História Bad Decisions - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ariana Grande, Justin Bieber, Zayn Malik
Personagens Ariana Grande, Justin Bieber, Personagens Originais, Zayn Malik
Visualizações 16
Palavras 1.932
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Drogas, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoas!
Bem está é a minha primeira fanfic, então espero que esteja me saindo bem.

Alguns avisos:
*sem plagio*
*personagens de minha autoria*
*História de total criatividade minha*

pretendo postar todos aos sábados ou quartas. Sempre que tiver capítulo pronto

Boa leitura!!!

Capítulo 1 - Prólogo


Lá estava ela. Pensativa, encarando a vista fornecida pela grande janela da sala, sentada em um dos sofá com uma xícara de café na mão. Não acreditava no que estava prestes a fazer, era como se seu universo criado nos últimos 5 anos tivesse se desmanchado.

Desde de o principio ela sabia que isso iria um dia ou outro acontecer. Nada dura para sempre, mas por que? Era a única coisa que se passava naquela cabeça. Tudo estava perfeito aos seus olhos, porem, sua mente sabia que não era verdade.

- Já terminou de arrumar suas malas? – Ariana foi pega de surpresa pela colega de quarto, retirando-a de seus pensamentos.

- Sim, eu já terminei. – Falou, voltando a encarar a vista. Mas o que ela tanto encara?  Alisson se perguntava, todavia, já estava acostumada com a amiga perder horas encarando as vistas que todas as janelas da casa proviam.

 – Ari? Tem certeza que está pronta para voltar?

- Por que da pergunta, Alisson? – A garota fala sem tirar os olhos da janela.

- Tem certeza que está pronta pra voltar? – faz uma pausa –, você não parece pronta. – Por mais que Ariana quisesse encarar a amiga, sabia o olhar que lhe lançaria. Um olha de tristeza, aquele olhar que iria julgar-lhe, um olhar que a faria pensar outra vez em ir ou ficar. Nas ultimas semanas, esse mesmo olhar a encarava por todos os cômodos que fossem e se esbaravam.

- Em ter certeza e estar pronta, eu não estou nem um dos dois. Mas eu preciso voltar – mentiras saiam de sua boca. – Eu não volto para casa há cinco anos, abandonei meu irmão, em um dos momentos mais difíceis de nossas vidas, eu só queria...queria... – suspirou. – Só queria fugir da culpa, fugir da magoa, da tristeza e da saudade. Para fugir da realidade.

Realidade. Palavra forte, palavra que a faz estremecer a cada vez que pronuncia. Não vivia em uma realidade há muito tempo, e sim, em uma ficção projetada por sua mente para lhe confortar.

Todas as vezes que tocavam nesse assunto, raras, porem tocavam, Alisson nunca sabia o que falar, que palavras de conforto utilizar sem tocar nas feridas abertas amiga. Por ter um passado complicado, Ariana sabe muito bem se virar. Uma pena que muitas outras pessoas não pensavam assim.

Alisson abriu a boca para falar algo, mas foi interrompida pela buzina do taxi que acabara de estacionar na frente da casa.

- Me ajudar a puxar algumas caixas aqui para baixo? – concorda com a cabeça.

Ariana larga sua xícara em cima da escrivaninha, que se localizava ao lado do sofá. As duas se direcionam para a escada, um caminho em total silêncio, como duas pessoas que acaram de se conhecer, duas pessoas que não tinham a menor intimidade. O que não era verdade, a uma semana atrás a casa estava cheia de risos e piadas, tanto de uma quanto que outra.

Conforme foi subindo, seu olhar passava de relance sob os quadros pregados na parede. Cada um com uma história diferente, cada um com um momento nostálgico diferente.

Ao chegar em seu quarto, observou as caixas em cima de sua antiga cama e de sua mesa de estudos.

- Bem, - chama a atenção de Ali para si – as três caixas postas sob a cama, vão para a doação, uma vai para o orfanato que fica próximo a universidade, contem coisas aleatórias que só gastei dinheiro. Coisas inúteis. As outras, você pode escolher para onde pretende doar.

Alisson assente, pega uma das caixas e se retira do quarto. Antes de descer para ir ao encontro do taxi, resolve dar uma ultima olhada nas suas coisas, para ter certeza que não se esqueceu de nada. Foi em direção do armário, não tinha certeza se havia checado uma ultima vez, abriu sem alguma esperança de que teria algo de importante, mas estava errada, no fundo de uma de suas prateleiras havia uma caixa, uma caixa que foi esquecida por ela há muito tempo.

Se esticou para pega-la, a obtendo em mãos admirou sua beleza, como poderia ter me esquecido de algo tão lindo e delicado? Perguntas, e mais perguntas que só ela poderia responder. Quando estava prestes a abri-la, Alisson apareceu na porta do quarto avisando que o taxi estava a sua espera. Coloco a caixa dentro de uma sacola, que havia dentro da minha gaveta.

Conforme descia as escadas, observava os quadros novamente. Tantas lembranças.

- E as minhas malas? – Ariana perguntou para Alisson, ao perceber que já não estavam mais próximas a porta de entrada.

- Por mais que não pareça, você demorou muito lá em cima. Então, pedi para o taxista já ir colocando-as no porta-malas. – Um olhar de alivio se formou no rosto de Ari.

- Obrigada, Ali. Não sei o que faria, na maioria das vezes sem você. – Ela a abraça. – Vou sentir muita falta de você, muita saudade de vários de nossos momentos juntas, de tudo.

- Eu também vou, mesmo que não tenha convencido você a ficar, não se esqueça de mim, me ligue todos os dias e me relate tudo o que está acontecendo. – Ariana revira os olhos. – venha me visitar logo.

As duas desentrelaçam os braços, Ariana vira de costas e sai daquela casa.

Assim que pisa para fora da casa, sua expressão muda se tornando vazia como se nada tivesse acontecido. Quando entra no taxi e o mesmo da partida, Ariana volta a se perder em seus pensamentos.

“Havia gaseado aula com alguns amigos, não estava muito afim de descobrir o X de uma das questões de física e de matemática. O plano inicial era irmos na casa de um dos meninos do grupo, mas estavam ocupados de mais com a organização de mais uma das suas festas. Então, nós meninas, fomos para a casa de Liz, curtir uma piscina junto a alguns drinks e junto ao sol.

Uma tarde normal, pelo menos para nós.

“festa no Zayn hoje a noite, 22:30 compareça”

- Pelo visto meninas, temos compromisso hoje à noite. – Sempre desnecessário os comentários e a sua presença Bia. Nunca vou gostar dela.

Ignorando totalmente o comentário, pego meu celular, verifico se não há alguma mensagem importante, aviso meus pais que irei passar a noite na casa do meu namorado, e pelo resto do dia volto minha atenção para mim e a mim mesma.

[...]

Era 1:45 da manhã, dançava freneticamente sem me importa se as pessoas me encaravam ou não, com certeza o efeito do álcool já havia tomado conta de mim, rebolava ao ritmo da música, jogava meu cabelo a media que fazia determinados movimentos com o corpo.

 As pessoas ao meu redor não eram muito diferentes, algumas vagabundas dançavam em cima das mesas, nos colos dos rapazes, em qualquer um que sabia que conseguiria uma transa no banheiro, ou num carro, quarto de motel, em qualquer lugar. Algumas pessoas só bebiam, outras fumavam para se sentirem diferentes dos demais, e tinha aqueles como eu, que só queriam se divertir.

Senti uma mão na minha cintura, me colando em seu corpo, dois corpos suados que grudavam um no outro com um simples toque, dançavam com sincronia, com desejo, com prazer. Senti suas mãos apertarem minha cintura, virando-me para si, mal pude raciocinar o que estava acontecendo, quando senti seus lábios tocando os meus, ainda não havia visto seu rosto. Eu tenho namorado. Isso parece tão errado, mas seus lábios eram tão macios que me entreguei. Sua boca tinha gosto de cigarro com whisky, nada muito diferente, já era de se esperar, porem seu beijo, era marcante, delicado e ao mesmo tempo excitante.

Estava prestes a dar para um cara que não tinha visto o rosto, que não sabia nem o primeiro nome, quando meu celular começa a vibrar no meu bolço. OBRIGADA. Normalmente não trago para as festas, mas aquele dia era diferente, por alguma razão havia me esquecido de deixar no carro.

Quando leio o nome, procuro a saída mais próxima para o lado de fora.

- Mãe? Aconteceu alguma coisa?

- Ariana? Onde você está? – mal entendo o que minha mãe está me dizendo, procuro sair o mais rápido de dentro daquela casa, só que as pessoas não saem do caminho, se juntam em bolinhos e se esquecem de dar licença para a s pessoas que gostariam de  sair. Uma das únicas coisas que estragam as festas. Assim que dou um jeito de empurrar as pessoas e passar entre elas, saio para fora, onde a música não está tão alta e quase não há ninguém.

- O que houve mãe? Repita por favor não entendi.

- Ariana, onde você está? Está em alguma festa?

- Sim. Mãe eu te mandei uma mensagem avisando, você ao menos leu?

- Não, agora que peguei meu celular.

- Aconteceu alguma coisa?

- Não aconteceu nada, ok. Fiquei ai, não venha hoje para casa, durma na casa de Liz, volte somente amanhã cedo.

- Por... – antes que pudesse terminar de falar escuto um grito, um grito agudo de desespero. – MÃÃÃÃÃE! – ela já não me respondia, só dava de escutar conversas de vozes totalmente estranhas, e logo em seguida barulhos de tiro.

Simplesmente ignoro o que minha mãe me disse, saio correndo em direção do meu carro. O que poderia ter acontecido?

Entro no mesmo, tento ligar o carro, porem estou tremendo o nervosismo tomou conta de mim, não consigo nem segurar a chave do carro direito, ao mesmo tempo a raiva me consome por não conseguir fazer o que pretendia. Largo a mesma em cima do banco do carona, começo a descarregar o nervosismo, a raiva em forma de choro, escoro minha cabeça no volante e procuro me acalmar.

Assim que me sinto mais clama, o que não demorou muito, ligo o carro e saio em disparada para minha casa. Foda-se policia, foda-se multas, foda-se leis de transito, foda-se todas essas merdas que ninguém respeita as 2:30 da manhã. Só quero chegar em casa.

Depois de tanto acelerar e falar muitos palavrões, chego em casa. Estaciono o carro na frente de casa, saio correndo do carro, quase caindo.

 Assim que chego na frente da porta, percebo que ela está arrombada, meu coração acelera em uma medida desconhecida, assim que vou adentrando, observo os móveis quebrados, derrubados por todos os lados da sala. Uma verdadeira guerra aconteceu aqui.

Meu estomago vai embrulhando, a cada passo que dava. Uma necessidade enorme de vomitar me consome. Porem, continuo andando. Vou indo em direção à escada, mas antes que possa chegar, me deparo com meu pai jogado no chão, não tenho outra reação a não ser gritar e me jogar em cima de seu corpo, já gelado, inconsciente, ensopado de sangue. Por quê? POR QUÊ?

O deixo de lado, subo as escadas o mais rápido possível, só estava preocupada em encontrar minha mãe, ela ainda poderia estar viva. Minhas esperanças se acabam, quando entro no seu quarto, a encontro morta por um tiro na cabeça.

POR QUÊ? EU NÃO CONSIGO COMPREENDER. POR QUE ALGUEM IRIA OS MATAR?”

Ela nunca gostou de ser apontada como o futuro da família, como a herdeira. Em frente das câmeras era a filhinha perfeita, mas na verdade não era assim que a mesma pensava. Quando saiu de sua cidade era uma menina, assustada e triste, que fugia de sua realidade. Agora ela vai voltar e vai mostrar para todos quem realmente é. Uma mulher, que quer se vingar da morte dos pais, e não ira deixar ninguém no seu caminho para lhe atrapalhar, custe o que custar.

Nunca viu uma princesa se tornar uma vadia má?


Notas Finais


Espero que tenham gostado. tentarei dar o meu melhor em escrever.

BEIJOS ATÉ O PROXIMO CAPITILO!!!


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