História Bad Liar - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Personagens Lydia Martin, Malia Tate, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Personagens Originais, Scott McCall
Tags Bad Boy, Scalia, Sexo, Stydia
Visualizações 112
Palavras 988
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii gente, como estão?
Não tenho muito o que falar, então apenas espero que gostem!
Beijos, AA.

Capítulo 4 - Livros


Acordo com o sol batendo em meu rosto. Levanto para fechar as janelas, mas vejo que já é tarde e eu preciso me arrumar. Hoje era o dia de ir até a empresa de Stiles. Estava nervosa, não podia negar, estava indo para um território hostil, entrevistar um desconhecido e aquilo me deixava nervosa. 

"Ele não é um monstro, não morde, Lydia", precisava ficar me lembrando daquilo. 

Vou até o guarda roupa e separo uma roupa social, não muito formal, porém, não muito aberta. Era uma saia giz preta, uma regata branca e um blazer. Com saltinhos pretos também. Tomo banho e depois de fazer uma maquiagem leve e arrumar meu cabelo, me visto. 

Pego minha bolsa, e escrevo um bilhete, avisando a Rose que só voltaria as duas e que o almoço estava na geladeira.

[...] 

Fico parada olhando para aquele prédio gigantesco, com aquele tamanho todo, seria fácil me perder ali dentro. Fico batendo o salto no chão e pensando que talvez fugir fosse a melhor opção. Não era. 

Entro pelas portas enormes e vejo algumas pessoas andando de um lado para o outro, pareciam robôs, robôs bem vestidos, mas ainda sim, robôs. Passei ao lado de uma morena alta e senti um lixo, o que as pessoas ricas tomam para serem bonitas assim? 

Vou até a recepção e uma mulher igualmente alta, só que loira, está ao telefone. Espero alguns segundos e ela desliga. Com os cotovelos na bancada a sua frente, ela me da uma boa olhada e sorri de leve. 

-Em que posso ajudar? -Pergunta. Sua voz era fina e delicada, parecia uma boneca. 

-Tenho uma entrevista marcada com o Senhor Stilinski. -Sua sobrancelha sobe levemente. Parecia confusa, ou talvez desconfiada, não sabia dizer. 

-Bom, preciso confirmar isso. Tudo bem? -Ela pega o telefone e aperta apenas um botão. Escuto uns "sim, claro, tudo bem" e ela desliga. -Último andar, tem uma secretária te esperando, ela vai te mostrar o caminho. 

-Ah, obrigada. -Sorrio sem mostrar os dentes e vou. 

Aquela lugar era extremamente grande. Quase assustador. Depois de pegar o elevador e ir até o último andar, encontro outra mulher, ela me cumprimenta e me guia até outras portas enormes, que imagino serem do escritório dele. 

Se já achava aquele prédio um exagero, a sala dele era mil vezes mais. Tinha janelas grandes em uma das paredes, com a vista da cidade, uma vista impecável. Uma mesa grande, com uma cadeira acolchoada, um computador sobre a mesma e vários papéis. Duas outras cadeiras a sua frente. 

Ele estava sentado na cadeira do outro lado da mesa, e quando entrei, ele sorriu. Juro que só naquele momento, quando um suspiro escapou dos meus lábios, foi que percebi que prendia a respiração. Ele estava igualmente impecável. Usando um terno preto com aquele sorriso cafajeste. 

-Eu sabia que viria. -Ele diz. -Sente-se, espero que esteja tendo um dia agradável. 

-Sim, bom, não exatamente. Quer dizer, o dia foi legal e aqui é bem bonito... -Percebo que estava gesticulando com as mãos e falando muito rápido. Respiro. -Hm, podemos começar? 

-Sem pressa. -Sorri e gesticula com a garrafa de whisky para mim. Torço o nariz. -Me deixe adivinhar... Não bebe? 

-Não. -Coloco uma mecha de cabelo atrás da orelha e arrumo minha pasta no colo. Eu não costumava beber, não depois que fui parar no hospital. 

Tiro minha folha com as perguntas e meu celular, para gravar a conversa. 

-Você é tão certinha. -Ele ri. -Me fala mais sobre você. 

Queria negar, dizer que esse não era o motivo de eu estar ali. Mas a presença dele meio que me intimidava. Minha respiração ficava falhando e minha voz me deixando na mão. Ele parecia se divertir com aquilo. 

-Vou te poupar dessa história motivacional. Você provavelmente já sabe tudo, já que descobriu até onde trabalho, o que assumo ser um pouco assustador. -Ele ri com sarcasmo. Estava começando a pegar o jeito. 

-Pode começar então. -Sua expressão muda, agora estava sério. Pego a folha e gesticulo com o celular para ele. Ele assente e eu começo. 

-Senhor Stilinski, como é ser um dos homens mais ricos e influentes do mundo com tão pouca idade? -Começo e ele junta as mãos em cima da mesa. 

-Eu sempre fui rico, não é como se fosse uma novidade para mim. Bom, respondendo sua pergunta, é algo assustador as vezes, mas na maior parte do tempo, é comum. -Ele era tão inexpressivo, não conseguia saber o que se passava por sua cabeça. 

-Sua empresa desenvolve tecnologia, como se sente sabendo que as pessoas tem trocado livros por celulares? -Não queria soar tão agressiva, mas aquilo era maior que eu. 

-Como é ter dupla personalidade? -Ele pergunta meio irritado e eu sinto meu rosto ferver. 

-Como é? 

-Você trabalha como "jornalista" de dia... -Ele faz as aspas. -E a noite como dançarina em uma boate. Não é o mesmo que ter duas identidades? 

-Pode, por favor, parar de falar da minha vida pessoal? -Mexo com meus dedos e ele me olha confuso. 

-Não é exatamente isso que está fazendo comigo? -Pergunta. 

-Sim, porque esse é o meu trabalho, o único motivo de eu estar aqui. -Respondo irritada. 

Não sabia porque tinha ficado tão irritada. Eu era mesmo uma duas caras, ele só esfregou na minha cara o óbvio, a minha realidade. Não podia culpar Stiles por dizer a verdade, mas precisava culpar alguém. 

Claro que ele não teria falado se eu não tivesse mencionado os livros, mas não podia evitar. Continuava me fazendo de boba na sua frente e aquilo me tirava do sério. 

-Livros foram sim importantes, mas por Deus, por que carregar um bando de folhas se pode ter quantos livros quiser no celular? -Meu queixo cai. Ele não tinha acabado de falar aquilo! Juro que por um segundo me imaginei pulando no pescoço dele, ele era tão idiota! Como podia dizer que os livros eram importantes? Eram! Como?!



Notas Finais


Continuo??


Espero que tenham gostado e até a próxima ❤


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