História Babá - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags 2lee, 2won, Appa! Jooheon, Changki, Crianças, Hyungwonho, Jooheon, Joohyuk, Kids! Chankyun, Kids! Kihyun, Minheon, Minhyuk, Nanny
Visualizações 77
Palavras 2.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Antes tarde do que nunca

~boa leitura

Capítulo 3 - Conselheiro Gratuito.





As mãos digitava rápido no teclado do notebook, quase terminando, mas vez ou outra apagava por ter digitado errado, o café que havia pedido esfriou, sua atenção sempre era tirada da tela para observar o rapaz alto atendendo os clientes, o homem mal conhecia o rapaz e já se encantou. Claro que seus olhares não passaram despercebidos, não foi o ser admirado que percebeu, e sim uma criança que saboreava uma torta de limão ali do lado, os olhos atendendo do pequeno por trás dos óculos de armação redonda variava de seu pai, para o homem que o olhava não tão discretamente. Após um tempo apenas observando, resolveu saber o porquê daquele homem olhar tanto para seu pai. Terminou seu lanche, caminhou calmo, puxou uma cadeira despertando a atenção do homem que desvio seu olhar para o baixinho que sentara em sua frente. 


— Por que encara tanto meu pai? – Hoseok, o tal homem se surpreendeu pela criança perguntar algo logo de cara, mas achou estranhou, afinal para si não encarava pai de ninguém, e um rapaz bderrubando 


— Como? – queria mais informações, aquele jovem não poderia ser pai do garotinho a sua frente. O menino aparentava ter a idade de seu sobrinho, e o rapaz não devia ter tanta idade para ter um filho. 


— Meu papai, você está olhando para ele todo momento. – apontou para o dito cujo. E Hoseok arregalou um pouco os olhos, tudo indicava que eram pai e filho. — Você vai fazer algo contra ele? 


— Não. – respondeu simplista. 


— Promete? Eu não quero ficar sem meu papai, já estou sem mamãe. – o rostinho da criança ficou triste, suas mãos pequenas taparam os olhinhos por debaixo do óculos quase o derrubando. Hoseok se sentiu tocado, ajoelhou-se na frente, tirando o óculos, colocando na mesa. Abraçou o pequeno que chorava calado. 


— Não precisa chorar, não vou fazer nada com ninguém. – passou a mão no cabelo preto liso. 


— O que está acontecendo aqui? Kihyun, meu amor. — Hoseok olhou para trás vendo o tal atendente. Afastou-se do garotinho para o possível pai cuidar do possível filho. — Ei, meu bebê, o que foi? 


— Nada não. – apesar dos olhos vermelhos, sorriu. – Desculpe-me moço. – falou para o homem, que respondeu um "sem problemas", pegou seu óculos e saiu para detrás do balcão. 


— Desculpa, ele não é de chorar, muito menos atrapalhar alguém. Com licença. – reverenciou, antes de sair atrás da criança, foi interrompido. 


— Ele me falou que não queria ficar sem o pai, porque estava já sem a mãe, o que aconteceu com a mãe dele? – o jovem olhou para o homem na sua frente, observou a pergunta, chegou a franzir o cenho, nem o conhecia, era apenas mais um dos clientes que entrava ali, ele não devia se meter onde não foi chamado, era algo muito particular para estranhos ficarem sabendo. 


— Não querendo ser grosso, mas, a minha vida e a de meu filho não são de seu interesse, esquece o que aconteceu, termine seu café e se puder, não volte aqui. – saiu sem ser interrompido. O homem não disse nada, apenas pegou suas coisas, deixou o dinheiro do café frio, nem chegara a beber, não saiu frustrado nem nada, afinal, o rapaz só foi grosso, por ele ter se intrometido, tão intrometido, a ponto de voltar lá qualquer dia.


Na cozinha do estabelecimento, Hyungwon, escorado na parede, observava Kihyun em pé em uma cadeira brincando com as massas e enfeites para bolos, o menino tinha cinco anos, mas as vezes parecia ter dois e outras trinta e poucos. Dois, por agir como um bebê vez outra, e trinta, por ser bem maduro. Devagar chegou por trás abraçando o menino, assustando-o um pouco.


— Fazendo bagunça novamente? – a criança apenas negou o fato. — Você não devia ter falado nada para ele. 


— Só queria lhe proteger, ele não parava de olhar para você. 


— Por enquanto, eu te protejo. Não faça mais nada assim ouviu? — o menino assentiu. 












Minhyuk lutava para Changkyun comer, mas a criança só queria brincar, mesmo depois de quatro quedas, todas leves, ele continuava a correr pela casa, aprontando com a cozinheira, afogou um gato – sobreviveu graças suas setes, derrubando pratos da mesa, é uma lista variada. As reclamações sempre iam para o babá, porém o pobre garoto não tinha culpa, Changkyun era pequeno, mas muito esperto. 


Após muitas tentativas, o menino sentou-se à mesa com seu babá ao lado, aos poucos todos estavam na mesa da sala de jantar, quietos, até mesmo Changkyun, apenas o barulho dos talheres eram ouvidos. Minhyuk desviava seu olhar de vez quando, olhou para Hoseok, ele parecia pensar em algo, fazia caretas vez e outra, Chang ria. Olhou para Hyunwoo, este estava avoado, olhou para Jooheon, ele encarava o prato intacto, aparentava estar preocupado com algo, nervoso, tamborilava os dedos no tampo da mesa. Iria perguntar algo, mas alguém entra, todos se levantam surpreso. 


— Mamãe! – a criança corre na direção da mulher. 







Um clima ruim se formou no local, ninguém falava nada, apenas Changkyun que tentava chamar a atenção da mulher, ela encarava ex-marido. 


— Ninguém vai dizer oi? – todos olhares para Jooheon buscando uma resposta. — Você não disse que eu vinha? Nem para nosso filho? 




Domingo estragado.




Minhyuk tentava entender tudo, e estava conseguindo, ligando alguns pontos: a ligação, a ira que dominou seu patrão, – inclusive o estava voltando, a quem era direcionados o xingamentos. Mas por que ele sentia tanta raiva da mãe de seu filho? 


— Minhyuk leve Changkyun para o quarto e só saia de lá quando eu mandar. – ditou sério, sem ao menos olhar para o babá. Minhyuk acatou as ordens, tendo um pouco de dificuldade em levar o menino, pois ele queria ficar um momento com a mãe, quase nunca via a mulher, na verdade viu ela tinha três anos, era até impossível lembrar dela. Os outros dois também saíram do local, deixando apenas, Jooheon e sua ex. O homem de trinta e anos suspirou, passou a mão nos cabelos pretos, tentando manter a calma. — Vamos ao meu escritório. – caminharam até o lugar dito, assim que saíram a mesa foi retirada, quase como posta. 








— Você acha que mamãe vai voltar morar aqui?– Kyun perguntou, mas seu babá estava pensativo demais, a criança jogou uma pelúcia qualquer na cabeça de Minhyuk despertando-o de seus pensamentos. 


— Não sei. – jogou seu corpo para trás deitando no tapete branco felpudo. — Você iria gostar se ela voltasse?


— Não, – Minhyuk se surpreendeu, pois qual criança não gostaria de morar com a mãe? — Ela vivia brigando, com papai, meus titios, e com a noona. 


— Vamos mudar de assunto, o que gostaria de fazer? – perguntou se levantando dando a mão para a criança também se levantar. 


— Sair do quarto, mas papai disse que era para sair quando ele mandasse. — a aquela altura o menino saiu do quarto sem nem perceber acompanhado do adulto.


— Depois eu me resolvo com ele.


— Aonde vamos? – o menino desceu a escada rápido parando para esperar Minhyuk que descia devagarinho e com todo cuidado, para não tropeçar novamente ou acontecer algo pior. 


— Um lugar, você vai gostar. – saíram da casa sem ninguém perceber.












 No escritório, Jooheon processava o que a ex-mulher havia dito, na maior cara de pau, sem vergonha. Era um homem de negócios, várias propostas de negócios já haviam passado por ele, mas aquela era a mais sem razão que já escutou.


— É maluca por acaso? Como você me diz isso? 


— Apenas diga se aceita ou não. 


— Claro que não, é muito dinheiro para lhe dar de graça. 


— Pelo nosso filho, pense como ele ficaria feliz. 


— Olha onde você chegou, está sendo tão baixa que tem a usar o próprio filho. Eu não lhe ajudarei. 


— Então me ajude pelo amor que ainda sente por mim, eu sei que ainda me ama. – ela abraça Jooheon por trás. 


Não podemos negar o quanto ele lutou para esquecer aquela mulher, o quanto ele tentou apagar da mente o romance que teve com ela, mas a desgraça que a mulher fez em sua vida era impossível de esquecer, ela bagunçou sua vida, destruiu aos poucos seu coração, entretanto ainda amava, e se odiava por isso. Bufou, e tirou os braços de sua cintura, andou mais para o fundo, queria o máximo de distância dela. Sempre soube que seu amor foi unilateral, mas graças ao seu amor e seu dinheiro, tinha sua maior preciosidade, uma fofura, uma criança sapeca, o motivo de seus sorrisos: Lee Changkyun. 


A proposta que a mulher tinha feito, era para ele lhe dar uma pensão semanal. O fato é que depois de torrar tudo que arrancou do Lee após a separação, ela se encontrava na total pobreza, recorreu ao ex-marido tentando arrancar algum dinheiro, usaria até mesmo o filho para sair da pior. 


— Eu não te amo mais. – ele sabia que estava mentindo não só para ela, mas também para si. — Eu não irei te ajudar. 


— Tudo bem. – ela não se renderia tão fácil, seria uma 'pedra no sapato '. – Eu vou embora, antes vou me despedir de Changkyun. — se retirou, fechou a porta antes de ser atingida por um jarro, que quebrou em vários pedaços. A intenção de Jooheon não era matá-la com o jarro, apenas descarregar sua raiva. 












Voltavam de longe e tarde, não tão tarde como na última noite, porém tarde. Passaram o domingo inteiro se divertindo, na casa de Kihyun, Minhyuk tinha razão, o garoto gostou muito. Changkyun vinha cansado, mas ainda se mantinha em pé e sem prévia para dormir, talvez como um bom banho e uma caneca de leite, Minhyuk conseguiria fazê-lo ir para cama. E com essa idéia na cabeça pegou o menino, deu lhe um banho super relaxante, colocou a bandeja com biscoitos e leite em uma mesinha enquanto escolhia um livro para ler uma história, pegou um livro qualquer e deu a comida para o menino, comeu rapidamente e com a mesma pressa escovou os pequenos dentinhos, com a ajuda de seu hyung falando que o dente que caiu naquela tarde nasceria logo.Voltou para cama e se acomodou em meio as cobertas fofinhas e o travesseiro em formato de nuvem amarela, da mesma cor que o pijama que vestia. 


— Cadê seu dente? – perguntou para a criança enquanto abria o livro, era sobre alguma fábula. 


— Guardei, na gaveta da minha mesa. 


— Que tal pegarmos e colocar debaixo do travesseiro para a fada do dente trocar por dinheiro? – o menino assentiu, Minhyuk pegou o dentinho e o colocou no lugar citado. Leu a história para a criança que não tardou adormecer. 












Minhyuk andava pelo jardim enorme e bonito da casa, as flores balançavam devido ao vento frio e fraco. Caminhou até certo local, parou quando ouviu uma voz ressonando. Deu meia volta para voltar para dentro, uma voz o interrompeu chamando, como ele não conhecia a voz, olhou para trás e viu seu chefe caminhando em seguida a direção, primeiro pensou em correr, não soube o porque mas na hora só queria correr, entretanto suas pernas não o obedeciam, segundamente pensou... ele não pensou segundamente.


 — O que faz aqui uma hora dessa?


— Respirando. – respondeu a primeira coisa que veio a sua cabeça. — Já vou me deitar. – quando ia saindo novamente, Jooheon o puxou pelo pulso o impedindo novamente.


A força colocada para puxar o rapaz foi o suficiente para ele voltar e chocar o corpo contra Jooheon que o segurou por inteiro com a outra mão na cintura, e a outra mão de Minhyuk no ombro do seu chefe. Nem uma palavra foi dita por segundos, Minhyuk olhava para o lado, para não ficar cara a cara com outro devido terem praticamente a mesma altura. Depois se largaram.


— Obrigado por tirar Changkyun de casa hoje a tarde. – falou antes que um silêncio constrangedor se instala-se.


— Meu trabalho é cuidar dele, e garantir sua felicidade, e também ele queria muito sair do quarto, também não faz bem uma criança ficar presa em quarto como bicho. – Jooheon sorriu e bagunçou os fios e Minhyuk.


— Também impediu da mãe dele corromper ele contra mim. 


— Acredito que ela não faria isso.


— Ela é capaz de tudo. Uma tirana sem vergonha capaz de tudo para se dar bem, tanto que destruiu o corpinho de modelete para engravidar de mim, e tirar ganhos além de já ser casada comigo. – Minhyuk ficou um pouco surpreso pelo modo como ele falava da ex, além de tudo da mãe de seu filho 


— E acima de tudo isso, você ainda a ama. – Jooheon iria retrucar, mas Minhyuk continuou.— Ontem a noite você disse que odiava alguém, mas mesmo assim amava essa pessoa, percebi que seria ela e ela mexe bastante com você, em todos os sentidos. Você precisa esquecê-la, vai te fazer bem. Já tentou se apaixonar por outra pessoa? Conhecer outras pessoas, novos ares. 


— Conselheiro gratuito? – perguntou sorrindo ladino.


— Talvez. – antes de se retirar, lembrou de algo. — Caiu um dente de Changkyun, ele está dormindo esperando a fada do dente. – dito isso saiu sem ser interrompido por nada. Aquela noite Jooheon ficou com aquelas palavras em sua cabeça, e estava decidido se encantar, se apaixonar, e amar outra pessoa.


Notas Finais


Perdoem os errinhos

Tchau e até


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...