História Baby boy - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Abo, Bangtan Boys, Bts, Gay, Jikook, Jimin!ômega, Jungkook!alfa, Kookmin, Lemon, Mpreg, Singkook
Exibições 2.091
Palavras 8.978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei, mas cheguei. Estava com meus pais, minha família comemorando o meu anivesário e, gente, foi maravilhoso. Ganhei um bolo de presente de uma colega de trabalho e uma conhecida, ganhei um sapato muito bonito da minha mãe, ganhei um sorvete muito gostoso no restaurante por ser o meu aniversário haha.
Simplesmente o melhor aniversário do mundo.
E trouxe mais uma one shot, a minha preferida.
Ainda tem mais, só que atualizações das minhas longfics e de You can describe.
Vocês devem estar cansados de mim, não é? Pois bem, vai demorar pra eu voltar a escrever fanfics além das que eu estou em aberto agora, então levem isso como o meu final, como o meu "tcham" para depois o hiatus.
H I A T U S
Sim, vocês leram isso... ainda estou pensando sobre, não sei ao certo, mas acho que preciso de um descanso para por minha cabeça no lugar e ajeitar as coisas, também tem o show do BTS que tô lutando contra a minha ansiedade para não acabar dando em merda. Tem tudo pra eu ir no show, meus pais liberaram tanto que minha mãe vai comigo, mas penso constantemente que pode dar errado.
MAS TEMOS QUE PENSAR POSITIVO, NÃO É? Então! PENSEM POSITIVO SEMPRE!
Não tenho mais nada a dizer por aqui, só leiam as notas finais porque TEM UM RECADO MUITO IMPORTANTE! OKAY?
Boa leitura!

Capítulo 1 - I need u baby boy.


Se remexeu um tanto desconfortável no sofá, procurando por uma posição para ficar apoiado perfeitamente, não a encontrando de fato. Bufou extremamente agoniado, voltando à posição de antes para ver se lhe agradava nesse momento.

Sem sucesso... Não deu certo mesmo.

O loiro que trajava roupas de uma cor rosa bebê permaneceu deito no sofá branco, aparentemente não fazendo nada produtivo, pois seus olhos rolavam pelo ambiente a procura de algo interessante para focar sua atenção e tira-lo do tédio, mas nada dentro daquela casa enorme parecia atrair sua atenção.

Sentia-se com sono por estar morrendo de tédio, mas não queria dormir agora, pois de noite poderia acabar não conseguindo pregar o olho direito. Então não era nada viável dormir agora, já que vivia tendo insônia e odiava quando ela resolvia lhe perturbar.

Os pensamentos em branco como uma nevoa ambulante – coisa rara de se acontecer já que vivia pensando sem parar, mais do que vivendo no mundo real. O loiro de olhos castanhos cobertor por uma lente de contato azul tão clara como água límpida, que vive pelos cantos da mansão Park e se escondendo do seu pai legítimo, da sua madrasta e de seu irmão prepotente e um filho da puta malicioso, adorava pensar e viver em sua própria mente, criando imagens ilustrativas e momentos que nunca poderiam acontecer – viver em sua mente era como uma casa pra si. Gostava da presença dos citados acima, mas o que não gostava nem um pouco era estar com alguém ao seu lado, conversando, lhe importunando... Tirando coisas profundas que ninguém jamais deveria saber e por aí vai.

Com isso, não tinha amigos e poderia ser considerado como um antissocial, mas gostava de dar esse título a si mesmo.

Era um menino muito desejado por onde passava – na escola também –, porém, um garoto em especifico que carregava um desejo absurdamente grande pelo loirinho, e ele o observava bem de perto. Um menino idiota, tagarela, de cabelos castanhos, mas pintados, agora, com um loiro escuro transformando em um loiro acastanhado brilhante e bonito. Os olhos castanhos que às vezes eram escondidos por uma lente de contato azul mais escurinha, mas bonita ao ver das pessoas que o veneravam sempre que podiam. Tal garoto poderia ser denominado como irmão de Jimin, o garoto desejado por todos de sua escola e que era antissocial. Não, eles não eram totalmente irmãos já que o pai de Jimin separou-se de sua mãe legítima e encontrou rapidamente outra mulher para substituir sua mãe, a mulher que o amava tanto...

Jeon Jungkook é o seu nome, e sua mãe é a nova mulher do pai de Park Jimin.

Por esse e mais alguns motivos que Jimin preferia viver perambulando sozinho em casa e vivia fugindo do pai. Preferia viver preso no quarto, imerso a um livro relativamente bom, e só colocava os pés pra fora do cômodo que costuma habitar quando sabia que não tinha ninguém em casa e, também, quando tinha que frequentar a escola.

Infelizmente sua queria mãe não tinha condições para cria-lo, por isso o deixou com Park. Mal conseguia se sustentar, imagina sustentar uma pessoa a mais. Jimin não é de gastar muito, ele é um peso leve na vida do Park mais velho, mas para sua mãe seria um peso em tanto. Seu pai gostava de cria-lo, de fazer de tudo para tê-lo bem cuidado ao seu “lado”, mas Jimin não gostava muito de ficar próximo dele já que o Park gostava de enaltecer o enteado com palavras glorificantes – também porque ainda se sentia muito magoado pela separação dos pais, e isso vai completar dois anos dentro de alguns dias.

Jimin tinha sono, muito sono. Era um sono tão incontrolável já que não conseguiu dormir na noite passada. E acabou por se deixando levar pelo cansaço assim que, sem querer, passou a devanear sua vida como uma fantasia, como um livro de princesas: unicórnios, príncipes carinhosos e atentos, flores, beijos doces...

Imaginou, também, como seria sua vida se seus pais não tivessem dado a sentença da separação. Será que continuaria sendo o garoto antissocial ou conseguiria, pelo menos, ser um garoto normal que socializava com qualquer pessoa que se aproximasse e lhe perguntasse algo banal?

Sim, boa parte do comportamento repulsivo e silencioso de Jimin é por conta do trauma que teve depois que seus pais pediram o divorcio. Foi horrível! Era briga todos os dias e em qualquer lugar, e os dois pareceram não se importar com a presença do pequeno.

Agora já se sentia imensamente bem, mas não confortável para sair por aí socializando com qualquer um.

As pessoas ao seu redor, principalmente no colégio, o definiam como um filho mimado e totalmente metido por ele ser tão quieto e calado, mas se encontravam tão enganados por pensar essas coisas de Park.

Jimin é um garoto doce e nem de longe é uma pessoa metida e mimada como as pessoas pensam que ele é.

Pode-se dizer que a frase “as aparências enganam” combina perfeitamente com a sua situação.

Não é porque ele gosta e usa roupas cor de rosa e saias plissadas que ele tem que ser chamado de metido.

Roupas não definem personalidade, vale lembrar.

Existe tanta garota no mundo que usa tais cores e tais tipos de roupa...

Mas Jimin não é uma garota, ele é um garoto que se sente totalmente confortável usando saias e blusas mostrando a barriga.

Suspirou fraquinho em meio ao sono, sorrindo ao ter sonhos leves e doces com um garoto. Não tinha um em especifico, pois ele nunca beijou um rapaz na vida e nunca teve um relacionamento ou relações sexuais com qualquer pessoa mesmo já tendo dezoito anos.

Era um príncipe, mais pra uma princesa do que o contrario da palavra. Totalmente puro e imaculado. Por isso que seu pai se preocupava muito em cuidar do seu menino puro. Movia o mundo se pudesse para proteger sua princesa de qualquer coisa sem nem ao menos Jimin saber. É também por isso que ninguém se aproxima muito de Jimin, pois quando o tentam os seguranças que seu pai contratou sempre se mostravam atentos e por perto, e a princesa sem perceber as coisas ao seu redor não via que estava sendo seguido e protegido, principalmente vigiado, por homens altos e fortes, prontos para atacar quem se aproximasse de Park Jimin.

Park mais velho o amava mesmo recebendo vácuos do seu único filho e sempre cuidava dele com muita atenção e precisão.

Mas Jimin não se sentia totalmente feliz. Queria alguém ao seu lado para poder chamar de seu, para amar principalmente e para ajuda-lo com o cio que sempre lhe agoniava quando estava no tempo.

Certa vez foi para escola quando estava próximo do cio – na verdade esqueceu-se de contar os dias e acabou errando a data – e foi o dia em que se arrependeu amargamente. Com os dias sendo contado errado, aquele dia em especifico era o dia em que seu cio iria chegar, e os garotos alfas, garotas também, tentavam a todo custo se aproximar dele por conta do cheiro extasiante. Rapidamente o mandaram pra casa, pois estava causando um fuzuê enorme no colégio.

Park Jimin é bonito, totalmente e inteiramente bonito, por dentro e por fora. Além da personalidade forte e doce ele esbanjava de uma aparência única, comparando-se com uma boneca de porcelana ele, com certeza, seria mais bonito e perfeito e Jimin tinha um cheiro incontrolavelmente doce e gostoso, deixando os alfas loucos para o marcarem.

Tão belo e único. Tão Jimin. Não negava que era um ômega.

Ele é magro, suas clavículas sempre estão à mostra, sua pele é branca como a neve e seus cabelos loiros pintados e lisos. As garotas sentiam uma inveja tão grande da princesinha da escola, mas tanta inveja. Porém, mesmo sendo magro, tinha coxas grossas, invejáveis, e não fazia exercícios físicos para mantê-las. Era tudo natural dele, tudo de nascença e desejável aos olhos dos outros.

E Park, seu pai, se orgulhava tanto disso.

Como também deixava Jeon Jungkook – seu meio irmão alfa – totalmente necessitado e ansioso para enterrar-se dentro do menino puro.

Quando Jimin teve seu primeiro cio – em seus dezesseis anos – Jungkook quase enlouqueceu dentro de casa, porém, conseguiu controlar-se e passou a semana inteira fora de casa para poder dar espaço a Jimin, deixando a casa inteira para o ômega até o cio passar.

Jimin esbanjava de um cheiro tão doce, um cheiro tão forte que poderia ser sentido de longe. E Jungkook nunca tinha sentido aquele cheiro antes.

No período do cio Jimin infestava a casa com seu cheiro, e seu pai e a mãe de Jeon fugiam pra longe por não aguentar aquele cheiro extremamente doce.

E, agora, Park estava próximo do seu cio novamente, mas Jeon não sabia disso, ainda.

Jungkook e Jimin não se falavam, nem de longe trocavam olhares e cumprimentos. O alfa queria muito aproximar-se para tentar algo com o garoto, mas Jimin parecia tão impossível aos seus olhos e toda a sua coragem se esvaia quando via o rosto lindo e sério do ômega.

{...}

Acordou lentamente, sentindo seu corpo inteiramente quente e já sabia o porquê daquilo – estava próximo do cio. Remexeu-se um pouco no sofá por estar desconfortável naquela posição, porém, algo o impedia se de mexer. Aos poucos seus sentidos foram voltando ao normal e automaticamente sentiu algo apertar suas coxas e alguma coisa quente e úmida passando sorrateiramente por suas coxas descobertas já que a usava uma saia plissada branca que, enquanto dormia, subiu um pouco. Um vento frio acertou em cheio suas pernas, deixando-o totalmente arrepiado por também ter certos cantinhos dela úmidos. Park franziu o cenho com aquilo, tocando em sua blusa cropped rosa bebê que tinha uma palavra na frente: “daddy!” e bocejou avidamente, abrindo os olhos aos poucos.

Ainda um pouco sonolento esfregou os olhinhos com as mãos pequenas e delicadas, olhando incisivamente para baixo e deparando-se com seu meio irmão mais velho no meio de suas pernas, com um sorriso consideravelmente safado enquanto chupava e lambia as coxas grossas de Jimin. O menino inocente do jeito que era se assustou e passou a se debater constantemente para que o outro saísse dali o mais rápido possível.

Que indecência!

O que seu irmão estava fazendo no meio de suas pernas, afinal? Coisa boa é que não era.

Bom, pelo menos pro Park “inocente” Jimin.

— J-Jungkook – pronunciou totalmente surpreso, embolando-se na pronuncia do nome por conta do susto. O ômega se apoiou no sofá macio com os cotovelos para poder observar o que se passava ali embaixo e tentou a todo custo puxar seu corpo mais pra cima para se livrar do aperto do tarado que estava entre suas pernas, beijando suas coxas a mostra avidamente, mas o alfa o segurou com força para que ele não saísse dali e apertou as mãos contra as coxas fartas de Jimin, o impedindo de sair dali.

Park engoliu a seco.

— Oi princesa. Vi você tão dormindo e não resisti, não consegui mesmo me controlar. Você se mexeu enquanto dormia fazendo com que sua saia ficasse um pouco levantada e me dando o privilegio de ver algo que ninguém nunca viu antes. Você ama calcinhas de rendas brancas, não é, Jimin? – suspirou totalmente esganiçado e beijou a coxa esquerda, sugando um pouco da pele e deixando uma marca avermelhada que com certeza ficaria roxa. Jimin abriu a boca para soltar um gemido, mas automaticamente se interrompeu para não deixar tão na cara que estava ficando descontrolado com a aproximação e os toques de Jungkook. – Aliás, porque não me informou de que estava próximo do cio? Seu cheiro está tão forte, mesmo não estando, ainda, no cio – mordeu o lábio inferior, castigando-o ao lembrar-se da cena única que presenciou quando pôs os pés dentro de casa: o garoto se remexia tanto e sua saia bonita subiu, mostrando suas coxas grossas e boa parte de sua bunda grande. Jeon rolou os olhos ao lembrar que não falava com Jimin e riu, dando de ombros. Voltou sua atenção para o meio das pernas de Park, passando a ponta do dedo pelo pênis coberto por aquela calcinha excitante, muito excitante para Jeon, e causando um arrepio indesejável no corpo do ômega. Estava frágil por estar perto do cio, e toques assim o faziam ficar mole e entregue. – Estou tão excitado bebê, e seu cheiro inebriante está acabando comigo – decretou totalmente sincero, alisando as coxas grossas com as pontas dos dedos, deixando o ômega trêmulo diante um toque nunca sentido. A sensação de primeira é boa, mas vai se tornando ótima e sem perceber está almejando por mais, porém, não quer admitir tal coisa por ser uma princesa muito orgulhosa.

Jimin arregalou os olhos diante a confissão do meio irmão e pôs a mão na testa, sentindo-se febril de excitação. Sabia que dali em diante não teria mais a sua pureza, sentia isso.

Olhou fundo nos olhos do alfa, vendo-o demonstrar somente pelos olhos estar tão excitado e maluco por conta do seu cheiro gostoso. Tinha a breve sensação de que sua virgindade não passaria de hoje, não mesmo.

Jungkook, ou Kook como preferia chama-lo por pensamentos, lhe lançou um dos seus olhares mais safados e intensos – era isso o que considerava já que nunca tinha recebido olhares daquele tipo antes –, logo castigando o lábio inferior com seus dentes brancos e bem alinhados.

A princesa tenta novamente se livrar do aperto do meio irmão, porém sente um arrepio intenso ao se dar conta da pele de Jungkook contra a sua, e o alfa sorriu vitorioso ao se dar conta da fragilidade do ômega com seus toques. Park Jimin está mesmo querendo se entregar para o alfa, mas não sabe como, pois é virgem, totalmente virgem, e inexperiente no assunto.

E o quase cio não estava o ajudando a se controlar naquele momento. Tudo só contribuía a favor do alfa.

Seu irmão opta por começar com as provocações mais intensas, causando sensações esquisitas, mas gostosas, em seu corpo e passou a desejar senti-las com mais afinco. Por isso acaba se perdendo e se deixa levar pelas sensações boas, relaxando sua cabeça no travesseiro fofo que jazia abaixo de sua cabeça e aperta com força a borda do sofá com a mão direita enquanto que a outra agarra o tecido do travesseiro que fazia parte do sofá.

De repente sentiu um líquido escorrer por suas coxas sorrateiramente, e acabou mordendo o lábio inferior com força, apertando os olhos. Não, não, não! Jungkook puxou o ar com força, fechando os olhos para sentir melhor o cheiro e os abre quando se sente ser observado. Jimin apavorou-se quando viu os olhos de Jeon em um tom escuro por conta da excitação e percebeu que seu meio irmão não iria conseguir se controlar.

— N-Não te-tem ninguém além de nós? – gaguejou, demonstrando estar realmente muito frágil pelos toques únicos que recebia do alfa e também pelos olhares lascivos que o outro o redirecionavam com tanta intensidade.

— Sim. Você não se lembra? Seu papai foi para uma viagem de negócios com minha mãe e dispensaram todos os empregados já que você e eu poderíamos nos virar muito bem sozinhos. Eu não sabia que estava próximo do cio, Jimin. Foi por isso que nossos pais saíram? – demonstra estar bem confuso com tudo, mas o que o alfa não sabe é que Jimin está mais confuso ainda. – Provavelmente sim – respondeu por si só ao perceber que o outro não consegue falar nada. Deu de ombros, vendo Park fechar os olhos com força e negar veemente com a cabeça. Jimin lembrou-se rapidamente do seu pai lhe dizendo que sempre iria de casa assim que ele estivesse no cio porque seu cheiro era insuportavelmente doce e não aguentava tanta doçura. Quis esganar seu pai por isso. Ele acabou por lhe deixar sozinho com Jungkook, um alfa, sem ao menos se dar conta do que poderia acontecer... Ou talvez confiasse demais em Jeon para deixa-lo sozinho com Jimin nesse meio tempo. – Lembre-me de agradecê-lo depois por esse presente – riu malicioso, mordendo seu lábio inferior totalmente safado e satisfeito. O pai de Jimin avisou a Jeon para ele se manter longe de casa, mas Jungkook não entendeu o que ele quis dizer com aquilo e nem deu total importância. Iria aproveitar a saída dos pais para dar uma festa naquela mansão e dormir com algum garoto ou garota, ou até com os dois, porém, quando chegou em casa para pegar dinheiro para fazer as compras pra festa se deparou com Jimin naquele estado deplorável. O garoto gemia baixinho enquanto dormia quando se aproximou e não se controlou como sempre se controlava perto do ômega. – Vamos nos divertir um pouquinho, hm? – estava tão feliz por seus pais terem saído para uma viagem, pois agora iria tentar pegar seu irmãozinho querido, e o quase cio estava ajudando em tudo.

— Papai não vai gostar disso – fez bico, pronunciando em um fio de voz. Levantou-se um pouco para observar a expressão despreocupada de Jungkook e aborreceu-se com isso. Quem iria se foder era ele, sabia disso.

Na verdade, quem iria ser fodido era ele.

— Pouco me importa. Eu quero você aqui e agora, neném – deu de ombros, voltando para o meio das pernas do ômega para lhe proporcionar um dos maiores prazeres da vida. Jimin rapidamente fechou as pernas para que Jeon não fizesse o que queria, e recebeu um olhar descontente e reprovador do irmão. – Colabora comigo.

— Eu sou virgem – corou um pouco como se contar aquilo fosse um segredo de estado.

— Eu sei princesa. Agradeço por seu pai ser tão severo na sua segurança, ele mesmo me deu uma coisa preciosa sua – Jimin franziu o cenho sem entender e Jeon acariciou sua bochecha, sorrindo pra ele. – Vou fazer com carinho, juro – acalmou o ômega, fazendo depois um carinho em sua perna. Tocou calmo nos joelhos do ômega para incentiva-lo a abrir as pernas para que o proporcionasse o prazer que Jimin precisava sentir. Com o olhar sereno pede gentilmente para que o ômega o deixasse fazer isso e Park o obedece rapidamente, rindo por dentro em total nervosismo, ainda sentindo um pouco de medo do que poderia acontecer.

Jungkook sorriu em contentamento, totalmente satisfeito por ter seu pedido obedecido, e olhou pra baixo, bem para o meio das pernas do ômega, visualizando a calcinha rendada totalmente úmida. Aquilo era lindo. Tão lindo. Não igual às calcinhas das mulheres que já pegou, mas em Jimin era totalmente diferente e bonito, muito, mas muito excitante e único.

Park Jimin era totalmente único pra si.

Umedeceu os lábios, recebendo um olhar atento da sua princesa naquele lugar e sorriu observando-o um pouco, logo aproximando seu rosto das coxas grossas e trêmulas dele. Passou a ponta da língua na pele, sorrindo contra a mesma enquanto passou a chupar a carne. Mordiscou o mesmo lugar, ganhando arfares baixos e prazerosos do menino que sentia uma sensação totalmente avassaladora diante os toques do mais velho.

Queria mais, muitos mais.

Porém, aquela sensação boa logo se esvai, deixando-o totalmente descontente. Encarou seu irmão com raiva e com um bico emburrado nos lábios cheinhos, recebendo uma risadinha debochada do outro. Rapidamente tornou-se sem jeito, e percebe que o alfa está se aproximando. Jungkook fica em uma distância consideravelmente próxima – faltava pouco para se beijarem – e a respiração morna chicoteava seu rosto.

— Sempre quis beijar sua boca, provar do seu gosto único. Tão lindo, Jimin. Tão puro! Isso é o que me faz querer pegar você de jeito e tirar totalmente a sua inocência e pureza. Eu estou me controlando ao máximo para não estragar com tudo – riu contra a boca entreaberta do ômega. Jimin ficou surpreso pelas palavras de Jungkook, e quando este lhe deu um selinho demorado e mais alguns selares pelas bochechas e nariz foi que sentiu uma sensação estranha e um formigamento abaixo de sua barriga.

Jimin sentiu-se ainda mais lubrificado e contraiu sua entrada que piscava lenta para ser penetrada. Começou a roçar seu pênis na perna de Jungkook, gemendo esganiçado, porém, o alfa se afastou para que ele não fizesse aquilo.

O ômega grunhiu enraivecido.

— Não sei beijar – confessou depois de alguns minutos em um silêncio absoluto, sentindo-se muito envergonhado por estar admitindo uma coisa dessas. Quem em pleno século vinte e um não sabe beijar, afinal? Aquilo era demais para Jungkook e, com aquela confissão, vinda de uma voz tão inocente e envergonhada, o alfa ferveu em excitação e sorriu ao dar-se conta de que seria o primeiro a beijar aquela boca e, se desse tudo certo, o único.

— Vou devagar. Siga meus movimentos, depois você vai se soltando, ou me deixe comandar tudo – instruiu o menino, vendo-o perdido. – Sou bom nisso, você vai adorar – ditou baixinho, ganhando um aceno positivo do ômega que resolveu que não iria mais resistir a Jeon Jungkook e deixou que seu corpo ficasse totalmente a mercê do mesmo.

O alfa em um alto impulsivo une seus lábios com os do outro em um selar leve e breve, passando a língua sorrateiramente pelos lábios cheinhos o mais novo para umedecê-los. O ômega demonstra gostar do toque, pois arfou diante do simples ato e abriu mais a boca, clamando por mais dos lábios do alfa. Prendeu o lábio inferior dele entre seus dentes perfeitamente alinhados, puxando-o mais pra si e depois chupou com afinidade. Jungkook mantém seus olhos bem abertos para observar as reações de Park inocente Jimin e percebeu que o ômega gostou, o que inflou o ego de Jungkook. Largou o lábio do ômega, dando um selar agora demorado nos lábios vermelhos e fazendo-o abrir a boca novamente em um pedido mudo com os atos para que o beijasse de uma vez.

Jimin puxou o ar profundamente antes de deixar sua língua umedecer seus lábios que antes foram maltratados pelos dentes afiados do alfa, sentindo um pouco do gosto de menta que envolvia a saliva de Jeon. Abriu os olhos devagar vendo que seu irmão o fitava com desejo e sorriu timidamente, fechando os olhos de novo por se sentir demasiadamente tímido sob o olhar do alfa que transmitia um sentimento tão forte.

Jungkook sorriu mínimo, adorando ainda mais seu garoto de porcelana. Olhou pra baixo e encarou a boca entreaberta e a língua passeando pelos lábios volumosos. Arrepiou-se pela visão e rapidamente se aproximou para aproveitar-se do ato do ômega, logo capturou o musculo úmido de Jimin, chupando-o com afinco que fez a princesa revirar os olhos ao sentir sua língua ser chupada pelo alfa que a cada segundo se sentia mais excitado. O rapaz começou a movimentar a cabeça de cima para baixo, sorrateiramente, enterrando a língua do ômega dentro de sua boca e fazendo barulhos excitantes de sucções, deixando Jimin muito excitado com tudo aquilo.

Aquilo só os incitaria, só os deixariam mais necessitados, mais quentes do que já se encontravam.

Depois daquilo Jeon passou a beija-lo com leveza e calma para ensina-lo perfeitamente como se faz as coisas, e gostou imensamente do resultado, pois ele pega a manha rapidinho e repete o ato direitinho. Logo estão envolvidos em um beijo afoito e bruto, cheio de intensidade. As mãos tímidas do ômega estavam do seu do seu rosto, os nós de seus dedos estavam tão brancos demonstrando que estavam sendo espremidos com muita força. Jimin fechava as mãos em punhos sem saber onde coloca-las.

Jungkook percebe a falta das mãos do ômega e guia uma daquelas mãos pequenas para baixo, mais precisamente para seu pau rígido e coberto que implorava por Jimin. Park assustou-se com tal coisa, nunca ao menos tinha tocado em um pênis alheio antes, somente o seu para tentar aliviar-se dos cios.

Oppa – gemeu ofegante quando o beijo se findou, abrindo um pouco sua mão e massageando sem querer o membro duro do alfa que gemeu em deleite e fez cara de aprovação. A mão pequena dele parecia tão preciosa e certa naquela região, parecia se encaixar perfeitamente. Jimin fez um movimento tímido, deixando o alfa sem chão, totalmente perdido em um mundo de prazer que estavam criando ali.

— Você gostou do beijo? – salivou os lábios com a língua antes chupada pela boca de Jimin. Sentia a necessidade de saber se seu baby boy tinha gostado do beijo.

— Unhun – balbuciou ofegante, apertando seus olhinhos com uma força descomunal.

— Gostou mesmo da minha língua brincando com a sua, baby boy? – aquela voz soou tão provocante pra Park. Com isso, apertou ainda mais os olhos, deixando que a voz inebriante do alfa penetrasse seus ouvidos e atingisse em cheio seu baixo ventre sensível, ficando igualmente a Jungkook, excitado por demais.

O rapaz subiu um pouco seu corpo, ficando frente a frente com o rostinho vermelho do ômega e sorriu contra os lábios recém-beijados e chupados, logo partindo para seu pescoço e distribuindo beijos molhados pela região e umedecendo o lóbulo de sua orelha com sua saliva.

— Muito, oppa – pronunciou com um fio de voz, sentindo-se cada vez mais excitado com os toques mínimos em partes sensíveis do seu corpo. Não sabia que algumas simples chupadas em sua orelha iriam lhe deixar totalmente quente e louco pra querer que Jungkook o foda com força. Jimin estava morrendo de tesão. Descobriu, então, que aquela região maltratada pelos dentes de Jeon é um ponto frágil e que lhe dá muitos, mas muitos arrepios.

— Acho que a partir de hoje você vai começar a amar minha língua. Ainda mais! Você vai começar a implorar por ela como uma puta sedenta – pronunciou entre dentes, sendo totalmente convicto. Jimin arfou, porém, não compreendeu perfeitamente ao que ele estava se referindo.

A boneca permaneceu pensativa depois daquilo e passou a viajar em um mundo que criou em sua mente, se iludindo totalmente com ela. Nunca tinha sentindo sensações tão prazerosas, e criou seu mundinho de prazer, imaginando-se nas nuvens enquanto a língua de Jeon Jungkook trabalhava em lhe dar prazer, escorrendo por seu corpo imaculado e lambuzando sua barriga com sua saliva e depois suas coxas, tirando sua pureza.

E, na verdade, aquilo não era somente um pensamento.

Jungkook realmente estava o molhando com sua saliva.

Jimin acordou brevemente do seu “sonho” ao sentir os lábios macios irem à direção de sua intimidade por cima da calcinha rendada totalmente excitante e depositando um breve selar por cima do seu pau, causando uma fisgada intensa na ponta do membro duro que pulsava. Encarou brevemente o garoto corado, vendo-o arfar profundamente diante do seu toque e sorriu para ele quando percebeu estar sendo observado. O alfa passou as pontas dos dedos pela borda da calcinha, ainda encarando o ômega com um sorriso safado. Brincou um pouco o tecido para provoca-lo, recebendo um grunhido irritado de Jimin, e depois puxou para baixo. Jimin ajuda seu meio irmão a retirar a peça do seu corpo esplendido, tomando cuidado para não acabar batendo seu pé ou perna aonde não devia.

Abriu as pernas por impulso quando a calcinha voou para longe deles e se contorce por inteiro ao sentir sua intimidade ser chicoteada com o vento gélido do ambiente. Sorriu envergonhado por estar tão exposto para Jeon, encostando sua cabeça no travesseiro e tentando se fundir com o mesmo para livrar-se da vergonhada que só o dominava a cada segundo. Nunca tinha ficado sem uma peça tão importante na frente de outra pessoa, e agora sentia uma sensação muito estranha, mas satisfatória.

Jungkook subiu um pouco da saia do baby boy, segurando as coxas do mesmo pela parte exterior com tanto afinco e se deliciando com aquela carne tão volumosa em suas mãos. Mordeu o lábio inferior totalmente ansioso para chupar o pênis latejante de Jimin e se viu salivar quando observou plenamente o meio das pernas dele, vendo sua entrada pura sendo contraída e o pênis ereto. Rapidamente se ajeitou ficando deitado no sofá e com as pernas um pouco para fora do sofá. Jimin percebeu que o alfa estava um pouco incomodado, por isso se ajeitou no sofá para lhe dar mais espaço. Jeon sorriu, adorando o ato do ômega, e se ajeitou, ficando em uma posição muito confortável.

As partes mais importantes estavam apoiadas no sofá, e isso era o que mais importava para ambos.

Segurou com possessão a cintura da princesa, pedindo com o olhar para que ele colaborasse consigo e abrisse ainda mais suas pernas. Instruiu o ômega a por uma de suas pernas fartas em cima das almofadas grandes do sofá e a outra colocasse para fora do mesmo ou em cima do seu ombro.

Jimin puxou o ar antes de responder aos comandos de Jeon, sentindo-se ainda mais envergonhado por estar totalmente aberto para um garoto parcialmente desconhecido, mas mandou pra bem longe todos aqueles pensamentos e se concentrou no prazer que iria sentir ao ter a boca do alfa envolta do seu pênis sedento por atenção. A respiração morna do meio irmão acerta em cheio seu falo ereto e acaba se contorcendo com isso, forçando os olhos para continuarem fechados e rangendo os dentes.

A sensação era tão gostosa! Tão boa e inebriante e penetrante, sufocante também. Lhe deixou de pernas bambas com poucas coisas.

E quando o rapaz afoito beijou a glande inchada e molhada de pré-gozo foi que se sentiu no paraíso. Jungkook olhou na direção do menino ainda com a língua naquela região sensível e rodou-a com a calma, levando o menino a loucura. Sorriu contra a intimidade de Jimin, abrindo bem a boca e pondo somente a glande para dentro.

Porra! A sensação gostosa duplicou, triplicou de prazer, e queria muito sentir aquilo com mais afinco e mais vezes.

— Ah, o-oppa – gemeu alto, não se contendo. Contorceu-se todo, sentindo a boca quentinha do alfa em seu pênis. Não sabia onde por as mãos, por isso que segurava seus cabelos com força para descontar o que estava sentindo em apertos fortes em seus cabelos. Kook percebeu tal coisa e parou, deixando uma linha de saliva escorrer por seu queixo. Encarou Jimin com um olhar penetrante.

— Coloque as mãos nos meus cabelos baby, vai ser mais excitante – ordenou severo, apertando as coxas do menino. – E me chame de daddy – Jimin arrepiou-se, porém, nem deu atenção aquilo, pois no segundo seguinte os lábios do alfa voltaram para sua intimidade e, agora, toda ela estava dentro da boca alheia, sugando com força seu falo sensível.

Voltou ao início, depositando um breve selar na glande inchada e úmida e depois voltou a chupa-lo com afinco, recebendo gemidos roucos e sedentos da sua princesa. Jungkook passou a subir e descer com a boca envolta do membro alheio; retirando o pênis duro em excitação de sua boca e lambuzando-o com sua saliva e depois voltando a enterrar o membro dentro da boca.

Park gemia extremamente alto com aquela felação, sorrindo anestesiado em meio ao prazer que estava sentindo, e Jungkookie riu abafado, mandando vibrações intensas para o pau molhado que tocava em sua garganta vezes ou outra. Logo passou a dar mais intensidade às chupadas naquele lugar tão erógeno, revirando os olhos em prazer por estar sentindo o gostinho tão bom de Jimin.

— Você não é... Hmmm... – colocou as mãos nos cabelos do oppa, entrelaçando os dedos nos fios lisos e ondulando o quadril para conseguir ter mais do seu membro enterrado na boca alheia. – Não é meu daddy – completou de olhos fechados.

— O que? – Jungkook subitamente parou com a felação e tornou-se incrédulo ao ômega ofegante, logo sentindo sua excitação diminuir aos poucos por conta do que o ômega acabara de dizer, mas não iria brochar diante daquilo, nem de longe. Seria muito excitante fazê-lo lhe chamar de daddy a força, e se Jimin não quisesse chama-lo assim tudo bem, mas ele iria pagar muito caro por aquilo.

— É isso mesmo – confirmou baixinho, com um pouco de medo por conta do olhar irritante que o alfa o lançava.

— Eu estava te dando prazer! Você não... – parou de falar e respirou fundo para tentar se acalmar, estava inteiramente irritado com sua princesa desobediente. – Eu ia ser bonzinho com você e nem iria te foder nessa noite, mas acabei mudando de ideia.

Levantou-se tão rápido, obtendo um olhar assustado do ômega, mas o mesmo não conseguia se mover por estar observando atentamente os movimentos de Jeon. O alfa livrou-se da camisa, deixando-o totalmente vislumbrando com o abdômen do rapaz. Não é um abdômen definido como via nos homens que passava na televisão hoje em dia, mas daria para se deliciar com aquilo e poderia chupar cada gominho em formação do abdômen alheio.

Jimin ouviu o rapaz desfivelando o cinto e sentiu um friozinho em seu baixo ventre, então é dai que se dá conta de que pode fugir agora. Por isso reúne todas as suas forças e se levanta rápido, correndo na direção das escadas quase que escorregando no piso liso por estar usando meias de uma cor rosa bebê.

— Volta aqui gatinho! – proferiu o alfa entre risadinhas. Jimin quis rir também, mas estava muito mais interessado em salvar sua preciosa virgindade de um alfa tarado do que rir junto a ele e depois perder o seu bem mais precioso no mundo. Estava quase no cio, obviamente, e ainda conseguia se controlar e tinha consciência do que estava fazendo. Sabia que quando o cio chegasse ele imploraria para que o alfa o fodesse, e nem se importaria com isso. Jungkook iria passar o cio consigo de todo jeito. – Você fica tão lindo correndo, princesa.

— Não vai me pegar – decide entrar na brincadeira do mais velho. Girou os calcanhares para ir até a sala de jantar, ouvindo passos apressados atrás de si. Se desesperou totalmente, parando para olhar para os lados sem saber o que fazer. – Não vou te dar minha virgindade.

— Eu vou te comer, Jimin. Vou sim! – afirmou totalmente convicto como se soubesse que hora ou outra o ômega fosse ceder aos seus encantos. Tinha que persistir até o final, afinal, era uma aposta.

Apareceu no mesmo ambiente que Jimin, rindo um pouco da brincadeira do ômega. Percebeu o mais novo parado, indeciso para onde correr, e sorriu perverso.

Park corou fortemente ao perceber Jungkook somente com sua peça íntima.

— Tão fofo – murmurou, mordendo seu lábio inferior.

— Por favor, eu não estou preparado pra isso – sabia que não iria conseguir fugir, Jeon era forte demais.

— Eu te preparo com jeitinho bebê – falou maliciosamente, olhando para ele do mesmo modo. Park se perdeu por um momento quando parou para dar atenção aos movimentos de Jeon em seu pênis coberto. Ele estava o provocando. Acabou se esquecendo de que estava fugindo do meio irmão e só acordou do transe ao sentir braços fortes envolta da sua cintura. Assustou-se. – Te peguei – sorriu perverso, olhando fundo nos olhos de Jimin e firmando suas mãos na cintura dele para que o ômega não fugisse.

— Jungkook-ah – disse entre um suspirou, sentindo suas pernas torneadas serem acertadas por um vento e geme em total deleite, gostando muito daquela sensação. Agarrou-se a Jeon, puxando o ar várias vezes para se controlar. O alfa para por um momento, sentindo seu pau fisgar e, literalmente, enlouquece com a expressão de Jimin.

— Puta merda – murmurou afoito, levando Jimin até a mesa. – Eu vou te comer muito baby, e vai ser agora, aqui mesmo.

O alfa empurrou o ômega na mesa de vidro, deixando seu tronco deitado na mesma e sua bunda bem empinava em sua direção. Park gemeu ao ter seu membro praticamente estrangulado pela mesa, mas se ajeita para não acabar se fodendo mais ainda. Jungkook levantou um pouco da saia, deixando-a mais para cima da cintura e alisando uma das nádegas com as pontas dos dedos, logo desferindo uma tapa forte na mesma e rapidamente vê seus cincos dedos grandes desenhados na pele branquinha e nunca tocada antes.

Daddy – gemeu arrastado, satisfazendo muito ao Jungkook somente pelo modo que pronunciou aquela palavra e também por Jimin estar lhe chamando de daddy.

— Eu vou gozar somente com você me chamando de daddy, baby boy – passou as mãos pelas costas do garoto, desde os ombros até a cintura do mesmo, arranhando um pouco a pele branca com as unhas.

— Meu papai não vai gostar nem um pouco disso – murmurou inocente, deixando tudo ainda mais excitante pela inocência.

O clima parecia esquentar a cada segundo que se passava.

— Mas o papai aqui vai gostar e muito – rapidamente se livrou da cueca, segurando seu pau pela base e forçando contra a entrada comprimida do ômega.

Aquilo doía como o inferno, e pensou que seria preparado antes de se penetrado por aquele pênis grande, mas Jungkook parecia tão afobado para senti-lo inteiramente que nem se preocupou em prepara-lo antes. Mas agora não adiantava mais. Somente a glande do outro sendo forçada em sua entrada parecia que iria rasga-lo por inteiro, e Jimin choramingou sentindo muita dor.

Respirou fundo, se apoiando na mesa e empinando mais a bunda na direção de Jeon para tentar fazer com que aquilo parasse de doer, mas só piorava. Aquele simples movimentou enterrou mais ainda do pênis do alfa dentro do ômega e Jungkook urrou em prazer ao dar-se conta de tal coisa. A entrada estava lubrificada pelo liquido de Jimin, e melou inteiramente o membro do alfa quando este forçou mais ainda seu quadril para frente e ajudou muito a enterrar totalmente seu pau dentro do meio irmão. Jungkook sente um prazer descomunal subir por seu corpo e jogou a cabeça pra trás, fechando os olhos com força para sentir a sensação boa o acolhendo.

Queria mais, muito mais. Queria rasgar o menor ao meio se precisasse.

— Tá doendo daddy – reclamou com um beicinho, virando o rosto na direção do alfa que o encara de imediato. Os olhinhos pequenos estão marejados e os de Jeon estão escuros demonstrando o quão absorto está no prazer, e é dali que sabe que o mais velho não ia lhe dar ouvidos por estar seguindo seus instintos. Jungkook logo está se movendo na direção de Jimin para estoca-lo, acertando em cheio um ponto sensível e fundo de Jimin. – Aí! Daddy – soltou manhoso pela dor.

— Vai passar, shiu – alisou uma das nádegas dele. Debruçou-se sobre o corpo do garoto, chegando perto do ouvido do mesmo para sussurrar algumas palavras perversas. – Quando você se acostumar comigo vai sentir a pressão. Tão apertado, quente e gostoso, neném.

Voltou à posição do início, segurando na cintura dele com as duas mãos e passando a se mover. Começa lento e devagar, ouvindo-o resmungar algo indescritível enquanto se deixa levar pelo prazer. O menor bate as mãos com força sobre a mesa, esquecendo-se totalmente de que era uma mesa de vidro, porém, o mesmo não se despedaça como pensou, felizmente. Sentindo o prazer rondando todo seu corpo ele começa a se soltar, gemendo a cada investida forte do alfa, a cada penetrada lenta e profunda, e Jungkook estava adorando imensamente as reações do mais novo.

Segurou os cabelos do outro e os puxou na sua direção, aumentando o ritmo da penetração e chocando quadril com quadril, causando um barulho excitante de suas bolas contra Jimin. O ômega se levanta um pouco, levando sua mão até seu pau duro e necessitado, passando a bombeá-lo com rapidez e revirando os olhos em puro êxtase. Com isso acabou empinando mais a bunda para Jungkook.

— Eu vou morrer – ditou o alfa, embebido de prazer. – Minha morada é aqui agora, Jimin, dentro de você. Sinto muito, sinto muito, ah.

D-Daddy eu est... Vai com mais força – implorou necessitado.

— Tá gostando baby? – perguntou debochado, sorrindo em meio ao prazer e se lembra de que sua boneca estava fugindo de si há alguns instantes. Puxou mais os cabelos dele, ouvindo-o gritar e se deliciar com os gemidos excitantes do alfa rente ao seu ouvido.

— Muito.

Os momentos seguintes se resumiram a gritos de Jimin, pois estava gradativamente próximo do seu ápice e Jungkook passou a estoca-lo com mais força e mais rapidez ao perceber tal coisa. Quando está quase perto do seu limite o prazer se esvai totalmente quando o outro o abandona.

— O que? – pronunciou desnorteado, sentindo suas pernas fracas. Procurou com os olhos por Jeon, não sabendo o que estava acontecendo.

— Senta aqui bebê – falou já se sentando em uma das cadeiras de frente a mesa e bateu em uma das pernas como se o chamasse para se sentar ali. O ômega vai com um sorriso imenso, mas, antes mesmo de sentar-se, faz menção de tirar a saia para ser melhor. – Não tira ela! – pediu rápido e ofegante, interrompendo o ato de Jimin que o encarou confuso. – Me dá mais prazer te foder com essa saia.

O loiro deu de ombros e se apoiou nos ombros do mais velho, se sentando em seu colo com o membro teso e pulsante dentro de si. Quando teve toda a extensão dentro de si gemeu em deleite e sorriu, rebolando no colo de Jungkook com maestria e mordendo o lábio inferior. Jimin começou a subir e descer lentamente, um pouco desajeitado no início já que não sabia mesmo como se fazer aquilo, mas Jungkook o ajudou com os movimentos colocando as mãos em sua cintura.

— Você é ótimo nisso baby – ditou entre gemidos, fitando o menino com os olhos semicerrados em puro prazer. O ômega rebolava por puro instinto, fazendo Jeon gemer alto e pedir por mais e mais, gostando do ato do loiro. Repete aquilo mais algumas vezes para dar prazer ao seu meio irmão, adorando os gemidos deleitosos do mesmo que pronunciava rente ao seu ouvido.

Daddy – sussurrou subindo e descendo. A boca entreaberta e seus cabelos voando conforme se movimentava, dando uma visão privilegiada ao alfa. Sem aguentar por muito tempo ele agarra os cabelos de Park e o puxando para perto, tascando um beijo sedento em sua boca carnuda. O ômega parou com os movimentos, passando a ir devagar porque o beijo de Jungkook era bom demais e lhe tirava toda a atenção. – Oh.

— Você é safado demais, princesa – repuxou o ar profundamente, aproximando sua boca do mamilo direito e o chupando, rodeando a língua por ali. Colocou o mamilo entre os dentes e brincou um pouco, causando um arrepio intenso e sensações maravilhosas no corpo do Park.

Jeongguk para o que estava fazendo para observar o estado que Jimin se encontrava. Ele tinha o couro cabeludo molhado de suor, deixando boa parte da raiz de seus cabelos molhados; as bochechas estavam bem vermelhinhas em certa região e é gratificante para o alfa vê-lo daquele modo; os olhos estão semicerrados por conta do prazer; seu lábio inferior e superior eram constantemente castigados pelos dentinhos brancos do ômega, deixando em algumas partes dos lábios uma marquinha avermelhada; seus mamilos estavam vermelhos pelos beijos e mordidas do alfa; a boca estava um pouco entreaberta e soltando alguns murmúrios e arfares quando subia e descia.

Ele estava tão lindo, mas tão lindo que Jungkook acabou se apaixonado pela visão, acabou percebendo que sentia coisas fortes por Park Jimin. Passou tanto tempo tentando obter a atenção do mais baixo, bolando planos mirabolantes para se aproximar e até optou por uma aposta com seus amigos para ver se aquilo lhe dava uma instigada, e deu certo. E nisso tudo acabou se apaixonado, o que não era pra ter acontecido.

— Você é tão lindo bebê – sussurrou enquanto colocava uma mecha molhada do cabelo dele atrás da orelha, aproximando seu rosto do alheio e tocando seus narizes em um ato de demonstração de afeto e amor. Jimin passa a ir lentamente e abre os olhos para contemplar o rosto do alfa bem próximo ao seu. Jungkook quase perde o ar ao ver aqueles belos olhos o fitando e brilhando tão intensamente na sua direção. Jimin sorriu, gostando da aparência acabada de Jungkook e se sente orgulhoso por tê-lo deixado cansado.

Enquanto que Jungkook quase sente seu coração sair pela boca por Jimin estar ali consigo.

Porra. Tinha conseguido.

Além de ganhar dinheiro ganhou a virgindade de Jimin e, também, o Jimin.

Ele seria seu.

— Você que é lindo Jungkookie – diz pra ele antes de tomar por si próprio os lábios do outro em um beijo lento e amoroso. Os movimentos de sobe e desce voltam a ficar mais rápidos, acarretando gemidos entre o beijo. Jimin sente uma onda avassaladora de prazer tomar conta do seu corpo, logo suas pernas enfraquecem e ele se vê em um mundo de prazer único, gemendo alto o nome do alfa com maestria e gozando na barriga do mesmo. A sensação é ótima, muito gostosa mesmo, e se sente mole.

Jeon estava próximo do ápice, por isso levantou-se com ele em seu colo e o apoiou na parede, logo passando a estoca-lo com a fora que anda existia em seu corpo. O ômega grita, mas está gostando do jeito bruto do alfa e quer gozar de novo, mas Jungkook necessitado o deita no chão perto da mesa e passa a penetra-lo com força, segurando seu quadril e estocando em um ritmo tão frenético, saindo e entrando rapidamente. Logo atinge seu ápice em cheio e derrama o liquido quente e viscoso dentro do garoto, jogando seu corpo por cima do dele e sorrindo em meio ao prazer.

Jeon ainda tem mais uma coisinha pra fazer, por isso depois do nó se desfazer sai de dentro mais baixo, descendo seu corpo até parar nas coxas grossas e deliciosas de Jimin. Seus caninos aparecem rapidamente e seus olhos ficam escuros, então ele morde a coxa esquerda na parte interna com força, causando uma marca. Park gemeu em dor, mas está sorrindo.

As respirações estavam ofegantes e eles permaneceram acabados, porém, o alfa ainda consegue se levantar e levar seu ômega até o quarto dele para poder dar-lhe um banho... Depois iria recolher as roupas que deixaram espalhadas pela casa.

{...}

Mais tarde Jimin estava deitado em sua cama com seu habitual pijama rosa claro e extremamente curto quando Jungkook aparece no batente da porta para ver se estava tudo bem com seu ômega.

— O que foi? – perguntou Jimin depois que o percebeu ali, parado. Achou estranho vê-lo ali depois de uma transa louca. Pensou que Jungkook não iria se importar mais com isso, afinal, não se amavam e praticamente nem se falavam direito. Rapidamente lembrou-se da marca que Jungkook deixou em sua coxa e praguejou mentalmente. Não entendia porque diabos ele tinha feito aquilo. Não tinha motivos algum e agora estava totalmente preso a Jungkook... Pra sempre.

— Vim ver se está tudo bem – disse com um sorriso envergonhado e se aproximou do garoto, sentando-se na ponta do colchão. Quando vê as roupas que o ômega usava arregalou os olhos, fixando seu olhar nas coxas fartas. Observa também a marca limpa que deixou na coxa do menino e sorri internamente. Sabia por que tinha o marcado. Queria sua boneca somente pra si e não poupou esforços em marca-lo sem lhe informar. Agora ele seria inteiramente seu. Disfarçou olhando para outro lado. Sua boneca estava praticamente nua! E temeu que ele sentisse sono essa noite, queria ficar ali para esquenta-lo.

Engole a seco, sentindo a necessidade lhe invadir. Estava necessitado dele, estava dependente dele a partir de agora.

— Está sim – falou direto, sorrindo ao dar-se conta de que o alfa está preocupado consigo.

— Tudo bem. Então... Eu vou ir, é... Dormir – estava devidamente sem graça e queria dizer mais alguma coisa, mas não sabe o que é realmente. Se levantou e seguiu até a porta devagar, pois ainda tinha esperanças de que Jimin lhe chamasse para dormir consigo essa noite. Mas o que tanto espera não vem. Só ouve um “boa noite” baixo do seu ômega e depois o vê desligando o abajur e se virando para dormir. Mordeu o lábio inferior ao ter a visão ampla da bunda enorme de Jimin, mas se controlou ao extremo.

Quando está em seu quarto sozinho, solta um grito alto que é abafado pelo travesseiro.

Não queria admitir em voz alta, mas queria muito que ele o chamasse para dormir em seu quarto naquela noite, ou quem sabe, para sempre.

{...}

Algumas semanas depois Jeon está totalmente obcecado por Jimin.

Seus pais voltaram de viagem há alguns dias depois da noite que transaram loucamente e, também, depois do cio de Jimin passar. Park, naqueles dias, ficou tão necessitado de Jungkook e este o ajudou muito com o cio, mas depois voltaram a ficar sem se falar.

Jeon conversou com seu padrasto, implorando para que ele deixasse Jimin livre dos seguranças e prometeu que iria ficar de olho no mais novo. O homem estranhou, obviamente, mas não negaria aquilo a Jungkook, pois sabia que quando ele queria ser protetor ele era.

Park se sentia mal, péssimo na verdade. Estava tendo tonturas e enjoos constantemente, mas sabia que aquilo poderia ser porque não comia direito. Voltou a rotina normal e pacata, sem amigos e sem ninguém além de Jeongguk que tentava a todo custo se aproximar na escola, em casa também, mas o ômega simplesmente o ignorava e passava direto pelo alfa.

Era de noite. Na sala de jantar para ser mais especifico. O Park mais velho comentava sobre a viagem recente já que nos outros dias não teve como contar porque Jimin negou jantar com eles várias vezes – não se preocupou já que o mais baixo sempre fazia isso –, e a esposa e os filhos estavam jantando consigo, escutando atentamente o que o homem falava – menos Jimin já que estava pensando e pensando como sempre.

Até que sente uma breve tontura, e o enjoo se aproxima aos poucos.

A tontura aumenta e a vontade de vomitar também, tornando-o esbranquiçado por estar passando mal. Jimin pôs a mão na boca por impulso, atraindo a atenção dos presentes. O alfa mais velho, pai de Jimin, pensou que poderia ser algo na comida, porém, não se deu conta que Jimin não colocou nada pra dentro da boca por estar realmente enjoado. Passou a reclamar com os empregados enquanto que via sua princesa correndo na direção do primeiro banheiro para vomitar o que não tinha no estômago.

Jungkook levantou afobado e preocupado, correndo atrás do menino junto de sua mãe preocupada.

A mulher logicamente estranhou ao sentir um cheiro diferente no ambiente, era um cheiro muito adocicado e nunca sentindo antes, mas deixou de lado, pois não poderia ser nada demais.

— Você tá bem? – perguntou de maneira doce para Park, extremamente preocupada com o seu enteado. Adorava Jimin, mas ele não colaborava para um relacionamento estável com a atual esposa do seu pai.

— Vão... – automaticamente se interrompeu quando sentiu o vomito vindo e virou rapidamente a cabeça na direção da bacia do banheiro, deixando aquela gosma nojenta sair de sua boca. – Embora – completou baixinho, se sentindo extremamente cansado e fraco. Jogou-se ao lado na bacia do banheiro, encostando sua cabeça na parede gelada e respirando fundo para tomar fôlego.

A mulher, preocupada como nunca, correu até a sala ao ver que a situação é muito grave e chamou por um médico conhecido para o rapaz.

Kook encarou Jimin com os olhos levemente arregalados, demonstrando a preocupação que sentia pelo mais baixo.

— Você está bem mesmo? – se aproximou dele. Fechou a tampa da privada, dando descarga em seguida e se agachou na frente do seu ômega que tinha uma feição cansada e que repousava a mão em sua boca.

— Estou – respondeu seco, sem se importar se iria ou não ferir os sentimentos de Jungkook. Conseguia sentir como ele estava por conta da marca e, automaticamente, também se sentia mal.

Jimin tentou se levantar, mas sentiu uma tontura e acabou se desequilibrando, mas é segurado com força pelo alfa.

— Vou te levar até seu quarto – ele não protesta, até porque está sendo impossível andar com essa tontura miserável.

Carregou sua princesa no colo com cautela até o quarto do mesmo, e Jimin fez questão de passar as mãos pelo pescoço do alfa, apoiando a cbaeça no ombro dele e fechando os olhos. Não sabia por que, mas se sentia imensamente bem com o alfa ali do lado.

Depois de um bom tempo o médico conhecido chega para examinar o Park mais novo, porém, pede para fazer isso a sós com o ômega. Jungkook ainda implora para ficar com Jimin, dizendo que ele não estava bem e que precisava de si, mas o médico não deixa e ele acaba cedendo com medo do homem fazer alguma coisa com seu ômega.

A mãe de Jeon observou aquilo com estranheza, mas não falou nada.

Na sala, o pai, a mãe de Jungkook e o mesmo estavam muito preocupados com o garoto, principalmente os alfas. A mãe do menino já suspeitava o que poderia estar acontecendo com Jimin, pois sentiu as mesmas coisas quando...

— Isso está demorando, não é? – Jungkook falou agoniado, andando pra lá e pra cá, deixando sua mãe com uma feição divertida. Entendeu tudo por conta da preocupação do seu filho e soube somente com aquilo que foi ele quem fez aquilo com Jimin.

— Você parece mais preocupado do que deveria – o alfa mais velho comentou pensativo e confuso, rindo brevemente da feição assustada de Jungkook, mas o mesmo deu de ombros se se virou de costas para não demonstrar ao seu padrasto sua feição apavorada. O silêncio preenche o ambiente, mas em poucos segundos o médico aparece na sala.

Jungkook rapidamente vai pra cima do doutor e o pai de Jimin também.

— Então... O que ele tem doutor? Ele está bem? Me diz que sim, por favor – bombardeia o homem que recua um pouco totalmente assustado, mas sorri brevemente e toca o ombro do rapaz como se soubesse que ele era o responsável por tudo.

— Ele está bem sim – respondeu com um sorriso, saindo de perto de Jungkook e dando atenção ao pai do ômega. – Mas tem uma coisa que vocês precisam saber.

— E o que é doutor? – Park pergunta totalmente preocupado.

— Ele está esperando um bebê.

E no final aquela simples aposta tornou-se uma coisa muito séria para Jeon Jungkook.


Notas Finais


Essa é a última! Parabéns pra mim.

Espero que tenham gostado dessa one shot mais do que eu gostei.

Nada a declarar com esse final. Não sei mesmo se vai ter um segundo capítulo, eu criei isso aqui pra mostrar pra vocês que camisinha é importante na relação, não pensei num segundo capítulo. Então, se eu não for fazer uma segunda parte, deixo que vocês imaginem por si só o que pode acontecer com Jimin e com Jungkook.

Como será que o pai de jimin vai reagir? Como será que ele vai reagir quando souber que foi o jeon, o garoto totalmente confiante, que tirou a pureza do seu bebê? E assim vai... como vai ser a vida de jimin daqui pra frente.

Olha, eu juro que quero deixar isso pra vocês imaginar, mas se quiserem outro capítulo, um capítulo bônus, eu posso fazer.

Então, vão querer um capítulo bônus?

Isso aqui era pra ser, inicialmente, uma fanfic hetero, mas eu pensei seriamente. Se eu fizesse uma fic hetero de novo eu não iria postar, então com muito custo passei pra yaoi. Não ia ser ABO também, mas tive que por porque eu não queria explicar o motivo de Jimin ficar grávido. No universo ABO todo mundo já sabe, então...

Obrigada por lerem!

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obrigada por fazerem parte desse dia maravilhoso, amo todos vocês
kwon xx


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