História Back To You - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Naruhina, Sasusaku
Exibições 13
Palavras 3.243
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi pessoal! Mal cheguei mas já vou deixando um capítulo de 3.227 palavras de muito amor e carinho!

Capítulo 1 - 1


Fanfic / Fanfiction Back To You - Capítulo 1 - 1

Back To You

Por Grangercas

 

1

Cabana de praia dos Haruno, véspera de ano-novo de 1997.

 

As nuvens de cor rosa, lilás e laranja preenchiam o céu, deixando um final de tarde mais bonito do que todos, presentes na simples cabana de praia da família Haruno, esperavam. O dia tinha começado chuvoso, quase se tornando em um temporal, mas ali estava o último entardecer de 1996: belo e puro, como as preces por um dia lindo vindo da garotinha que estava sentada ao lado dos pés de sua avó, no hall da cabana com vista para o mar.

-Eu não te disse, pequena flor? – disse a avó olhando para a menina de grandes olhos verdes – Preces com a mais pura intenção sempre são concedidas por Deus.

Sakura corou enquanto baixava o olhar para seu palhacinho de pelúcia em seu colo. – Então foi eu que trouxe esse céu lindo, vovó? – olhou para as nuvens coloridas e soltou uma bela gargalhada – Algumas tem até a cor do meu cabelo!

Vovó Haruno a olhou com ternura para a pequena criança de cinco anos. – Não, minha pequena flor. Você pediu um dia bonito para o bem das pessoas que ama e Deus achou um pedido tão bonito e verdadeiro, que concedeu.

A menina de cabelos róseos pensou por um tempo antes de falar.

-Se é assim, então eu quero um unicórnio bem fofinho, Deus! Seria tão bom ter um unicórnio mágico! – ela olhou para sua avó mais uma vez que estava com seu rosto levemente enrugado e um sorriso – Não vai contar como perdidor, não é?

A vovó alargou ainda mais seu sorriso. – O que seria “perdidor”, Sakura?

- Ah, tu sabe! É quando a gente pede para Deus e aí os anjinhos mandam os recados para Ele. É um pedidor.

- É prece a palavra correta, florzinha.

- Isso, preeeeece! – olhou para sua vovó – Vai funcionar? – a senhora balançou a cabeça negativamente e Sakura logo se pôs a pensar – Então quero que papai consiga um emprego, de coração! – e sorriu.

Vovó olhava para sua pequena flor de cabelos rosas e pensava no quão graciosa sua neta poderia ser aos cinco anos de idade. Olhou o horizonte mais uma vez antes de falar. – Venha, Sakura, está ficando frio aqui fora e temos que ajudar com comida para o ano-novo – a menina fez uma careta ao escutar esta frase antes de passar pela porta que dava acesso ao interior da casa.

A cabana de praia dos Harunos não era maravilhosa por fora, se limitavam a pintar ela de verniz para que não apodrecesse a madeira que já se encontrava lascada e levemente envelhecida pela temporada de chuva, tinha dois andares e um grande pátio com várias árvores e um pedaço da praia fazia parte do sítio. Por dentro, após subir as escadas do hall e abrir a porta, se via uma linda sala de estar com dois sofás em frente à lareira do lado de uma televisão e, ao fundo uma grande escada que dava acesso ao segundo andar. Após dois passos e um breve olhar ao redor, notaríamos a grande e bela cozinha de paredes brancas junto com uma enorme mesa de vidro no mesmo cômodo. A cabana sempre teve este ar rústico e levemente medieval e era exatamente por isto que Sakura adorava ela.

Ao entrar correndo na cozinha Sakura pareceu se lembrar de alguma coisa ao escutar os gritos de sua mãe.

- Sakuraaaa!!! O que eu te falei sobre se comportar e não ficar correndo por aí? Logo logo teremos visita e você tem que ter cuidado, Kushina tem um bebezinho!

A menina piscou os olhos tentando entender. – Mas mãe, o Naruto não é bebê.

Mebuki suspirou olhando para sua filhinha que era tão desatenta a algumas coisas quanto era espoleta. Como amava sua menininha, mas, às vezes, só algumas vezes, desejava ter uma filha mais quietinha. Mais “menininha” talvez, que brincasse de boneca e que preferisse ficar em casa ao invés de jogar bola com seu pai, mas não tinha jeito: desde bebê ela gostava de bolas de futebol e vôlei. Nada iria mudar.

– Menma, filha. O irmãozinho de Naruto.

– Ah, sim! – deu uma risadinha – Eu não me lembrava.

E saiu correndo novamente pela cabana, deixando sua mãe, avó e tia Mei com um pingo na cabeça. A menina do cabelo cor de rosa passou correndo por seu tio Kishi que carregava uma caixa cheia de fogos de artifício e acenou para ele com suas mãozinhas. – Oi de novo, tio Kishiiii – e subiu as escadas dando pulos de dois em dois, ela se sentia uma ninja fazendo isso! Após subir toda a escada, foi em direção à primeira porta da esquerda e abriu a mesma com tudo.

– Eu quero jogar também! – gritou enquanto via seus primos Sasori e Seiko jogarem Banco Imobiliário no chão do quarto que era composto por quatro beliches e uma porta que dava acesso à uma pequena sacada.

Sasori e Seiko são gêmeos bivitelinos e primos de Sakura por parte de pai, com cabelos tão ruivos que a pequenina jurava que a cor dos fios se assemelhavam ao do fogo (e também à personalidade dos dois, principalmente a de Sasori). Por Deus, como os três viviam entre briguinhas sobre brinquedos, comida, onde ir, o que brincar, com qual prato comer...

Sasori era o que mais implicava com Sakura, contando histórias de terror para vê-la assustada e ele poder rir quando ela tampava os olhos verdes com as mãozinhas ou pregando peças nela quando passavam os finais de semana juntos, mas, também era o que mais a protegia e se preocupava, como quando ela ficou presa no topo da árvore ao subir para pegar a bola que chutara lá, ele subiu para acalma-la e ajudar a pequena flor a descer. Sakura era a irmã que ele nunca teve e que sentia a necessidade de proteger.

- Só se tu saber me falar quanto é cinquenta e cinco menos vinte e oito. – disse Seiko coçando a cabeça preguiçosamente com um sorriso torto.

A rosada fez beiço, não tinha começado a frequentar a escola ainda e se sentia triste quando sua prima fazia questão de ressaltar que ela ainda era pequenina para alguns jogos.

- Isso não é justo, Seiko – resmungou Sakura.

Sasori riu um pouco antes de falar. – Sakura, não dá bola para a Seiko! Ela está toda se achando só porque ano que vem a gente passa para a terceira série. – a pequenininha sorriu enquanto Seiko mostrava a língua para Sasori – Quem mostra a língua é cobraa, Seiko!      

Sakura riu mais ainda ao ver sua prima de sete anos ficando mais vermelha do que seus cabelos e gritando alto: - Agora você me paga, Sasori! – e pulou em direção ao seu irmão que foi rápido o suficiente para se atirar na cama e vê-la bufando atrás de si.

- Ui ui, ela ficou irritadinha! Só cuidado para o querido Itachi não te ver tão raivosa, ele pode te achar louca e pedir para mudar de escola! – e riu mais ainda da cara de sua irmã para depois pegar na mão de Sakura e saírem correndo de Seiko do quarto, que vinha logo atrás com um chinelo na mão pronta para atirar neles.

Estavam correndo tão rápido que nem notaram os sapatos desamarrados de Sasori. O tombo que veio em seguida, bem na hora que a família Uchiha adentrou na cabana junto dos pais de Sakura que, ao verem Seiko por cima de Sasori e ele por cima de uma Sakura chorando, correram até eles para saber o que tinha acontecido.

- A culpa toda é do Sasori, tia Mebuki! Ele que me incomodou! – Seiko logo foi se apressando a falar algo em sua defesa com o rosto levemente corado já que Fugaku e Mikoto os olhavam contendo os risos por causa da situação, Sasuke espiava por detrás das pernas da mãe e Itachi ria descontroladamente deles enquanto murmurava que foi melhor do que as Vídeos Cassetadas que passava no Faustão.

- Seiko sua mentirosa! – gritou Sasori se levantando de cima de Sakura que soluçava baixinho – Tu não queria deixar a Saky jogar com a gente só porque ela é bebê.

- Eu tenho cinco anos! – gritou Sakura enquanto ainda soluçava – E vocês só tem sete anos!

- Você continua sendo bebê e eu criança grande! - deu duas batidinhas na cabeça rosa da menor fazendo os adultos rirem da cena.

Mebuki teve uma ideia enquanto cessava as risadas da pérola que acabava de escutar de Sasori. – Então Sasori e Seiko, vocês que são crianças grandes e não bebês – os dois sorriram com orgulho – vão levar as mochilas de Itachi e Sasuke para o quarto das crianças e arrumar o certinho jogo na caixa – Seiko gemeu de desgosto e Sasori abriu a boca para pronunciar “E a Sak..” mas foi cortado pela tia que simplesmente disse – ela é bebê, não? Isso é trabalho para crianças grandes.

Sakura parou de soluçar na hora abrindo a boca para soltar uma gargalhada e saiu correndo para se atirar no sofá grande em frente à televisão enquanto Sasori subia as escadas levando uma mochila enorme e resmungando algo como “aquele bebê sortudo”.

- Quer subir lá com eles, querido? – perguntou Mikoto a Itachi que acenou levemente com a cabeça e acompanhou os seus colegas de escola para o segundo andar.

Mebuki começou a falar com sua amiga animadamente sobre quando se conheceram e como o sexteto inseparável se formou: Mebuki, Kizashi, Fugaku, Mikoto, Kushina e Minato eram um grupo inseparável até hoje e pretendiam ir até o final de suas vidas juntos.

- Vamos Mikoto, vamos até a cozinha para comer uns petiscos. Aliás, sabe se Kushina conseguirá vir?

Mikoto sorriu gentil enquanto seu marido e Kizashi iam em direção à dispensa para pegar cervejas. – Ela me ligou antes de saímos de Konoha e disse que iria vir meia hora depois da ligação, já deve estar chegando.

E então as duas foram andando e conversando enquanto o pequeno Sasuke permanecia parado olhando para os lados. Não queria ir para a cozinha e escutar conversas sobre as comidas que tinham preparado ou sobre as notas surpreendentes de Itachi na escola e nem queria ir atrás de seu pai e escutar o papo repetitivo sobre o grande avanço que a empresa dos Uchiha’s conquistou em tão pouco tempo após abrir as portas. Decidiu também que não iria ir ao segundo andar com os colegas de seu irmão para escutar as frases bobas apaixonadas da ruiva que mudava sempre de personalidade quando Itachi estava perto. Finalmente decidiu sentar-se no sofá, de frente para a menina de cabelos rosas que via tantas vezes, mas que nunca trocara uma palavra na vida, exceto “oi”.

Sakura seguiu os passos de Sasuke com os olhos junto de uma expressão levemente questionadora enquanto se espreguiçava no sofá. Ela nunca tinha visto Sasuke sem as pernas da mãe em sua frente, chegara até a pensar que ele nasceu grudado nelas. Mas, enquanto o menino caminhava em direção ao outro sofá, ela só viu que era o momento perfeito para fazer um novo amigo.

 O que falar para o garotinho em sua frente? “Oi, temos cinco anos e algo em comum”, o pensamento fez ela ter um ataque de risos com o jeito que pensara na sua suposta apresentação chamando a atenção de Sasuke, que antes olhava o chão da cabana, para si. O mais incrível foi que, por mais que ela pensasse e pensasse sobre como falar com o garoto terrivelmente quieto, não foi ela que quebrou o silêncio.

- Você tem cabelos rosas – ele disse baixinho enquanto olhava para ela com a cabeça tombada para o lado.

Sakura sorriu quando o viu interessado na cor de suas madeixas, ela adorava contar essa história. – É estranho, né? Principalmente porque mamãe tem cabelos loiros e papai tem cabelos ruivos, acho que deveria nascer com uma das duas cores – Sasuke assentiu com a cabeça – meu pai já me disse que foi porque minha mamãe vivia comendo algodão doce enquanto estava grávida.

Sasuke engasgou com a própria saliva e começou a rir tanto dessa última frase que até a menina se contagiou e riu também.

- Sua mãe então devia ser viciada em algodão doce cor-de-rosa – e riu de novo por mais uns minutos junto dela.

- Eu sei, eu sei, papai é bem brincalhão, mas mamãe já me falou a verdade. Acho que o nome é erro de genéfica.

- Erro de genéfica? – indagou Sasuke enquanto estranhava a palavra.

- É, isso quer dizer que nasci com um defeito de genéfica nos cabelos. – respondeu ela meio tristonha – Falaram que é anormal.

Okay, essa parte da história dos seus cabelos róseos ela não gostava muito. Se sentia tristonha por causa das pessoas não a acharem normal, mesmo sendo uma criança saudável e alegre e, mesmo pequeno, Sasuke percebeu isso.

- Não se preocupe, Sakura – disse ele olhando nos olhos verdes da provável amiga – esse é o erro de genéfica mais lindo que eu já vi.

Sakura mal teve tempo de sorrir pois logo escutarem um baixo psiu, vindo da janela atrás de Sasuke, interrompendo o momento agradável que os pequenos compartilhavam, mas, o que nos importa é a situação que começou a formar a amizade do nosso casal que se encontravam em lados opostos da sala e, se tem algo que junta pessoas em estórias e em histórias, é a confusão. E confusão sempre se resume a Naruto envolvido.

E lá estava Naruto na janela com uma manga de alguma camisa azul amarrada na testa enquanto movimentava as mãos, fazendo sinal para eles se aproximarem. A rosada e o moreno se entreolharam e ela sacudiu os ombros e se levantou junto com ele para ir até a janela.

- Oi gente – sussurrou Naruto enquanto olhava para os lados – vocês querem participar de uma missão ultra mega secreta?

Sasuke olhou para ele e franziu a testa. – Por que você está com uma manga enrolada na sua testa, Naruto?

Naruto era o único amigo de Sasuke, principalmente por conta de serem vizinhos e por seus pais serem amigos. É claro, os três já sabiam quem era quem, mas Sakura e Sasuke estavam verdadeiramente se falando agora.

Naruto encheu suas bochechas de ar antes de abrir a boca para falar. – Não é manga de camisa, bobão, é uma bandana ninja! Por isto que estou perguntando para vocês dois: querem fazer uma missão ultra mega secreta? – a menina de cabelos róseos olhou para o moreno e sacudiram os ombros como se dissessem “tanto faz” – Muito bem, então pulem a janela antes que nos vejam.

E então os dois pularam e correram com o loiro segundos antes dos pais de Naruto entrarem pela cabana com Menma nos braços de Minato e serem recebidos calorosamente pelos casais Uchiha e Haruno.

O trio correu até a rede que estava pendurada entre duas árvores um pouco distante da cabana e se sentaram ali.

- Qual é a nossa missão, Naruto? – perguntou Sakura ofegante pela corrida – E por que ninguém pode nos ver???

Sasuke olhou para seu amiguinho loiro e deu um sorriso travesso enquanto já esperava que iriam aprontar e que teriam de se cuidar para não serem pegos e ficarem de castigo.

- Vamos pegar os brinquedos favoritos dos mais velhos e esconder! – disse Naruto quase gritando – E depois vamos rir da cara de bobos deles quando estiverem procurando.

Sakura inicialmente não gostou da ideia de esconder o brinquedo favorito de Sasori ou de Seiko mas se lembrou que sua prima não queria que ela brincasse com eles e que seu primo falou que era apenas um bebezinho. Queria provar para Sasori que não era mais um bebê, afinal, já tinha quase seis anos, mas mesmo assim, tinha decidido que iria perguntar algumas coisas sobre a missão ninja para Naruto.

- Quando faremos isso? – indagou.

- Hmmm, no jantar – ele respondeu.

- Como faremos isso? – insistiu.

- Vamos esperar eles estarem comendo e aí vamos no quarto que iremos dormir para esconder os brinquedos em algum lugar, ué – ele respondeu.

- Aonde vamos guardar os brinquedos? – continuou ela.

-Hmmmm... – o loirinho botou a mão no queixo enquanto pensava.

- Olha as fumacinhas saindo da cabeça dele, Sakura – Sasuke apontou e os dois riam da cara que Naruto fez em reação à piada – ele já está com os neurônios pifando de tanto pensar!

Naruto começou a resmungar sobre o quanto Sasuke era sem humor e começou a discutir com o moreninho sobre quem tinha ideias melhores para esconder os brinquedos e essa situação fez Sakura rir deles. Pareciam dois irmãos brigando por bobagens, igual ela e seu primo Sasori, e logo este pensamento lhe fez recordar-se dos mais variados momentos ao lado do primo querido. E foi um destes momentos que fez brilhar um plano mirabolante na cabeça da menina travessa.

- Já sei onde esconder! – disse ela.

°°°

Já era escuro quando os maiores cercavam a cozinha enquanto esperavam pelo jantar. Sasori e Itachi falavam sobre as matérias de matemática da terceira série que escutaram falar que caía enquanto Seiko acenava positivamente para qualquer frase que Itachi pronunciava. Sakura sorriu observando a cena na cozinha, se decidindo que era melhor fazer agora do que acabar de castigo

Subiu correndo a escadaria enquanto fazia um sinal de positivo com o dedão para Sasuke que a olhava esperando esse sinal e, ao vê-lo, saiu correndo em direção à porta do quarto das crianças e fez sinal para Naruto ficar de vigia.

O moreninho e a rosada entraram mais que depressa no quarto e se puseram a procurar: Sasuke não tardou a achar o falcão preto de pelúcia que Itachi sempre dormia abraçado na sua mochila e Sakura logo achou o Banco Imobiliário de Sasori e a boneca Barbie de Seiko. Logo saíram correndo com Naruto logo atrás deles para a sala de jogos a qual Sasori jurava que era assombrado e, por isso, ele nunca ia ali. Finalmente a peça estava finalmente pregada!

Saíram do quarto e, ao escutarem um Tsc, olharam para o corredor e avistaram Fugaku, Kushina e tia Mei ambos com as mãos na cintura. E, por mais que tivessem sentido que eram ninjas por um tempo, a missão tinha ido para o brejo e eles teriam que ficar no quarto durante a virada do ano para pensarem em seus atos.

De fato, nem a vovó Haruno conseguiu convencer seus pais a deixarem eles livres do castigo e, agora na sacada, os três miravam o céu repleto de fogos de artifício.

- Olha aquele lá! – Naruto gritou no meio dos dois, apontando para um que explodira em vários tons de laranja, sua cor favorita.

- É bem maneiro – murmurou Sasuke baixinho – olha aquele, Sakura! Da cor do seu erro de genéfica!

Sakura deu um risinho ao escutar a frase e fechou seus olhos por alguns segundos. Por Deus, não queria estar em nenhum lugar que não fosse ali, de castigo ao lado de seus amigos.

 

Konoha, atualmente.

Bibp, bibp, bibp. O som do despertador tocou alto indicando que eram 6h15min e que estava na hora da mulher de cabelos róseos acordar para o trabalho no hospital. Ainda levemente desnorteada, ela sentou-se na cama e passou a mão em seu rosto para limpar a lágrima solitária que caía lentamente pelas bochechas pálidas. Com um olhar vago, ela só se perguntava porque ainda sonhava com os dias que eram tão próximos quanto carne e unha.


Notas Finais


O que acharam? Bom, estou meio nervosa pois esta é a minha primeira fanfic na qual eu escrevo e os personagens são tão humanos quanto a gente! Eu decidi que uma história mais perto da realidade, com personagens tão imperfeitos quanto nós, conquista mais o meu coração. E o de vocês? Quais tipos de fanfics gostam?


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