História Bad Reputation - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Jack & Jack, Jacob Whitesides, Magcon, Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes
Tags Cameron, Cameron Dallas, Drama, Festas, Garotos, Magcon, Nash, Nash Grier, Romance
Exibições 84
Palavras 2.248
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooi pessoal, primeira fanfic! Espero que gostem! Escolhi fazer sobre uma das coisas que eu mais gosto que é a Old Magcon! Comentem e favoritem, please!
A capa está sendo feita e eu estava tão ansiosa pra postar que deixei pra fazer a capa depois mesmo.
Divulguem para os amiguinhos, e vou tentar postar uma vez por semana! Não sei se o capítulo está muito curto, então comentem para mim saber, e desculpa algum erro! Se quiserem poso indicar músicas aqui nas notas para escutar lendo o capítulo, e tudo mais!
Beijos, e boa leitura! <3

Capítulo 1 - Prólogo


Prólogo

Alexis

A noite era fria e singela, e a brisa dançava como uma bailarina. O frescor das árvores deixava a casa gelada e aconchegante. Eu estava na cama, vestindo um shorts curto e uma camiseta velha que estampava um gatinho. A minha direita, a cabeceira guardava um dos livros que eu lia no último mês – um dos melhores que eu já li, por sinal - e uma embalagem vazia de barra de chocolate. A varanda estava aberta, e deixava uma corrente de ar consideravelmente grande entrar e balançar as cortinas brancas sobrepostas a uma leve cortina transparente de cetim. Fazia uma semana que eu havia me mudado, e já deveria ter me acostumado com o novo quarto, mas ainda me sinto como uma estranha, quase como se a minha casa não fosse realmente aqui.

Levanto-me da cama, descalça, e vou até a varanda. Sinto o chão úmido e gelado do mármore tocando meus pés. Me debruço sobre a mesma e observo as outras casas da região, além da casa que estava na minha frente. Parecia ser igual a minha, grande, cheia de quartos, e também bem quieta. A luz do quarto vizinho estava acesa, e a cortina levemente aberta, fazendo com que eu visse claramente uma parte do quarto do meu vizinho, ou vizinha, não tenho certeza, não conheço ninguém da vizinhança. Já estava tarde, quase madrugada. Entro novamente no quarto agora com a decisão de realmente tentar dormir, uma coisa que eu não conseguia fazer desde que eu cheguei aqui. As olheiras e meu rosto inchado eram uma prova de que não estava tendo uma noite de sono tão boa.

...

Acordo com minha mãe abrindo as janelas do quarto e inundando-o com a luz amarela e quente do sol. Cubro-me novamente como resposta, ela deveria entender que não gostava de acordar cedo, principalmente para ir ao colégio.

- Bom dia, flor do dia! – ela dizia aparentemente feliz. Ela tira o cobertor de meu corpo e arruma meu cabelo – Não faça esse drama, Rose – ela era a única que eu deixava me chamar de Rose, por conta do meu segundo nome – Você vai adorar a nova escola! – eu fazia um biquinho e ele acabará de finalizar o meu rabo de cavalo. – Vamos, levante-se e se ponha uma roupa. Estou te esperando lá embaixo para o café da manhã.

Eu não digo nada, apenas bufava e fazia caretas enquanto ela parecia estar ligada no 220w. Depois de ficar enrolando 10 minutos na cama, resolvo criar coragem e me levantar. Abro o armário e tento escolher algo que seja confortável. Eu odiava escolher roupa, geralmente eu pegava qualquer coisa e vestia, mas não dava para fazer isso agora por que no meu armário só tinha roupa de festa, ou camisetas velhas e largas do meu irmão. Todas as minhas roupas estavam na antiga casa do outro lado da cidade e só chegariam aqui na semana que vem. Tento escolher a combinação mais básica do meu armário e opto por uma calça jeans preta rasgada, uma regata da mesma cor e o meu All Star vermelho. Deixo meu cabelo do jeito que a minha mãe prendeu: um rabo de cavalo bagunçadinho e desço para tomar café.

A mesa era farta e abrigava vários tipos de pães, bolos e sucos. Tudo se encaixava como o café da manhã perfeito, exceto pelo meu pai atendendo milhares de telefonemas da empresa enquanto tentava colocar pelo menos um pedaço de sua panqueca na boca. Eu odiava essa agitação de manhã, ele não tinha tempo para quase nada, mas eu sabia que não era tudo culpa dele. Sabia que ele fazia o máximo para passar seu tempo comigo, por isso não desistia de tomar café da manhã com a família mesmo sob telefonemas e e-mails. Meu irmão, Josh, ainda estava dormindo e provavelmente deveria ter chegado bêbado da festa da noite passada. Nossa mãe não sabia que ele andava indo a essas festas e boates, mas eu também não fazia questão de contar, por que até eu dava umas escapadinhas ás vezes.

Sirvo-me de um pote de salada de fruta e depois tomo um copo de vitamina. Estava tentando ao máximo evitar comer porcarias como doces e frituras, por que eu sempre ataco a dispensa nos finais de semana, principalmente quando eu estou de TPM.

- Desculpa gente, mas o trabalho está mais agitado do que nunca – ele diz fechando o notebook e guardando o celular dentro do bolso do paletó – Acabei de fechar o contrato com uma empresa e acho que vamos triplicar os lucros mensais! – ele diz com entusiasmo a palavra “triplicar”.
- Que maravilha, querido! – minha mãe diz acariciando a parte de cima da mão do meu pai. Ela parecia orgulhosa, como se ele tivesse tirado a nota máxima em um teste, ou ganhado uma promoção no trabalho.

Dou de ombros.

Levanto-me da mesa e vou em direção a porta quando ouço minha mãe gritando. Volto correndo a mesa pensando ser algo importante quando ela fala:

- Cadê meu beijo de despedida? – ela diz colocando a ponta dos dedos sobre a bochecha e inclinando o rosto.
- Mãe... – digo com a voz arrastada
- Vamos logo, Rose! Quer chegar atrasada?! – dou um beijo em sua bochecha e sinto cheiro de seu creme. Ela já era um tanto velha, mas sua pele ás vezes aparentava um aspecto melhor que a minha.
- Tchau filha, se cuida! – ele fala em meio a goles de café preto.
- Tchau pai, tchau mãe! – digo pegando a bolsa e atravessando a porta que me levava ao jardim.

Ando confiante até o meu carro. Uma Ferrari conversível preta. Meu presente de 16 anos. Era como uma bebê pra mim. Abro a porta e jogo minha bolsa no banco do passageiro, depois adentro o carro e ligo-o. O carro emanava poder e o som do motor eram sinfonia para meus ouvidos. Seguia pelo condomínio, 10 minutos da minha casa até a escola. As casas eram glamorosas e aparentavam ser mais caras que a minha. Vejo vários alunos indo em direção a escola e um calor crescia dentro de mim. Eu não sei seu estava ou ansiosa, ou apreensiva ou até mesmo com medo, mas tudo parecia me incomodar. Estaciono o carro em uma vaga perto dos portões e logo olhares maliciosos pairam sobre mim.

Eu estava entrando no meio do ano, era normal as pessoas estranharem, mas eu odiava me sentir o centro das atenções. Já era um saco ter que ser filha de um grande empresário e ter que ir a convenções e fazer discursos, e agora isso, ser a novata do colégio. Eu sinto falta dos meus amigos. O grupo dos imperfeitos – era como chamávamos – eles eram tão animados e acolhedores, aqui tudo parecia ser tão diferente e superficial. Tento não chamar muita atenção então trato de não ficar passeando pela escola, apenas vou direto para a sala e torço para conseguir fazer novas amizades.

As salas eram pequenas e pareciam ser ocupadas por no máximo 15 alunos. Sento-me no fundo, o mais afastada possível dos olhares dos professores. Uma garota muito bonita senta-se na minha frente. Ela usava um vestido roxo soltinho, e seus cabelos eram bem curtos. Ela parecia ser uma boa pessoa. Queria poder falar com ela, mas a minha timidez as vezes é demais. A aula começa e para minha felicidade: Trigonometria. Eu odiava tudo relacionado a exatas. A professora falava, e falava, e falava, eu estava quase dormindo quando a menina de cabelos curtos virá para trás e se dirige a mim:

- Eu odeio matemática! Por isso escolhi teatro – ela diz rindo. E anotando o que a professora falava. – Me desculpe, não me apresentei, meu nome é Lucy! Prazer...
- Prazer, meu nome é Alexis! – eu digo sorrindo.
- Prazer, Alexis! Eu sei que você deve estar meio nervosa com o fato de ser novata, mas saiba que todos nós já fomos novatos um dia, então relaxa!
- Obrigada mesmo, eu estava realmente achando que todos aqui são apenas riquinhos e superficiais.
- Mas são! Exceto por mim – ela diz a última frase rindo. Ela emanava pureza e alegria – Eu gostei de você, Lexi! Posso te chamar assim, né?
- Claro! – digo.

As aulas passam rápido. E a companhia de Lucy era a melhor que eu poderia encontrar. Depois de 6 aulas juntas parecia que a conhecia a anos. Eu contei tudo sobre a minha vida para ela, e ela o mesmo. No final do período éramos praticamente um dicionário uma da outra. Era bom poder sentir isso, eu pensei que nunca encontraria uma amiga aqui, e foi totalmente o contrário. Descobri que ela mora uma rua atrás da minha no condomínio e marcamos até dela ir em casa essa noite.

Depois das aulas fui direto para casa. Quando adentrei a sala de estar dou de cara com meu irmão jogando vídeo game com um outro garoto. Bagunço o cabelo dele e subo as escadas em direção ao quarto. Passo a tarde inteira revisando as matérias do colégio, tentando aprender tudo que eu havia perdido no meio tempo que fiquei sem ir para escola e quando estava quase escurecendo meu pai adentra o quarto. Ele tinha a expressão de “preciso ter uma conversa séria com você”. Ele senta-se na beirada da cama e imediatamente eu fecho todos os cadernos e livros na minha mão e deixo de lado os estudos.

- O que foi pai? – pergunto apreensiva. Odiava todo esse suspense.
- Filha eu tenho uma coisa não tão agradável pra te contar... – ele fazia suspense, e eu odiava suspense mais do que tudo – Como você sabe eu sou dono da empresa, eu fundei a empresa da nossa família e isso acarreta compromissos que só eu posso cumprir...
- Fale logo pai – digo tentando manter a calma
- Vou ficar um mês no Havaí a trabalho!
- Havaí? Por um mês? – eu indago assustada – Como assim? Quem viaja para o Havaí a trabalho? E por tem que ser você? Por que não manda outra pessoa no seu lugar?
- Sabe o contrato que eu falei que eu fechei hoje de manhã com uma empresa, então o dono dessa empresa que fechar o contrato verdadeiro pessoalmente comigo, e fazer algumas parcerias. E eu não posso deixar essa oportunidade de lado, eu vou poder expandir a empresa para o Havaí e poderemos passar as férias de fim de ano lá.
- Eu não quero passar as férias de fim de ano no Havaí e também não quero que você vá para lá agora! – eu dizia birrenta. Realmente estava triste e não gostava de ter que ficar todo esse tempo longe dele.

Ele passa seus braços por volta do meu corpo e me aconchega em seu colo. Ele dá um beijo e minha testa e depois diz a frase que me destruiria por inteiro. A frase que realmente me fez ficar em pedacinhos.

- Eu viajarei hoje, filha!

...

Já haviam passado dois dias depois que meu pai foi para o Havaí. Eu havia cancelado meu encontro com a Lucy no mesmo dia e contado toda história para ela por telefone. Eu estava exausta, mas mesmo assim decidi ir à academia me exercitar. Entro dentro da minha Ferrari e ela não ligava de jeito nenhum. Tento de todos os jeitos e até confiro se tinha gasolina, mas não funcionava. Saio do carro e fico muito irritada. Encosto-me no mesmo e fico de braços cruzados pensando no que eu iria fazer sem um carro.

- Problemas com o carro? – ouço uma voz grossa e inclino o meu corpo para o lado par ver quem a emitia. Um garoto com o físico perfeito, um sorriso branco, que usava uma regata preta se dirigiu a mim.
- Sim... – respondo-o.
- Se quiser eu posso te dar uma carona. Para onde está indo?
- Para academia.
- Eu vou passar por lá...
- Não precisa, depois eu dou um jeito de arrumar esse carro...
- Tem certeza? – ele insiste. Ele se aproxima de mim e sinto um cheiro refrescante exalando de seu corpo. Era ainda mais bonito de perto, e sem mesmo conhece-lo, ele despertava sensações de calor que eu nunca havia sentindo com ninguém.


- Tenho sim! – digo. Eu acabei de dispensar a carona de um gato.
- Okay, então! Prazer, Cameron! Eu moro na casa ao lado... – ele aponta para casa vizinha a minha.
- Prazer, Alexis! – digo meio envergonhada. Por que eu estaria envergonhada? Eu nem o conheço. O que ta dando em você Alexis?
- Qualquer coisa pode bater na porta de casa, eu moro com uns amigos.
- Obrigada! - respondo. Ele pisca e depois adentra a casa. Como não percebi que era vizinha do cara mais gato que eu já havia visto na minha vida. Volto para casa e não parava de pensar nos braços musculosos, no sorriso perfeito, na voz sensual e no jeito que emanava calor e fazia o meu corpo palpitar.

Meus pensamentos iam do vizinho gato ao meu pai no Havaí. Ele me ligou essa noite e contou um pouco sobre a viagem:

- Vocês têm que vir pra cá um dia. Tem um risoto de peixe maravilhoso! E só pra avisar, a parceria com a outra empresa está uma maravilha. Estou com saudades!

Depois de uma longa conversa no telefone com ele, caio no sono. Meus sonhos são invadidos pela sedução do meu vizinho. Era estranho sonhar com alguém que você não conhecia. Principalmente ele. 

Fim


Notas Finais


Obrigada por lerem até o final, comentem e favoritem para me ajudar, e não se esqueçam de divulgar para os amiguinhos! O capítulo deve ter ficado meio parado, mas eu quis introduzir a história, mas prometo que vai ficar mais interessante! Beijos meus amores! Até o próximo capítulo! <3


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