História Bad Liar (G-Dragon) - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias G-Dragon
Tags Big Bang
Visualizações 77
Palavras 2.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha só quem voltou mais cedooooo!
Tenho só uma coisa pra falar:
TRETA.

Bora lá? <3

Capítulo 7 - Coincidência


Fanfic / Fanfiction Bad Liar (G-Dragon) - Capítulo 7 - Coincidência

                                 P.o.v Elisa 


Se estou nervosa? Sim.

Isso é novidade? Não.

Lá estava eu, tomando largos goles do meu amado café, enquanto dava garfadas na panqueca e me preparando conscientemente para o meu primeiro dia de trabalho. 

-Então? Preparada? -  a voz de Lana acaba por me tiras dos meus devaneios e eu olho rapidamente em sua direção.

-Estou pensando seriamente em voltar para a cama. - falo colocando as mãos no queixo, um pouco apreensiva. 

Ela solta uma risada irônica.

-Mas nem em sonho você faria uma coisa dessas engraçadinha.. - ela diz depois de tomar um gole curto do seu café.

Suspiro.

Na verdade eu estava falando sério mesmo...

O meu maior medo era cometer  alguma besteira por lá. Estragar tudo. E perder tudo. Reconheço que sou desastrada, azarenta, imprudente, atrasada...e mais outros adjetivos que não poderia lembrar agora. E são esses pequenos defeitos que me deixam preocupada. Pelo que pesquisei, o senhor Kwon Young Hwan, é um homem muito severo, autoritário e detalhista. 

Então, basta apenas um único erro cometido por mim e sem sombra de dúvidas, eu seria enxotada de lá sem dó nem piedade...

-Mas...- eu falo olhando para ela -  e se acontecer alguma coisa Lana? E se eu cometer algum erro? E se ...

- ' E se ' você parasse de pensar nessas bobagens e pensasse positivo Elisa?! Poxa... do que adianta ficar pensando no que pode dar errado, se você não for lá e tentar?! Você nunca vai saber. - Lana fala cruzando os braços e me encarando meio chateada. 

Penso. Suspiro.

Acho que ela tem razão.

-Anda! - ela levanta e  bate no meu ombro- vai, vai...antes que se atrase. Ai sim, a senhorita terá problemas. 

Por fim, arrumo a coragem necessária para esquecer todas essas possibilidades e termino meu café. E antes de voltar atrás, pego a bolsa e saio disparada para fora do apartamento. 


Eu sei... estou sendo boba e totalmente perssimista. Mas o que posso fazer para parar com isso? A idiota aqui, está se deixando levar pelo medo e por pensamentos negativos. 

Desço as escadas do apartamento e ando até o ponto de onibûs. Não espero muito para um aparecer, e logo entro no mesmo,   desejando chegar ao prédio no horário marcado.

 Bons minutos se passam e o onibûs para um pouco afastado do lugar, mas já que a distância entre a empresa era apenas uma rua, vou andando até lá. A rua estava pouco movimentada. Não tinha perigo.

Isso era o que eu pensava...


Passo na faixa de pedrestes à passos rápidos, mas quando estou à poucos metros da porta de entrada, paro bruscamente, quando um carro que freia de súbito na minha frente faz com que eu me assuste. Solto um grito curto de espanto e seguro minha bolsa por reflexo.


- QUAL É O SEU PROBLEMA?!




                        P.o.v Ji Yong


Já eram quase 8 hrs da manhã e eu ainda não havia saido de casa. Provavelmente, eu tenha dormido um pouco demais, pois além de estar mais que descansado, estou pela primeira vez atrasado. Ainda mais hoje, na qual tenho uma reunião super importante. Que ótimo!

Mas como foi que eu deixei isso acontecer? Eu nunca me atraso para absolutamente nada...

Ponho meu terno, enquanto tomo um gole ou outro do meu café e tento dar um jeito em meu cabelo, o qual não fica perfeito, mas pelo menos fica apresentável.

Termino de me vestir e pego o celular e  as chaves do Bentley. Sem perder mais tempo, entro no carro e saio de casa dirijindo rapidamente pela rua, que para ajudar, tinha pouco trânsito.

(...)

Alguns minutos se passam e eu percebo estou quase chegando lá. Ao virar o volante para chegar na última rua antes do prédio, meu celular toca e eu bufo de irritação ao ver quem é. Não atendo e piso fundo no acelerador. Mas, ele volta a tocar e eu acabo atendendo. 

Antes que eu possa falar, a voz de Seungri soa primeiro:

- Onde raios você está? Por acaso sabia que está atrasado para a reunião?- fala irônico e eu reviro os olhos.

- Claro que eu sei. Mas minha manhã foi um pouco conturbada e... - minto - Relaxa, já estou chegando.

- Onde você está?

- Acabei de chegar na última rua.

-Tudo bem. Ande logo!


Consigo avistar à empresa, enquanto desligo o celular. Tanto que, assim que estou prestes a guardar o aparelho já posso ver a entrada. Porém, basta um mísero segundo de distração, para que algo grave possa acontecer.

Em um piscar de olhos, freio imediatamente em cima da pessoa e solto um suspiro aliviado. Posso escutar um grito de espanto feminino, seguido por uma respiração acelerada que me faz arregalar os olhos por um momento. 

Um único momento.

-QUAL É O SEU PROBLEMA?!- ela esbraveja um pouco espantada e eu franzo as sombrancelhas um tanto confuso.

Mas, quando começo á olhá-la pelo vidro do carro, minha confusão some totalmente e muda para uma expressão totalmente desacreditada. Ela também me encara. Mas, como os vidros do carro são foscos, é bem - ou totalmente- provável que não esteja me vendo. 

Me diga apenas uma coisa:

Existe outra palavra que possa resumir esse momento, que não seja 'coincidência'?

Por que não é possível!

A mesma mulher que eu quase atropelei sem querer, é a mesma mulher que esbarrou em cima de mim, naquele dia. E a mesma mulher que eu quase beijei no dia seguinte...!

Não... Me recuso inteiramente a acreditar em tamanha ironia do destino.

Deus!

Ela continuava lá, encarando o carro. Isso até, eu abrir a porta e sair de dentro. E basta uma simples troca de olhares, para que sua expressão de assustada seja substituída instantâneamente pela raiva. E se por um momento eu achei que minha expressão era de desacreditado, a sua era indecifrável. Uma mistura de espanto, confusão e arrisco-me à dizer, raiva. Sua voz sai pausadamente e ela fecha os olhos.

-Eu não 'tô, acreditando nisso...- fala antes de abrir os olhos e me encarar- você 'tá maluco? queria me matar? Era isso?

Ela praticamente grita incrédula e eu respiro fundo e passo a mão nos cabelos. Também confuso com tudo aquilo. Rio sem humor e balanço a cabeça em negação com o que ela acaba de dizer. Me aproximo ao fechar a porta do carro e falo baixo:

- Como é? - rio soprado - você acha mesmo que eu perderia meu tempo com uma coisa dessas garota?!

Ela responde imediatamente:

-Eu não sei- ela diz debochando- Mas vindo de você, eu não duvido nada. Aliás...- ela continua- Justo você? Outra vez? Sinceramente, eu não acredito que isso seja apenas...

- Coincidência? - pergunto, levantando uma sombrancelha.

-Isso mesmo. Uma desagradável coincidência. Ainda mais, três vezes seguidas... É um pouco extranho não acha?- ela fala desconfiada e eu rapidamente entendo o que quiz dizer com aquilo. Ela estava querendo dizer que eu fiz de propósito? 

Mas era só o que faltava.

 Ignoro o fato de estar completamente atrasado e encrencado  para a reunião. Além do mais, não importa. Já estou ferrado mesmo, então uns minutinhos a mais não mudarão porcaria nenhuma.

Rio, arrumando a gravata.


-Assim como eu não perderia meu tempo, tentando atropelá-la...- me aproximo do seu rosto e encaro seus olhos de perto- pode ter certeza que muito menos, ficaria por ai lhe seguindo. Por favor, não me faça rir...

Volto a minha posição de antes, me afastando seguramente dela, e a vejo fechar os punhos para controlar sua raiva. Seus olhos estavam cerrados. E seu peito subia e descia um pouco rápido demais. Confesso que gosto de vê-la assim. Gosto de provocá-la. De falar, o que sei que ela odeia com todas as forças. Mesmo não a conhecendo, nem ao menos sabendo seu nome. Eu gosto disso.

- Já que o destino insiste em me colocar no seu caminho, - falo- que tal começar me dizendo o que você está fazendo aqui de novo. 

- Eu já falei e vou falar de novo...- ela diz - isso não te interessa. Mas te garanto, que é algo mais importante do que ficar perdendo meu tempo com você. Outra vez...

-Mas que grosseria... - debocho, balançando a cabeça em negação- Eu apenas te fiz uma simples pergunta.

-E eu já respondi- ela fala abrindo um sorriso no canto da boca- Agora, com licença.

E antes que eu perceba ela arruma a bolsa no ombro e simplesmente passa silenciosamente por mim. Dessa vez não a seguro, ou a prendo contra uma pia.

 Só deixo ela ir. 

De qualquer maneira, sinto que não vou demorar à descobrir os verdadeiros motivos para ela estar aqui na empresa da minha família novamente. 

E de alguma foram, sinto que será mais rápido do que eu estava pensando...

             

                               P.o.v Ji Yong off

.

.

.

Passo por ele o mais rápido que  posso, e surpreendentemente, sem que ele me parasse pela terceira vez. Confesso. Até que ele foi sensato. Pois do jeito que eu estava ali, arrancaria seus olhos fora sem cerimônia alguma. 

Entro andando apressada, fazendo o barulho dos sapatos de salto soarem pelo espaçoso corredor, que levava para o elevador. Espero ele descer do 10° andar, e subir para o 20°. 

Ele chega e eu busco com meus olhos, por cada canto para encontrar com aquela moça, Jennie. Era ela, quem iria me mostrar onde eu ficaria para trabalhar. 

Meus olhos buscam a mulher de cabelos longos e olhos puxados e não demoram para encontrá-la.

-Com licença...- falo me aproximando- lembra de mim?

Ela me observa, antes de abrir um sorriso.

-Lembro sim. Você é a... Elisa, não é? A garota sortuda que conseguiu o emprego...

Retribuo seu sorriso, e consinto. Ela me pede para acompanhá-la até a sala na qual eu irei ocupar. Sigo-a sem pestanejar, e vez ou outra     cumprimento alguns funcionários simpáticos que passavam por mim.

Parei quando ela abriu a porta de madeira e me revelou uma imagem espetacular da minha 'susposta' sala. Arregalo brevemente os olhos e me permito desfrutar daquela perfeita arrumação, só por mais alguns segundinhos antes de entrar.

-Vamos lá... Entre!- Jennie me chama para dentro e mesmo com as pernas bambas, concordo.

A sala era enorme. Iluminada por várias janelas, as paredes pintadas com cores fortes e vibrantes. Muitos objetos, acessórios, livros e quadros espalhados ao redor que davam um ar ainda mais 'criativo' para o lugar. Muito diferente da sala do dono, onde tudo era mais neutro e sofisticado.

Mas é claro Elisa, comparar a sala de um chefe imponente com a de um designer gráfico, já é um pouco demais...

-Tem certeza que essa sala é mesmo para mim?- pergunto para a secretária, enquanto passava o dedo sobre os objetos que estavam em cima da mesa, e ela ri antes de responder.

-Sim. Foi feita exclusivamente para você...- ela para por um momento e prossegue - claro, para você e o outro designer que antes a ocupava e foi mandado embora.

Rio baixo. 

-Bom, então agora eu preciso ir. Como a senhorita já conheceu sua nova sa...

Ela para, quando outra voz soa de repente na sala:

- Henrique, eu preciso que você elabore alguns gráficos para analisarmos o crescimento das...


Congelo.


Essa voz....

Essa voz mais uma vez.

Não pode ser. Por Deus...já estou começando a ouvir coisas que não existem. Acho que preciso de remédio.

-Sr. Kwon Ji Yong... - Jennie fala aparentemente surpresa.

-Quem é essa?- ele fala confuso e eu engulo seco, ainda virada de costas para os dois.

-Bem, essa é a senhorita Elisa Arantes - Jennie fala educada  - O designer Henrique foi mandado embora semana passada. Agora ela é a nova designer da empresa.

Ela falava tão calmamente. Queria só ver se a coitada visse o meu estado naquele momento. Paralisei. Podia sentir que meu coração subiu até a garganta e desceu novamente. Minhas mãos tremiam levemente enquanto eu continuava observando e tocando gentilmente o objeto. 

-Senhorita Elisa - ela me chama- Esse é o sr. Kwon Ji Yong , diretor financeiro da empresa, além de ser o filho herdeiro do sr. Kwon Young Hwan.


Viro minimamente a cabeça, o bastante para ver que era ele mesmo. O grosseiro, aproveitador, e mal educado. Era ele. Viro completamente o corpo para encára-lo e solto o ar com força.

Mas POR QUE Deus?!

Com tantos homens no mundo... Tinha que ser JUSTO ELE?!

Nos encaramos. A feição dele aparentava ser tão fria e surpresa por fora. Mas eu sei o que ele estava sentindo por dentro. Assim como eu, ele estava confuso e surpreso, mesmo não mostrando. Diferente de mim que estava com uma cara de espanto, notada por metros de distância.

Ele anda até mim e estende a mão na minha direção em cumprimento. Encaro sua mão mais surpresa e desacreditada ainda. Ele estava mesmo fazendo aquilo? 

Mas que cara de pau! 

Volto a ver o seu rosto, e percebo um sorrisinho mínimo aparecendo em seus lábios, antes de falar repleto de sinísmo:

-Muito prazer em conhecê-la, senhorita...Arantes.


O prazer é todo meu, senhor maldito cafajeste fingido...!, penso.

Isso não pode ser apenas uma miserável coincidência!

Universo! Me leva daqui! 

AGORA!








Notas Finais


MININU. KKK
Então, gostaram?
Me digam o que acharam👇👇
Até logo meus amores! 😘


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