História Back to Life - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Christopher Uckermann, Dulce María
Personagens Christopher Uckermann, Dulce Maria
Tags Vondy
Exibições 31
Palavras 1.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Capitulo IX


Dulce

 

—Como assim sumiram?—Eu estava tão nervosa que já estava caminhando na frente e nem expliquei nada direito para Chris.

—A babá deles não foi hoje trabalhar,ela disse que deixou um bilhete mais eu não vi nenhum tipo de bilhete,não sei onde os meninos estão—Puxei o celular e tentei ligar para Arthur,tenho que encontra meus filhos.

—Eles devem está em casa—Chris falou e eu torci pra que aquilo fosse verdade,se meus filhos sumirem eu morro não sou nada sem meus filhos.

—Arthur me ligou hoje dizendo que Enzo esqueceu a chave de casa—O celular de Arthur nem chamava—Droga,o celular de Arthur está fora de área—entramos no carro de Chris e ele acelerou.

—Calma,vamos achar eles—Puxei o ar com força  totalmente em pânico,se meus meninos não estiverem em casa eu acho que eu enlouqueço.—Vamos encontra -los,você verá —Chris apertou minha mão na tentativa de me tranquilizar mais naquele momento era impossível,eu só iria ficar bem se olhasse meus bebês em casa sobre minha proteção e totalmente seguros nos meus braços.

—Eles tem que está em casa Chris—Foi a única coisa que disse sentindo o medo me corroer por dentro como um veneno,eu me sentia com um vazio imenso e totalmente sem chão,todos os meus pensamentos positivos giravam em torno de meus filhos estarem em casa seguros,assim que chegamos na esquina da minha casa senti meu coração acelerar fora do comum.

—Chegamos!—Olhei pra porta da minha casa e não olhei nem sinal dos meus loirinhos.

—ENZO—Gritei desesperada—ARTHUR—Olhei ao redor da casa mais não tinha nem sinal,abri minha casa e procurei em cada cantinho gritando feito louca mais nada deles,sai de casa feito louca batendo na porta dos meus vizinhos mais ninguém tinha olhado eles,olhei a porta de Christopher e pedi a Deus que eles estivessem ali.—Chris acho que sei aonde eles podem está —Bati na porta de Christopher.—UCKER...UCKER—Eu o chamava mais ninguém respondia,olhei pra trás olhei meus vizinhos me ajudando chamando pelos meus filhos e vi Chris ligando para a policia.—Meus bebês onde vocês estão —Cai sentada na varada de Christopher e desabei.

—Dul calma,a policia já está vindo vamos encontra-los—Chris me abraçou.

—Eu sou uma péssima mãe,eu...—Me faltou palavras e tudo que eu tinha a fazer era chorar feito um bebê tentando encontra uma solução para encontra meus filhos.

—Não fala besteira,você não é uma péssima mãe—Chris me abraçou forte.

—Não tente me conformar,eu sou sim—E como se nada mais pudesse piorar eu senti minha vista escurecer e uma dor de cabeça tão forte que eu tinha certeza que meu cérebro iria explodir e junto com todo esse turbilhão, calafrios e tremores pelo corpo inteiro,eu olhei pra Chris e vi o desespero dele estampado em seu rosto,eu sentia minha garganta fechar e sem conseguir lutar com todos aqueles sintomas repentinos que já era totalmente conhecido por mim eu apaguei.

 

                                          [...]

 

                                   Christopher

 

—Arthur desse jeito o Axel vai te levar—Falei pra Arthur que insistia em levar Axel,olhei pra Enzo que não desgrudava da minha mão ele era bem mais obediente do que Arthur.

—Tio quando a gente chegar na sua casa podemos continuar jogando?—Era engraçado o jeitinho de Enzo,tem oras que ele é tão adulto e outra eu me pego vendo que ele é apenas uma garotinho de oito anos.

—Claro,mais acho que sua mãe já deve ter chegado—Falei olhando Arthur ser arrastado por Axel que corria rápido pela praia.—ARTHUR CUIDADO SE VOCÊ SOFRER ALGUM ARANHÃO TUA MÃE ME MATA!—Do jeito que aquela lá é doida vai pensar que eu espanquei o menino.

—TA TIO—Arthur não me deu ouvidos,menino mais levado que esse impossível.

—Tio você é casado?—Olhei para Enzo de imediato,sem entender nada.

—Não Enzo,porque?—Enzo sorriu envergonhado.

—Porque a mamãe também não é—Eu me assustei,da onde esse garoto tira essas coisas?o que ele ta querendo dizer com isso?

—Hum...e daí?—Enzo abriu a boca pra falar,mais eu chamei Arthur.

—Arthur espera pra me da a mão —Falei porque pra irmos pra casa tínhamos que atravessar uma via movimentadíssima de carros.

—Ta tio—Arthur parou e eu peguei a mão dele.

—Arthur perguntei para o tio se ele era casado e advinha?—Enzo olhou cúmplice para o irmão,ok que parte eu estou perdendo dessa história?

—Ele não é—Arthur faliu e Enzo confirmou,conversavam como se eu nem estivesse ali.—eu falei pra você mano,eu sabia o tio é muito rabugento pra ser casado!—Olhei pra Arthur que soltou minha mão e colocou a mão na boca envergonhado,então quer dizer que eles me acham rabugento.

—Arthur seu idiota,agora ele não vai mais nos ajudar!—Eu já estava perdido,ajudar no que?

—Ajuda?No que?—Arthur olhou para o irmão e depois para mim.

—A encontra um pai pra nós—Gelei com o que ele disse,e antes de eu responder ou perguntar qualquer coisa eu me assustei ainda mais ao vê nossa rua cheia de ambulância e carros de policia em frente a minha casa.

—Que droga ta acontecendo aqui?—Falei assustado com tudo aquilo,meus vizinhos estavam praticamente todos na minha porta,apressei o passo e olhei um homem branco alto de cabelos escuros conversando com um policial desesperado.

—TIO CHRIS?—Enzo soltou a minha mão e saiu correndo de encontro ao homem que falava com a policia,Arthur fez o mesmo o homem se ajoelhou chorando e abraçou os garotos,sem entender nada eu me aproximei.

—O que aconteceu?—Olhei perguntei a um senhor.

—Parece que os filhos da nossa nova vizinha desapareceram,ela saiu desesperada procurando para todos mais ninguém encontrava os meninos mais agora eles já apareceram,graças a Deus—O senhor apontou pra Enzo e Arthur.

—E cadê a mãe deles?—perguntei olhando ao redor,morrendo de medo dela aparecer do nada me dando uma voadora.

—Está na ambulância,ela teve uma crise de ataque de pânico e teve que ser atendida às presas,coitada tamanho era o desespero dela que ela passou mau—Senti a culpa tomando de mim,se eu não tivesse levado os meninos na padaria talvez ela não passaria por isso,nem deixei o senhor continuar caminhei até a ambulância e a olhei pálida com uma máscara de ar com o olhar totalmente perdido.


Notas Finais


último de hj,e aí o que acharam da mini maratona?


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