História Babydoll - A Ninfomaníaca de L.A. - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Slash, Steven Adler
Tags Axl, Drogas, G N R', Guns N' Roses, Rock, Sexo, Slash
Exibições 42
Palavras 2.079
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


CHEGAY! xD
E não demorei tanto, então, mereço um troféu! :v shaushausau

Adorei escrever esse capítulo! <3 Já estava com ele na minha cabeça... bom, a muito tempo '-' shuashausha

E ta com final tenso :v huehuehue
Espero que gostem!

Boa Leitura! ;)

Capítulo 26 - Little Surprise


Fanfic / Fanfiction Babydoll - A Ninfomaníaca de L.A. - Capítulo 26 - Little Surprise

Joguei o corpo de Scarlet com força em minha cama. O seu prazo de quarenta minutos (que, sinceramente, pareceram quarenta anos para mim), se esgotaram. Estávamos já um pouco alterados devido ao álcool e um pouco de drogas, mas nada que fosse capaz de atrapalhar a incrível transa que aconteceria dentro daquelas quatro paredes velhas e surradas, de tinta descascada.

– Respire, se não vai enfartar. – ouvi ela dizer, caprichosa.

– Acredite, honey, estou respirando mais rápido do que pensa. – falei, enquanto jogava meu corpo sobre o dela.

Era verdade. Eu estava ofegante, de tão rápida que estava minha respiração. O coração batia tão rápido que não sabia dizer se era meu sangue sendo bombeado ou se eram jatos de êxtase em minhas veias. Beijei sua boca com gosto depois disso. Seus lábios carnudos com gosto de bala de cereja, mesclado a doses de vodka que bebemos no Rainbow. Minha mão corria boba pelas laterais do seu corset, loucas para arrancá-los de seu corpo e tomá-la para mim.

– Duff... – ela me chamou, assim que nos afastamos do beijo. Olhei em seus olhos, hipnotizado naquela linda imensidão azul-esverdeada. – Eu sou sua esta noite. Você tem o controle desta vez. Pode fazer o que quiser.

Arquejei. Não consegui esconder minha cara de surpresa. Ela já havia dito isso antes, mas agora, ali, na cama, no ponto alto do momento, ouvir isso novamente fez soar como uma brincadeira de mau gosto.

– Fala sério? – perguntei.

– Se tem uma coisa que não faço, é mentir. – ela sorriu. Os lábios tomados em um tom pervertido que só ela tinha. – Me surpreenda, garoto. Faça-me te querer na cama de novo.

Minha respiração falhou por alguns instantes, mas logo abri um largo sorriso. Aproximei minha boca de seu pescoço, inalei seu perfume divino, seu odor de perversão e safadeza, com alto teor de tesão. Subi devagar, com luxúria, até chegar ao pé de seu ouvido. Sorri mais uma vez.

– Garanto, Scarlet, que Duff McKagan vai te deixar tão louca, que nunca mais vai querer se deitar com mais ninguém.

Ela sorriu mais uma vez. Movi meu rosto até tomar seus lábios mais uma vez. Sem cerimônia, tratei de abrir e tirar aquele corset incômodo. Seu belo par de seios se revelaram como uma caixinha de surpresas para criança. Uma criança adulta, grande demais, louca para mamar naqueles bicos eretos e excitados.

Fiz a loira se ajoelhar na cama, diante de mim. Segurei nas barras de sua saia e fui subindo, sem muita pressa, até retirá-la pela cabeça. Depois a deitei novamente, enquanto passava minhas mãos por seus braços, os levantando até acima da cabeça. Passei seus pulsos por entre as barras da cabeceira e, usando um dos meus lenços, amarrei suas mãos. Ela fez cara de surpresa, mas claro, seu sorriso não abandonava seus lábios.

– Tortura? – perguntou ela, travessa.

– Tortura. – respondi, com o mesmo teor de safadeza.

Desci meu corpo de modo que minha boca ficasse na altura de seu abdome. Passei minha língua no local, ao redor e dentro do seu umbigo, fazendo sua barriguinha macia se contrair de arrepio. Aquilo me delirou. Subi mais uma vez, lambendo seu pescoço, banhado de perfume e um sabor que deduzi ser loção corporal com gosto de morango. Em tudo essa mulher é deliciosa, caralho!

Movi minha mão até seu farto seio esquerdo, o apertando, massageando e estimulando seu mamilo rígido depois de algumas carícias e provocações. O bom de ela ser uma ninfomaníaca, é que ela já vem acesa de casa, e poucos toques já a deixam mais acesa e quente do que um vulcão prestes a entrar em erupção.

– Você não faz ideia do quanto eu te desejei, Scarlet... – sussurrei, já quase no limite. – Felizmente para você, não sou tão forte e não consigo torturar por tanto tempo como você é capaz.

– Uma das vantagens de ser uma louca sedenta por sexo. – falou ela, com um pequeno sorriso.

Parecia confiante e destemida, mas em seu rosto eu enxerguei o tesão lhe tomando o corpo. Não perdi tempo e tratei de tirar as malditas roupas que me cobriam. Analisei o corpo indefeso de Scarlet, amarrada à minha cama, a minha mercê. Somente minha. Toda minha. Depois de dias de espera, eu finalmente a teria para mim.

Deitei-me sobre ela, enquanto colocava meus dedos indicador e médio em minha boca, umedecendo-os da melhor forma possível, para então colocá-los dentro da calcinha de Scarlet, que já estava mais úmida do que eu pensava. Procurei seu clitóris e o toquei, fazendo movimentos circulares com precisão, até rasgar sua calcinha com os dentes e penetrá-la com os dedos.

– Huumm... – gemeu ela, de forma arrastada, enquanto mordia os lábios. – Preferia algo mais grande e grosso...

– Calminha, querida. – seu quase desespero me fez sorrir. – Isso é só o começo.

Comecei a estocar meus dedos com rapidez. Ela curvou o corpo para cima, como se quisesse sentir e se abrir melhor para mim, tocando-a num ponto certeiro que a fez gemer.

– Duff...!

– Quando você gozar, me avise.

– O qu-

Comecei a girar os dedos de um lado para o outro, como se afrouxasse um parafuso. Scarlet se contorceu de prazer, soltando um gemido tão gostoso que me fez lamber os lábios, delirando. Ela tentou puxar suas mãos, mas viu que era em vão. Estavam muito bem amarradas na cabeceira da minha cama. Sorri, me divertindo com isso.

– N-Não, Duff... Assim eu...

– Sim. E você vai.

Lambi meus lábios, enquanto voltava a estocar com velocidade. Ela soltou um gemido arrastado. Quase que em seguida, meus dedos foram inundados por um líquido quente, viscoso e transparente. Sorri mais uma vez, retirando meus dedos de sua entrada e degustando seu sabor com vontade. Ela ofegava.

– Você gozou? – ousei perguntar, travesso.

Ela abriu os olhos e me olhou, tomada de tesão.

– Sim...

Sorri mais uma vez, me deitando sobre ela e a beijando mais uma vez. Um beijo longo, seguido de outro, e mais outro. Aqueles lábios eram simplesmente divinos. Olhei de canto de olho para o relógio de parede, vendo que mais de cinco minutos haviam se passado desde seu orgasmo.

– Vamos para o segundo.

Ela me olhou, juntando as sobrancelhas. Pareceu confusa. Ergui meu corpo, segurando suas pernas e as colocando sobre meus ombros, posicionando meu rosto frente a frente da sua bucetinha rosada e molhada.

– O segundo orgasmo.

Ela não teve tempo de protestar, pois logo tomei sua intimidade com a boca, chupando-a com uma voracidade tão grande de uma criança chupando seu sorvete prestes a derreter. Senti sua vagina se contrair de tesão, seu corpo se arrepiou e se torceu, tomada de prazer. Sorri, em meio as lambidas e chupadas prazerosas que eu lhe aplicada. Era uma sensação perfeita. Que gosto maravilhoso, puta que pariu!

– Ahhh... – ouvi ela gemer, deliciosamente. – Loiro maldito...

Ela me xingou? Ah, danada. Ela nem sabe o que ainda está por vir.

Usei os polegares para abrir sua bucetinha o suficiente para adentrar minha língua dentro dela. Scarlet gemeu enlouquecida. Comecei a fazer movimentos giratórios o máximo que podia dentro dela, voltando e fazendo o mesmo no clitóris durinho da loira, e voltando mais uma vez a penetrá-la.

Seus gemidos arrastados eram como músicas para meus ouvidos. Tudo isso só deixava meu membro mais duro do que aço, louco para ser aliviado. Mas antes, eu iria fazer essa loira gozar muito, enlouquecer muito, ficar tão exausta que nem vai querer se levantar da minha cama.

– Meu Deus, Duff...! Eu vou gozar! – ouvi ela dizer.

E gostei do que ouvi em seguida. Um gemido alto, longo, exausto e tão cheio de tesão, demorado, resultado de um orgasmo tão intenso que faria uma pessoa normal desmaiar. Deitei ela novamente, enquanto limpava o líquido viscoso do meu rosto usando as costas da minha mão direita. Sorri em seguida. Ela ofegava bastante. Parecia ter corrido toda uma maratona olímpica.

– Gozou? – perguntei, querendo rir das suas expressões gostosas.

– Sabe que sim... – respondeu, entre espasmos.

Deitei sobre ela, acariciei seu rosto exausto e brilhando de suor, e a beijei novamente. Mesmo cansada, ela me retribuía de corpo e alma, como se gostasse tanto daquilo que não queria perder nem um segundo. Como um filme na madrugada, que você insiste em ver mesmo que esteja com muito sono e tenha que acordar cedo na manhã seguinte. No relógio, mais cinco minutos haviam se passado.

– E então, o terceiro. – falei.

E a penetrei. Scarlet mordeu os lábios, prazerosa. Fechou os olhos, como se esperasse por aquele momento desde o início. E eu também. Me arrepiei com inteiro assim que entrei dentro dela. Eu estava duro demais, e precisava urgentemente de um alívio.

Estoquei.

E estoquei de novo.

Scarlet mordeu os lábios e abriu mais suas pernas, abrindo-se por inteira, liberando mais espaço, como se já estivesse tomada de tesão novamente, e aguardasse mais um ápice. Tomei liberdade para aumentar o ritmo. Estocando com precisão, força, as vezes aumentando a velocidade, voltando ao normal, parando, beijando-a, voltando a estocar. Meus gemidos baixos já entravam em sintonia com os de Scarlet, cansados, mas cheios de tesão.

– Scarlet... – comecei, enquanto ainda estocava. – Quero que diga coisas safadas.

Ela abriu os olhos e quase riu.

– E se eu não quiser?

– Vai dizer. – eu sorri, travesso.

Estoquei com tanta força e tão fundo, que ela gritou. Levantei suas pernas e aumentei tanto o ritmo da penetração, que minha cama começou a ranger e a bater frenética na parede.

– Ahhhh...! – gemeu ela, pela milésima vez. – Duff... Me fode, garoto! Mais fundo, mais forte! Mais rápido!

Mordi meus lábios, sentindo meu membro pulsar ainda mais, e eu, a obedeci.

– Issooo! – Ela se derreteu.

E caralho, quase gozei com isso. Erguei minha cabeça, tentando pensar em outra coisa, mas minha mente sempre voltava para ela, para aquele momento. Não iria conseguir alongar mais do que isso.

– Porra! Que tesão, merda! – falei, meio em desespero.

– Goze dentro de mim! Goze! Vamos! Quero sentir você gozar!

Pare de falar isso, Scarlet!

– Goze, goze, goze, goze, goze! Goze, querido! Vou gozar com você!

– PORRA, SCARLET!

Eu gritei. Gritei mesmo. E soltei um gemido alto, enquanto explodia dentro da buceta daquela ninfomaníaca. A maldita contraiu sua intimidade no exato momento, me fazendo gozar ainda mais. E de praxe, ela gozou também. Gemeu junto comigo, inundando o local com ambos os nossos líquidos, que escorreu para fora depois que eu saí e desabei ao seu lado.

Nossas respirações ecoavam pelo quarto, quebrando o silêncio. Eu estava exausto. Havia gozado tanto que devo ter esvaziado todo o sêmen acumulado em meus testículos. Olhei para minha direita, em direção à Scarlet. Olhos fechados, boca aberta e respirando com dificuldade. Eu sorri. Ela estava exatamente da mesma maneira que fiquei quando transei com ela pela primeira vez.

Foi o melhor sexo da minha vida.

***

Steven POV ON

Era duas horas da tarde. Um domingo chuvoso e um pouco frio. Estávamos todos na sala, comendo uma pizza velha e assistindo um jogo de futebol. Claro, digo todos, mas descartem o Duff. Ele ainda não saiu da merda do quarto. Pois se bem lembrem, ele transou com a Dory ontem.

Senti terríveis calafrios. Não, não pense isso, Stee! Ele não transou com a Dory, ele transou com a Scarlet! Lembre-se disso! Scarlet Babydoll definitivamente não é Dorothy Miller.

Senti meu coração na garganta só de pensar naquela doce garota nos braços de um devasso como o Duff. Tudo bem, eu não sou o melhor exemplo disso. Ainda bebo, ainda fumo, ainda me drogo, mas nunca faria nada de tão mal e obsceno com uma flor como a Dory. E espero que aquele loiro tarado não tenha exagerado e nem machucado aquela menina, se não, não sei o que eu seria capaz de-

– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Nós quatro pulamos do sofá, ao ouvirmos um estridente grito feminino vindo do andar de cima. Nos olhamos, pasmos, e logo largamos as pizzas e corremos em direção ao quarto de Duff. Abrimos a porta sem hesitar. O loiro estava de pé ao lado da cama, apenas de cueca, enquanto uma garota assustada estava sentada próximo a cabeceira, cobrindo-se com o lençol, deixando apenas seu rosto à mostra.

Apavorada, assustada. Totalmente perdida.

Meus olhos se arregalaram.

– Que porra é essa?! – perguntou Axl.

– Sei lá. Acordei com a Scarlet berrando no meu ouvido! – falou Duff, tão confuso quanto nós.

– E-Essa não é a Scarlet! – finalmente falei, correndo na direção dela e a abraçando, ajudando-a a se cobrir com o lençol. – Essa é a Dory.

O queixo dos motherfuckers foi ao chão.

– WHAT THE FUCK?! – gritaram todos.


Notas Finais


Teeeeenso '-'


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