História Bad Blood - Capítulo 31


Escrita por: ~ e ~M_B

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Gray Fullbuster, Juvia Lockser, Lyon Vastia, Meredy
Tags Fairy Tail, Gale, Gruvia, Jerza, Lyredy, Miraxus, Nalu
Visualizações 68
Palavras 1.330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


MEU CANÁRIO BELGA, A GENTE TÁ DE VOLTA (Se é que alguém ainda lembra da fic XD)!
Um ano gente, credo, na minha cabeça esse hiatos não ia ser tão grande. Mas foi um tempo necessário para eu me encontrar e decidir tudo que eu quero. Nesse ano eu escrevi a BB em partes, e me preocupei em escrever tudo antes de postar para vocês não ficarem na morte aí XD
Sim, a BB está terminada e estamos entrando no arco final! eu e a Peri tivemos muita discussão sobre como isso se resolveria sem ir pro clichê e acho que nos saímos bem XD Os capítulos serão postados todos os domingos e recomendo vocês lerem o capítulo anterior para se situarem do que tava rolando XD
Boa leitura!
~M_B

Capítulo 31 - More Important Things


   

Juvia revirou a lista de pessoas que haviam entrado na base pela décima vez. Não havia nada que denunciasse alguém suspeito.

— Desiste disso, Juvia. — Laxus falou.

— Eu não sei. Tudo indica ser para cá. Uma grande máfia local só tem essa, certo?

Juvia foi respondida com um silêncio esmagador.

— Temos outra Máfia local, porém é complicado. — Gray falou. — Temos aliados lá dentro, mas no geral, temos nossas intrigas. E isso implica em duas coisas.

— Oque? — Juvia indagou.

— A parte ruim é que você vai ser desprezada lá dentro. Não vai ter essas mordomias de cá. — Gray cruzou os braços.

— E a boa? — A azulada sentiu sua boca secar.

— A boa é que Silver manda lá. — Juvia deixou sua boca abrir quando Lyon a respondeu.

Juvia sentiu uma longa conexão realizar-se em sua cabeça. Isso explicava a inimizade entre Silver e Gildarts.

— Mas por que você está aqui? — Juvia indagou.

— Temos aliados em lá e vice versa, para fins políticos. Porém não temos grande amizade. — Gray falou monocromático.

— Podemos ir para lá? — Juvia perguntou. Sentia seu estômago dar voltas, numa mistura de medo e ansiosidade. Oque estava acontecendo com ela?

— Espera, espera, espera. — Laxus se botou na frente da garota. — Seu pai sabe disso?

Juvia negou com a cabeça.

— E se você colaborar, nem vai saber. Só vai fazer ele se irritar comigo, você sabe disso. — Ela falou calmamente.

— Você se tornou bem rebelde, Juvia. — Laxus falou.

— Sinceramente, eu não estou com paciência Laxus. – Ela falou. – Vamos logo para essa droga de sede.

Gray assentiu e Laxus o interrompeu:

— Não posso ir para lá. Porém vou tentar ficar em contato e tentar descobrir alguma coisa por aqui. — Ele explicou. — E vocês, seus marmanjos, cuidem dela!

— Não mesmo, vou a deixar ser morta lá. — Gray ironizou. — Pode deixar Pikachu.

Laxus deu uma piscadela para Juvia, que lhe respondeu com um delicado sorriso cansado. Eles saíram de dentro e entraram no carro, e a mente de Juvia se enevoou com lembranças antigas e ruins. 

 

Minha mente me levou a pensar na pequena discussão que tive com Pikachu. Gildarats não poderia nem sonhar que eu estava ali, ainda mais com Gray e Lyon. Desde que eu era muito pequena ele me tratou como uma boneca de porcelana: intocável aos outros, protegida de todas as formas possíveis.

Mas ele sabe de minhas origens. Sabia que eu não seria calma e dócil para sempre. Então me preparou da forma que podia: fiz anos de diferentes tipos de artes marciais e auto defesa, mesmo que eu não gostasse. Sabia desarmar alguém sem muita dificuldade, e conhecia formas de me esconder e de sobreviver em situações extremas. Não que eu ache que vá usar algumas dessas coisas, as chances são mínimas.

Mesmo assim, gosto de estar sempre praticando; mas confesso que com o namoro com Gray eu esqueci isso. Me iludi achando que poderia viver uma vida normal mesmo que quisesse.

As vezes eu só queria poder voltar a três meses atrás e continuar na minha calma festa de dezessete anos, onde Meredy estava pulando em piscinas e eu comendo tortinhas de baunilha.

E antes que Juvia conseguisse se der conta, ela dormiu; mas sua mente continuou imersa em seu passado.

[...]

— Juvia, acorde. — Lyon a balançou. — Chegamos.

Juvia abriu os olhos lentamente. Estavam em outro lugar completamente diferente, e seus olhos estavam ardendo pela súbita claridade. Ela saiu do carro e observou a relva num tom de verde fraco, que contrastavam ao seu azul cinzento. Ao longe, ela via nuvens carregadas vindo ao seu encontro, e ela sabia que iria chover naquele dia. Muito.

Ela viu um grande galpão de ferro, onde foi pintado no portão: “DEPÓSITO DE MILHO”. Gray trancou o carro e andou até o portão. Este se moveu um pouco, e uma cabeça apareceu, e logo depois, o portão foi aberto mais um pouco.

Os três entraram no galpão e Juvia percebeu olhares estranhos. Mesmo se escondendo por baixo de seu capuz, os homens lhe olhavam com um rosto estranho, como se soubessem quem estava ali. Alguns ficaram surpresos por Lyon estar ali, mas não comentaram nada, apenas abriram caminho para Gray. Mais a frente, outro homem abriu uma porta de ferro, e depois, outra porta que dava para um elevador. Juvia se surpreendeu. O quão equipado era aquele lugar?

Eles entraram no mesmo e Gray indicou o terceiro andar abaixo. Ela ouviu alguns rangidos e o elevador começou a descer, fazendo Juvia se questionar o quão seguro aquele lugar era.

Porém, suas inseguranças sumiram quando as portas abriram. Uma grande sala se estendia, onde alguns homens mexiam em seus grandes computadores e observavam em grandes monitores. Em outra parte, alguns homens checavam caixas e armas. Porém, Gray andou reto, e Lyon e Juvia apenas o seguiam.

— Se mantenha entre mim e Lyon. Tente chamar o menos possível de atenção. — Gray murmurou. — Para os outros, você é um peixe numa cozinha aqui.

Juvia se sentiu observada por todo lugar, por isso tentou se esconder. Eles continuaram andando, por corredores que pareciam nunca acabar, como em jogo de terror. Todas as paredes eram num tom cinza fechado, e as portas feitas ferro. Juvia não queria saber o porquê disso, mas algo lhe dizia que não era apenas para combinar.

E então, ele parou na frente da última porta de um corredor fechado. Ele pegou uma chave em seu bolso, abriu com destreza e fechou após Lyon e Juvia  entrarem.

— Escutem: Quanto menos gente souber de vocês aqui dentro, melhor. Essa é minha sala, então é mais seguro. Vocês fiquem aqui com a porta trancada até eu voltar. — Ele entregou uma segunda chave para Lyon e abriu a porta para sair. — Vou arrumar informações sobre quem chegou aqui ontem e hoje.

Ele saiu e Juvia ouviu o tranco da porta se fechar. Ela se sentou sobre a mesa de madeira e suspirou. Ela não poderia fazer nada ali, não era seu lugar, então tudo que ela poderia fazer era se manter quieta. 

— Tcs. ­— Lyon grunhiu. — Quem ele acha que é? Acha que só ele tem poder aqui dentro? Aquele metido.

Juvia o viu abrindo as gavetas da escrivaninha até encontrar uma arma. Ele remexeu mais um pouco em outras gavetas e tirou uma faca de tamanho médio.

— Faca ou arma? — Ele perguntou.

— Faca. — Juvia falou. —Me dou melhor do que com armas.

— Então se vire com a faca. — Ele guardou a arma no bolso interno do casaco e colocou o capuz. — Gray deve ter um mapa desse lugar por aqui. Eu o ouvi comentando isso uma vez, com Silver.

Ele saiu remexendo nas gavetas em busca da planta do local, e Juvia começou a ajudar, procurando num gaveteiro em outra parede. Ela achou uma foto, guardada em um envelope, de Juvia em seu aniversário. Como ele havia conseguido aquela foto, ela não sabia, mas ele a tinha guardada e Juvia sentiu seu coração palpitar. Não era hora para isso.

Ela mexeu um pouco mais e achou um grande tubo de papelão. Só poderia ser aquilo.

— Acho que achei. — Ela tirou o tubo e fechou a gaveta, abrindo a passagem que havia por cima e tirando o papel enrolado de dentro. Lyon a ajudou a abrir e observou os dedos de Lyon percorrerem pela planta, com rapidez.

— Você vai pela direita, e procura nessas áreas. — Ele colocou seu dedo indicador em três salas. — Eu vou procurar nessas três.  Me encontre aqui de novo em vinte minutos caso não ache algo. Vou esperar até dez minutos depois, se não, eu vou atrás de você.

— E se você não voltar em vinte minutos? — Ela perguntou, ajeitando a faca no bolso do casaco.

— Ligue para Gray. — Ele falou. — Mas espere dar trinta minutos.

— Tudo bem. — Ela suspirou. — Vamos lá.

Lyon abriu a porta e depois  trancou. Ele encarou Juvia, com um olhar de “Por favor, não faça merda”. Ela apenas piscou, cerrou os punhos e saiu andando. Haviam coisas mais importantes para resolver, e era hora de resolver isso. 


Notas Finais


Siim, treta O/ Well, não tenho muito o que dizer. Ah, sim: basicamente eu não pretendo fazer mais fanfics de FT, mas eu ainda sigo escrevendo Yuuri!! on ice e mais yaoi, então se estiverem interessados ---> https://spiritfanfics.com/perfil/fairy_scarlet
Bem, vamos comentar! Sinto falta de vocês e das teorias loucas, então vamos lá!
Até o/
~M_B


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