História Bad Dream - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Simon Lewis
Tags Clace, Malec, Sizzy
Exibições 197
Palavras 1.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Capítulo 14


Fanfic / Fanfiction Bad Dream - Capítulo 15 - Capítulo 14

 

 

Capítulo 14

Indonésia... Economia domestica... Desconfiado...

 

As aulas estavam passando arrastadas para Magnus, o rapaz não via a hora de ficar perto de Alec, mesmo que isso signifique ser constantemente alvos de piadas maldosas por parte de ex-amantes dele.

-Ele ainda não cansou de você? –Pergunta Woolsey, intrigado.

-Estranho, você deve ser bom no que faz, garoto tímido. –Comenta Meliorn, malicioso. –Acho que eu estou disposto a esperar que o Alec se canse para saber o que os indonésios têm. –Afirma, ironicamente, saindo logo em seguida.

Magnus solta um suspiro, observando Alexander vir em sua direção com um Max muito animado.

-Por que toda essa animação? –Pergunta, confuso.

-Eu disse que ele podia te pedir uma coisa. –Responde Alec, agachando-se ao lado do irmão.

-Magnus, você pode me emprestar o seu livro sobre a Indonésia? –Pergunta, animado.

-Claro. –Responde, concordando com a cabeça e Max comemora, saindo correndo atrás de Izzy logo em seguida.

-Ele é fofo, mais é grudento. –Revela Alec, despreocupado.

-Alexander. –Chama, calmo, tentando não transparecer o desconforto de ser observado por Meliorn e Woolsey.

-Por que só me chama de Alexander? Todos me chamam de Alec. –Acusa, cruzando os braços.

-Porque eu não quero te chamar como todos te chamam, eu quero chama-lo pelo seu nome, por algo mais longo, com peso, com valor, mas se quiser... –Alec interrompe-o, com um selinho.

-Alexander, está ótimo. –Afirma, contra os lábios de Magnus. –O que queria me perguntar? –Pergunta, alisando o rosto do asiático.

-Nada. –Responde, suspirando. –Eu só... Eu só acho estranho o Max querer saber sobre a Indonésia. –Confessa, desconversando.

-Isso tem haver comigo. –Confessa, coçando a cabeça. –Ele me pegou pesquisando sobre Jakarta. –Revela, timidamente.

-A cidade que eu nasci? –Pergunta, mordendo o lábio. –O que quer saber? –Questiona, suspirando.

-Tudo. –Confessa, suspirando.

-Eu nasci e fiquei um tempo lá, mudei-me para Espanha com dez quando o meu pai morreu com a minha mãe e fiquei lá até que ela morreu num acidente de carro, fui morar com o Ragnor e há dois anos eu moro na Inglaterra com ele, mas antes disso fiquei dois meses seguidos em Paris e quase nós moramos por lá. –Revela, suspirando.

-Quantas línguas você fala? –Pergunta e Magnus ignorou o duplo sentido da frase.

-Além da minha língua mãe? Espanhol, inglês e francês. –Responde, dando de ombros.

-Jura? Com quem aprendeu a jogar cartas? –Pergunta, alisando o rosto de Magnus.

-Com a minha mãe. –Responde, suspirando.

-Poderia jogar para mim. Algum dia. –Afirma, colando o seu corpo no de Magnus.

-Não posso jogar para você. Eu estou envolvido... –Interrompe-se, corando.

-Romanticamente comigo. Eu sei, estamos no mesmo nível. –Sussurra, amável. –E isso não é algo ruim. –Comenta, manhoso.

-Você não sabe o quão amável você é. –Garante, dando-lhe um selinho.

-Não, mas você pode me mostrar. –Revela, provocativo.

-Alexander. –Repreende, envergonhado.

-Não estou falando nada de errado. –Garante, fazendo-se de santo.

 

...

 

Simon estava observando Izzy almoçar despreocupadamente, enquanto Meliorn passa pelo casal e encara Izzy com um olhar faminto, deixando Simon irritado, ainda mais irritado, já que Izzy o havia ignorado quando ele baterá na porta da morena mais cedo.

-Meliorn não sabe que eu sou seu namorado não? –Pergunta, contrariado.

-Meliorn anda me incomodando. Foi exatamente por isso que eu te ignorei hoje mais cedo, porque eu pensei que fosse ele. –Responde, suspirando.

-Como? –Pergunta, com os olhos arregalados.

-Ele esteve ontem na porta do meu dormitório, insinuando que eu mudei o meu estilo para conquista-lo, o que não é verdade, eu mudei o meu estilo para não ser humilhada. –Responde, suspirando. –Não se preocupe o ignorei. –Afirma, calmamente. –Ele não é uma ameaça ao nosso namoro. Nunca foi e nunca vai ser. –Garante, sorrindo abertamente para o namorado. –Eu amo você, sempre vai ser você. –Declara, entrelaçando os seus dedos nos do namorado. –Simon, o que você acha de eu entrar na aula de economia domestica? –Pergunta, encarando o seu prato.

-Por que vai querer fazer essa aula, Izzy? –Pergunta Clary, confusa.

-Quando eu sai do Instituto com o Simon para ir a faculdade, como acha que nós vamos nos virar? –Pergunta, confusa. –Quer dizer, para o ano é o meu último ano e eu não sei fritar um ovo. –Revela, com os olhos arregalados. –Você vai morrer de inanição, comendo miojo! –Afirma, levantando-se e saindo pelas mesas.

-Ela está pensando em morar comigo, ou é impressão minha? –Pergunta Simon, espantado.

-Essa sempre foi à intenção de Izzy, Simon. –Responde Clary, beijando a bochecha do amigo, que sorri apaixonado.

 

...

 

Jace não sabia bem como estava lidando com tudo o que estava acontecendo.

Com Clary continuando distante, com as suas desconfianças quanto a Magnus e, principalmente, por ver o seu melhor amigo apaixonado, Alec está mais caseiro, mais calmo e sempre está com um sorriso nos lábios, sorriso esse que mal aparecia quando Magnus não estava no Instituto.

E isso deixava o loiro intrigado, principalmente, porque Alec não era o tipo do cara que ficava com um cara só, deveria ser só fogo de palha, não era um namoro de verdade.

O almoço havia acabado e Jace estava terminando de recolher as coisas da mesa, quando viu Alec começar a treinar, enquanto Izzy tagarelava, fazendo movimentos com as mãos e logo em seguida viu Clary caminhando ao lado de Magnus, fazendo-o marchar em direção a Alec.

-Mande Magnus ficar longe da Clary! –Manda, irritado.

-De novo com isso? Jace, se a Clary está com outro, não é o Magnus. –Garante, seguro. –Pare de acusar o meu namorado! –Manda, nervoso.

-Como pode ter tanta certeza? Como pode ter certeza de que não está levando corno também? –Pergunta, transtornado.

-Porque ele praticamente se mudou para o dormitório dele. Simon acha engraçado encontrar os dois agarradinhos de manhã. –Revela Izzy, encarando as suas unhas.

-Sério? Pensei que estava com outros, que esse namoro não era sério. –Afirma Jace, surpreso.

-Não, só com ele. –Diz, desconfortável. –Eu gosto dele. Eu não estaria namorando ele se eu não gostasse. –Afirma, categórico.

-Já transaram? –Pergunta, curioso.

-Não. –Responde, sussurrando.

-Puta merda! Você está gamado. –Acusa, apontando em direção ao amigo, que revira os olhos.

-Não vou discutir o meu namoro com você. –Afirma Alec, suspirando. –Se você está tão certo que está sendo corno, vou perguntar ao Magnus com quem Clary está lhe dando chifre. –Garante, abaixando o seu arco. –E já que eu não consigo treinar, talvez eu consiga fazer qualquer outra coisa na merda do meu dia! –Afirma, irritado, saindo da frente dos dois e Jace encara Izzy.

-Ele consegue arrancar qualquer coisa do Magnus. –Revela, despreocupada.

-E o Simon? –Pergunta, curioso.

-Não sabe de nada. –Responde, segura. –Vai por mim, a única coisa que ele me disse é que Clary está num projeto grande. –Revela, suspirando.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...