História Back for you - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Tags Love1d
Visualizações 44
Palavras 2.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Festa, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Cupcakes como anda a vida? Quero dizer a todos que estou muito feliz e agradecer aos comentários de vocês por aqui, é forma mais direta de saber os que as pessoas estão achando daquilo que está fazendo mesmo sendo boa ou ruim, eu só devo agradecer. Sempre gosto de responder cada um sendo pequeno ou grande, o importante é a opinião vinda dos leitores.
Pessoal o capítulo é mesmo pequeno, mas o próximo eu prometo trazer muitas coisas a vocês! É isso.

Uma boa leitura <3
Xx Ju

Capítulo 21 - Nossos novos amigos


Fanfic / Fanfiction Back for you - Capítulo 21 - Nossos novos amigos

Pov Louis:

A preguiça é tanta que o som do despertador estava fazendo menos incomodo aos meus ouvidos, diferente dos outros dias, enquanto eu abria lentamente os meus olhos procurei me virar rapidamente e desligar o som irritante. Decidi de uma vez me libertar das cobertas e ir se arrumar.

Com todas as luzes apagadas, a cada passo que dava tentava não esbarrar em mobílias ou até mesmos nas próprias paredes. Devido o meu imenso sono. De banho tomado, dentes escovados, cabelo arrumado e bem agasalhando, pelo o tempo que passei no banheiro os minutos praticamente voaram, faltando pouco para eu ter que deixar o meu quarto desarrumado para ir ás aulas.

Sentei-me na cadeira giratória da mesa olhando a foto de minha família, pois somente assim a saudade de alguma forma tende a diminuir. Ao meio de meus infinitos pensamentos me veio aquela sensação, que poucos vezes aparece, de você poder sentir que o dia será melhor ou relativo a isto. Pulei da cadeira bem melhor junto ao ânimo que dominava a minha mente e o meu corpo, levando em conta de ter as esperança que o meu pensamento se realizasse.

No mesmo momento que trancava a porta e recebendo o café da manhã da Universidade, Niall se aproximou dizendo que estava esperando a minha companhia para irmos de encontro à sala de aula. Coloquei a chave solta no pequeno bolso de meu casaco e logo falei com o cara que se deliciava com uma simples maçã vermelha.

 

-- Bom dia irlandês!- disse animado dando um aperto de mão a Niall.

 

-- Bom dia Louis! E aí?- perguntou Niall e depois mordeu a sua maçã.

 

-- O dia está só começando e eu estou bem... - respondi. - E você meu chapa?

 

-- Bem, querendo voltar a dormir ou comer um saco de batatas crocantes, também esperando que o dia não seja tão chato. - disse coçando os olhos devido o cansaço.

 

-- Sabe Niall, tenho uma ideia e quem sabe o nosso dia não seja diferente?!- disse balançando as duas sobrancelhas em forma de proposta que o deixou curioso.

 

-- Qual é essa tal de ideia Tomlinson?- perguntou e em seguida falei em surdina para os que passavam no corredor não ouvisse o que eu estava a planejar

 

-- Será divertidoooo! - disse Niall abrindo um gigante sorriso. - Eu topo, vamos avisar os outros.

 

-- Então vamos logo...- disse caminhando as pressas com ele. - Ainda temos que encontrar o material para fazermos a realização do plano.

 

-- Claro amigão! - disse Niall gargalhando.

 

Cada um foi para um lado ao imenso corredor dos quartos masculinos, espero eu encontrar os outros antes de estarem na sala. Uma coisa que em mim ninguém deixa de encontrar é a diversão, eu sou sempre o mais pateta, eu gosto de ver a vida tomando o rumo em alegria do que em desânimo. Não é?

Tomara que tudo ocorra bem sem ninguém descobrir. Principalmente umas funcionárias que ficam de vigia.

 

Pov Rebeca:

Fui acordada pelos os berros de Maria Clara dizendo que era hora de todas se levantarem, cada uma dormiu literalmente jogada na sala da casa, fomos dormir pela a madrugada e ao menos se importamos de irmos para os quartos. Aos poucos cada uma de nós despertamos e por fim tendo que encarar a realidade de acordar tão cedo.

Aviso a todos que vida de universitário não é tão fácil como pensamos antes de entrar para esse mundo. A primeira coisa que pensei em fazer depois de um bocejo e a cabeça tombando para o lado com os olhos querendo se fechar. Avistei o relógio perto da porta de entrava e contei ser 06:40 da manhã...

 

-- 06:40? - por coincidência reclamos ao mesmo tempo fazendo Mariana e Isabela retrucarem por estarem ainda apagadas. Nem é preciso dizer que elas aprontaram a noite inteira como é de esperar.

 

-- Ótimo horário para as minhas Universitárias acordarem em um belo dia de estudos. - disse Maria Clara caminhando para a cozinha. - Andem vamos se atrasar se continuarem assim.

 

-- Hammmm... - dissemos juntas em tom exaustivo.

 

Se as duas dorminhocas não acordassem iriam se levantar com almofadas e palmadas, porém não foi preciso. Ficamos a noite inteira relembrando coisas que eu nem me lembrava por tantas coisas que passámos juntas. A única coisa que faltou foi a presença de Júlia e Luiza que levam uma vida agitada no Brasil, quem sabe um dia ou até mesmo mais para frente elas vem no ver.

Clara pôs uma mesa farta que até o sono de Mariana foi embora por ver tanta comida, ela também não nos deixou voltar de táxi e nos pediu para que deixasse ela nos  levar em ser carro. Por ser um automóvel espaçoso todas se acomodaram aos bancos sem espremer uma as outras.

Com a velocidade que viemos para não termos atrasos e dar tempo de se arrumarmos para a aula, rapidamente já estávamos de frente a Universidade, abrimos a imensa porta do carro e demos um pulo, ao mesmo tempo dizendo adeus e obrigada a Clara. Pelo o horário ela só nos deixou aqui para poder ir para casa em seguida ao seu trabalho.

Assim que adentramos ao portal principal começamos a correr em busca dos lances de escadas para chegarmos aos nossos aposentos, sem perder mais um segundo destravei a porta e mesmo sem ter tempo para tomar banho eu me enfie de baixo da água morna. Para começar o dia bem, um bom banho é a melhor coisa.

Rapidamente pus uma roupa simples que me protegesse do frio que vem fazendo por aqui, eu ainda não me acostumei com essa temperatura, dei uma ajeitada básica e sem enrolação em meu cabelo. Assim que terminei tomei rumo a sair de meu quarto até eu me lembrar do meu material. Merda! Antes tivesse organizado a minha bolsa para o dia, porém me esqueci.

Dez minutos a menos para o primeiro sinal bater e me encontro andando feito foguete para chegar no horário, por que isto tudo é tão grande para uma pessoa atrapalhada? O ar cada vez estava ficando escasso, daqui a pouco eu desmaio, meu subconsciente me lembrava. Ao ver a porta cinzenta chegar a mim ou eu chegar a ela, em saber que o professor nem tinha chegado ao entrar, fiquei mais aliviada.

Deixei a bolsa na carteira próxima a das meninas depois de reconhecer as suas mochilas. Todas estavam em pé conversando um assunto de muitas risadas e eu ainda recuperando o fôlego de minha corrida até aqui. Pulei da cadeira ao ouvir um estrondo vindo da porta até saber o que era, por fim encontrei os meninos com a cara de fugitivos e travessos. Não só eu como todos os observavam.

 

Pov Larissa:          

 É isto mesmo? Está rolando um clima estranho e confuso por aqui. Para ser específica os meninos estão diferentes hoje, a não ser o Liam e os outros que permanecem normais como qualquer dia. Ontem não vigie o twitter e estou tirando tempo para fazer isto na aula de inglês rapidamente.

Passar a noite na casa da Maria com as meninas é você não poder dormir, Mariana não sossegou e juntando a Isabela, já viu. Explicação no quadro, alguns exercícios a se fazer e aos poucos eu parava pensando na vida. O dia está nublado e desanimado notei isto brincando com o lápis e para “melhorar” hoje tenho que terminar o trabalho de história com as minhas palavras.

 

Pov Bia:

Como toda aula de artes depois do ensino fundamental não foge de livro e explicações de fatos antigos, qual é o problema de pedir trabalhos extras?! É bem melhor. Ainda bem que o nossa professora deixava a aula agradável, daqui a pouco teremos o intervalo para ficarmos livres por um tempinho longe dos cadernos.

Ao meio da explicação ela deu uma pausa para dizer sobre os cursos para os futuros formados, até agora nenhum foi de meu interesse para eu ter me.inscrito. Nesse mesmo tempo os olhos de Bela brilhavam.

 

-- Para os interessados precisam fazer a sua inscrição por uma ficha... Como é algo referente a minha matéria de modo direto ou não, antes que os futuros bailarinos ou atores se esqueçam pegarei algumas fichas e no fim da aula podem se manifestar. - dizia.- Ok? 

 

-- Ok!!- a classe respondeu fazendo a professora deixar a sala.

 

Só foi a porta bater que a falação tomou vida. Meninas falando dos gatos da Universidade e os que elas por si já conheciam e os meninos do último jogo de futebol ou algo de mesma semelhança.  Tão dispersa que eu estava só depois percebi um líquido gelado em meu ombro ao analisar encontrei algo colorido, olhei para o teto imaginando ter sido uma coisa que desgrudou e em seguida um espirro de tinta voou na direção da Mariana bem ao meu lado.

-- Bia!- gritou Louis que em uma distância razoável, mais ou menos perto, que o deixava próximo de nós. Virei- me furiosamente para ele, pois primeiramente ele deveria me chamar de Beatriz. Esse garoto me tira do sério com simples coisinhas.  

 

Ao posicionar a cabeça em sua direção uma porção de tinta amarela respingou em meu rosto, sem querer entender o porquê disto respirei fundo, mas não me controlei ao ver a cara dele de debochado.

 

-- Louis seu imbecil!!! - gritei ríspida. - Ah agora eu te esgano....- disse em voz alta e irritada.

 

-- Bem- vinda... Biaaaa!- falou já se levantando. - Atacar!- ordenou Louis brincalhão aos outros. Atacar? Como assim? Em um piscar dos olhos ele abriu o fecho de sua mochila tirando de lá bolas de aniversário com líquido, recheadas de grandes quantidades de tinta.

 

Pov Mariana:

Uma hora era tinta e agora estou completamente molhada. Ainda querendo decifrar como essas coisas surgiram na saída da professora? E quem começou? Olhado de um lado para outro  se via bolas de festas se chocando nas pessoas as coloridos e as paredes, jatos de água, rolos de papéis higiênicos voando entre nós, enfim tantas coisas apareceram de repente.

Ao receber mais um jato de água gelada encontrei o infeliz com um Nerf em mãos com um sorriso escancarado em seu rosto, devido a minha visão embasada dificilmente acharia a pessoa, limpei os olhos e enxerguei Niall como o criminosos e Zayn no seu ritmo. Totalmente surpresa por um minuto ri da situação e claro também entrei na brincadeira conseguindo arrancar o brinquedo e molhado os dois.

As meninas estavam como eu ou até mesmo piores. Juliana fugia e ao mesmo tempo procurava acertar um alvo, Larissa junto com a Bia jogava as bolas coloridas nos meninos, Isabela se defendia da farinha e Rebeca corria contra todos. A turma também se manifestou arrancando papéis de seus cadernos para fazer bolinhas.

 

-- Pessoal!- Dei o maior grito que todos pararam no mesmo instante me olhando com caras de taxo, ao mesmo tempo Louis queria aproveitar o momento para molhar Liam.

 

-- Vai ficar mesmo em silêncio Mariana!?- disse Louis.

 

-- Calma é hora de atacar uma pessoa, não estão fazendo o serviço direito deixando umas pessoas intactas. - expliquei olhando para a fugitiva.  

 

-- Quem está se referindo? - perguntou Harry acompanhando o meu olhar e rindo.

 

-- Rebecaaaaa!! - disse eu e as meninas em seguida.

 

Todos se direcionaram a ela que estavam se escondendo na mesa da professora. Tintas, farinha, bolinhas de papéis, pó e água foram tudo em cima dela. Rebeca tomou força para se levantar, mesmo assim também fazia o mesmo, rindo e atacando, finalmente conseguiu se por de pé dando meia volta a caminho da saída.

 

-- Mariana eu te mato! - disse ela gargalhando, andando de seu jeito destrambelhado. - Volte aqui eu vou te pegar!- gritou Beca puxando o saco de farinha das mãos de Harry e se aproximando de mim.

 

Para fugir corri ao encontro da maçaneta da porta de relance vi um punho de farinha zunir perto de meu ouvido que por sorte caiu em outra pessoa, assim que caminhei a saída a professora estava com o rosto e os cabelos cobertos de farinhas.

 

-- Aí meu Deus! - disse abismada e prendendo ainda mais as bolas coloridas em meu corpo, procurei sair logo da sala antes que a situação piorasse.  

 

Com os meus passos pude ouvir uma multidão me acompanhar, Rebeca era a mais próxima de mim que gritava por vingança e querendo me atacar, enquanto passávamos pelo os corredores tintas manchavam as paredes. Já estou vendo como isto vai acabar...

 

A única passagem que tinha pela a frente me levara a área do parque aquático da Universidade que muitas da vez se encontravam vazio pelo o clima Londrino. Pela a borda da piscina os meninos, as minhas queridas amigas e principalmente Rebeca se uniram para me fazer de alvo. Os outros alunos corriam em toda extensão atacando a pessoa que estava por perto.

 Consegui fazer com que Rebeca caísse na água fingindo que ia se jogar, ela praguejava por mim e se lamentando de a sua arma te virado uma mistura, seu queixo balançava a medida do frio. Ela não demorou a sair e se vingar em dose dupla.


Notas Finais


Espero ter agrado vocês com um capítulo pequeno. O que acharam? Um beijão e abraços apertados para todos!


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