História Bad Dream - Capítulo 29


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Simon Lewis
Tags Clace, Malec, Sizzy
Exibições 92
Palavras 1.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 29 - Capítulo 27


Fanfic / Fanfiction Bad Dream - Capítulo 29 - Capítulo 27

 

Capítulo 27

Consolando... Camille... Sentido.

 

Izzy alisava o braço de Alec, enquanto o irmão estava com os seus cotovelos encostados em suas coxas e uma expressão pensativa.

A morena sabia que era porque Magnus e Camille estavam trancados no escritório, conversando sobre qualquer coisa relacionado a trabalho, mas Alec sentia muito ciúmes de Camille, pois ela foi alguém muito marcante na vida de Magnus, alguém que Magnus amou muito e que talvez fosse a única pessoa que conseguisse despertar qualquer sentimento em relação ao seu cunhado, ou pelo menos era isso que Alec sempre pensou.

Izzy não concordava com isso, ela, desde que viu Magnus e Alec juntos pela primeira vez, nunca mais conseguiu pensar em um dos dois sem o outro, eles eram como uma dupla, como um conjunto de um todo.

-Hei! –Sussurra, alisando os cabelos de Alec. –Não se preocupe. É com você que ele vai se casar, é com você que ele adotou duas lindas crianças, ele tem uma vida com você. –Lembra, fazendo-o suspirar.

-Eu sei que ele tem uma vida comigo. Eu sei que ele me ama, mas eu não suporto a ideia de Camille está perto dele. –Revela, irritado. –E eu sei que ela vai estar nas próximas semanas. –Confessa, fechando os olhos com força.

-Por quê? –Pergunta, confusa.

-A família dela tem negócios com as empresas de Magnus, ela está na cidade para renovar a parceria, já que ela está sendo obrigada a sair da vida de vadiagem e começar a trabalhar. –Responde, mal-humorado. –Eles vão começar a se ver pelo menos uma vez a cada cinco anos, ou pelo menos ela acha isso. –Revela, alisando o rosto. –Magnus colocou uma pessoa responsável para tratar sobre o assunto com ela. Entende? Camille não deveria estar aqui e se está boa coisa é que não quer. –Afirma, taxativo.

-Magnus que lhe contou isso? –Pergunta, mordendo o lábio.

-Ele sempre me conta tudo o que se passa com ele. Seja na cama, ou no café da manhã. Eu gosto de ficar ouvindo-o falar. –Responde, preocupado.

 

...

 

Alec não conseguia ficar quieto, ele queria invadir o escritório de Magnus como um namorado ciumento, mas estava quase fazendo isso. Quando ele decidirá sair em busca do amado, Blue e Cecily correram em direção a Izzy e Alec, que carrega o filho, enquanto a irmã fazia a mesma coisa com Cecily.

-Bolo, papai. –Revela Blue, com a mão na boca.

-O que o seu papa falou sobre colocar a mão na boca? –Pergunta Alec, saindo da sala de TV e se deparando com Camille encarando sensualmente Magnus, que revira os olhos, no hall de entrada.

-Papa. –Chama Rafael, tocando no braço de Magnus, que o carrega.

-Você tem filhos? –Pergunta Camille, fazendo-se de desentendida.

-Ele tem dois. –Responde Alec, aproximando-se dos dois. –E um noivo, se é que eu preciso lhe lembrar deste fato. –Acusa, observando-a revirar os olhos.

-Não. Não precisa. Recebi o convite de casamento. –Revela, com uma careta no rosto. -Uma graça a sua família. –Afirma, maldosa.

-Que bom que acha isso. –Afirma Magnus, despreocupado. –Agora, por favor, trate com o responsável sobre o contrato. –Pede, indicando a porta e Camille o encara debochada.

-Jura que nós dois não podemos resolver isso? –Pergunta, desconfiada.

-Camille, eu sou dono das empresas, eu não posso me preocupar com contratos tão pequeno quanto esse. –Responde, deixando-a branca. –Trate com quem tem que tratar. –Manda, abrindo a porta da casa. –Passar bem. –Deseja, assim que ela passa por Magnus e Blue e fecha a porta.

-Tomara que queime no inferno. –Deseja Alec, chamando a atenção de Blue.

-O que é queimar no inferno, papai? –Pergunta Blue, confuso.

-Alexander. –Repreende Maryse, aproximando-se do filho. –Você não poder falar algo assim na frente do seu filho! Ele só tem três anos de idade. –Lembra, pegando Blue nos braços e saindo da frente do rapaz, que encara Magnus que está com os olhos semicerrados e negando com a cabeça.

-Você pensou a mesma coisa. –Acusa, apontando em direção ao noivo.

-Pensei, mas não externei. –Afirma, irritado, passando por Alec, que o puxa para mais perto e lhe rouba um selinho.

-Eca! –Resmunga Rafael, arrancando uma risada dos pais, que beijam as suas bochechas.

 

...

 

 Clary observava Max brincando com o sobrinho.

Ainda era estranho ter dois Max na família, família era a palavra que todos que estavam presentes na casa, eles eram uma grande, barulhenta e estranha família.

-O que está pensando? –Pergunta Simon, sentando-se ao lado da amiga, que solta um suspiro.

-Acho que sempre senti que faltava algo. Um vazio que não conseguia explicar. As coisas estão, finalmente começando a fazer sentindo. –Revela, olhando-o nos olhos. –Sabe, sempre foi somente eu, meu pai e a minha mãe, depois você, depois Izzy, Jace, Magnus e claro Alec, mesmo que indiretamente. –Comenta, suspirando.

Clary e Alec nunca foram muito próximos, assim como Alec nunca fora próximo de Simon, coisa que mudou radicalmente quando Magnus se tornou colega de quarto do rapaz.

-Por que isso agora? –Pergunta, confuso.

-Não sei, eu só percebi que eles são os últimos a se casar. –Responde, apontando em direção a Alec e Magnus, que estavam conversando com Rafael. –Eles moraram juntos primeiro, mesmo que você e Izzy sejam os primeiros em muita coisa. –Revela, revirando os olhos.

-Não era a hora certa para nenhum dos dois. –Revela, dando de ombros. –Eu e Izzy casamos primeiro porque tivemos um bebê primeiro. –Lembra, rindo. –Não que eu me arrependa disso, Cecily é a coisa mais importante da minha vida. –Garante, suspirando.

-Penso a mesma coisa de Mia e Jace. –Murmura, encostando a sua cabeça no ombro do amigo. –Como o tempo passou rápido, não é? –Pergunta, sussurrando.

Clary viu Jace com Mia no colo, jogando-a para cima, enquanto a menina de cabelos ruivos ria e balançava as pernas.

-A sua filha vai acabar vomitando. –Afirma Simon, encarando a amiga.

-Sabe todos aqui cresceram, menos o Jace. –Afirma, categórica.

-O Jace nunca vai crescer, Clary. –Acusa Simon, negando com a cabeça.

 

 



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