História Bad Reputation - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Bad Reputation, Colegial, Drama, Romance, Shawn Mendes
Visualizações 90
Palavras 1.373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oiooioioioi
gente, mto obg pelos favs e pelos comentários do último capítulo
eu percebi que vcs comentam menos se eu postar durante a semana, o que eu entendo totalmente, já que todos temos os nossos compromissos escolares ou no trabalho, então eu decidi que vou tentar postar apenas em fins de semana
nesse cap vcs vão finalmente vão descobrir quem é o stalker, mas não vão achando que é por aí que esse arco acaba rsrsrs
e eu já vou avisando, quem tiver coração fraco, cuidado com os próximos caps
Enfim
mto obg pelos comentários/favs (dnv)
Desculpa qualquer erro (tô com sono)
boa leitura

Capítulo 10 - X


O carro ultrapassou o semáforo vermelho e virou em qualquer rua, antes que eu pudesse sequer raciocinar o que havia acabado de acontecer, ou então conectar que a pessoa que acenou para mim, podia ser quem me manda as mensagens.

Acelerei um pouco mais que o normal assim que o sinal abriu, para poder chegar em casa mais rápido. Coloquei o carro na garagem e saí de lá o mais rápido possível, verifiquei se a porta da sala estava trancada, peguei água e subi para o meu quarto, também trancando a porta, tanto a de entrar quarto quanto a do banheiro.

Agora eu não conseguia me sentir segura nem em casa, mesmo dentro do meu quarto, com a janela travada, as cortinas fechadas, a porta trancada, eu me sentia observada. Minhas costas formigavam, me dando a impressão de ser observada por alguém atrás de mim, mesmo estando encostada na parede.

Eu fiquei pensando em o que fazer, agora não era mais uma brincadeirinha qualquer na internet, se eu ligasse pra polícia, o que eles iriam fazer?

Peguei meu celular e comecei a discar "911", quando faltava apenas o último número, o pop-up que indicava uma nova mensagem apareceu, e era da pessoa que vem me seguindo.

"Se fizer isso, vou ficar magoado, e você sabe como eu fico quando fico sentido."

Eu não sei se isso foi exatamente uma ameaça, mas de qualquer jeito, eu estou trancada no meu quarto, a janela, o banheiro e a porta para o corredor estão devidamente trancadas, não tem como se aproximar de mim o suficiente pra fazer nada.

Disquei o último dígito e cliquei em discar, mas logo em seguida, a chamada foi encerrada, mesmo eu não tendo clicado em absolutamente nada. Tentei de novo, e de novo, desisti na quinta vez. Que ótima hora para seu celular parar de funcionar. Então fiz o que podia fazer na hora, bloqueei o número e deixei meu celular desligado dentro de uma gaveta, verifiquei todas as janelas, portas e qualquer coisa que pudesse fazer alguém entrar em casa, agora todas estavam trancadas, verifiquei a casa duas vezes, só pra ter certeza que não tinha ninguém dentro e finalmente a sensação de ser vigiada acabou.

Fiquei assistindo TV até que meu irmão chegou, então uma ideia se iluminou na minha mente.

— A gente podia ter um cachorro. — falei, comendo mais um pedaço da pizza de que trouxe.

— Um daqueles bem grandes.

— Tipo um Pitbull. — Comecei a indicar raças que são boas no quesito proteção.

— Ah, não sei, eu prefiro um Husky. — Dylan argumentou.

— Que tal um Pastor Alemão?

— Eu sempre quis um desses. — Dylan sorriu.

(...)

Acabou que foi mais fácil do que eu achei convencer meu pai a nos deixar ter um cachorro, ele falou que a única regra era que ele já fosse adulto e de preferência, treinado, pra cuidar da casa, e isso complementou o plano, então eu me sentia mais segura e mais alegre (até porque eu queria um cachorro faz tempo), meu pai pediu para Dylan ir buscar um em algum lugar que eu não faço idéia nem do nome, nem de onde fica. Enfim, quando eu chegar em casa, vai ter um cachorro muito amável me esperando.

Eu já tinha falado com todas as pessoas possíveis (Thomas e Adele), agora eu apenas esperava Shawn chegar na loja para eu lhe contar.

Eu estava no balcão onde tem um computador pra você localizar um CD mais facilmente, enterdida com minhas unhas, quando senti um cutucão na minha costela.

— Você tem que parar de fazer isso. — me virei, sorrindo pra Shawn, normalmente ele é o sorridente, mas hoje ele parecia comigo, nos meus dias ruins.

— É legal a sua cara quando eu faço isso, então não, eu não vou parar. — ele deu um sorriso de canto, sem mostrar os dentes.

— Hoje você está melhor? — perguntei, eu realmente não sabia, as expressões contrárias a felicidade no rosto de Shawn eram novas pra mim, então, eu não conseguia interpreta-las.

— Eu me acertei com Natalie, mas ainda está difícil de conversar com ela. — ele confessou, nós já tínhamos intimidade para falar sobre coisas pessoais sem achar esquisito. Mas sobre esse assunto em específico eu não podia lhe ajudar, já que meu último relacionamento foi um desastre, e os anteriores a esse não foram muito melhores. Minha ficha de namorados é uma merda.

— Antes que a gente entre na parte do silêncio constrangedor... — falei, ele sorriu mais abertamente, achando graça — Eu quero te contar que vou ter um neném.

Shawn engasgou, e enquanto tossia, tentando se recuperar, ficava cada vez mais vermelho.

— O que? — ele se apoiou na bancada, com as sobrancelhas juntas.

— Um cachorro, Shawn, eu vou ganhar um cachorro. — falei, já rindo antecipadamente da reação que eu sabia que ele iria ter.

— Eu vou te matar. — ele colocou a mão sobre o peito, inspirando fundo — Meu Deus, que susto. Olivia, você quase acabou com minhas... — eu já estava juntando minhas sobrancelhas, achando que ele ia falar "esperanças", mas ele pareceu realmente esquecer as palavras que vinham depois — Calma. Eu esqueci a palavra. — ele passou um minuto pensando, depois desistiu — Quando eu lembrar eu te falo. — ele me deu um beijo na testa e saiu, logo em seguida quem se aproximou de mim foi Carl, o dono da loja.

— Hey, Olivia, me empresta o microfone. —ele apontou para o microfone que ficava em uma estante em baixo da bancada que estava ao meu lado, eu peguei e lhe entreguei, sem entender muito, ele ligou e deu umas batidinhas, que ressoaram pelos alto-falantes da loja — Oi, alô, aqui. — ele esticou o braço e acenou, todos os funcionários olharam para ele — Gente, vocês vão ter mais ou menos semana de folga, eu comprei a loja do lado, a gente vai aumentar a DiscoFever e começar a vender instrumentos, e enquanto acontece a obra pra ligar essa loja com a de lá, vocês ficam em casa, qualquer coisa eu aviso vocês. Podem ir. — ele falou rápido e voltou para seu escritório. Eu fiquei sem entender nada, Shawn apareceu novamente, me olhando sem entender, eu retribui o olhar e dei ombros. Peguei minha mochila e saí, antes que ele chegasse e falasse, por exemplo, que era brincadeira.

(...)

Eu estava novamente no Pet Shop, eu não queria ir pra casa enquanto o cachorro não estivesse lá, para pelo menos latir assim que ver alguém entrando em casa, então decidi ficar aqui, brincando com todos os animais, agora eu estava com os porquinhos da Índia.

— Por que não vai brincar com seus familiares, Birdie? — Shawn apareceu, se aproximando de mim.

— Eu já estou toda machucada, aparentemente, os passarinhos não gostam de mim. — mostrei minha mão, que estava com vários furinhos. Shawn segurou minha mão e passou o polegar delicadamente sobre meus machucados, fazendo carinho neles.

— Já tem alguma idéia do que vai fazer durante uma semana em casa? — ele falou depois de um tempo analisando meus hematomas e soltando minha mão gentilmente.

— Fazer planos, desistir deles e ficar procastinando. O de sempre. — Ele sorriu, eu me sentia a melhor pessoa do mundo quando o animava.

— Você podia ir lá em casa qualquer dia, pra eu te colocar pra assistir séries de verdade. — Ele falou, zombando do meu gosto pra séries.

— Eu já tentei assistir as que você me recomendou, mas eu prefiro de uma coisa mais... — pensei em uma palavra que se encaixasse — Cabeça. — falei, batendo o dedo nas têmporas.

— Você é muito lerda pra gostar de alguma coisa "Cabeça" — ele fez aspas com o dedo — Vai lá pra casa amanhã, e você vai voltar como uma pessoa nova.

— São só séries, Shawn. — Ri do seu drama todo.

— Amanhã vai lá pra casa, pode chegar a hora que quiser. — Ele olhou o relógio — Agora eu vou indo. — ele sorriu, se virou e saiu.

Meu celular tremeu no meu bolso, eu peguei, achando que seria uma mensagem de meu pai, e agora, um número desconhecido me mandou uma mensagem, esse, pelo menos, não era bloqueado, abri e li:

"E eu achei que teria você pra mim todas as tardes durante uma semana.

- Max"


Notas Finais


muita gente acertou quem era, a minha intenção n era fazer plot, mas vai ter uma lição de moral sub entendida daq uns caps
Quem quiser e puder, pfvr, comentem, ajuda horrores
amo vcs
xoxo


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