História Chained - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Bangtan Boys, Bts, Gay, Jikook, Jimin!ômega, Jungkook!alfa, Kookmin, Lemon, Mpreg, Singkook
Exibições 2.073
Palavras 2.672
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Cheguei bem rápido, não foi? Então... Antes de tudo quero agradecer pelos comentários, por todos os favoritos e visualizações somente com um capítulo. Isso tudo foi uauuuu. Não pensei mesmo que minha primeira fic ABO acabasse desse jeito.

Como vocês sabem eu fiz um capítulo para que votassem e deu mais short ou longfic. No entanto tenho várias ideias pra Chained e se der mais do que dez capítulos ela rapidamente vai se tornar uma longfic.

ESPEREM AÍ! VEJAM ESSA CAPA MARAVILHOSA QUE A @Solace FEZ PRA MIM AAAAA EU TÔ PASSADA GENTE isso foi tão lindo. Irei apreciar essa capa para o resto da minha vida aaaaaaa.

Não tenho mais nada a dizer, só leiam as notas finais e apreciem esse capítulo com calma viu? Ele tá chatinho, mas é só uma introdução para o que estar por vir.

Boa leitura!

Capítulo 2 - Abortar é uma opção?


 

— Eu não acredito nisso – vociferou entorpecido de raiva, segurando com força em seus cabelos castanhos pintas já que os fios brancos teimavam em aparecer com frequência. Diziam que o estresse fazia nascer cabelos brancos, e se estressar era pouco o que passava, ele vivia atolado em estresse, contas e dor de cabeça. Não tinha simplesmente como parar de se estressar. Ainda mais agora que descobriu que sua princesinha estava grávida.

O alfa e a ômega presentes o olharam de supetão quando o homem mais velho começou a extravasar sua raiva, quebrando um vaso caríssimo que jazia ao seu lado, agora estava totalmente aos pedaços. Senhor Park começava a ficar com a pele de uma coloração vermelha, demonstrando o quão raivoso está.

Jungkook arregalou os olhos de imediato, tanto por seu padrasto estar praticamente enlouquecendo do que pela notícia de que seria pai. Engoliu a seco, voltando a encarar sua mãe que demonstrava surpresa. Nunca nem ao menos tinha visto aquelas atitudes do marido e queria ajuda-lo a acalmar-se, mas sabia como ele era estressado e que não se acalmaria nem tão cedo.

— Jimin! – enraivecido deu um grito e subiu as escadas em uma velocidade incomum. Jungkook somente piscou os olhos e o velho já estava longe. Olhou para sua mãe rapidamente e correu junto dela até o andar de cima para impedi-lo de fazer algo com o garoto. Jeon sentia seu coração bater rápido e forte e temia ter algum ataque cardíaco a qualquer momento. Ainda não tinha digerido e nem conseguido pensar direito sobre o fato de aquele ômega que transou estar grávido de si por um descuido. Sentia sorte pelo senhor Park não saber que tinha sido o culpado pela gravidez e não contaria sobre isso nem tão cedo. O velho já estava louco demais só pelo fato de Jimin estar gravido, dar uma notícia dessas agora seria como atear álcool no fogo já florescente. O homem correu rápido demais, esquecendo-se totalmente da dor permanente em sua perna, e chegou em pouco tempo na frente da porta do quarto com alguns detalhes cor de rosa, logo abrindo a porta totalmente estupefato, observando seu filho totalmente encolhido na cama, mas ele não demonstrava choro e nem tristeza. Não sabia o que pensar naquele instante, estava mais embasbacado do que todos os presentes. – Eu não acredito que fez isso comigo – a voz embargada demonstrava o quão triste estava, parecia que tinha caído a ficha.

Jimin nada disse, somente ouviu as palavras fortes e vociferas do seu pai que gritava consigo palavras intensas. Sentia o ar pesado, forte, a raiva do seu pai era evidente e também sentia o cheiro forte de Jungkook. Park abandonou o rosto que antes estava rente ao travesseiro e mirou os olhos em Jeon que tinha os ombros curvados, a boca entreaberta por ter corrido muito para chegar antes do velho tomar alguma atitude errônea, uma expressão culpada e surpresa e os olhos arregalados e vermelhos, mas não tinha chorado. Fitou o alfa com precisão, demonstrando estar frágil por tudo estar sendo jogado em sua cabeça como se ele fosse o único culpado por tudo.

O ômega esperou incansáveis segundos. Esperou por uma atitude do alfa, uma frase que lhe livrasse de todo o peso da culpa, mas ela não veio em nenhum momento de silencio e aquilo o devastou imensamente. Fechou a expressão tão rápido quanto nunca, tornando-se frio diante o olhar pesaroso de Jungkook que parecia, também, não entender o que estava acontecendo com o ômega. Voltou a sua posição de antes, recebendo um olhar incrédulo do seu pai por ele estar demonstrando não se importar.

— Eu estou falando com você, seu... Seu... – tentava a todo custo xingar sua princesinha, mas infelizmente não conseguia defini-lo com palavras sujas. Estava triste por Jimin ter feito aquilo consigo, com sua confiança, por ter sido imaturo ao ponto de transar com alguém e ter ficado grávido ainda mais. Nunca pensou que Jimin seria capaz de fazer isso, nunca mesmo, e lhe decepcionava o fato de Jimin ter lhe magoado pela primeira vez na vida. E foi uma vez dolorosa. Era um pai ciumento, extremamente! E ter recebido uma notícia dessas era como se o fim estivesse próximo. Pensaria em alguma forma de Park mudar de ideia, de fazê-lo ver que ele era puro e que não poderia fazer tais coisas. Mas, infelizmente, a pureza já tinha dado adeus. E pensar naquilo deixava o Park mais velho angustiado demais. Fitou o menino que se encolhia cada vez mais contra suas pernas, sentindo o cheiro enjoativo e novo e sabia que era por conta daquela nova pessoa dentro da sua princesinha. Respirou fundo, tentando manter-se calmo. Sua esposa tocou em seu ombro para dar-lhe calmaria, mas este se remexeu incisivamente para que ela parasse de lhe tocar. Não queria feri-la, estava péssimo e seria capaz de descontar o que sentia em qualquer pessoa a sua frente. Quem lhe tentasse fazer algo naquele momento iria sofrer as consequências como Jimin iria receber. Não queria de jeito nenhum magoar sua esposa, a mulher que tanto ama. Suspirou, por fim, dando a sua ordem com uma voz intensa e rude. – Eu quero que tire esse beb... Essa coisa o quanto antes.

— O quê? – a mulher não conseguiu aguentar por muito tempo, simplesmente explodiu em incredulidade e em um grito. Não iria aguentar ver seu marido implorando para que o menino tirasse uma vida sem culpa de dentro de si, que matasse um bebê inocente e alheio a tudo, não iria deixar que ele cometesse uma atrocidade dessas. Além do mais, sabia que jazia dentro do ventre de Jimin o seu neto, neto ou neta, e não deixaria de jeito nenhum que seu atual marido fizesse tal coisa. Sonhava em ser avó, nem tão cedo, mas desde que viu o olhar encantado de Jungkook sobre Jimin no primeiro dia que veio morar nessa mansão percebeu que dali surgiria algo que mudaria suas vidas drasticamente, e nunca se sentia tão certa como agora. Defenderia Jimin até o seu ultimo e faria seu esposo mudar de ideia. – Você não pode simplesmente ordena-lo que faça uma coisa dessas, é imaturo da sua parte e insensível! – gritou começando a sentir raiva dele. Trocou alguns olhares discretos com Jeon que permanecia incrédulo e sem ação diante as palavras rudes do padrasto.

Tentava a todo custo entender as atitudes do padrasto. E chegou a conclusão de que Jimin tê-lo deixado ser protetor demais foi algo terrível em sua vida. Mas Jimin não teve escolhas, na verdade, nem lhe deram permissão de escolher algo. Quando sua mãe e seu pai se separaram dali em diante tudo virou de cabeça para baixo. Park implorou para que sua mãe o levasse, disse que faria de tudo para ajuda-la em qualquer coisa, mas a insistência não deu certo de tal modo. Então o Park entrou em ação, decidindo ficar com o filho. Prometeu a mulher que cuidaria do menino com suas garras e dentes e deixaria que eles conversassem e se vissem, típica coisa de pai liberal, mas que Jimin teria que seguir as suas ordens. Mas Park mais novo, sem ao menos perceber, acatou as ordens do pai. No moemtno em que sua mãe foi embora tornou-se antissocial por estar muito triste – quase entrou em depressão – pela separação dos pais, e somente aquilo deu uma brecha imensa para que o homem alfa fizesse o que bem entendesse com a segurança de Jimin.

E o assegurou perfeitamente, mas se descuidou, tanto que Jimin, agora, estava grávido de um delinquente qualquer e a culpa era um pouco sua por ter sido descuidado.

— Eu não pedi sua opinião – rosnou para a mulher que se encolheu com o rosnado tão feroz. Sua marca feita pelo Park doeu um pouco, queimou, mas nada tão forte e incomodante. Com isso tornou-se tristonha e olhou para Jungkook, lhe lançando olhares de pena, porém, conseguiu transmitir para seu filho que não iria desistir tão fácil. Faria sim o alfa desistir da ideia maluca de mandar Jimin abortar uma criança que não tinha culpa de absolutamente nada.

— Jihoon, por favor – implorou com os olhos marejados, fitando o marido que estava vermelho de raiva e tinha os dentes trincados. – Pense bem sobre isso, você pode se arrepender depois – Jimin e Jungkook somente ouvia tudo em silencio e o primeiro citado tentava a todo custo entender o motivo daquela mulher estar o protegendo das garras ferozes do seu pai. No entanto, se tocou no segundo seguinte que ela poderia saber que estava grávido de Jungkook e automaticamente percebeu que ela estava fazendo aquilo pela criança e não por si. Chiou choro, querendo por pra fora todo o sofrimento em lágrimas e, sem perceber, deixou transparecer sua dor, fazendo Jeon fita-lo de imediato por sentir as mesas coisas que Jimin. Queria se aproximar do seu ômega, cuidar dele por instinto próprio, mas não conseguia se mover porque tudo o que estava sentindo estava lhe deixando com uma dor de cabeça intensa. Só queria parar, pensar tudo com muita calma e depois falar com Jimin, decretar o que iriam fazer em relação a tudo o que estava acontecendo. Park não poderia fugir, estava marcado e isso era tudo o que o impedia de ir embora. Ainda mais, estava esperando um filho seu.

Ele não seria capaz de ir embora.

O alfa olhou para a esposa com raiva e passou por ela como um raio, deixando aquele quarto com um clima menos pesado. A mulher suspirou, sabendo que hoje teria que dormir em outro lugar já que o marido estava muito enraivecido e que precisaria de espaço agora. No entanto, tratou de olhar Jimin e ver se está tudo bem com ele. Sorriu enquanto se aproximava do menino, mordendo seu lábio inferior com medo de ele insulta-la ou manda-la embora.

— Se sente bem? – perguntou totalmente dócil e preocupada, tocando no braço exposto do ômega. Jungkook também se aproximou, querendo tocar Jimin também por sentir falta de tocar na pele dele, mas Park foi mais rápido e livrou-se de seu toque com rispidez.

— Estou bem – declarou com a voz embargada, demonstrando que quando eles saíssem dali iria chorar horrores até o confim.

— Irei pedir pra trazerem algumas coisas pra você comer. Tudo bem? Precisa muito se alimentar direito agora – sorriu doce, continuando a ser amorosa com Park e querendo demonstrar-lhe que estava ali não somente pelo bebê como também por ele. Park somente balançou a cabeça que sim, rapidamente, pois queria que eles fossem embora dali. A mulher se despediu com um sorriso e partiu até o andar de baixo, seguindo até a cozinha e pedindo a uma das empregadas para que preparasse algo reforçado para Park já que ele precisava se alimentar por dois.

Jungkook fitava Jimin com precisão, não sabia o que fazer e nem o que dizer para seu ômega, mas queria tanto abraça-lo, toma-lo em seus braços e dizer que iria protegê-lo, mas tudo o que fez foi fitar os olhos escuros do ômega por mais alguns segundos e depois desaparecer da visão do mais novo que somente suspirou em alívio e deixou que as lágrimas molhassem seu rostinho de porcelana.

A mulher viu seu menino correr na direção da porta e rapidamente o interrompeu de tal ato, teria que conversar seriamente com ele e esse seria o bom momento pra isso. Jungkook estancou, limpando seu rosto das lágrimas confujas e jogando seus cabelos pra trás, mas escutou sua mãe e acatou a sua ordem, seguindo até a parte de trás da casa e esperando que ela lhe matasse pela burrice que fez.

— Como você deixou isso acontecer? – explodiu entre dentes, falando baixo para que as pessoas não desconfiassem e nem ouvissem a conversa, se isso ocorresse seria o fim, pois, com certeza, as empregadas abririam a boca para o Senhor Park. Era visível que existia empregado babão ali dentro e qualquer coisa fora do comum eles não mediriam esforços em contar ao anfitrião e ganhar algum aumento no salário.

— Eu não me controlei – disse totalmente emburrado, espremendo o rosto em uma expressão de dor. – Ele é irresistível!

— Sei que sim – sorriu, lembrando-se de Jimin. Passou um bom tempo observando o garoto e ficou devidamente encantada com ele, principalmente pelo seu jeito de boneca e suas vestimentas de menina. Adorou-o de imediato quando o conheceu, mas Jimin não dava brechas para que ela se aproximasse, infelizmente. – Mas devia ao menos ter usado proteção!

— Tá, eu sei, mas me descontrolei – deu de ombros, arregalando os olhos. – Não era pra eu ter aceitado aquela aposta – balbuciou entorpecido, esquecendo-se da presença de sua mãe. Rapidamente a olhou, arregalando brevemente os olhos.

— Você o que? – gritou para o menino, sem se controlar. Abriu mais os olhos e o segurou pelos ombros, temendo que ele corresse dali para não lhe contar sobre a história. O segurou com força, chacoalhando-o para que ele falasse logo a merda que fez.

— Isso foi uma aposta – confessou baixinho, fazendo beiço para se livrar da raiva de sua mãe. No entanto, somente o fato de ele ter deixado explicito para a mais velha o que fez, a deixava levemente aliviada, pois Jungkook poderia lhe contar tudo o que poderia acontecer. A ômega logo entendeu o que ele fez e ameaçou batê-lo por isso. Não se faz uma coisa dessas hoje em dia. Obter a virgindade de alguém para se vangloriar é um ato de gente burra e egoísta e seu filho não era desse feitio. O que houve com ele para aceitar uma merda dessas? – Mas agora, pra mim, não é mais, entende? Eu o marquei, mãe! Eu simplesmente o marquei, foi instinto – explicou balançando as mãos. Seus cabelos totalmente desgrenhados balançando rente a seus olhos o deixava com uma aparência fofa se não fosse sobre um assunto muito sério. – O que eu faço agora?

— Jungkook, você deve pensar primeiro nos seus atos, seu imbecil! Jimin parece te odiar, deve te odiar ainda mais agora e se ele descobrir que tudo isso foi por conta de uma aposta ele nunca mais vai querer te ver!

— Sim, eu sei – concordou tristemente. Pensar na hipótese de Jimin o odiar doía como o inferno em seu peito.

— Mas iremos dar um jeito nisso.

— E se ele fizer a cabeça de Jimin para abortar a criança? Mãe! Eu não quero que ele tire o bebê – estava prestes a chorar de desespero.

— Nem eu quero que ele aborte meu neto – sorriu ao pronunciar a palavra neto, era surreal. – Mas com Jihoon eu me entendo, tá? Só se resolva com o Jimin, ok? Não fuja dele, não faça mais nada de errado. Fiquei próximo a ele, pois Jimin vai precisar de apoio agora e as únicas pessoas que ele pode contar sou eu, você e, creio eu, a mãe dele.

— Tudo bem – concordou em um suspiro, por fim, dando um abraço forte em sua mãe.

No andar de cima Jimin pensava seriamente no que fazer. Procurou por seu cofre bem escondido, vendo que conseguiu juntar uma boa grana e mordeu o lábio inferior, repensando sobre o que fazer. A empregada a poucos deixou uma bandeja reforçada de frutas e comidas deliciosas e decidiu comer o que conseguia engolir. Acabou que não sobrou nada daquele monte de comidas.

O suco de laranja estava divino! E Park amava sucos.

Saboreou mais um pouco das comidas que lhe deixaram e foi rapidamente arrumar uma bolsa com suas coisas, não muitas, mas coisas o suficiente para uma boa e longa semana. Iria sim fazer aquilo, pois precisava mesmo de um tempo somente pra si e se continuasse ali seu pai não o deixaria em paz e Jungkook e a mãe dele também.

Jungkook andava de um lado para o outro na frente da porta de Jimin, pensando seriamente em bater na porta ou não. Porém, em um ato de coragem, bate na porta, mas não ouve nada, não sente nada e nem é respondido. Por curiosidade abriu a porta e entrou no quarto encontrando o nada.

Jimin não estava ali.

E aquilo o desesperou totalmente.

 


Notas Finais


Se decepcionaram? Gostaram? Odiaram? Eu estou com medo de não receber tanto feedback, isso é horrível! Enfim, esperem mais um pouco. Os conflitos estão por vir haha. Jimin sumiu, hmmm, sei de nada.

Sim, isso aqui vai ser tudo narrado na terceira pessoa. Eu posso acabar fazendo um especial com um pov de alguém, mas não sei ao certo se realmente vai ter.

Comentem bastante a opinião de vocês, ela é realmente muito importante pra mim.

Vocês gostam da minha escrita na terceira pessoa? Preciso melhorar em algo?

Em nome de Deus, se tiver algo errado no quesito ABO me avisem porque eu só sei a base sobre isso. Então se tiver algo errado me deem um toque, me avisem, me alertem mesmo!

LEIAM AS FICS DA @Solace

LEIAM AS FICS DA @Thailand_

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Gente, acabou os ingressos do show do bts em um jato! Eu fiquei tipo????? MEU DEUSSSS o bts tem muita fã no brasil mesmo em, isso me dá um orgulho da porra. Nossos meninos estão crescendo tanto aaaaaaa e eu os amo muito. Não, eu não consegui comprar o ingresso. Nem tentei na verdade. Já estava certo de que eu não ia, mas fiquei bem revoltada pelas pessoas que mais queriam ir não ter conseguido. Esse lance de fila é um cu!!!! Poderiam ter escolhido um lugar com mais de 7 mil pessoas, não é? Então... O BTS vai ver isso, a bighit também, e da próxima vez, se Deus quiser, vai ser em um local maior que caiba a gente e o nosso amor por Bangtan boys.

Em breve estou de volta, sim? NÃO ESQUEÇAM DE DEIXAR A OPINIÃO DE VOCÊS AQUI AAAAA estou adorando escrever chained, comentários me animam e me fazem continuar, sabe?

Até a próxima atualização!


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