História Baby Boy - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Jeff The Killer, Slender (Slender Man)
Visualizações 29
Palavras 1.241
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu, definitivamente, pensei muito antes de postar essa Fanficiton. Até hoje, eu só li uma historia que se entrega totalmente ao shipp Moodie, ou Hosky, tanto faz. Aviso-lhes desde já que, não irei acabar com as minhas outras fanfictions, e, mesmo paradas, eu irei continua-las.
Também está presente um shipp não muito comum, o Koge (Não sou boa com nomes, perdoem-me) que seria Kate e Rogue. Ah, o capítulo está meio curto por ser apenas uma introdução da fanfiction, sem mais delongas.
Tenham uma boa leitura.

Capítulo 1 - Capítulo Um


Baby Boy, por The_X

Capítulo Um.

 

- Timothy Wright, eu te odeio – Berrou o mais novo em meio ás lágrimas, seu rosto, além de molhado estava com breves marcas avermelhadas, marcas de tapas, no entanto, sua face não era a única machucada, várias marcas roxeadas estavam espalhadas pelo seu corpo, marcas que se assemelhavam a hematomas, e de fato eram, hematomas doloridos feitos pelo mais velho. 

- M- Mas baby – Suplicou o outro, por mais que não chorasse, estava quase a esse ponto, seus lábios, já trêmulos, sussurravam coisas sem nexo e seus olhos, marejados, observavam com tristeza o homem a sua frente.

- Não me chame assim – Trêmulo Brian se afastou, tentava respirar, por mais que estivesse difícil, fazia com sucesso tal ação necessária. Tocou a maçaneta, e, sem olhar para trás, saiu da, até então, casa do seu Daddy.

Timothy, não seguiu seu amado, sabia que Brian não voltaria, nem hoje, nem amanhã, semana que vem, tampouco no próximo mês. Brian não voltaria, e Timothy sofria, pois sabia, que a culpa era sua.

Brian nunca mais pisou naquela casa, mudou de bairro, número de telefone, se tornou um fantasma, um fantasma que Tim desejava ser atormentado.

Anos depois, com lágrimas borrando seus lindos olhos verdes, tão belos quanto esmeraldas, Thomas lia o jornal e soluçava, a manchete principal não era do agrado de qualquer um, especialmente, do dele.

- Timothy... – Sussurrou desacreditado, suas mãos tremiam e seus olhos marejavam mais e mais, embora tivesse sofrido muito nas mãos do companheiro, admitindo, ou não, ainda nutria sentimentos pelo mesmo, e agora, com a noticia do desaparecimento daquele que um dia teve seu coração nas mãos, sentiu-se caindo, seu mundo havia desabado.

Saiu de casa em total desespero, seu objetivo principal, era ir até a casa de Tim o mais rápido possível, Brian, por um mero instante, se amaldiçoou por não ter economizado dinheiro para comprar um carro, mas se tinha algo que era bom, esse algo era correr.

E correu, correu o mais rápido que podia correr, lutando contra a vontade de parar, ás vezes pela dor que sentia nas panturrilhas, outras pela falta de ar. Mas ao chegar a casa, ficou com as pernas trêmulas; estava deplorável.

Tinha janelas quebradas, a porta estava com um buraco suspeito, ao entrar nela, parecia que estava, de fato, em um lugar abandonado. Os móveis jogados para todos os lados, as escadas, antes belíssimas, tinham agora vários degraus quebrados, como diria Tim, “fodidos por um cacete enorme”.

E naquela tarde, entristecido, até diria depressivo, Brian chorou, como nunca havia chorado antes...

Anos Depois

- O que ele quis dizer com, “a novata é perigosa” - Indagou o menor, que mexia o quadril propositalmente, na tentativa, de fazer a lamina do machado roçar na perna do mesmo.

- Acho que está bem explicito, suas palavras foram exatas, sem provérbios, os quais ele costuma usar, tampouco palavras de difícil entendimento, que, um adolescente de dezessete anos não entenderia. – Explicou o outro, embora tivesse explicado de forma calma, e, definitivamente, mansa, estava, na verdade, irritado.

- Está embaçada – Disse o menor infantilmente, em um mero momento que esticou o pescoço para ver o que o outro filmava.

- Eu sei – Disse por fim.

Slender, mais conhecido entre as proxys como “Operador” acabará de recrutar um novo fantoche, e mesmo que fosse algo difícil de acontecer, o fantoche era feminino. Operador, sempre muito desconfiado e cético, decidiu mandar seus três melhores proxys nessa missão, ou, nessa simples viagem para pegar uma encomenda.

Ticci-Toby, era, de fato, uma proxy complicada, com altos e baixos, uma hora estava alegre, e na outra, chorando. Seu nome verdadeiro, Tobias, Tobias Erin Rogers, tinha dezessete anos, diagnosticado com síndrome de tourette, bipolaridade, e uma leve esquizofrenia, Toby, é uma caixinha de surpresas assustadora.

Hoodie, o mais calmo dos três, era também o mais rancoroso, nunca agia com o coração, sempre, com a razão – mesmo que seu coração não estivesse mais batendo há alguns anos – Tinha um fascine-o estranho por sua câmera, talvez, um fetiche. Dentro dela, coisas horríveis, estupros, assassinatos, torturas, entre outras formas de diversão alternativas, enfim, seu nome, Brian Thomas, vinte um anos, morto por seu colega de trabalho e antigo amor.

E o ultimo, o mais calado, frio, repugnante e assustador, Masky, habitante natural do escuro, com sua máscara de porcelana, sorrindo doentiamente, gosta de matar e torturar, eu diria que séria até... Uma válvula de escape. Timothy Wright, vinte e um anos, sofreu com perda de memoria recente e depressão prolongada.

- Devemos encontra-la daqui algumas horas – Balbuciou Brian, arrumou seu capuz e guardou a adorada câmera no bolso do moletom.

- Hãm... Hey Masky – Toby sorriu infantilmente.

- Vai se ferrar – Respondeu o outro no ápice da irritação –Eu não acredito que estamos fazendo essa merda – Rosnou – Poderíamos estar em qualquer missão importante, mas não – Murmurou com ironia – Estamos procurando uma criança idiota.

- Assim você me magoa – Uma voz suave sussurrou, atraindo a atenção de todos, era uma garota.

- Oh, você já estava aqui antes? – Animado, Tobias sorriu se aproximando, fazendo o corpo da outra ficar rígido.

- Está próximo demais – Sussurrou a garota – Quem são vocês?

- Eu sou Ticci Toby – Cantarolando apontou para o mascarado – Esse rabugento é o Masky – Ignorou o olhar do outro sobre si – E aquele ali é o Hoodie.

- Entendo, eu sou... – Pensou momentaneamente se deveria dizer-lhes seu codinome – X.

- X? – Confuso Hoodie se aproximou do corpo, antes rígido, da garota, agora estava duro como pedra.

X então assentiu claramente desconfortável.

- Oh, isso é demais – Toby disse em completa admiração, nunca esteve tão próximo de uma mulher, tirando da lista as residentes da mansão – Mas, qual seu nome verdadeiro? – Tentou toca-la.

Em um momento brusco, ela se afastou claramente tensa. Nunca havia estado tão perto de outras proxys, claro, já havia conhecido Kate e Rogue, mas elas eram mulheres, lésbicas, mas mulheres.

- Olha, a vadiazinha é arisca – Masky gargalhou, mas logo parou, arrumando a postura – Teremos que domesticar ela? – Sorriu malicioso, fazendo a respiração da menor ficar descompassada.

- Pare com isso, Masky – Resmungou Brian, tocando-a suavemente no braço, e mesmo assustada, ela deixou-se levar e apreciar o toque manso e aveludado, resultado da luva que o outro insistia em usar.

- Júlia – Disse por fim.

- Hãm, é um belo nome, eu acho – Toby sorriu de canto, e, mesmo que X não quisesse admitir, ele era muito belo, mesmo com quase todo o rosto coberto.

- Etc – Resmungou Tim, indo na direção da menina – Tem quantos anos? – Sussurrou próximo ao ouvido dela, riu internamente vendo-a estremecer e arrepiar.

- 15.

- NOSSA, ELA É MAIS NOVA QUE EU – Berrou Tobias, dava pulinhos de alegria e dizia enquanto apontava pra ela – PIRRALHA, PIRRALHA.

Todos se entreolharam, Tobias, por mais idiota e babaca que pudesse ser, alegrava as coisas e fazia o ambiente ficar mais leve.

- Ele é sempre assim? – Sussurrou X para o encapuzado ao seu lado.

Hoodie riu baixo, e se livrou do capuz, revelando seus cabelos loiros escuros, sua pele meio pálida - não tanto quanto a da garota – e seus lindos olhos verdes.

- Todo maldito dia – E então, sorriu, estava feliz, mesmo que secretamente, em ter uma novata, alguém que, talvez, pudesse cuidar e ensinar. Mas, mesmo sem perceber, um olhar pairava sobre aquele rosto, o reconhecia, e o almejava.

Engolindo a seco, discretamente, um sussurro se fez presente.

“baby” 



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