sentados na mesa.

- Estava terminando de organizar umas coisinhas. - Sebastian se serve e senta na frente de Ciel mas evita olhar para o pequeno.

- Espero que já esteja se sentindo em casa. - Ângela fita o moreno.

- Sim, é ótimo morar aqui. - Sebastian olha para a loira e da um sorriso forçado.

- Nós também adoramos sua companhia, você é como se fosse o pai que eu nunca tive. - Ciel sorri ironicamente.

- CIEL, pare já com isso. - Ângela repreende o pequeno.

Nesse momento o pequeno solta uma gargalhada alta.

- Você é horrível, quando vai mudar esse jeito nojento? - Ângela olha o pequeno com raiva.

- Quando o papai voltar, ou seja, nunca. - O pequeno continua gargalhando alto.

- Sua peste. - Ângela fica furiosa.

Sebastian observa o pequeno gargalhando e começa a sorrir mentalmente, ele era mesmo um diabinho.

- Desculpe por isso, Seb. - Ângela olha para o moreno que também olha para ela.

- É, minhas mais sinceras desculpas, professor Michaelis. - O pequeno coloca por debaixo da mesa um dos pés no colo de Sebastian.

- Se...sem problemas. - Sebastian olha para Ciel que o corresponde com um sorriso malicioso.

Ciel coloca o pé por cima do membro de Sebastian que suspira com o toque do pequeno.

- Ainda vamos nos divertir muito, professor. - Ciel cochicha para o moreno.

Sebastian olha para o pequeno e não acredita em como ele pode ser tão sensual, mesmo sendo um garoto de 14 anos, tem total consciência de que é perfeito, de que seu rostinho é perfeito, seu corpo é perfeito, Sebastian achava perfeito até mesmo seu jeito irônico e debochado, na verdade isso era o que ele mais admirava no pequeno, sem comentar seus olhos azuis, o professor via o oceano naqueles olhos.

- Ciel, arrume suas coisas para o acampamento, ele começa amanhã! - Ângela olha para o pequeno com desprezo.

- Professor, olhe como ela quer se livrar de mim, você vai deixar? . - Ciel olha para Sebastian e faz um beicinho.

- E...Eu. - Sebastian fica sem ação.

- Não caia no papinho dele, Seb. - Ângela olha para o moreno.

- Vocês velhos são uns inúteis. - Ciel fala e se levanta da cadeira.

O pequeno caminha até a escada mas para do meio do caminho.

- EI, Mamãe. - Ele se vira e olha para a loira.

- O que você quer agora? - A loira olha para o pequeno.

- Só queria saber, o que você vai dar no "dia dos pais" para o papai? - O pequeno gargalha enquanto sobe as escadas.

- SUA PESTE - Ângela grita para o pequeno.

Sebastian não consegue se conter e solta uma risada.

- Eu te disse, ele é horrível. - Ângela olha para o moreno.

- Ele é fantástico! - Sebastian olha para a loira sorrindo.

- É uma praga. - A loira bufa de raiva.

Os dois terminam de comer e Sebastian volta para o escritório, ele fica esperando ansiosamente por mais uma visita do pequeno, mas Ciel não aparece, Sebastian se pergunta se ele ficou bravo porque ele não o defendeu de Ângela, as horas se passam rapidamente e a noite chega, Sebastian vai até a cozinha e janta com Ângela, Ciel continua no quarto e não desce para o jantar, logo chega a hora de dormir.

Amanhece, era o dia de Ciel ir para o acampamento, Sebastian toma um banho rápido e desce até a cozinha em busca do pequeno.

- Será que da para você ser mais rápido? - Ângela estava na sala ajudando o pequeno a arrumar suas malas.

- Você inventou essa porcaria de acampamento, então lide com as consequências.- Ciel estava mais irritado que o normal.

Sebastian vai até a sala e se aproxima de Ângela e Ciel.

- Bo...bom dia- Ele olha para o pequeno mas é ignorado.

- Bom dia, Seb. - Ângela responde sorrindo. 

Sebastian olha para o pequeno que o corresponde com um olhar de desprezo, ele sente seu coração doer, o pequeno também sabia machucar com aqueles olhos de oceano, tudo que Sebastian queria naquele momento era que Ciel o olhasse da forma maliciosa que sempre o olhava.

- Tudo pronto. - Ângela abre a porta e começa a levar as coisas do pequeno para o carro.

- Ciel...- Sebastian olha para o pequeno que passa por ele sem responder.

- Vamos.- Ângela olha para o pequeno que a corresponde com um olhar ameaçador.

Ângela e Ciel caminham até o carro, Sebastian volta para o quarto e observa a partida do pequeno pela janela, seu coração doía como jamais havia doído em toda sua vida, ele bate com a mão no vidro da janela para chamar a atenção do pequeno que já estava no carro, Ângela liga o veículo, Ciel finalmente olha para Sebastian e abre a porta do carro, ele corre até a casa, o coração de Sebastian batia feito louco ouvindo os passos do seu pequeno anjo subindo as escadas.

- Ciel...Você. - Sebastian olha para o pequeno que já havia chegado ao quarto.

Sem responder, Ciel corre até Sebastian e pula no seu colo, Ciel enrosca as pernas na cintura do professor.

- Tenho certeza que vai sentir minha falta. - Ciel coloca as mãos no rosto de Sebastian.

Sem dizer mais nada, o pequeno beija o professor, Sebastian corresponde imediatamente apertando Ciel contra seu corpo, a língua do pequeno parecia conhecer perfeitamente a boca do professor, os dois se separam por falta de ar, Sebastian coloca Ciel no chão.

- Eu definitivamente irei sentir sua falta. - Sebastian olha para o pequeno.

- Seram só três semanas, você vai sobreviver, é só se masturbar pensando em mim. - Ciel solta uma gargalhada.

- Você é o pior. - Sebastian encosta a testa contra a testa do pequeno.

Ciel sai do quarto e desce as escadas de volta ao carro.

- O que foi fazer?- Ângela olha irritada para o pequeno.

- Não é da sua conta. - Ciel entra no carro e bate a porta com força.

- Pestinha. - Ângela liga o veículo.

- Esse seu amigo é até legal.- Ciel olha para a loira.

- Você gostar de alguém, que novidade. - Ângela aperta o volante.

- Pois é né. - Ciel sorri.

As semanas se passaram lentamente para Sebastian que ansiava pela chegada de seu diabinho, ele mal saía do escritório, só para fazer as refeições com Ângela, sua desculpa era estar totalmente concentrado em seu livro.

- O pestinha volta hoje, lá se vai nossos almoços calmos, Seb. - Ângela entra no quarto.

- Na verdade, eu estou com saudade dele. - Sebastian sorri.

- Você só pode estar louco, senhor Michaelis. - Ângela ri ironicamente.

Os dois ouvem batidas na porta da sala, o coração de Sebastian começa a bater rapidamente.

- Ah...Eu atendo- Sebastian se levanta da cadeira em que estava e sai rapidamente em direção a porta.

- Estava tão ansioso assim, professor? - Ciel entrega suas malas para Sebastian e sorri ironicamente.

- Sim, nunca me senti tão ansioso. - Sebastian sorri para o pequeno.

- Bom saber. - Ciel passa por Sebastian dando um tapa em sua bunda surpreendendo o professor.

- Finalmente, filhinho. - Ângela faz menção de abraçar Ciel.

- Me poupe, mamãe. - Ciel passa direto para as escadas e sobe para seu quarto.

- Affz, nem sei o porquê de eu ainda tentar. - Ângela revira os olhos.

Sebastian não demonstrou para Ângela, mas estava estupidamente feliz com a volta de seu pequeno, já estava louco para ter aquele corpo em seus braços, agora aguardava por uma oportunidade de ficar a sós com seu par de olhos azuis.

- Ângela, por que você não sai hoje para se divertir? Você está sempre sendo a dona de casa, deixe que hoje eu faço o jantar. - Sebastian olha para a loira.

- Sair? Realmente faz tempo que não tenho um tempo só para mim, já estou cansada de ser mãe. - Ângela olha para o moreno.

- Então? Eu posso bancar o "pai" só hoje? - Sebastian ri mentalmente pensando em como Ciel reagiria se ouvisse aquilo.

- Não vai ser um incômodo para você? Não quero bancar a velha chata. - Ângela faz beicinho.

- Não, de forma alguma.- Tudo que Sebastian queria é que a loira aceitasse sair de uma vez.

- Aaah, você é demais, Seb. - A loira corre até o professor e lhe da um beijo na bochecha.

- Tudo bem, divirta-se. - Sebastian sorri pensando no quanto ele também iria se divertir.

A noite já havia chegado e Ângela já estava pronta para sair, a loira estava mais que feliz.

- Pode me ligar se qualquer coisa acontecer, cuidado com o demônio do meu filho, se ele ficar perigoso chame a polícia. - Ângela olhava para Sebastian.

- Ângela, não diga bobagens, nada de ruim vai acontecer. - Pelo menos nada de tão ruim, pensou Sebastian.

Ângela finalmente sai, Sebastian volta para o escritório e senta em sua poltrona, não demora muito até ele ouvir batidas na porta.

- Posso entrar? - Ciel abre a porta.

- Sim.- Sebastian sorri mentalmente.

O pequeno entra e se senta no chão em frente a Sebastian.

- Como vai você, Ciel? - O moreno fita o pequeno em sua frente.

- Eu vou muito bem...Só estou me sentindo um pouco solitário. - Ciel começa a engatinhar para mais perto de Sebastian.

- Eu poderia te ajudar a lidar com essa solidão. - Sebastian fita o pequeno que se aproxima cada vez mais.

- Você quer cuidar de mim? Você vai ser um bom pai? - Ciel para na frente de Sebastian e começa a passar as mãos nas coxas do maior.

- Seria um enorme prazer cuidar de você. - Sebastian puxa o pequeno pelas pernas e o coloca sentado em seu colo.

- Então cuide de mim, papai, me faça feliz. - O pequeno rebola no colo do maior.

Nesse momento Sebastian perde o resto de sanidade que ainda lhe restava, ele abraça o pequeno e o aperta contra seu corpo.

- Ci...Ciel, posso tocar em você? - Sebastian coloca uma das mãos no rosto do pequeno em seu colo.

- Você ainda tem dúvidas? - Ciel o responde com um sorriso malicioso.

Sebastian se levanta e coloca Ciel em cima da mesa, ele começa a despir o pequeno que continuava o olhando de forma maliciosa.

- Posso tirar sua roupa também? - O pequeno fica de joelhos na mesa e começa a tirar a camisa do professor e logo depois tira seu cinto e sua calça.

Sebastian olha para os olhos do pequeno em sua frente, ele não acreditava que finalmente o faria seu por completo.

- Eu quero que você me beije. - Ciel passa uma das mãos no rosto do maior.

Sebastian obedece imediatamente indo em encontro a boca do pequeno que começa o beijando gentilmente mas logo se torna mais agressivo exigindo passagem com a língua e puxando o cabelo do maior, o professor sempre se surpreende com Ciel.

- Quero que você beije meu corpo. - Ciel empurra Sebastian fazendo ele se ajoelhar.

- Como queira.- Sebastian logo entende o que o pequeno quer.

Sebastian abre as pernas de Ciel e coloca o membro do pequeno em sua boca fazendo movimentos de vai e vem alterando com lambidas e chupões.

- Ha...Sim...É mu..muito gostoso professor. - Ciel aperta os ombros de Sebastian com suas pequenas mãos.

Não demora muito para o pequeno se desfazer na boca de Sebastian que engole cada gota sem esforço.

- Seu gosto é maravilhoso. - Sebastian encara o pequeno.

- Não estou satisfeito. - Ciel coloca os pés no membro de Sebastian que já estava totalmente ereto.

O pequeno faz movimentos de vai e vem com os pés levando o professor a loucura, Sebastian empurra Ciel e o coloca de quatro na mesa.

- Hora da punição, papai.- Ciel solta uma gargalhada.

Sebastian sorri com as palavras do pequeno e lhe da um tapa na bunda, por um momento o professor só observa a bela vista em sua frente.

- Você é totalmente perfeito, vou fazer com que se torne meu por inteiro. - Sebastian começa a roçar seu membro na entrada do menor.

- Ah...huum, Eu...Eu quero...já estou pronto.- O pequeno tentava falar em meio a gemidos.

- Me dê a ordem, Ciel. - Sebastian aperta a bunda do pequeno.

- Seba...Sebastian, eu quero você dentro de mim, isso é uma ordem!- Ciel arranha a mesa.

- Yes, My Lord. - Sebastian responde sorrindo.

Sebastian enfia seu membro gentilmente até Ciel se acostumar com a dor.

- Aaah, Seba....Sebastian. - O menor se vira na mesa para conseguir olhar o professor nos olhos.

Aquela era sem dúvidas a melhor sensação que Sebastian já havia experimentado na vida.

-Ci...Ciel...Você é perfeito. - Sebastian distribui beijos no pescoço e no abdômen do pequeno.

Sebastian começa a estocar mais fortemente fazendo o pequeno arfar.

- Eu...meu corpo está, quase lá - Ciel segura os ombros de Sebastian.

- Ciel...- Sebastian aperta a cintura do pequeno.

Sebastian e Ciel se desfazem um nas mãos do outro, Sebastian abraça Ciel com a certeza de que não vive mais sem aquele par de olhos azuis.

- Professor? - Ciel fita o maior.

- Sim?- Sebastian passa uma das mãos na cabeça do pequeno.

- Acho que tenho uma boa ideia para um romance nada clichê. - O pequeno sorri maliciosamente.

- Eu também tenho. - Sebastian pega Ciel em seu colo e o beija apaixonadamente.

Sebastian sabia que aquilo não tinha volta, e nem ele queria que tivesse volta, o pequeno em seus braços foi a melhor coisa que lhe aconteceu na vida, ele esperaria por seu pequeno até que ele completasse sua maior idade.

- Olhos de oceano! - Sebastian olha para o pequeno.

- É um ótimo título. - Ciel lhe responde com um sorriso malicioso.

"Olhos azuis que trouxeram o maior pecado e o maior amor para Sebastian"

"Eu tenho observado você por algum tempo

Não posso parar de olhar para seus olhos de oceano

Cidades queimadas e céus de napalm

Quinze chamas dentro daqueles olhos de oceano

Seus olhos de oceano

Não é justo

Você realmente sabe como me fazer chorar

Quando você me mostra esses olhos de oceano

Eu estou assustado

Eu nunca caí de tão alto

Caindo em seus olhos de oceano

Esses olhos de oceano"

- Billie Eilish


Notas Finais


Me perdoem se cometi algum erro, obrigada para quem acompanhou até aqui, fico realmente feliz por agradar, essa é a primeira fic de muitas, afinal, tenho que expor minhas ideias pervertidas!♡


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