História "Baby" - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Cellps, L3ddy, Mitw, Outros Shipps
Exibições 56
Palavras 1.113
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo IV


Acordo com um raio de sol entrado pela janela do meu quarto, abro meu olhos e vejo minha mamãe abrindo as cortinas da minha janela.

- bom dia meu pequeno. - ela me da um beijo na bochecha e faz um curto cafuné em minha cabeça.

- bom dia mamãe. - levanto um pouco e me estico e dou um abraço na minha mãe.

- vai se arrumar porque ainda é terça, você ainda tem muita coisa pela frente nessa semana. - ela fala já indo em direção a porta.

- tá bom mamãe. - me levantei da cama e fui andando até minha toalha mas escureguei em um líquido vermelho. - ai. 

Lembrei o porque desse suco aqui no meu quarto.

Flashback 

- ei, tata sabia que eu sei fazer o melhor suco do mundo?

- não sabia não rafa.

- eu vou te mostrar como meu suco e o melhor de todos. - fomos até a cozinha ele pegou melancia, morango e uma amora. Ele jogou tudo no liquidificador, eu achei que ia ficar bem gostoso, pois eu gosto muito de todas essas frutas.

Ele colocou um pouco em 2 copos. - minha mãe avia ido para o mercado para comprar açúcar. - ele colocou adoçante nos dois copos e fomos para o quarto e ele falou para mim que me desafiava de tomar primeiro, claro que eu aceitei. Tomei um gole queria cuspir aquilo mas engoli deixei o suco deramar eu comemorei e ao mesmo tempo fiquei triste, olha o desperdício de frutas tão boas.

- quer que eu pegue mais Tarik?

- não, não estou satisfeito.

- tudo bem.

Flashback

- Tarik! Está bem?

- to sim mamãe. - me levantei, tirei minhas roupas ficando só com minha roupa intima, peguei a toalha e me enrolei na toalha até o banheiro da minha mãe.

Tomei um banho rápido mas que e possível limpar uma pessoa. Peguei a toalha e enrolei em meu corpo. Fui para meu quarto mas no caminho ao meu quarto vi a mamãe olhando para o abjurar, foi o papai que deu para a mamãe quando eles eram adolescentes pelo que a mamãe me contou, eu nunca entendi sobre os adultos por que eles são tão... Tão... Tão tristes, bravos, loucos... O papai sempre chegava tarde em casa a mamãe ficava gritando com ele, nunca entendi o porque, já ouvi gritos e berros da mamãe no quarto como também já ouvi do papai. Não sei o que eles faziam mas eu tinha medo, muito medo... 

Voltei ao meu quarto peguei meu uniforme que a mamãe pegou para mim na escola e coloquei, agora tem uma bermuda azul mais ou menos curta mas e parte do uniforme, eu queria ir com a minha calça mas eu tenho que ir com o uniforme. Já vestido pego minha mochila já pronta com os livros e cadernos das aulas de hoje. Vou até a sala com minha mochila em mãos, celular, lanche bom tudo pronto!

- mãe podemos ir. - digo sorrindo mas logo percebo que ela não prestava atenção em mim em si em um retrato o mesmo que ela olhava ontem, ela sente tão triste assim? Na verdade, não sei o porque dela ficar tão triste. Tipo, adultos... São muito "chorões" porque eles tentam não chorar na nossa frente. - criança. - mas isolados, com outros adultos e outros eles choram... Choram de mais. - mãe, mamãe? Ta tudo bem? - digo passando a mão na frente de seus olhos, vejo uma lágrima cair no auto-retrato

-  ah, bom vamos... - ela diz se levantando do sofá e limpando suas lágrimas e sua bochecha. Coitadinha da mamãe.

- mamãe a senhora tá bem? Ta doendo em algum lugar? - pergunto a ela com uma feição preocupada.

- n-não, meu anjo, a mamãe ta bem sim... Vamos?

- vamos! 

     {...}

Chegando na escola, dessa vez mais sedo, os alunos já estavam entrando em suas salas isso e bom, entrei junto com os outros e me sentei no mesmo lugar de ontem, os meninos ou a "gangue do Rezende" também se sentam a professora pede para abrirmos o caderno de português e o livro na página 164.

- pode me emprestar um lápis? - pegunta um menino de óculos com uma camisa daquelas camufladas de soldados.

 - claro. - dou um lápis verde para ele volto a anotar o que a professora falava.

- ei pac! - essa era a voz de Mike então nem liguei. - ei pac! Pac! PAC! - com aquele gritaria com ele me chamando eu me viro e o encaro.

- o que foi em?! - pergunto com um pouco de raiva e sem paciência. 

- isso caiu da sua mochila. - ele estende o meu mangá junto ao meus livros paralisei por alguns segundos. - não sabia que gostava de yaoi - engoli seco e peguei os cadernos da mão dele rapidamente. - dá você não respondeu minha pergunta.

- sim, porque? Preconceito?

- não, tenho um igualzinho ao sei na minha mochila. - ele da um sorriso meigo e retira a revista da mochila.

- v-v-você também gosta de y-y-yaoi

- mas eu gosto. - ele dá outro sorriso. - eu começo a ignorar-lo e voltei a copiar. - que vaco, por favor eu não queria ter feito aquilo, o Pedro me ameaçou. 

- não fale isso porque eu sei que é mentira, eu conheço pessoas como você o seu grupinho, eu já sofri muito por causa disso... E não e agora que irei parar, não é mesmo? Porque eu devo acreditar em você? An? Me diga.

- Tarik e Mikhael ai no fundo parem de conversinha vamos copiar que é. - diz a professora que logo volta ao quadro.

"Luciana foi ao mercado de seu bairro e comprou 5 melancias e levou em seu carro, chego em casa e as repartiu em 7. Quantos pedaços tem ao todo?" quero essa conta resolvida quando eu voltar. - ela sai da sala para imprimir algumas folhas, a sala entrou em desespero era um correndo pra lá outro correndo pra cá outro acolá jogando bolinhas de papel e etc Mike tentava chamar minha atenção jogando bolinhas de papel na minha cara ou na minha mesa.

- da pra parar de babaquice fazendo favor obrigado, denada.

- não. - ele joga novamente outra bolinha bem na minha cara.

- para! Isso e irritante!

- quem te perguntou? - joga novamente.

- cretino... - ele mostra a lingua para mim e eu faço o mesmo. ele joga outra bolinha em mim. - já chega! - me levanto e tiro uma bola que estava em sua mão e atirou nesse. 

- então e assim?

- e sim! - tiro uma página de seu caderno e atiro em seu rosto e dou um riso curto que e atrapalhado com uma bola acertada em minha boca.




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