História BabySitter (Imagine hot - Taehyung) - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Maeum

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens V
Tags Babá, Babysitter, Bts, Dirty Talk, Hentai, Imagine, Kim Taehyung, Maeum, Taehyung, Você, Xbaby
Visualizações 1.735
Palavras 2.311
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores

Estou trazendo o segundo e último cap dessa fic que eu amei escrever com a Boo.

Muito obrigado pelos comentários e favoritos, vocês são maravilhosos!

Sem mais enrolação...
Boa leitura ❣

Capítulo 2 - Tire a roupa


Fanfic / Fanfiction BabySitter (Imagine hot - Taehyung) - Capítulo 2 - Tire a roupa

— Acho que o melhor seria você tirar esse vestido, não quero que pegue um resfriado… — ditou calmamente, fazendo seu hálito quente ir de encontro a minha face, mostrando o quão próximos estávamos um do outro.

Eu não era capaz de quebrar o contato visual que se instalava entre nós, era como se aquelas orbes escuras me hipnotizassem de uma forma sem igual. Nossas respirações aos pouco se unificaram, como se estivéssemos nos tornando um só. Eu me sentia ansiosa, apenas idealizando qual seria seu próximo movimento e torcendo para que fosse tirar toda a minha roupa.

— Acho que você está certo. Por que não me ajuda com isso? — pedi a ele, quase que inconscientemente.

— Com todo o prazer!

Taehyung arremessou o pano — que antes usava para me secar — sobre a bancada da pia. Suas mãos fortes delineavam as curvas de meu corpo vagarosamente, até chegaram a barra de meu vestido. Ergui meus braços para facilitar seu trabalho, sentindo o fino pano deslizar por meu corpo, indo de encontro ao chão pouco depois. Seus olhos vagavam sobre minha pele que acabava de ser exposta, exibindo um sorriso ladino em sua face. Eu “abracei” meu corpo em um ato envergonhado, já que seus olhares sobre mim tinham o poder de me deixar tímida.

— Não faça isso, deixe-me olhar para você. — suas mãos agarraram meus braços, os afastando de meu corpo. — Você é ainda mais gostosa do que eu imaginei.

Tae envolveu meus braços em volta de seu pescoço e com suas mãos agora livres, apertou minha cintura com delicadeza, me puxando contra seu corpo. Nossas bocas se juntaram em um encaixe mais do que perfeito, como se tivessem sido feitas uma para a outra. Nossas línguas se envolviam graciosamente, em uma sintonia magistral, explorando cada cantinho que lhes eram permitidas. Em meu paladar, eu podia sentir o sutil gosto adocicado do vinho que ele havia tomado mais cedo, tornando tudo ainda mais delicioso. E quando a falta de ar — infelizmente — se fez presente, nos separamos, insatisfeitos.

— Vem comigo, vamos ficar mais confortáveis no meu quarto. — pronunciou levemente ofegante, passando o polegar suavemente sobre meu lábio inferior.

O loiro segurou em minha mão e me conduziu escada acima, até chegarmos em seu quarto. Sem fazer questão de acender as luzes, adentramos o cômodo, sendo guiados pela claridade do corredor que iluminava minimamente o quarto.

— Tem certeza que quer fazer isso? — perguntou esperançoso, segurando meu rosto com afeto.

— Nunca tive tanta certeza em toda a minha vida. — sorri simplista, pouco antes de me curvar em sua direção e voltar a beijá-lo.

Ofegantes e impacientes, Taehyung e eu demos passos cegos até chegarmos a beirada da cama, onde ele me deitou delicadamente sobre a maciez do colchão. Seus olhos observavam cada parte de meu corpo, com as bochechas ruborizadas, passei a observá-lo também. Um suspiro meu foi o suficiente para que ele percebesse o tempo que estávamos perdendo, fazendo-o se deitar sobre mim, se encaixando entre minhas pernas.

Arfei pesadamente, quando sua mão desferiu um aperto firme em minha coxa, fazendo-me procurar seus lábios para reprimir os gemidos teimosos que saiam de minha boca. Seus lábios me devoravam com maestria, nossas línguas travavam uma batalha sedenta por espaço. Quando o ar faltou, decidi então, traçar um caminho de beijos desde sua boca até seu pescoço e dali, passei a deixar chupões sem dar importância para a vermelhidão que poderia vir amanhã.

— Você é tão linda. — sussurrou rouco rente ao meu ouvido, dando em seguida, uma mordida em meu lóbulo. — E gostosa também. — suas mãos delinearam novamente meu corpo e logo pararam nas laterais de minha calcinha, retirando a pequena peça com minha ajuda, deixando-me apenas de sutiã.

— Taehyungie, não tem graça se só eu ficar nua. — sussurrei manhosa, tendo seu riso como resposta.

Espalmei as mãos em seu peito, podendo sentir o calor de sua pele, mesmo sendo coberta pelo pano. Passei a desabotoar a camisa lentamente, mantendo meu olhar fixo no seu. Sorri automaticamente ao ver seu abdômen definido e o arranhei artificialmente, ouvindo logo em seguida, um resmungo vindo de sua parte.

— Ta gostando do que vê? — murmurou zombeteiro.

— Pode ter certeza. — com minha melhor expressão maliciosa, aproximei-me até estar rente ao seu ouvido. — E também gosto muito do que estou sentindo entre as pernas. — sussurrei, fazendo sua respiração pesar, quando massageei seu volume por cima da calça social.

Seu membro era evidentemente grosso e sua dureza me deixava ainda mais insana, algo que eu jamais achei possível. Em um movimento rápido, inverti nossas posições, ficando por cima e tomando todo o controle da situação. Passei a rebolar sobre seu colo, sentindo seu pênis roçar em minha intimidade encharcada, arrancando gemidos insaciáveis de nós dois.

Pousei minhas mãos sobre sobre os botões de sua calça, os abrindo lentamente. E com sua ajuda, pude enfim, retirar sua calça que tanto nos privava do melhor contato, logo jogando-a em um canto qualquer do quarto, deixando visível a marca de pré-gozo em sua cueca boxer de cor clara.

Um gemido sôfrego saiu por entre seus lábios, quando agarrei – por dentro da cueca – seu membro ereto e grosso em minha mão. Sem perder tempo, comecei movimentos lentos desde sua base até sua glande inchada, onde delineei sutilmente com o polegar, num carinho que não passou despercebido pelo mais velho, que sem se dar conta, urrou alto, mordendo seu lábio inferior sem sutileza.

Satisfeita com o poder que tinha sobre ele, desci a boxer por suas coxas fartas, não hesitando em deixar diversos beijos e mordidas sobre sua pele exposta, trilhando um caminho improvisado até seu membro. Levei minha boca até sua cabecinha rosada, a chupando sem pudor, enquanto reproduzia estalos que eram capazes de excitar até a mim mesma, ainda sem perder nenhuma expressão do loiro, que mordia seus lábios incansavelmente.

— O que acha de deixarmos as preliminares pra lá? — respirou fundo, passando os longos dedos entre meus fios de cabelo. — Vem aqui, senta no meu colo. — suplicou pesadamente.

— E qual seria a graça? — voltei meus movimentos em seu pênis tenso. — Você está tão necessitado, deixe que eu cuido de você. — lentamente, levei meus lábios até sua fenda onde sei deu uma breve chupada, seguida de um urro alto vindo do maior. — Oh Tae, você quer que eu ponha na boca? — continuei os movimentos e forcei ainda mais a voz manhosa.

— P...por favor, está doendo tanto. — murmurou sôfrego.

Vendo que logo ele não aguentaria, comecei a lamber e chupar sua cabecinha, não demorando a enfiar tudo em minha boca. Ele enlaçou os dedos em meu cabelo num rabo de cavalo desajeitado, ditando os movimentos e a velocidade desejada. Sua glande encostava diversas vezes em minha garganta, me causando engasgos vez ou outra, mas isso era o de menos. Seus gemidos eram como música para meus ouvidos, fazendo-me sentir realizada, apenas por saber que tudo isso, era por minha causa. Sua estocadas cada vez mais brutas contra minha cavidade, proporcionava diversas sensações diferentes em meu corpo, a umidade por entre minhas pernas era uma delas.

— Eu vou goz… — antes que ele pudesse terminar sua fala, senti seu líquido quente e viscoso em contato com meu paladar, junto de seu último e mais delicioso gemido.

Retirei seu pau de minha boca e o vi se masturbando rapidamente, fazendo os últimos respingos de seu gozo, atingir minha face, fazendo-me sorrir satisfeita.

— Você é tão gostoso. — passei o indicador onde ele havia sujado e o levei até minha boca, chupando os dedos eróticamete.

Me levantei de onde estava e vagarosamente abri meu sutiã, não quebrando em momento algum o contato visual entre nós. Quando a peça fez companhia para as demais espalhadas pelo chão, não pensei duas vezes em provocá-lo brincando com meus seios, vendo seu semblante calmo transforma-se em uma careta. Seus lábios relativamente finos ficaram presos entre seus dentes alinhados, seus olhos semicerrados e testa suada, me deixava com ainda mais vontade de provocá-lo.

— E então? — espremi os mamilos durinhos. — Você gosta do que vê?

— Você nem imagina o quanto. — sussurrou baixinho, me fazendo sorrir.

— Onde está a camisinha? — perguntei a ele, transparecendo minha impaciência.

— Na gaveta. — apontou para seu criado mudo, sem ao menos olhá-lo, já que estava muito concentrado analisando meu corpo.

Voltei a me sentar em seu colo e me curvei até alcançar o móvel, o abrindo e tirando dali a proteção que usariamos. Enquanto eu abria a embalagem com a ajuda dos dentes, com minha mão livre continuava a masturbar o membro do loiro, afinal, a última coisa que eu queria é que ele perdesse a rigidez. Com a embalagem já aberta, fiz questão de colocá-la no maior, tomando cuidado para não rasgá-la.

Segurei seu pau pela base e o posicionei em minha entradinha tão necessitada, o introduzindo aos poucos, arrancando um gemido baixo de ambas as partes. A sensação de tê-lo entrando em mim é deliciosa, fazendo meu corpo estremecer a medida que eu ia sendo preenchida por ele. E conforme eu me acostumava com seu tamanho, comecei a me movimentar sobre seu quadril, pegando velocidade gradativamente.

— Ah você é tão apertadinha, Baby. — murmurou entre gemidos roucos, esse quais, me excitavam ainda mais.

Apoiei minhas mãos sobre seu tórax e comecei a subir e descer sobre ele rapidamente, enquanto Taehyung fazia carícias em meu corpo com suas mãos gélidas que tanto me arrepiavam. Fechei meus olhos bem forte, enquanto castigava meus lábios e o peitoral dele, o qual eu arranhava sem piedade. O som de nossos corpos se chocando e nossos gemidos preenchiam todo o quarto e eram as únicas coisas que podiam ser ouvidas por nós e isso me deixava tão excitada, tão molhada.

— O que acha de ficar de quatro enquanto geme meu nome, hm? — perguntou com certa dificuldade, por conta da respiração falha.

Acatei seu pedido, retirando seu pau da minha bucetinha e ficando de quatro para ele, empinando minha bunda o máximo que podia, mas isso não pareceu contentá-lo, já que o mesmo puxou meus braços para trás, os pressionando contra minhas costas, fazendo com que meu rosto fosse de encontro ao colchão, me deixando ainda mais exposta para ele.

— Assim mesmo, com essa bunda bem empinadinha para mim! — falou dando tapas fortes e dolorosos em minhas nádegas, me fazendo gemer em meio a risos sádicos.

Encaixou seu membro em minha bocetinha novamente e iniciou estocadas rápidas, usando meus braços como apoio, enquanto fazia um tipo de massagem interna à medida que seu pênis fazia movimentos de fricção em minha intimidade. Eu não podia fazer mais nada, a não ser deitar minha cabeça sobre o travesseiro e gemer seu nome para que toda vizinhança escutasse. Tae se inclinou sobre meu corpo e começou a dar selares em minhas costas e pescoço, levando sua mão livre até meu clitóris, o massageando com movimentos circulares e rápidos.

— Aahh Tae, eu amo sentir você metendo bem fundo em mim.

— Você fica ainda mais gostosa quando geme dessa forma.

Nunca havia gemido tanto em uma transa, corrigindo, nenhuma transa havia feito eu gemer tanto. Eu já podia sentir o calor de seu membro dentro de mim, pulsando cada vez mais. O loiro estava prestes a atingir seu ápice e eu sabia disso, então bastou que ele desse mais algumas investidas, para se desfazer dentro de mim. E depois de alguns segundos, me joguei sobre o colchão, exausta.

— Eu to acabada.

— Ainda não acabamos. — pronunciou ofegante, me surpreendendo ao ver o quão enérgico era. — Só acaba quando eu te fazer gozar.

Se encaixou entre minhas pernas e direcionou seus lábios ao meu pescoço, marcando toda a extensão com mordidas e chupões, que aos poucos, tomaram rumo ao meus seios. O loiro parecia se divertir ao chupar meus seios como um bebê faminto, rodeando meu bico rijo com a ponta de sua língua e vez ou outra, o puxando entre os lábios. E quando me dei conta, suas carícias já estavam seguindo outro rumo, descendo até minha intimidade.

Sem aviso prévio, Tae introduziu três de seus dígitos rapidamente em minha entradinha encharcada de excitação, me arrancando um gemido alto e arrastado. Seus dedos entravam em mim o mais fundo que lhes eram permitidos, fazendo movimentos circulares que faziam meu corpo ter espasmos frequentes. Eu castigava meus lábios os mordendo com extrema força para não deixar nenhum ruído escapar de minha boca, podendo sentir um sutil gosto metálico.

— Não faça isso, eu quero te ouvir gemer, baby.

Dito isso, ele abaixou seu rosto até minha bocetinha e com sua língua quente, começou a brincar com meu clitóris, ainda sem quebrar o canto visual entre nós e muito menos parar os movimentos de seus dígitos, que agora, se tornavam ainda mais precisos. O loiro chupava meu botãozinho inchado com vontade, o puxando entre seus lábios vez ou outra e a essa altura, meus gemidos de prazer se tornavam quase que gritos incontroláveis.

— Vai gozar, hum? — questionou, mas a essa altura, eu não tinha capacidade de respondê-lo.

Senti minha intimidade se contrair repentinamente, fazendo com que eu me contorcesse embaixo do maior. E aos poucos, pude sentir meu ápice se aproximando com extrema intensidade. Eu tentava a todo custo fechar minhas pernas na tentativa falha de retomar o controle sobre meu corpo, mas ele impedia que eu o fizesse, ainda mantendo a velocidade de seus movimentos, o que estava acabando comigo e me levando à loucura.

Depois de alguns minutos, Tae cessou seus movimentos torturantes e retirou seus dedos melados de mim, os levou até sua boca, murmurando o quão docinha eu era. Ele se deitou ao meu lado e me me puxou contra si, fazendo-me apoiar minha cabeça sobre seu peito nú. E assim ficamos, até recuperarmos todo o ar perdido.

— Será que acordamos as crianças com todo esse barulho? — perguntei a ele, após me dar conta de quanto barulho fizemos.

— Não sei. Mas se depender de mim, eles terão que se acostumar com esse barulho todas as noites...


Notas Finais


E então? Oque acharam?
Comentem pra sabermos.

Mais uma vez, muito obrigado pelo amor que deram a nossa TW❤

Sigam nossos perfis ❤ @xBaby @Maeum

Amamos vocês


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