História Bad Dream - Capítulo 28


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Simon Lewis
Tags Clace, Malec, Sizzy
Exibições 101
Palavras 1.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 28 - Capítulo 26


Fanfic / Fanfiction Bad Dream - Capítulo 28 - Capítulo 26

 

Capítulo 26

Amassos... Implicância... Ciúme.

 

O beijo de Alec era viciante e Magnus sabia que se ele não afastasse o noivo, eles acabariam transando no quarto de Blue, então, ele, com muita dificuldade, separou os seus lábios dos de Alec.

Ele sabia que Alec deveria estar com saudades, já que Magnus desde que eles se mudaram e que ele assumiu de vez a chefia da empresa no país não tinha tempo para nada, Magnus ainda tinha muito que estudar, mas o nome, o peso de ser filho de quem era, fazia com que todos quisessem com que ele ficasse a frente das empresas, mesmo que ele não estivesse qualificado para isso ainda, portanto, Ragnor ficou como o presidente geral, enquanto o ajudava a caminhar com as próprias pernas.

-Era só um beijo e nós já estamos no quinto, Alexander. –Acusa, quando Alec resmunga, quando ele se afasta mais.

-Quem mandou ficar trancado naquele escritório, enquanto eu arrumava a casa toda? –Pergunta, com a sobrancelha arqueada. –Eu fico com saudades. –Resmunga, puxando-o para mais perto de si, com um biquinho nos lábios.

-Alexander. –Chama, soltando um gemido baixo, quando Alec começa a distribuir beijos em toda a extensão do seu pescoço.

-Continua me chamando de Alexander, que eu te prendo nosso quarto e só lhe deixo sair amanhã. –Ameaça, chupando o nódulo da orelha de Magnus, que solta um gemido mais alto, rendendo-se aos carinhos de Alec e tomando os lábios do noivo, entrelaçando os seus braços em volta do pescoço do mais novo, colando ainda mais os seus corpos.

-Sério que vocês trouxeram todo mundo para Espanha, para ficarem se agarrando no quarto do seu filho de três anos? –Pergunta Jace, interrompendo o momento.

-E você não tem mais o que fazer, não? –Pergunta Alec, ofegante.

-Estou fazendo o que todo mundo na sala queria fazer e não tinha coragem. –Responde, sarcástico.

-Ele nunca vai gostar de mim, não é? –Pergunta Magnus, encarando Alec.

-Óbvio que ele gosta de você. –Rebate Alec, com uma careta no rosto, fazendo Magnus ficar confuso. –Ele só gosta de implicar com os outros. –Revela, despreocupado.

-Mentira, asiático dos infernos, desde que você entrou na minha vida, você só me ferrou. –Afirma Jace, fazendo Magnus arregalar os olhos. –Primeiro eu pensei que você estava pegando a minha ruiva, ai quando eu já estava indo com a sua cara, você arrasta o meu melhor amigo para morar em Londres! –Acusa, apontando em direção a Magnus, que encara Alec.

-Eu disse, é só implicância. –Garante, despreocupado, aproximando-se da porta e batendo com a mesma na cara de Jace.

-Hei! –Grita, nervoso.

-Vá pegar a Clary. –Manda Alec, aproximando-se de Magnus.

-Alex... –Magnus interrompe-se, no segundo que Alec toma os seus lábios, fazendo-o dar passos para trás.

-O que você ia dizer mesmo? –Pergunta, mordiscando o lábio de Magnus, que suspira. –Ótimo! –Comemora, voltando a beija-lo.

Alec que abre a calça do asiático, abaixando-a assim como a sua cueca. Os lábios de Alexander se separam dos de Magnus e começam a roçar e deslizar por todo corpo bronzeado do noivo, enquanto abre a sua blusa, até chegar ao seu umbigo, aonde ele circula a sua língua, olhando Magnus diretamente nos olhos.

Observando-o entreabrir os lábios, semicerrar aqueles lindos olhos âmbar e soltando um gemido sofrido.

-Nós estamos no quarto do nosso filho. –Murmura, ofegante.

-Vai ser rápido, eu prometo. –Promete, puxando Magnus pela sua bunda, apertando-a, enquanto a sua língua desliza por toda a extensão do membro do homem, colocando-o na boca logo em seguida.

Os olhos dos dois não haviam deixado de se conectar um só segundo, Alec sabia que Magnus estava se forçando a ficar assim, já que ele, normalmente, já teria tendido a cabeça para trás e soltado um gemido bem mais alto, mas ele estava encarando-o hipnoticamente, como se não conseguisse desviar o olhar.

Também pudera, Alec havia intensificado ainda mais os seus movimentos, fazendo-o perder a cabeça e embrenhar os seus dedos nos seus cabelos, guiando-o, aumentando ainda mais a velocidade e sentindo o gosto do prazer de Magnus invadir a sua boca.

Ao se afastar do membro de Magnus, ambos estavam ofegantes, ambos estavam com aquele olhar de desejo contido.

-Você é louco. –Acusa, ofegante.

-Por você? –Pergunta, passando a língua em seus lábios. –Sou mesmo. –Garante, levantando-se e o puxando para um beijo.

 

...

 

Simon não aguentava mais ver Izzy andando de um lado para o outro com Clary, ela estava ansiosa e com tantos detalhes de última hora para o casamento do irmão, isso lhe fez lembrar-se do seu próprio casamento.

Maryse e Robert exigiram que os dois se casassem as presas.

Eles se casaram assim que todos souberam de Cecily, mesmo que ela morasse no Instituto e Simon na casa de sua mãe, ele teve que passar a faculdade para de noite e mesmo com o emprego que Magnus conseguirá na sua empresa, Simon não tinha tanto dinheiro assim, ele precisou de muita ajuda.

Dos pais de Izzy, da sua mãe e até mesmo de Magnus, nos primeiros anos, agora que ele estava formado, ele tinha um bom emprego, isso graças a Magnus, Izzy também e os dois conseguem se sustentar sem pedir ajuda a mais ninguém.

-Onde está Alec? –Pergunta Maryse, com uma taça de vinho nas mãos.

-Pagando-se com Magnus no quarto de Blue. –Responde Jace, mal-humorado.

-Isso tudo é ciúmes? –Pergunta Clary, confusa.

-Eu não tenho ciúmes de macho! –Afirma, jogando-se no sofá.

-Claro que tem. Você queria ficar o máximo de tempo possível com o Alec, discutir sobre campeonatos e tudo mais. Como se vocês não conversasse o tempo todo. –Acusa Simon, soltando uma risada.

-Não é a mesma coisa. –Afirma, emburrado, fazendo Izzy revirar os olhos.

-Pare com isso, Jace! –Manda, irritada, no segundo que Magnus e Alec aparecem, com camisas amarrotadas.

-Sério? Nem para dar uma disfarçada? –Pergunta Jace, sarcástico.

-Eu preciso disso? –Pergunta Alec, arqueando a sobrancelha, enquanto Magnus cora. –Eu sou noivo, tenho meu emprego, sou vacinado e tenho dois filhos, acha mesmo que eu vou ficar com vergonha de qualquer pessoa por beijar Magnus? Não tinha quando estava na escola, não vou ter agora, porque você está com ciúme besta. –Acusa, revirando os olhos.

-Precisa esculachar? –Pergunta, irritado, saindo da sala.

 

...

 

A vida de Jace deu uma guinada de trezentos e oitenta graus desde que Alec se mudará para Londres.

Ele se formará em educação física, assim como o amigo, mas, diferentemente, de Alec, ele parou de competir, ele virou professor, sempre ao lado dos seus pais, sempre ao lado de Clary e sempre tentando manter contato com o amigo.

A verdade era que Jace esperava que Alec voltasse para os EUA, mesmo que o amigo nunca passasse mais do que seis meses sem voltar para a terra natal, mas agora com a mudança para a Espanha, a possibilidade de Alec voltar a morar nos EUA está quase zero, o que significa que com os filhos e a vida corrida, eles não iriam se encontrar tão cedo.

Jace não era uma criança, ele sabe que Magnus fez para que todos conseguissem viajar para o casamento deles, ele pagará substitutos, ajudará a convencer alguns chefes.

Eles ficariam uma semana na Espanha, todos eles e mesmo não querendo admitir, Magnus era um cara legal, só que era o cara legal que o estava afastando do amigo.

-Vai continuar com essa bobagem, como um adolescente de dezesseis anos até quando? –Pergunta Alec, aproximando-se de Jace, enquanto revirava os olhos. –Jace, nós dois somos paratabais, somos mais próximos do que irmãos, quando é que você vai parar de implicar com o Magnus? –Questiona, encarando o amigo.

-Nunca. –Responde, negando com a cabeça, fazendo Alec soltar um suspiro. –Preciso deixar as coisas interessantes. –Afirma, sarcástico.

Quando observou Alec semicerrar os olhos e encarar a entrada da sua casa, encontrando uma loira, de olhos verdes de parar o transito.

-O que está fazendo aqui? –Pergunta, observando-a se aproximar.

 



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