História Back to you - Capítulo 46


Escrita por: ~

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Categorias House
Tags Amor, Cuddy, Drama, Gregory House, House, Huddy, Lisa Cuddy
Exibições 24
Palavras 1.028
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então, sei que demorei, mas essa semana estava difícil para mim arranjar tempo de publicar, mas enfim, um pequeno aviso aqui, a fic está chegando ao fim, mas não fiquem tristes, logo eu postarei mais uma. Sem mais delongas, boa leitura.

Capítulo 46 - Finalmente há esperança


Levantei do sofá toda dura. Aquela noite não havia sido fácil. Pensar que o homem que eu mais amei e ainda amo foi embora, e dessa vez para sempre, era doloroso demais para aceitar, mas fui eu que fiz essa escolha, fiz pela Rachel, por que tudo que eu mais quero nesse momento é tê-la em meus braços novamente, e ver ela crescendo feliz e tranquila, e infelizmente com o House do nosso lado, não seria possível. Ah não ser que um dia talvez, ele se emende. Mas ele já teve a sua chance, e não aproveitou. Me encaminho para um rápido banho e vou para o PPTH. Quando chego na minha sala, a pessoa que eu menos queria ver hoje estava lá me esperando. Sim, era ele!
- House?! O que está fazendo aqui?
- Eu vim pedir demissão. Ele fala sério.
- Demissão? Pergunto com desdém.
- É. Eu não consigo ser que nem você, que separa o pessoal do profissional, então...depois de ontem, não tem mais clima para trabalhar aqui, na verdade, já não tem clima a muito tempo.
- Tudo bem, então. Eu vou assinar sua carta. Eu sento na minha mesa e abro o laptop, começando a digitar.
- Ok, eu vou até a minha sala, comunicar a minha equipe.
- Certo. Respondi apenas.
Quando ele saiu, soltei um suspiro derrotado. Pois sabia que agora sim, aquilo era o fim, o fim das nossas vidas, o fim da nossa existência, tudo que foi concertado havia quebrado de novo, e dessa vez, não mais haveria concerto.
*****
Derrotado caminho até o elevador e subo até a minha sala. Minha equipe estava lá, concentrados em mais um caso. Me doía profundamente ter que abandona-los. Apesar de nunca admitir, eu gostava muito daqueles idiotas, e do Wilson, e principalmente da mulher que agora me odeia. Abri a porta e eles começaram a me bombardear com perguntas e opiniões.
- House, o que você acha? Treze pergunta.
- É vamos lá, diga que a minha ideia é a melhor. Kutner diz.
- Não é doença de Adson, ficou louco Kutner. Foreman revira os olhos.
- Só por que você é neurologista, não quer dizer que a doença pode ser neurológica. Pode sistemíca.
- Eu ainda acha que é autoimune. Amber rebate.
- Pelo amor de Deus, o sistema de defesa dele está impecável, não pode ser autoimune. Taub ri de Amber.
- Então se é tão esperto baixinho, diga logo sua teoria.
- CHEGA. Eu grito, e imediatamente eles param me olhando. - Eu pedi demissão. Houve alguns problemas pessoais, e não, não vou dizer os motivos. Enfim, era isso.
- Você chega assim na cara dura e pede demissão? Treze pergunta abismada.
- É, eu não...posso mais ficar aqui, por que...houve alguns problemas, e só o tempo pode resolver isso. Sinto muito, essa não era minha real vontade, mas é o mais certo a se fazer.
- Vou falar com a Cuddy, você deve estar estressado e imaginando coisas. Treze falou, e já ia  deixando a sala, quando eu a segurei pelo braço.
- O problema é que ela é o problema, ela já sabe, esta ciente disso, e aposto tudo o que eu tenho, que ela deve estar dando pulos de alegria por eu estar finalmente saindo daqui. Afinal eu cai aqui de paraquedas, o reinado dela estava melhor sem mim. Agora com licença, preciso arrumar minhas coisas. Eu saio da sala e me encaminho para a minha logo ao lado, e fecho as cortinas, não queria que ninguém me visse arrumando as minhas coisas, era deplorável demais.
Depois que arrumo tudo em uma caixa de madeira polida, passo pela sala do Wilson, mas ele não estava, provavelmente estava em alguma conferência, eu falava com ele amanhã. Entrei em um elevador, apertei o botão e desci até o estacionamento, guardar minhas coisas na moto. Ainda teria que passar na sala da Cuddy pegar minha carta de demissão. Estava pensando nisso quando eu vi o elevador do estacionamento para e uma Cuddy exasperada correr em minha direção.
- House, encontraram a Rachel.
*****
Eu precisava contar para ele, afinal ele era o pai dela, e com certeza iria me ajudar.
- House, encontraram a Rachel.
- O que?
- A polícia, a polícia encontrou o paradeiro da Rachel.
- Meu Deus aonde, aonde que foi isso?
- Nesse endereço aqui. Disse mostrando-lhe o papel que eu havia anotado quando o policial me ligou.
- Ótimo, vamos busca-lá, vem sobe.
Eu fiquei ligeiramente envergonhada, afinal, estávamos separados.
- Que foi?
- Eu acho melhor eu ir de carro.
- Cuddy, de moto é mais rápido, e eu não estou querendo que você me perdoe, só estou te oferecendo uma carona. Ele diz me estendendo um capacete.
- Ok. 
Eu subo atrás dele e coloco minhas mãos timidamente em sua cintura. 
- Está com medo de mim?
- Talvez. Sim, um pouco.
- É talvez você tenha razão, depois de tudo que eu aprontei. Mas juro que...não vou fazer nada. Ele fala cabisbaixo.
Eu me ajeitei um pouco melhor e me aproximei mais dele.
- Está bom assim?
- Está.
Então a gente saí do estacionamento, e parte até o local indicado pela polícia.
Quando a gente chega lá, vimos um tumulto geral. De longe enxerguei os policiais. Um deles nos deu passagem e nos explicou a real situação.
- Não dava para passar isso para vocês por telefone, mas a criminosa esta com a filha de vocês em mão, mas qualquer pessoa que chegue perto, ela ameça de jogar a filha de vocês no rio lá embaixo.
- Oh meu Deus e agora? O que vamos fazer? Eu perguntei ao policial.
- Não sei, mas nos vamos bolar um plano, não se preocupem. Ela vai devolver a filha de vocês.
Sentei na calçada perto da rua, e comecei a chorar. Então senti alguém me abraçando, era ele. Eu o olhei com um olhar de repreensão.
- Eu sei que você não me quer mais, mas mesmo assim, eu vou cumpri a promessa que fiz para mim mesmo.
- E qual seria?
- A de nunca te deixar.


Notas Finais


Então, o que estão achando dessa reta final da Fic. Será que vai haver solução para Huddy? Será que a familia House vai finalmente ser deixada em paz?E esses três? Será que vão ter o que merecem? O que vocês acham?


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