História Please, stay my love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 10
Palavras 804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais uma :3 <3

Um prólogozinho por que sim.


Hi amore ^^

Capítulo 1 - Prólogo


NamJoon trabalhava todos os dias num posto parado beira de estrada. Vivia uma monotonia constante. Seus dias resumiam-se em ir trabalhar todos os dias com exceção do sábado, voltar para casa, ver os pais brigando e conversar com os amigos. Ás quintas juntos iam ao boliche ou a um barzinho simples onde o cheiro de licor e tabaco era também rotineiro.

Essa sua "vidinha parada", foi quebrada quando um mesmo motorista, que no mesmo carro, uma caminhonete preta sempre empoeirada, que passava no mesmo horário e pedia as mesmas coisas começa a frequentar o posto de combustíveis.

O jovem misterioso nunca abria espaço nem mesmo para um " que calor fez hoje não é? " , e sempre agia com uma pressa que chegava a ser rude. Mas tudo muda quando numa noite fria, o rapaz quase bate a caminhonete em uma das bombas e implora que Namjoon o ajude.

.x.

~ Namjoon.

Terminei de encher o tanque de um carro tão antigo quanto o próprio petróleo. Se aquilo rodasse por mais um ano, seria um verdadeiro milagre.

Aah sim, eu não acredito em milagres. Pelo menos cem por cento não.

Se minha vida melhorasse algum dia, aí sim. Eu seria o primeiro á gritar: MILAGRES EXISTEM. Mas não... aqui só piora.

A velha senhorinha que pilotava aquele caixa marrom, se despediu mas antes me disse que eu era um rapaz gentil e me deu um pirulito redondo de morango.

Agradeci e enfiei aquilo no bolso para mais tarde. Ela havia acertado no agrado, eu amava pirulitos.

Sozinho, depois que a tiazinha se foi, eu fiquei sozinho. Na loja de conveniências do posto havia uma atendente, Yeri, mas eu nunca havia ido com a cara dela, então preferia ficar sozinho.

A estrada estava tão parada que eu tinh dúvidas sérias se ali o ar ao menos circulava. Era como estar preso numa bolha gigante.

Talvez eu estivesse, e essa bolha tinha nome, rotina.

Me escorei nas bombas, me sentei no chão, varri o local, conversei até mesmo com as pessoas dos banners dali, o que por sinal fez Yeri me encarar com medo, e nada do dia passar.

Meu turno e da garota acabava ás sete da noite, e no outro dia, eu pegava as sete novamente. No meu lugar, vinha um garoto com quem eu não falava muito, Park MinHyuk ele era mais amigo de Yeri. E claro, no lugar da moça, vinha outro rapaz. Em todos os anos que trabalhamos juntos, nunca nos falamos demais. Tanto que nem o nome do substituto de Yeri eu sabia.

Ás vezes me sentia mal por ser o " esquisito caladão", mas enfim... eu não conseguia mudar fácil.

.x.

Saí do posto ás sete, e cheguei em casa quase onze da noite. Me atrasei três horas, e mesmo assim encontrei minha mãe brigando com um dos namorados dela, eu nunca sabia se aquele era fixo ou não. Ás vezes eu tinha oito padrastos por mês. E mesmo sendo romance de duas horas eu devia tratar o cara como meu pai. Mas ali tínhamos uma excessão, aquele cara que todos chamavam de Kyung Lee, estava com a minha adorável mamãe há quase um mês, e de todos era um dos piores.

Estavam brigando provavelmente por bebidas. Ou qualquer outra merda que sempre não valia a pena.

Deixei as crianças na cozinha e subi para o quarto simples.

- Whatever.

Se eu pudesse eu tatuaria " tanto faz", em mim. Mas não, não posso.

Brigar por um litro de uísque pode, mas tatuar uma florzinha não posso porque não é de Deus.

Revirei os olhos ao pensar naquilo, e migrei para o banheiro no corredor.

Me despi e abri o chuveiro, me permitindo relaxar por dois minutos.

Sim, Lee era o pior. Eu tinha certeza. Parecia que ela escolhia a dedo: " Esse marmanjo vai infernizar a vida de todos. E é esse que vou levar para casa."

Assim que saí do chuveiro, procurei minha toalha que sempre estava atrás da porta, e não achei. Gritar para que alguém levasse para mim não adiantaria, então me sequei com as roupas que eu usava antes, e as vesti assim mesmo para chegar ao quarto.

Algo bateu contra o chão, era o pirulito. Sorri e apanhei o docinho que seria guardado para outro momento, eu tinha a crença estranha de que tudo tinha um momento, e o do pirulito ainda não tinha chegado.

Me joguei na cama, depois de estar devidamente vestido, e peguei o celular que estava largado no cantinho.

Havia algumas mensagens e notificações, mas ignorei tudo, e mesmo com a paciência no pé, saí do quarto para enfrentar as duas crianças que dormiam comigo para ir em busca de qualquer coisa que não fosse aquele queijo que devia ter vinte anos enfiado dentro do congelador, para matar minha fome. 


Notas Finais


Nos vemos


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