História Back to you - Capítulo 50


Escrita por: ~

Postado
Categorias House
Tags Amor, Cuddy, Drama, Gregory House, House, Huddy, Lisa Cuddy
Exibições 20
Palavras 1.209
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então depois de todas essas mortes vocês devem estar se perguntando: " Mas e o nosso casal? Como eles ficam autora?". Bem, esse capítulo vai ser decisivo para nosso querido e amado casal. Não vou dizer mais nada kkkkk.
Boa leitura.
E viva Huddy
E viva o amor
E viva House md que completou 12 anos desde que foi exibida pela primeira vez na tv( homenagem meio atrasada, mas ta valendo).

Capítulo 50 - Nosso amor finalmente venceu a guerra contra o mal


Fanfic / Fanfiction Back to you - Capítulo 50 - Nosso amor finalmente venceu a guerra contra o mal

Fomos escoltados pela polícia até a minha casa. Eu abri a porta e House ficou no batente.
- Você não quer entrar? Vou dar um banho e dar de mamar pra Rach.
- Não sei se devo, você ainda pode estar zangada comigo. Ele fala se aproximando. - E bom, eu ainda te amo, e não quero brigar.
- E quem disse que vamos brigar. Vem. Eu digo puxando-o pela mão. Ele olha tudo ao redor.
- Senti falta dessa sala, mas ela está diferente.
- Você foi embora, e levou suas coisas. Por isso está diferente. Digo sorrindo. - Bem, eu acho que depois de tudo isso precisamos conversar, mas eu vou cuidar da Rachel primeiro, fica a vontade. Eu me encaminho com Rachel nos braços até o seu quarto. Tiro toda aquela roupa dela, dou um banho gostoso, coloco, uma fralda limpa e um pijaminha, e sento na poltrona para amamenta-lá, que saudade que eu senti disso, de ser mãe novamente. Eu canto para ela uma cantiga antiga que meu avo cantava para mim quando eu estava com medo de algo. Então escuto alguém esbarrar na porta.
- Não pare, a canção é linda, e sua voz também. House diz entrando e se sentando de frente para nós no sofá.
Eu fico constrangida, e canto a canção, até ela adormecer.
- Ela dormiu. eu digo me levantando.
- Deixa que eu ajudo você. Ele diz pegando Rachel com cuidado do meu colo. O simples contato de nossas mãos, já me fez deseja-lo, já me fez quer perdoa-lo de tudo.
- Bom, então, o que quer conversar? Ele pergunta baixinho assim que deixou Rachel no berço.
- Vamos para  a sala. Eu digo saindo e fechando a porta do quarto da Rachel.
- Senta. Eu disse quando chegamos na sala.
- Bom, aqui estou, o que quer me falar Lisa?
- Que eu agi por impulso.
- Impulso?
- É impulso, eu devia ter perdoado você, e devia ter agido diferente com você e...
Não consegui terminar a frase, quando vi minha boca estava sendo tomada pela dele, em um beijo delicado e lascivo ao mesmo tempo, um beijo que mostrava toda a saudade e toda a intensidade do nosso amor.
- Chega de desculpas Cuddy, nos somos o que somos, sabe qual foi o nosso erro, querer mudar um ao outro. Eu quero você do jeito que é por que eu te amo do jeito que é. Mas eu mudei e isso afetou você, da mesma maneira que sua mudança me afetou também. Sabe o que eu mais quero?
- O que? Eu pergunto olhando no fundo dos seus olhos.
- Que aqueles dois jovens de Michigan voltem.
- Aqueles dois malucos, apaixonados por medicina, e por altas aventuras?
- Sim exatamente, por que essa era e sempre vai ser nossa essência.
- Então nesse caso. Eu o beijei com desejo, o mesmo que me consumia quando era nova. - Me leve para o quarto, quero matar a saudade que senti de você.
Ele me leva no colo, entre beijos e risos. 
Quando chegamos no quarto ele me deita na cama e tranca a porta.
- Hoje eu só quero ter você, a noite inteira.
- Se você alcançar meu ritmo. Eu digo rindo.
- Eu sou o único que aguenta seu pique.
Rimos mais uma vez e ele sobe por cima de mim me arrancando suspiros ao roçar sua barba mal feita em meu pescoço. Eu beijo seu pescoço e começo a tirar sua camisa, e bufo ao ver que havia outra por baixo.
- Por que você dificulta minha vida Greg.
Ele sorri e se aproxima do meu ouvido.
- Faz tempo que eu não ouço meu nome. Diz de novo, diz, minha manhosa.
- Greg. Eu digo em um gemido cheio de excitação.
- Gostosa. Ele diz quando finalmente eu arranco sua outra camisa e arranho seu peitoral.
- Eu sei que sou. Digo atacando sua boca, enquanto ele tentava se livrar da minha camisa de seda.
- E convencida também.
- Aprendi com o melhor.
- Chega de joguinhos Cuddy.
Ele se abaixa e morde meu seio por cima da renda do sutiã.
- Quem está jogando é você. Eu digo entre um suspiro e outro.
Ele se livra da peça e começa a brincar com meus mamilos.
- Greg, hum.
- O que você quer Lisa? Ele pergunta esfregando sua ereção na minha virilha.
- Desgraçado você sabe o que eu quero.
Ele da um sorriso sacana e começa a abrir a minha calça de tecido preta, me causando arrepios pelo que estava por vir. Quando ele se livra da peça, começa a circular minha entrada por cima da calcinha, para testar minha umidade.
- Esta gostando.
- Hum-hum.
- Não ouvi.
- Claro que sim, mas esta sendo uma tortura.
- Se me pedir, eu aprofundo mais a brincadeira.
- Eu quero.
Ele tira minha calcinha, começa a me chupar. Eu dou um grito de surpresa e excitação. Ele estimulava meu clítores como dedo, enquanto com a língua fazia a penetração. Eu estava indo a loucura, puxava os cabelos grisalhos dele sem dó.
- Greg, assim, mais, hum.
- Goza para mim Lisa.
Com seus movimentos lascivos não tardei a gozar na sua boca.
- Você tem um gosto magnifico Cuddy.
- É mais eu também quero brincar.
Eu vou por cima dele, e tiro sua calça jeans surrada rapidamente.
- Olha como você me deixa.  Ele aponta para seu membro cheio de desejo.
Eu sorrio sacana para ele e abocanho tudo de uma vez, arrancando gemidos de sua boca, ele imediatamente segura firme nos meus cabelos.
- Isso gostosa. Ele diz me dando um tapa na bunda. 
Comecei a chupa-lo com mais força. E quando eu senti que ele estava quase lá, eu sentei em seu membro fazendo eu mesma a penetração. Era esse contato que tanto ansiavamos, era disso que nossos corpos sentia saudade. Desse contato intimo.
-Oh Meu Deus House. Eu digo quando ele sentou na cama me fazendo ficar em seu colo.
Ele começou a se movimentar junto comigo, e quando mais rápido íamos, mais o desejo nos consumia, nossos corpos ardia de desejo e luxuria. Até que chegamos no ápice, e caímos exaustos na cama.
- Eu estava com saudade disso também. Ele fala me puxando para junto dele.
- Eu também estava. Eu digo puxando o coberto por cima de nós.
- Você assinou a minha carta de demissão, não é mesmo? Ele pergunta preocupado.
- Não deu tempo, quando eu ia terminar, a policia ligou.
- Parece que o destino conspirou ao nosso favor pela primeira vez na vida.
- Nem me fale, eu não estou acreditando.
- Agora eu preciso trazer minhas coisa pra cá de novo.
- Eu tenho outra ideia. Que tal, compramos uma casa nova, sabe diferente dessa, como ma família de verdade, assim ela não sera só minha, sera nossa.
- Eu acho uma ótima ideia.
Eu sorri e voltei a deitar em seus braços fortes e acolhedores, fiquei acariciando seu peito até pegar no sono. Daquele dia em diante, eu sabia que nada iria nos separa novamente, pois nosso amor finalmente tinha vencido a guerra contra o mal.

 


Notas Finais


E então, o que acharam?


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