História Backstage Pass (G!P) - Capítulo 71


Escrita por: ~

Postado
Categorias Laura Prepon, Orange Is the New Black, Taylor Schilling
Personagens Alex Vause, Personagens Originais, Piper Chapman
Visualizações 312
Palavras 1.812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Capítulo 71!
Tô passada 😱
Desculpem-me por quase nunca responder os comentários, mas os acompanho sempre. E tenho uma coisa a declarar:

Moça do ícone ~shipper_10, eu nunca trataria palavras com indiretas. Além do mais, as críticas de vocês é mais do importante para o desenvolvimento de todas as autoras deste social. E há mais pessoas que pensam da mesma forma que você. Super respeito e sou a favor liberdade de expressão de cada uma aqui. Por conta disto trouxe a segunda parte, com o intuíto de abalar Vauseman e aprofundar mais o sentimento entre elas. Posso ter decepcionado ou deixado algo vago, mas ciente que de foi uma reviravolta e tanto. Sendo esse o objeto final; reconciliação. Agora, agradar? Era um experimento. E eu não tinha certeza sobre nada quando postei, como um tiro no escuro. Entretanto, eu tentei agradar e irei finalizá-la daqui alguns capítulos sendo grata. E mais, pedindo desculpas para qualquer desagrado ocorrido nela.

Obrigada aqui e as outras fanfics, para quem acompanha. 💋

Capítulo 71 - Capítulo 21.



De noite, depois do jantar, Piper levou os filhos para cima e deu banho nos meninos. Deu um beijo de boa noite em Elizabeth e desceu até a cozinha para pegar um copo de água. A guitarrista estava sentada no sofá, mexendo no celular, e não viu quando ela passou na sua frente. A professora sorriu e se aproximou, beijando a nuca de uma distraída, que se arrepiou inteira com o ato inesperado.

— Vamos dormir?

— Posso mesmo ficar aqui? – Alex perguntou, bloqueando a tela do celular e o deixando de lado.

— Se não ficar me tentando, pode.

A guitarrista riu e pegou o copo da mão dela, o colocando na mesinha de centro. Piper deu a volta no sofá e sentou no colo dela, a abraçando pelo pescoço.

— Estou preocupada com o Larry, Al. Ele está tão calado, de um jeito que nunca foi comigo.

— Polly também está assim. Ela entra na casa, me dá boa noite e dorme. Quando eu saio, ela ainda está na cama.

— O que vamos fazer?

— Liz tem um plano. – riu. – Ela sempre tem.

— E qual é dessa vez?

— Ela não me diz. Só disse que temos que levar miss teimosia para a casa de campo de Larry, nem que tenhamos que amarrá-la e jogá-la no porta malas.

— É a cara da Liz dizer isso. – Piper riu.

A guitarrista sorriu e a beijou , tentando de todo o jeito matar toda a saudade que tinha dela.

— Eu amo você, sabia? – murmurou.

— Jura? Você só fala isso, Al. – ela brincou.

— É porque eu amo de verdade. Gosto de te lembrar disso toda hora.

Piper sorriu e a abraçou mais forte, encostando suas testas.

— Eu também te amo, boba. – beijou a bochecha dela. – Posso te perguntar uma coisa?

— Qualquer coisa.

— Amber me contou que você tinha motivos para desligar os aparelhos. O que era? – A professora conseguia ver a dor nos olhos dela e se perguntou se não seria melhor ter esperado para perguntar.

Alex estava brincando com os dedos na cintura dela, se perguntando por que não tinha dito isso na hora que ela pediu o divórcio. Talvez ela nunca tivesse pedido.

— Você estava estável já tinha três anos e meio, mas, de repente, começou a ter alguns colapsos. Ninguém sabia o que era, mas você tinha crises de paradas respiratórias, convulsões. Só estava piorando, cada dia mais. Então Red me perguntou se eu não queria desligar os aparelhos. Era horrível lhe ver daquele jeito, toda debilitada e cada vez pior. Eu trouxe os papeis para casa e Amber viu. Ela falou para eu não fazer isso, porque eu ia me culpar para sempre. E é verdade. – suspirou. – Como eu ia desligar e contar para os nossos filhos que eles nunca mais iriam lhe ver, porque eu tinha matado você?

— Não fala assim. – ela murmurou, com os olhos cheios de lágrimas. – Não ia me matar. Só queria me fazer parar de sofrer, e fazer você parar de sofrer. Eu provavelmente teria feito o mesmo, amor. Não se sinta culpada.

— Foi por tão pouco. Se eu tivesse desligado, você não ia estar aqui nos meus braços agora. – Alex sussurrou, passando o nariz pelo pescoço dela e inalando seu cheiro. – Eu te amo. Eu só queria que o nosso sofrimento parasse de uma vez.

— Agora você parou, não parou? De sofrer. – Piper perguntou, limpando as próprias bochechas e então as dela.

— Você não faz ideia. – a guitarrista sorriu. – Ter você comigo é a melhor sensação do mundo.

A professora riu e encostou seu nariz com o dela, encarando aqueles olhos verdes que ela tanto amava.

— Ah! – Alex sorriu de novo, se afastando dela só para pegar uma caixinha de veludo, que estava na mesinha de centro. – Aqui.

Ela abriu e tirou lá de dentro um anel de ouro. O anel dela, que Piper tinha lhe devolvido quando pediu o divórcio. A professora sorriu e seus olhos se encheram de lágrimas de novo, mas agora o sentimento era diferente.

— Posso? – a guitarrista pediu.

Piper estendeu a mão para ela e ela encaixou o anel em seu dedo anelar, deixando um beijo casto em cima dele em seguida.

— Agora tudo está onde nunca deveria ter saído. O anel no seu dedo e você aqui. Nós, juntas.

A professora sorriu e ia beijá-la de novo, mas as duas escutaram uma vozinha sonolenta vinda lá de cima.

— Mamãe?

Piper sorriu para a guitarrista e lhe deu um selinho, falando em seguida:

— Aqui embaixo!

Kurt desceu as escadas em passos moles e, no meio do caminho, acabou errando o degrau e caiu com tudo, rolando até embaixo.

— Filho! – a professora pulou do colo de Alex, que já estava em pé também.

Piper se ajoelhou ao lado do menino, que tinha a mão na testa e os olhinhos cheios de água.

— Ai, meu amor. Machucou?

— Sim. – murmurou.

Ela tirou a mãozinha do filho da testa e se aproximou para ver. Seus olhos arregalaram ao notar que tinha um corte ali e se desesperou.

— Ai, meu Deus, e agora?

— Calma, baby. Está tudo bem. – a guitarrista a acalmou, pegando o filho no colo e o levando até o sofá.

A professora ia tomar conta do machucado quando percebeu que Alex estava fazendo isso. Ela a observou, quieta, a guitarrista limpar tudo e passar um remédio. E então, deu um pouco de água para o filho, que queria isso ao chamar do topo da escada. O levou para o quarto dele e do irmão e o colocou na sua cama, beijando sua cabeça em seguida.

Piper deu vários beijinhos no filho e o cobriu, e então chamou a guitarrista para deitar com ela, desde que se comportasse. Ela se aconchegou nos braços dela como há muitos anos não fazia, e então a encarou, plantando um beijo no seu queixo.

— Você perdeu.

— Perdi? O quê? – Alex perguntou, confusa, enquanto entrelaçava as pernas nas dela.

— Seu medo de sangue. Quando Liz e os gêmeos eram pequenos, eu que cuidava dos ferimentos deles. Você sempre passava mal, lembra? – riu.

— Eu precisei aprender. Por mais elétrica que nossa filha fosse, nunca se machucou tanto quanto os garotos. Eu vivia fazendo curativos naqueles pestinhas. – a guitarrista sorriu.

Ela continuou contando sobre quando os meninos subiam em árvores ou balanços e acabavam cortando os braços ou as pernas. Mas a professora já não ouvia, porque tinha caído no sono. Alex beijou a testa dela e apagou o abajur, dormindo também, com o rosto entre os cabelos com cheiro de morango dela.

Quando amanheceu, a guitarrista foi buscar as coisas na casa de Polly e Piper ficou em casa. Por mais que tenha trabalhado por apenas um mês e meio, agradecia as férias. Assim, passava o tempo todo grudada nas suas crias. A professora pediu para ela trazer almoço por mensagem, e foi para debaixo das cobertas com os filhos, no sofá. Eles ficaram assistindo a filmes a manhã toda. Quando escutaram a porta abrindo, os gêmeos correram até lá, porque se declaravam famintos, embora tivessem comido uma hora antes.

Piper levantou e foi a ajudar, pedindo para a filha arrumar a mesa.

— Oi. – beijou o canto da boca de sua marida, pegando as sacolas das mãos dela. – Trouxe tudo?

— Sim, as malas estão no carro. Vou buscar depois. – a guitarrista beijou sua bochecha.

Piper notou que elas estavam muito assim. Falavam uma ou duas palavras, e beijavam alguma parte do rosto uma da outra. Ela sabia que era o tempo que estavam compensando. Mal podia esperar para fazer amor com Alex de novo, mas ela estava com receio, não podia negar.

E se ela não soubesse mais o que fazer, como antes? E se Alex não gostasse do corpo dela como devia gostar do de Amber? A professora sabia que podiam parecer questões bobas, mas estava nervosa. Entretanto, vinha pensando em algo para fazê-la se sentir segura. E estava quase certa do que.

Elizabeth falou o almoço todo sobre um jantar na casa de Chuck e reclamou mais de mil vezes quando a mãe mala disse que ela não ia na casa do garoto até completar 27 anos. Ela achou um absurdo, mas a mãe legal não defendeu a filha dessa vez porque estava muito ocupada rindo da cara da mãe mala.

Quando Piper falou em arrumar a cozinha, as crianças evaporam e a guitarrista fez menção em sair, mas ela a puxou e a obrigou a ajudar.

— Eu preciso te contar uma coisa. É sobre a Polly. – Alex disse, enquanto colocava os pratos na lavadora.

A professora limpou a mesa e a olhou, curiosa.

— Aconteceu alguma coisa?

— Quando eu fui pegar minhas coisas, ela começou a me ajudar. Ficou super feliz por estarmos juntas de novo, e ela não parava de tagarelar, então comecei a desconfiar. Eu sabia que tinha mais coisa acontecendo. Quando ela foi buscar uma das minhas malas no quarto, eu fui para a cozinha. Ela estava lá quando eu cheguei, pensei que poderia descobrir por que ela estava tão animada assim.

Piper a olhou, com os olhos arregalados.

— Não me diga que ela está namorando alguém!

A guitarrista negou com a cabeça. Elas foram para a sala e Alex tirou o celular do bolso, abrindo a galeria. A professora se sentou no sofá e pegou o celular para ver a foto. A guitarrista assistiu sua reação e riu quando a viu franzindo o cenho, tendo a mesma reação que ela teve ao ver do que se tratava.

— Mas isso... São todos os números dos orfanatos daqui de Londres.

— Exatamente. E aqui estão alguns horários. – Alex apontou para os números ao lado dos telefones na longa lista. – Acho que ela marcou para conhecer os lugares.

— Ela não pode fazer isso, Alex.

— Eu sei que parece incerto, sabendo que ela e Larry ainda precisam se resolver, mas e se ela estiver certa? E se ele não quiser nada com ela quando souber que ela não vai poder lhe dar um filho?

— Isso nunca vai acontecer. Ele tem um quarto para o bebê deles, sabia? – ela murmurou.

— O quê? – a guitarrista arregalou os olhos.

— Ele mandou fazer um quarto na casa deles, acho que iam lá enquanto ela estava no trabalho, não sei. Só sei que ela nunca o viu. Ele a quer, Al. Não importa se ela vai ou não dar um filho da barriga dela pra ele. Se eles adotarem um, ele vai amar tanto quanto amaria se fosse do sangue deles. – ela sorriu. – Vou conversar com ela. A chame para o jantar.

Alex assentiu e beijou a testa dela. Elas iam conseguir dar um jeito de fazer os amigos ficarem juntos.


Notas Finais


Kurt é meu primo na vida, tadinho 😕


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