História Bad Girls - Capítulo 2


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Palavras 1.218
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Polaroid



                         
                        
                       6 meses antes
                               * * *
           Tudo corria bem. A festa de despedida para as férias da faculdade saia como o planejado. Todos dançavam ao som de uma música eletrônica que tocava ao fundo. Fernanda, Giovana, Manuela, Sophia, Flavia e Charlotte, haviam ido para a garagem. Tinham resolvido voltar para a república mais cedo, então, ninguém notou a ausência das seis.
           Fernanda estava no volante, esperando Manuela entrar para dar a partida. Já estava sem muita paciência, quando virou-se e indagou a loira:

           -Quando pensa em entrar? Já ta ficando muito tarde!

           Manuela revira os olhos e responde com cara de tédio.

          -Quando eu terminar de ficar bonita. Aliás, nem sei que ideia foi essa de voltar mais cedo. A festa estava ótima!

           Charlotte olha para as duas, e com sarcasmo diz imitando as duas.

          - "Quando pensa em entrar?" "Quando eu ficar mais bonita!" Nossa, vocês só sabem brigar...

           Antes que pudesse terminar, elas ouvem um estampido seco, fazendo com que as seis fiquem imoveis no lugar. Passam se alguns segundos , até que Flavia rompe o silêncio:

           - O que foi isso?

           Giovana vira- se para a colega que esta atrás do banco do carona e diz:

           -Não sei.

           Todas param, e ficam olhando pelos vidros das janelas do carro. Alguns segundos se passam, quando elas notam uma figura, correr em direção ao portão do campos. A figura não volta. Manuela, que ainda estava do lado de fora, abaixa a cabeça e olha pela janela e diz um pouco assustada:

           - Melhor irmos ver o que é.

           -Ta louca?! Não vou nem arrastada. Você não percebeu que foi um tiro?- Disse Fernanda um pouco incrédula.

           Manuela olha para Sophia:

           -E você vem?
 
           Sophia coça a cabeça e pigarreia antes de abrir a porta do carro e sair. Fernanda olha para Manuela com contrariedade, mas levanta e acena para que as restantes saissem do carro.
           Elas vão caminhando sorrateiramente, uma agarrada a outra como se fosse um grande cordão de polícia. Charlotte, começa a olhar para trás em seguida alerta as meninas:

           -Achei uma péssima ideia a gente ter saido do carro.Não é nada, a gente só viu uma pessoa correndo. Deve ter sido alguém que bebeu demais na festa, e esta vendo coisas. Né Giovana?

            Giovanna olha para a amiga um pouco sem entender:

            - Como assim? Quem deve ter bebido demais foi a Manuela, ela que arrastou a gente do carro.

           Manuela olha para as duas com uma expressão aborrecida e manda elas calarem a boca:

           - Por favor ne? Vamos calar a boca!

            Quando estavam a mais ou menos um metro de distância, as meninas percebem, que tem algo no chão. Chegando mais perto elas puderem perceber que era um corpo de um homem de meia idade, barrigudo, e com cabelos grisalhos. Ele tinha pulseiras nos pulsos e cordões que reluziam a luz da lua. Flavia chuta o pé do homem.E Sophia diz sem ter muita convicção :

           - Parece que ele foi assaltado.

           Flavia volta-se para as cinco:

          -Ele ta morto!

            Fernanda olha para ele, e olha para amiga novamente com uma expressão de interrogação no rosto.:

           - Como você tem tanta certeza que ele esta morto? As vezes só esta desacordado.

            Flávia se abaixa até o corpo do homem, e com os dedos da mão esquerda, ela pressiona o pescoço do ser caído. Com uma expressão muito séria, ela volta-se para Manuela:

           -Ele nem tem pulsação. Logico que ele esta morto.

           Charlotte une as duas mãos em volta do rosto, e olha para as cinco com um semblante desesperado:

           - A gente precisa ligar para a polícia. Talvez a gente tenha sido a única a ouvir o tiro.

           Giovana que estava um pouco mais atrás, olha para Charlotte:

           - E se não foi um tiro?

            Charlotte que estava prestes a chorar, responde a menina de uma forma grosseira:

           - Lógico que foi. Ou você acha mesmo que ele esta só se fingindo de morto?

           Giovana a olha com uma expressão serena, como se quisesse convecer mais a si mesma, do que Charlotte.:

           - Olha o estado dele, logico que ele está morto!

          Flavia se arreia no chão e começa a examinar o corpo. Depois de um longo segundo, ela levanta, e como se fosse anunciar algo de extrema importância, diz com as mãos na cintura:

           -Ele esta morto! E tem um tiro na nuca.

          Todas se entreolham com expressões de desespero. Sophia quebra o silêncio:

          -Já sei! Vamos deixar ele aqui e ir embora.

          Novamente elas tornam a se entre olhar. Giovana leva a mão esquerda ao cabelo, e se põe a andar de um lado a outro. Manuela se agaixa no chão com as mãos na cabeça. Fernanda leva as mãos a boca para abafar um grito. Sophia corre para consolar Charlotte que a essa altura estava em prantos. Flavia novamente se arreia no chão em volta do cadáver.

           Depois de minutos que paressam ser uma eternidade, Flavia se levanta e diz:

          - Por que estamos tão desesperadas? Nós somos inocentes. Vamos chamar a policia e esquecer essa história.

           Sophia anda ate Flavia:

           - Sabe por que estamos tão desesperadas?!

           Sem esperar resposta,  ela se aproximou ainda mais da morena, que por sua vez recuou um pouco para trás.

          - Você sabe muito bem o motivo. Não matamos ele, mas na hora em que ele foi assassinado estávamos aqui, vimos uma pessoa correr para ir embora e não impedimos.

           Flávia sai do campo de visão de Sophia, e com a mão na cabeça diz:

           - Não fizemos nada. Vamos chamar a policia.

           Manuela as interrompe:

          - Ela tem razão.

          Da uma pausa e caminha até Sophia:

         -Somos meio que testemunhas, não podemos chamar a policia. Sabe quanto tempo essa investigação duraria?! Tempo suficiente para destruir nossos sonhos!.

         Fernanda sai de seu transe. Charlotte começa a secar suas lágrimas enquanto caminha para próximo de Sophia e Manuela. Giovana para sua caminhada viciosa, e se junta a Charlotte, Manuela e Sophia. Manuela rompe o silêncio:

         -Vamos fazer assim...Não chamaremos a policia, sim, omitiremos esse caso, pelo nosso próprio bem. Esqueceremos esse assunto, e vamos continuar com as nossas vidas.

          Calou-se, e estendeu a mão direita para a frente, como faziam os três mosqueteiros:

          - Pra sempre.

          Todas se entreolharam. "Pra sempre", era o juramento que sempre faziam para continuar a amizade.Todas, menos a Manuela, estenderam a mão para frente. Colocaram uma mão em cima da outra. A partir daquele momento, não existia assassinato.

          As seis, depois de alguns segundos paralisadas, caminharam em direção ao carro de Fernanda. Depois de alguns passos, Sophia tropeça em algo que quase a faz cair. Ela abaixa e pega do chão uma polaroid, um tipo de câmera que tira fotos instantânea. Todas olham para a mesma, que esta a mexer na  câmera. Manuela caminha até a amiga, e indaga:

          - O que tem ai?

          Sophia para de analisar e entrega na mão da loira:

          - Não sei, as fotos estão com péssimas resoluções.

         Manuela passa a câmera  para a mão de Fernanda, a mesma olha com curiosidade, e da na mão de Giovanna. Logo a câmera  havia passado na mão de todas as seis. Flavia guarda ele no bolso, e diz depois depois de uma longa pausa:

          - Vou levar, quem sabe a gente descobre alguma coisa.
                               ****


Notas Finais


O QUE ACHARAM QUERILDONS?


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