História Bad Girls - Capítulo 3


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Nashiville, aí vamos nós!!


                         
           

                   6 meses depois
                              * *         
           -Como você consegue jogar seis meses fora?! Assim...Sem mais nem menos?

           Sam dizia com os olhos vermelhos prestes a chorar. Giovana mantinha a postura fria e imbatível. Ela ficou parada ouvindo cada palavra dele. Digerindo, tentando acreditar em si mesma no que estava fazendo. Sam Jacob, era um homem maravilhoso. Assim que chegara a Nova York, fora trabalhar em um café no centro da Wall Streets. Eles se conheceram, depois dele ir todo dia ao mesmo horário. Ele chamara a sua atenção. Alto, musculoso, moreno, uma pele clara como sorvete de baunilha. Das poucas vezes que namorou, ele foi o que mais a prendeu em algo. Ela sempre via ele sorrindo, agora ver ele chorar estava a matando por dentro. Sam levantou da cama, e caminhou até Giovana. Ele se aproximou a ponto dela sentir o cheiro de seu hálito. Ele arriou sua cabeça para apoiar na testa dela. Ele era mais alto, então ela teve que suspender a cabeça para cima. Os dois ficaram parados testa com testa durante segundos, que pareceram ser eternidades. Giovana se afastou dele de uma vez. Caminhou ate a janela, e ficou de costas para ele. Ela não queria que ele a visse chorar. Ela se recompôs, e se pôs a falar:

           - Sam... Seis meses não são nada. Você vai encontrar pessoas melhores que eu...

           Sam caminhou ate ela, e colocou  a mão em seu rosto:

          -Não diz isso. Por favor me explica o que esta acontecendo, eu posso ajudar, e você sabe disso.
            Giovana se desprende dele novamente. Para na frente da porta da casa dele, e pega a sua bolsa que estava em uma cadeira.

         -Me perdoa...Mas eu não posso mais...
              Ela abre a porta, e sai sem olhar para trás. Desce as escadas na velocidade que suas pernas podiam aguentar. Quando já estava na calçada do prédio de Sam, ela chorou desesperadamente. Implorou em seus próprios pensamentos, pra aquela dor no peito ir embora. Ela sabia que estava o fazendo sofrer, mas sabia que era o melhor pra todos os dois.
                              * * *
             Já estava na ultima mala, quando Fernanda virou- se para as amigas e pronunciou:

          - Pronto! Coloquei todas. Vamos?- As cinco murmuraram algo como" É né", e entraram dentro do veículo. O carro estava apertado, as quatro que ficaram atrás, tiveram de se expremer. Antes que Fernanda pudesse dar a partida, a vizinha do apartamento ao lado, estava  descendo as escadas e gritou:

         - Eeeei!

            Fernanda, temendo ser o que pensava, acenou para a vizinha. A mesma, parou em frente a janela que Sophia estava, ou seja, a do carona, e acenou pedindo para que Fernanda abaixa-se o vidro. Fernanda fez, e esperou o que era. A mulher abriu um sorriso, e perguntou de forma debochada:

           - Vão viajar?

           Fernanda olhou para Sophia, e respondeu de forma fingida:

          - Sim! Tiramos umas férias. Vamos voltar para a nossa cidade natal por um tempo.

            -E posso saber qual é?-Disse a vizinha após uma gargalhada. Fernanda  já sem muita paciência, responde:

           - Nashville! Agora se nos dar licença,  precisamos ir. Até mais ver Senhora Parker.

             Disse seguido de um aceno.
              A senhora soltou a mão da janela, e viu o carro ganhar velocidade na avenida. Deu um aceno amistoso, enquanto sorria nas costas do veículo.
             Todas as jovens, eram obrigadas a concordar, que a atitude das seis, era pra lá de suspeita. Dois dias após o misterioso assassinato, a cidade de Nashville ficou em polvorosa. Não se falavam de outra coisa, a não ser, o maldito assassinato. As investigações duraram por mais de uma semana. Charlotte, temendo que a polícia descobrisse a relação dela e das amigas no caso, resolve mudar- se para Nova York, as seis acompanharam a ideia, e foram juntas. Seis meses depois, os pais de Manuela, estranharam o fato, e elas acharam melhor voltar para não levantar mais suspeitas. Agora lá estavam elas, voltando para aonde tudo começou.
                              * *
              A Sra Parker, ficou parada na calçada durante um tempo. Virou- se, quando percebeu uma mão em seu ombro. O rapaz que a tocou era alto, moreno e tinha uma tristeza nos olhos. Ele a olhou nos olhos, olhou para o carro que já estava a uma distância considerável e tornou a olha- lá novamente.

           - A senhora sabe pra onde aquela menina foi?- Disse numa voz embargada.

            A mulher o olhou nos olhos, e disse:- Nashville.

            Ele se distanciou. Agradeceu, e rumou na direção oposta.
                                 * *
           Já estavam a algumas horas de Nashville. A noite havia chegado, e com ela, a chuva. Nenhuma ousava em se pronunciar. Estavam desesperança das , cansadas, exaustas de tudo o que estava acontecendo. A estadia em Nova York não havia sido boa. Tinham passado por poucas e boas desde daquele assassinato. Só de lembra- lo, ja causava exaustão. A chuva castigava a noite. Depois de mais ou menos uma hora. Charlotte resolveu começar uma conversa:

             - O que aconteceu entre você e o Sam, Gio?

             Gio era como carinhosamente chamavam Giovana. Charlotte já estava prestes a cutuca-la, quando ela respondeu:

           - Terminamos.

            Sua voz estava cansada e triste. Pareceu ser difícil para ela dizer aquela palavras. Fernada, olhou para trás e disse:

         - Ainda bem! Não era a favor desse namoro.

            Sophia a repreendeu, mas todos sabiam o motivo. Sam, era filho do delegado da policia de Nova York, e o filho por sua vez, era investigador de policia. Giovana só soube do fato, três meses após estarem juntos. Nenhuma das cinco, concordavam com o relacionamento dos dois. Elas temiam que ele descobrisse algo relacionado ao motivo de terem vindo para Nova York. O que ele sempre estranhou.

           - Não fica assim.- Disse Manuela.- Foi melhor desse jeito, eu sei que é difícil. Mas você supera.

           Giovana continuou a olhar pela janela do carro, naquele instante...Ela não queria mas pensar em Sam.
                                   * *
           Elas chegaram a Nashville, e foram logo para um hotel. O dia seguinte seria longo. As seis acharam melhor, não retornar a faculdade. Esperariam mais um tempo. A volta das seis  causaria um alarde muito grande, coisa que elas não queriam no momento. Ficou decidido, que não voltariam para suas casas. Ficariam  hospedadas no hotel o tempo que desse. Depois veriam o que iam fazer.
                                  * *
           Manuela viu o dia amanhacer. Quando deu 8hrs, resolveu se levantar. Suas amigas ainda dormiam. Arrumou-se com as roupas que achou, e deixou um bilhete perto da cama de Sophia. Apesar de serem praticamente irmãs, Manuela era mais apegada a Sophia.
          O dia estava nublado, porém bonito. Era bom se sentir em casa de novo. Apesar de não ter ficado tanto tempo distante. Ela resolveu ver como estava Nashville depois daquilo tudo. Aparentemente, era a mesma de sempre. Ela andou por alguns quilômetros até parar em um parque. Apesar da chuva, o clima estava quente. O vento soprou, e ela fechou os olhos sentido ele sacudir seus cabelos. Aquilo foi renovador. Por um momento, ela esqueceu tudo. O assassinato, as situações ruins que passou em Nova York, a dor de ter que trancar a matricula da faculdade, entre outras coisas. Estava observando duas crianças correrem alegremente, quando sua observação foi interrompida por uma voz familiar.:

          - Acho que era a última pessoa que eu esperava ver hoje!

            Ela vira- se para trás na mesma hora. Aquela voz só podia ser do...:

        - Eduardo  Mcflane!!!- Exclamou Manuela já pulando nos braços do jovem.

            Eles se abraçaram por alguns segundos. Depois soltaram-se e começaram a analisar. Ele estava perfeitamente bonito. Seu cabelo castanho estava penteado para a direita, o que a irritava, pois ele era muito perfeccionista. Ele vestia um casaco cinza e calças jeans. Seus olhos brilhavam a medida que ele a olhava. A loira já estava ficando corada de tanto ser observada, quando resolveu fazer perguntas:

          - O que fez nesse tempo?

          Ele se soltaram, e se sentaram na grama. Ele a olhou por alguns segundos, depois respondeu:

          - Nada de novo. Só tentando entender o porque de você ter sumido.
           Ela suspirou e abaixou a cabeça. Soltou uma risada abafada, coçou a testa, e disse:

          - Foram tantos motivos...Mas melhor deixar pra lá.

            Novamente ela abaixou a cabeça, numa tentativa de esconder o nervosismo. Ele  colocou a mão em uma mecha de seu cabelo, e a colocou atrás do ouvido. Ela sentiu o olhar dele sobre ela. Ele continuou a olha-la, com a mesma mão ele começou a acariciar a bochecha da jovem. Eles ficaram assim, sem se falar. Eles não eram bem, namorados, tão pouco chegaram a ficar. Mas eles agiam como algo os impedisse de serem felizes. Até ela mesma sabia o que sentia por ele. Ela tomou coragem, e o olhou nos olhos.:

           - Ainda namora a Liz?

           Ele continuou mexendo em sua bochecha, levou alguns segundos para responder. Mas depois de um longo suspiro disse:

            -Sim!

            Ela desviou o olhar. Aquilo foi doloroso de ouvir. Liz Nott, não era uma garota adorável, não combinava em nada com Eduardo. Como se ela não fosse morrer tão cedo...Liz Nott gritou por Eduardo a metros de distância. Como se quisesse chamar a atenção de Manuela. A mesma, nem olhou para trás.
            Ela caminhou na direção dos dois. Ele levantou -se rápido e disse a Manuela:

           -Tenho que ir! Mas...Scott vai dar uma festa amanhã... Se quiser ir...

            A jovem o olhou, e concordou com a cabeça. Eles trocaram sorrisos, e ele foi de encontro a Liz. Ela olhou para trás a tempo de ver os dois se beijarem. Ela observou por uns instantes, quando eles pararam o beijo, e Liz começou a arrastá-lo pelo braço. Ele olhou para a loira e fez um aceno de cabeça, deixando a sentada sozinha.
                                 ****


Notas Finais


Espero que gostem lindinhos!


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