História Bad Dream - Capítulo 27


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Simon Lewis
Tags Clace, Malec, Sizzy
Exibições 116
Palavras 1.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 27 - Capítulo 25


Fanfic / Fanfiction Bad Dream - Capítulo 27 - Capítulo 25

 

Capítulo 25

Tempo... Família... Relação.

 

Passaram-se cinco anos e três meses.

E a vida seguiu, Clary tornou-se uma grande artista, não tão conhecida como ela gostaria, mas que estava se tornando conhecida aos poucos. Ela e Clary tinham se casado há três anos e tinham uma filha chamada Mia, de cabelos ruivos e olhos dourados, que estava brincando com Cecily, filha de Isabelle e Simon, de cinco anos de idade.

Toda a família estava indo para a Espanha, aonde Alec iria se casar com Magnus e onde ele morava com noivo e os seus dois filhos, isso filhos, no plural. Maryse estava impaciente ao lado de Robert, que estava preocupado com a animação de Max, que tirava fotos de todos os cantos, enquanto Simon caminhava em direção a amiga parecendo uma árvore de natal com as malas da esposa e da filha.

-Alec, está demorando. –Resmunga Jace, pegando as malas de Clary.

-Ele já está vindo, Jace. –Afirma o pai, soltando uma risada, enquanto a mãe e a irmã de Simon aparecem.

-Mais eu estou cansado de esperar. –Resmunga Jace, irritado.

-Jace, pare de resmungar. –Manda Clary, revirando os olhos.

-Alec e Magnus já chegaram. –Revela Izzy, encarando o seu celular. –Eles alugaram uma van. –Afirma, pegando Cecily nos braços, uma morena de cabelos lisos, e grandes olhos castanhos, que estava bastante animada, no segundo que Magnus estaciona a van e Alec aparece na janela, com um enorme sorriso.

-Vamos embarcando? –Pergunta, ainda sorrindo.

 

...

 

Izzy estava impressionada com a casa de Alec e Magnus, eles acabaram de se mudar para a Espanha por causa de Magnus e a morena sabia que Alec estava se adaptando a nova vida, as novas responsabilidades de Magnus e tudo mais.

A morena havia se formado em enfermagem e trabalha com Catarina, que está fazendo residência, no hospital de Nova York, enquanto Simon trabalhava como administrador na parte de contabilidade de uma das empresas de Magnus.

O começo da vida deles fora difícil, Isabelle terminou a escola, entrou na faculdade e com a ajuda dos pais, ela e Simon conseguiram passar os primeiros anos com um bebê e tudo mais.

Agora Cecily estava com cinco anos de idade e continuava sendo a coisa mais fofa que existia.

A morena sabia que Catarina, Lily e Lydia estariam chegando de noite, juntamente com o marido de Lydia, John e que Alec Magnus teriam que ficar se desdobrando para dar a atenção a todo mundo.

-Então, como se sente morando em casa novamente? –Pergunta, aproximando-se de Magnus que dá de ombros.

-É estranho, morar na casa que foi dos meus pais. –Confessa, cruzando os braços.

-Alec vai parar de competir? –Pergunta e Magnus nega com a cabeça.

-Não, ele continua com o mesmo patrocinador, mas... Eu me sinto culpado por todas essas mudanças. –Responde, confessando.

-Alec sabia que vocês não ficariam em Oxford, muito menos em Londres. –Revela Izzy, despreocupada.

-Acho que ele pensava que nós iriamos voltar para os EUA. –Comenta e ela nega com a cabeça.

-Duvido muito. Alec sabia que a sua vida era na Europa e como ele queria ficar com você, então, o único jeito é ficar por aqui. –Revela, despreocupada.

-E como está a sua vida? Cecily? –Pergunta, analisando-a e ela abre um enorme sorriso.

Isabelle era agradecida, ela sabia que Magnus tinha lhe ajudado, que ele tinha feito tudo para que ela não fosse desamparada quando soube que estava grávida, já que tanto os pais de Alec e Isabelle, tanto a mãe de Simon, não tinham condições de ajuda-la sozinhos. Magnus poderia ter feito isso por Alec, deve ter feito por ele, mas ao mesmo tempo Isabelle acha que também foi por ela.

-Esta tudo bem. –Garante, sorrindo. –Nós estamos conseguindo ganhar o suficiente para sobrevivermos, agora estávamos com uma situação estável. –Revela, animada. –Obrigada por toda a ajuda. –Agradece, beijando a bochecha de Magnus.

 

...

 

Alexander estava terminando de arrumar seu filho mais novo Max, um garotinho de três anos, com cabelos negros e olhos azuis, que foi deixado na porta do apartamento do casal, quando eles ainda moravam e estudavam em Oxford, Magnus e Alec o chamaram de Maxwell Michael  Lightwood-Bane, também conhecido como Max ou Blue, que estava animado com a presença dos avos e dos primos e de todo mundo, enquanto seu outro filho Rafael, de cinco anos, jogava no celular, já vestido.

Rafael chegou a menos de sete meses, enquanto Magnus e Alec estavam na fila a mais de dois anos na fila de adoção, e quando conheceram Rafael, um jovem órfão Argentino, foi amor à primeira vista.

-Por que não vai brincar com a Cecily? –Pergunta Alec, terminando de colocar a roupa de Max.

-Estou esperando Blue. –Responde, despreocupado.

A amizade de Max e Rafael sempre o surpreendia e ele gostava dessa surpresa, ele amava a sua família. A verdade era que se fosse por Alec, ele teria parado de competir no segundo que Max entrou na vida do casal, mas Magnus não deixou, pois sabia o quanto o amado amava ser quem ele era.

Alec tinha se tornado um excelente pai, do tipo que está em todas as festas da escola, que faz o dever de casa com os filhos, que os coloca para dormi, que prepara o lanche, um pai oficialmente babão.

-Papa. –Chama Max, animado.

-Como foi na escola, meu pirata favorito? –Pergunta Magnus, beijando os cabelos de Max.

-Foi legal assim. –Afirma, abrindo os braços, uma atitude típica do Magnus adolescente.

-E você, Rafe? Cantou muito na escola? –Pergunta, abaixando-se ao lado de Rafael que concorda com a cabeça.

Rafael cantava muito em espanhol e estava tendo uma adaptação muito mais rápida do que Max na escola, por falar fluentemente a língua local, língua essa que Magnus estava, pacientemente, ensinando Alec e Alec dava graças a Deus que o seu técnico era inglês.

-Cantei. –Responde, animado, começando a contar o seu dia na escola, mas quando Max foi posto no chão, que os dois saíram correndo do quarto.

-Então, eles chegaram bem? –Pergunta, analisando o noivo, encostando-se à bancada, enquanto Magnus o analisa.

-Tudo, Lydia, Lily e Catarina estão conversando com Aline e Helen sobre os detalhes do casamento. –Responde, despreocupado.

Helen e Aline acabaram e tornando grandes amigas do casal, tanto pela convivência, tanto pelas festas que elas apresentaram os dois, ajudando Alec a deixar Magnus muito mais solto.

-Vem aqui. –Chama Alec, mordendo o lábio, analisando Magnus de terno.

-Alexander. –Repreende, ao sentir o noivo puxa-lo pelo cinto.

-O quê? –Pergunta, começando a distribuir beijos em toda a extensão do maxilar de Magnus, que solta um suspiro, no segundo que Alec passa a ponta da sua língua nos lábios do noivo, sabendo que ele ama que ele faça esse tipo de coisa.

-Eu tenho que te lembrar de que temos visitas em casa? –Questiona, mole nos braços de Alec.

-Eles podem esperar por um beijo. –Responde, puxando o noivo e beijando-o.

 



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