História Babá - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags 2lee, Changkyun, Hyungwon, Hyungwonho, Jooheon, Joohyuk, Kihyun, Minheon, Minhyuk, Shownu, Wonho
Visualizações 173
Palavras 1.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa leitura ❤

Capítulo 4 - Giz de Cera Voador.





Minhyuk dormiu demais, acordou meio atrasado, vestiu-se atrapalhado, mal comeu, e ainda se atrasou mais por subir as escadas devagar. Quando abriu a porta do quarto Changkyun já estava vestido e ''voava'' nos braços do pai. A criança gargalhava alto, fazia poses de super-herói, o super cabelo bagunçado. 


— Eu sou um super-herói, o super Kyun. – disse e o pai o colocou no chão. 


— 'Tá certo, agora o super Kyun vai ficar anônimo e ir estudar. – bagunçou ainda mais os fios pretos da criança. — Sua blusa está avessa. – Jooheon disse para Minhyuk antes de sair do quarto. 


— Sente-se na cama para mim terminar de lhe arrumar.– Minhyuk tirou a blusa para vesti-la correta, o menino não lhe obedeceu, fazendo o rapaz suspirar mais uma vez naquela semana, não era a primeira vez e, com certeza não seria a última vez que Changkyun não fazia o que pedia, em toda aquela semana o garotinha deu trabalho por três, ou mais, fazendo assim, Minhyuk ter que ser um pouco mais rude, fato que cortava seu coração, sempre foi um rapaz carinhoso. Agora com a roupa do modo certo, continuo-o — Me obedeça.– se ajoelhou para ficar mais ou menos do tamanho da criança. — Por favor, lembra quando tive quer ser rígido com você? – o garoto confirmou. — E lembra que você quase chorou? – o menino confirmou novamente. — Não quer que acontecessa de novo? 


— Você não é meu pai, não pode brigar comigo. – a carinha feliz do menino se transformou em uma com carranca. — Eu te odeio. – aquilo foi como um soco na cara de Minhyuk, apesar do gênio difícil, ele já tinha um carinho pelo menino, o pequeno sabia ser carinhoso quando queria, e o babá já tinha visto estas demonstrações. 


— Não estou brigando, apenas estou te educando, tem que entender que às vezes temos que ser obedientes. Você já tem certa idade para começar aprender o que é certo ou errado, desculpa te dizer isso mas você é mimado, teimoso, desobediente, e tudo é culpa do seu pai, que por mais presente que seja não sabe lhe cri... – parou quando viu que Changkyun iria chorar — Meu Deus, o que estou fazendo, você é apenas uma criança. – abraçou o corpo pequeno — Desculpa 'tá? E o seu dente? A fadinha veio? – Changkyun achou estranho a capacidades de Minhyuk estar reclamando, e mudar para um assunto nada haver. 


— Veio. Você é estranho. – circulou com seus braços o pescoço de seu babá. — Mas eu não te odeio. 


— Claro que não, mas então você vai se comportar mais? – Chang negou. Minhyuk achou graça, seria um desafio educar o menino, ele sabia, ele só não sabia que Jooheon escutava tudo pela porta meio aberta.












A pré-escola estava calma, os alunos pintam os desenhos com cuidado para saírem perfeitos, mas estamos falando de crianças de quatro e cinco anos, os desenhos ainda são mal pintados, saem da linhas, essas que são tortas, os desenhos na maioria não faz sentido, ou não é normal, como um pé maior que o outro, os braços menores, as cabeças enormes, ainda tem os monstros, meninos amam desenhar dinossauros assustadores, caminhões, menos Kihyun e Changkyun, o primeiro tentava fazer uma linda menina com laço laranja e vestido verde, o segundo tentava estragar o desenho do amigo. 


— Pare Changkyunnie. – estava bravo com o amiguinho. Retornou a desenhar, agora sem o amigo lhe atrapalhando. 


Estava tudo certo, terminava seu desenho, uma menina que estudava junto com eles, caminhou até ele, analisou o desenho de Kihyun, sem mais nem menos ela riscou com um giz de cera azul a cara da boneca, o menino primeiro olhou para sua obra de arte estragada, depois olhou para seu amigo que acenou positivo e sorriu, era a deixa para aprontarem, mas dessa vez apenas ele, aquilo não iria passar. Kihyun olhou para a garota, se levantou, seus gizes de cera estava em sua mão, ele apenas jogou um, mas foi o suficiente para agarra na garota que abriu o berreiro chamando a atenção de todos, inclusive dos professores.


— O que aconteceu aqui? — o professor perguntou, Kihyun olhou para cima, o novo professor era nada menos, que o cara que queria maltratar seu pai, Hoseok, tio de Changkyun. Kihyun não respondeu, olhou para a professora que tentava consolar a menina, ele não aplicou tanta força, não era para a menina chorar tanto. 


— Ela riscou meu desenho. — disse olhando para o chão. 


— Apenas isso? — o menino concordou. — Saiba que não é motivo para ter feito o que fez. — Hoseok deu alguns sermões em Kihyun, sendo algumas vezes atrapalhado por Chang, insistindo que o amigo não tinha culpa. O fato seria relatado para o pai do menino, quando ele vinhesse buscá-lo a tarde, o que não estava nos planos de Hoseok, era ter que esperar mais algumas horas para conversar com Hyungwon.












Todas as crianças foram embora, sobrando apenas Kihyun, seu amigo Lee queria ficar e apoiar o amigo para não levar uma bronca, mas teve que ir quando seu tio disse que protegeria o menino, Kihyun achou estranho, se ele quisesse protegê-lo, era só não contar nada. Demorou umas três horas para Hyungwon chegar, Hoseok achou que ele se esqueceu do filho, chegou a perguntar para o menino, mas ele não disse nada. Olhou mais uma vez pro relógio, olhou para porta e nada. Quando Hyungwon cruzou aquela porta estava suado, cabelo bagunçado, e se desculpando.


— Eu sei que demorei, mas olha eu estava no ...— parou quando viu quem era o professor. — Ah, você é professor? 


— Sim, eu sou. Antes de perguntar o porquê de você ter esquecido seu filho, vamos falar o que ele fez hoje  na escola, me acompanhe.– os dois saíram da sala de aula e caminharam para fora, sentaram um ao lado do outro em um banco — Hoje Kihyun, meio que agrediu uma colega, por um motivo bobo. Ele jogou um giz de cera na caa dela, por ela ter riscado o desenho dele. O que tem a dizer sobre isso?


— Ele é bem temperamental, puxou a mãe, qualquer coisinha ele fica com raiva, principalmente quando as coisas não são como ele quer, ou não estão no lugar certo, ou não são como é para ser. Em casa eu converso melhor com ele, agora podemos ir? — ele se levantou mais Hoseok o puxou pela roupa, fazendo o se sentar novamente — Mas alguma coisa? 


— Acredito que vá falar com ele, creio que não seja do feitio dele ter feito o que fez, mas você demorou três horas para vir buscá-lo, se eu fosse um irresponsável, teria o deixado aqui, mas eu esperei você. Por que demorou tanto para vir buscá-lo?— Hyungwon mordeu os lábios, olhou para os lados, e deixou seu olhar parado nos do professor — É algum problema? Estou aqui como professor do seu filho, não como um cliente enxerido. Precisa de alguma ajuda? Aconteceu alguma coisa? — Hyungwon não falou nada, quando viu estava chorando no ombro do professor intrometido, este que não ligou, apenas confortou o garoto interessante do café. 











 



Jooheon estava muito feliz, havia acabado de fechar um contrato com uma nova companhia de remédios, os lucros iriam aumentar. 


— Que tal um jantar para comemorar. — sugeriu um dos sócios que estavam sentados ao redor da extensa mesa da sala de reuniões. 


— Seria ótimo, que tal Jooheon? – falou Hyunwoo. — Jooheon? 


— Como? Um jantar? Claro, onde? 

— Que tal na mansão Lee? — um outro sócio sentado no canto falou. Os dois grandes chefes concordaram, e a qualquer dia estariam comemorando o grande negócio feito. 


Já estava tarde, Hyunwoo e Jooheon voltavam para casa, no carro os dois não falavam nada, mas o mais velho se remoia para perguntar o motivo de seu primo está tão pensativo naquela semana, seria horrível para os negócios e prejudicial a Jooheon, ele mal comia, e não estava inteiramente participativo com a família. 


— O que quer saber? — Jooheon perguntou surpreendendo seu primo. — Vamos fale. 


— Você sabe que eu me preocupo contigo, e percebi que anda com a cabeça muito longe.  


— São os negócios. 


— Não Jooheon, não são, e com ela que você anda perdendo a cabeça, depois daquele domingo, você andou se encontrando com ela? — falou tentando controlar a voz. Perguntou o que pensava ser atormentação do outro.


Jooheon nada respondeu, a verdade é que ele foi fraco e, quando sua ex o procurou novamente ele não resistiu, e deixou levar, a ajuda que ela havia pedido ele ainda se negava a dar, mas sempre caia nos encantos dela, tanto que marcava de se encontrarem novamente. Ele estava sendo manipulado por ela outra vez. 


— Já te dissemos várias vezes que ela só te traz desgraças, tirando Changkyun. Por que não nos ouve? – o carro para e os dois seguem para entrar. — Por que não tenta se apaixonar novamente? Por outra pessoa, é claro. 


— Vocês falam como se fosse fácil, um amor não está logo ali me esperando naquela escada! — na escada descia Changkyun, acompanhado de Minhyuk, os dois na sala olharam para o babá que não entendeu nada e deixou Changkyun ir de encontro ao pai, passou por Hyunwoo que desistiu de colocar juízo no primo e se retirou para seu quarto. — Ele se comportou? — fez carinho na cara do filho. 


— Sim. 


— Chang, fique esperando Minhyuk aqui, preciso conversar com ele.— o menino concordou– Me siga. – Minhyuk seguiu, temendo o pior. 











— E alguma moda falar dos patrões na ausência deles? — perguntou para o menino em sua frente. — Escutei o que você falou para Changkyun hoje de manhã. Não tem o direito para falar assim de mim para ele, se tiver algum problema, venha falar comigo, estamos entendidos? 


— Sim, mas... Não parece estar bem aconteceu alguma coisa? O menino não pode lhe ver assim. 


— Não se preocupe. Apenas faça seu trabalho. 


Um ato inesperado, Minhyuk pegou sua mão, mesmo não sendo a primeira vez que as mãos dos dois se encontraram, Jooheon sentiu algo novo se acender dentro dele, não sabia o nome, talvez nunca sentira aquilo, ou achou que sentiu, era novo, e bom.


Notas Finais


Perceberam que mudei o nome? Pois é, mudei algumas coisas que iriam acontecer
Estão entendo a história? É fundamental saber disso.

Uma explicação rápida; Jooheon era casado (sério?), ele era/é apaixonado pela a ex, que queria apenas o dinheiro, típico. Após a separação, ela tirou dele uma boa quantia, mas como ele tem bastante não mudou nada na conta bancária, ele vivia até então tentando esquecer ela que o destriu tanto, as vezes buscando varias maneiras, uma delas a bebida alcoólica( NÃO PENSE NUNCA NA VIDA DE VOCÊS INGERIREM BEBIDA ALCOÓLICA.) continuando, o amor, melhor dizendo, esta inlusão o cegou, fechando seu coração apenas para ela, agora é torcer para Minhyuk ser a chave para abrir o coração dele para um novo amor.

Sobre nosso Hyungwonho, deixamos rolar


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